Próximas Ações

Perturbações da Comunicação, Linguagem e Fala: Impacto na Aprendizagem_AE Paço de Sousa_PD20
Oficina de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade: Oficina de Formação_13 horas presenciais e 13 horas de trabalho autónomo

Acreditação: CCPFC/ACC - 100048/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Professores de Educação Especial

Local de Realização: AE Paço de Sousa_escola sede 

Formador: Rui Loureiro

Cronograma

fevereiro_ 20 e 22 

março_13 e 15 

Horário: das 17horas às 20horas

Relevância da ação
Mais se certifica que, para os efeitos previstos no art.º 5º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Professores de Educação Especial.
Para efeitos de aplicação do nº 3 do art.º 14º do RJFC de Professores (dimensão científica e pedagógica) a presente ação não releva para a progressão em carreira.

OBJETIVOS A ATINGIR

Com esta formação pretende-se, portanto, dotar os formandos de ferramentas que agilizem o diagnóstico precoce de necessidades na área da comunicação, linguagem e fala, assim como, de estratégias que potenciem o desenvolvimento das referidas áreas.

 CONTEÚDOS DA AÇÃO

Definir os conceitos de Comunicação, Linguagem e Fala;

Enunciar os principais marcos do desenvolvimento linguístico e articulatório;

Elencar sinais de alerta que justifiquem a avaliação por parte de técnicos especializados;

Relacionar perturbações da linguagem e da fala com condições clínicas e ambientais potencialmente causadoras e/ou perpetuadoras das mesmas;

Enunciar instrumentos e estratégias para despiste e avaliação de dificuldades ao nível da Comunicação, Linguagem e Fala;

Descrever atividades e estratégias de âmbito geral favorecedoras do desenvolvimento linguístico e articulatório da criança/aluno no contexto escolar.

METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO            

Predomina a componente teórico-prática, combinando as metodologias expositiva, demonstrativa e ativa (incluindo trabalho em grupo).  

Sugere-se a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas e salienta-se que as atividades integradoras devem ser desenvolvidas com a preocupação de ligação com os contextos e as vivências profissionais dos formandos.

Sessões presenciais (6 horas)

Sessão 1 (3horas) Perturbações da comunicação, linguagem e fala – Idade Pré-Escolar (3 horas)

Sessão 2 (3 horas) Perturbações da comunicação, linguagem e fala – Idade Escolar (3 horas)

Sessão presencial (3 horas)

Sessão 3: Apresentação do trabalho autónomo. Discussão de casos apresentados. Estratégias  de melhoramento.

Sessão 4: Intervenção e estratégias promotoras do desenvolvimento (4 horas)

Trabalho autónomo (6 horas)

Realização dos exercícios previstos na planificação; Registos do trabalho efectuado; Reflexão sobre um caso prático, aferindo sobre a estratégias desenvolvidas e eventuais melhoramentos.

Trabalho autónomo (7 horas)

Realização dos exercícios previstos nas planificações; Registos do trabalho efectuado.

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

Obrigatoriedade de frequência de 3/4 das horas presenciais.

Trabalhos práticos e reflexões efetuadas em contexto de trabalho autónomo, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escalas de 1 a 10, com a menção qualitativa de:

1 a 4,9  valores – Insuficiente;

5 a 6,4 valores – Regular

6,5 a 7,9 valores – Bom

8 a 8,9 valores – Muito Bom

9 a 10 valores -  Excelente

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma)

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1.º Ser Professor do AE de Paço de Sousa ou do AE Sobreira (75%).

2.º Ser Professor das restantes escolas associadas (25%).

3.º Ordem de Inscrição.

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De 23 de janeiro até ao preenchimento das vagas

 

 

Construir Lideranças em contexto escolar: Direção de Turma, Coordenação de Departamento e de Equipas Educativas_AE Joaquim Araújo_PD24
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-102112/19

Formador(a): Lurdes Neves _ CCPFC/RFO-28904/11

Modalidade: Oficina de Formação _ 50 horas (25h presenciais +25h trabalho autónomo) 

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de realização: Agrupamento de Escolas Joaquim de Araújo

Relevância da ação

Mais se certifica que, para os efeitos previstos no nº 1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Para efeitos de aplicação do artigo 9º do RJFC de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para a progressão em carreira.

Cronograma

fevereiro    20, 27                      

março         6, 20

abril          10, 17

maio          8  

*fica uma sessão por agendar com o acordo dos formandos

Horário (18h_21h) último dia (18h_22h)

OBJETIVOS A ATINGIR

•Desenvolver nos docentes competências de liderança e de comunicação na interacção com os elementos das equipas que orientam e coordenam, com os alunos e com a comunidade educativa, facilitando os processos de mudança e o desenvolvimento das práticas colaborativas, de forma a potenciar a imagem profissional perante a comunidade educativa;

•Desenvolver aos profissionais de ensino a motivação e possibilitar o contacto com ferramentas/dispositivos que os capacitem para a confiança para a ação de liderar pedagogicamente as equipas;

•Tornar os profissionais de ensino mais conscientes dos paradigmas atuais de ensino e comunicação, proporcionando o reenquadramento das suas dificuldades e potenciando novas atitudes e comportamentos, mais ajustados às necessidades da relação educativa.

 CONTEÚDOS DA AÇÃO

1.O contexto actual do ensino e da liderança em contexto escolar

1.1.Coaching para docentes e profissionais de ensino

1.2. Coaching e liderança para docentes;

1.3. Casos práticos de liderança em contexto escolar (Direção de Tuma e Coordenação de Departamento e Estabelecimento)

2.Aplicação de um modelo de coaching e liderança

2.1.identificar e analisar as necessidades e avaliar as competências

2.2. Auto-avaliação e auto-diagnóstico

2.3.Diagnóstico dos estilos de comunicação e liderança

2.4. Trabalhar com sistemas escola-sala de aula e suas linhas de força e interacção disciplina/controlo

2.5. Estratégias de Motivação

2.6. Práticas colaborativas

3. Gestão da Inteligência Emocional

3.1. Especialização cerebral na gestão da inteligência emocional;

3.2. Estratégias de Gestão do stress

3.3. Técnicas de visualização e autocontrolo na relação com alunos

3.4. Aplicação das neurociências à educação

3.5. Estratégias de Gestão do stress

3.6. Técnicas de visualização e autocontrolo na relação com alunos

4.Lideranças partilhadas

4.1. A liderança situacional em contexto escolar

4.2. Análise SWOT de competências de um líder em contexto escolar

4.3. Competências de liderança

4.4. Modelagem e estratégias de liderança de sucesso

4.5. Motivar para o sucesso das equipas em contexto educativo

4.6. Potenciar o desempenho individual e da equipa

5.Avaliação- projeto aplicado aos alunos

- Estratégias para melhoria da relação com os alunos;

- Apresentação final dos trabalhos realizados.

METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO  

Presencial

A realização da ação contempla, de modo articulado, as fases presencial, autónoma e de partilha/divulgação (presencial).

1ª fase (16h): Apresentação e discussão dos conceitos estruturantes da temática. Elaboração dos materiais didáticos e de materiais a aplicar nos contextos particulares da ação desenvolvida por cada formando.

3ª fase(9h): Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos.

Trabalho Autónomo

2ª fase(25h): Implementação, monitorização e avaliação do projeto e dos materiais elaborados adaptados ao contexto selecionado.

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

A avaliação dos formandos tem em consideração os parâmetros: participação (com ponderação de 50%) - tendo por referência o modo de participação e empenho individual; trabalho final (com ponderação de 50%) - tendo por base a reflexão sobre as práticas desenvolvidas.

A classificação individual é expressa numa escala de classificação de 1 a 10, que é expressa também numa menção qualitativa.

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) 

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1º Exercer funções nos Cursos Profissionais do Agrupamento de Escolas de Joaquim de Araújo;

2º Ser docente das escolas associadas ao cfaeppp

3º Ordem de Inscrição 

PRAZO DE INSCRIÇÃO     

De 30 de janeiro até ao preenchimento das vagas

 

Ações a Decorrer

Aprender/ensinar Geografia com recurso a mapas concetuais_AE Lordelo_PD21
Curso de formação
A Decorrer

Designação da ação_Aprender/ensinar Geografia com recurso a mapas concetuais CCPFC/ACC-101925/18 

Formador(a) Registo do formador_Rui Pimenta CCPFC/RFO-16421/03

Modalidade _Curso de Formação   25h presenciais 

Destinatários_ Professores dos Grupos 200, 400 e 420

Local de realização _Agrupamento de Escolas de Lordelo

Cronograma

fevereiro     7, 14, 21 e 28

março        7, 14 e 21

das 17:30_21:30 (excepto dia 28 17:30_20:30 e dia 21 17:30_19:30)

Relevância da ação

Mais se certifica que, para os efeitos previstos no nº 1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 400 e 420.

Para efeitos de aplicação do artigo 9º do RJFC de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para a progressão em carreira Professores dos Grupos 200, 400 e 420.

OBJETIVOS A ATINGIR

Identificar desafios colocados à Escola com a “nova” flexibilidade curricular.

Conhecer os pressupostos do paradigma construtivista.

Adquirir uma perspetiva integrada do currículo de Geografia.

Conhecer os elementos/caraterísticas de um MC.

Conhecer os requisitos para a elaboração de um MC.

Conceber mapas concetuais (MC).

Situar “Vasos comunicantes” entre o construtivismo, D. Ausubel e J. Novak.

Reconhecer implicações do Modelo da PNL para a aprendizagem/o ensino.

Caracterizar abordagens no ensino de conceitos.

Dar exemplos de estratégias de ensino para ajudar os alunos a aprender conceitos.

Conhecer estratégias para iniciar os estudantes na elaboração de MC.

Conceber um plano curricular de um tema/assunto de Geografia.

Construir MC no CmapTools.

Situar as modalidades de avaliação criterial e formativa.

Avaliar aprendizagens através de MC.

 CONTEÚDOS DA AÇÃO

– “Nova” flexibilidade curricular (organizador temático 1):

• os principais desafios colocados à Escola

• o paradigma construtivista/hermenêutico

• as Aprendizagens Essenciais ao longo da escolaridade obrigatória, por referência a conteúdos de Geografia lecionados no 2º ciclo (História e Geografia de Portugal), no 3º ciclo (Geografia) e no secundário (Geografia A - opção da componente específica dos Cursos Científico-Humanísticos de Línguas e Humanidades)

– Mapas concetuais (organizador temático 2):

• o conceito

• os elementos/características fundamentais

• os requisitos para a sua correta elaboração

• a conceção, tendo por referência os requisitos para a sua correta elaboração

• e Joseph Novak

• e os “Vasos comunicantes” entre o construtivismo, D. Ausubel e J. Novak

• no Modelo da Programação Neurolinguística de Perceção e Comunicação – a questão das representações internas

• nas seis abordagens para a instrução – o ensino de conceitos

• exemplos de estratégias de ensino para ajudar os alunos a aprender conceitos

• estratégias para iniciar os estudantes na elaboração de mapas conceptuais

• nos planos curriculares

• e o software CmapTools – conhecer e utilizar.

– Avaliação (organizador temático 3):

• “processual e dinâmica” no contexto da aprendizagem significativa

• segundo as modalidades criterial e formativa

• de aprendizagens através de mapas concetuais.

METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO  

Este Curso, do ponto de vista metodológico, privilegia a abordagem teórico-prático e será dada grande relevância às ações do/a professor/a ligadas quer aos processos de aprendizagem quer aos processos de ensino, por esta ordem, ou seja, procurar-se-á, partindo do enquadramento suscitado pela aplicação em contexto de sala de aula de mapas concetuais em Geografia, explorar também questões levantadas ao nível dos processos de ensino (didática). Far-se-á a apresentação de conceitos e clarificação de princípios fundadores; exercícios práticos para aplicação dos conteúdos abordados; haverá momentos de reflexão tendo por base as implicações da aplicação de mapas concetuais em contexto de sala de aula. Para além disso, problematizar-se-ão questões relacionadas com as ações do/a professor/a ligadas quer aos processos de aprendizagem quer aos processos de ensino; propor-se-á, em alguns dos momentos de concretização de “exercícios práticos”, a construção de materiais pedagógicos e/ou didáticos com o objetivo de promover aprendizagens significativas pela sua aplicação em contexto escolar.

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

As/os formandas/os são avaliados nas dimensões da participação e de acordo com o trabalho final.

A avaliação final a atribuir às/aos formandas/os, respeita os princípios expressos pelo CCPFC e é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções.

• Excelente – de 9 a 10 valores;

• Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

• Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

• Regular – de 5 a 6,4 valores;

• Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma)

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1º Ser Professor do grupo 200, 400 ou 420 do AE de Lordelo

2º Ser Professor do grupo 200, 400 ou 420 do AE dos restantes AE/ENA associados

3º Ordem de Inscrição

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De 14 até ao preenchimento das vagas

 

 

 

 

 

 

 

 

Técnica Vocal para os Para os Professores_AE Lordelo_PD25
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade_ Curso de Formação_12horas           registo_CCPFC/ACC - 93979/19

Destinatários_Todos os grupos

Formadora_Alexandra Calado

Local de Realização_AE Lordelo (escola sede)

Cronograma

fevereiro   6, 13 das 14:30_17:30

fevereiro   27 das 15:30_17:30

março      13 e 20 das 15:30_17_30

Objectivos a atingir
Os formandos deverão:
- Consciencializar-se sobre a postura e relaxamento muscular na produção vocal;
- Desenvolver a respiração;
- Tomar consciência dos diferentes ressoadores;
- Realizar exercícios de articulação e dicção;
- Efetuar exercícios práticos de colocação de voz;
- Desenvolver a prática de aquecimento e arrefecimento vocal.
- Reconhecer as características da sua própria leitura.
-Trabalhar diferentes ritmos, volumes, entoações e emoções na relação com a palavra/ texto.
- Desenvolver as suas potencialidades expressivas na relação com a palavra/ texto.
- Explorar alguns processos de apropriação de um texto.
- Entender as potencialidades da leitura enquanto processo para-teatral.

Conteúdos da acção
TÉCNICA VOCAL

1º Módulo (Duração: 2h)
- Apresentação do curso.
- Postura, relaxamento muscular, respiração e ressonância;

2º Módulo (Duração: 2h)
- Articulação e dicção.

3º Módulo (Duração: 2h)
- Colocação de Voz, aquecimento e arrefecimento vocal;

TÉCNICA VOCAL – ORALIDADE

4º Módulo (Duração:2h) 
- Exercícios de aquecimento e relaxamento;
- Exploração de diferentes ritmos, volumes, entoações e emoções na relação com o texto e a palavra.
- Exploração de alguns processos de apropriação do texto e da palavra.
- Consciência de algumas das próprias características adoptadas nas leituras (de textos trazidos pelos participantes) e a partir desse conhecimento exploração de diferentes técnicas de leitura em voz alta.
- Indicações sobre as leituras.

5º Módulo (Duração: 2h)
- Exercícios de aquecimento e relaxamento;
- Consciência de algumas das próprias características adotadas nas leituras (de textos trazidos pelos participantes) e a partir desse conhecimento exploração de diferentes técnicas de leitura em voz alta. (Continuação e conclusão do trabalho iniciado na sessão anterior.)
- Indicações sobre as leituras. (Continuação e conclusão do trabalho iniciado na sessão anterior.)
- Consciência das potencialidades da leitura enquanto processo para-teatral.

6º Módulo (Duração: 2h)
- Avaliação – Leitura dos textos trazidos pelos participantes, seguindo as indicações dadas antes.

Total: 12 horas

Metodologias de realização da acção
Esta formação será composta por sessões essencialmente práticas, enquadradas por explicitações e demonstrações por parte do formador, recorrendo a exercícios e propostas onde serão trabalhadas, individualmente e em grupo (falas e movimentação em simulação de palco) algumas técnicas vocais que permitem ao formando adquirir uma maior consciência do aparelho fonador e de todo o processo físico de emissão sonora vocal, contribuindo, dessa forma, para um maior domínio da sua própria voz, bem como a possibilidade de explorar a sua oralidade, nomeadamente através da abordagem de técnicas de leitura em voz alta.
Assim, neste trabalho de técnica vocal serão utilizadas as metodologias expositivas e, sobretudo, demonstrativas, contrabalançada por metodologias ativas que apelem à prática.

Regime de avaliação dos formandos
Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças;
Avaliação quantitativa e qualitativa dos(as) formandos(as), pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com demonstração prática sujeita a registo adequado;
Os(as) formandos(as) serão avaliados(as) com recurso a instrumentos diversificados e tendo em consideração os seguintes referenciais/critérios, para além da auto-avaliação:
Pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das atividades das sessões e da formação global; leitura de textos escolhidos pelos formandos tendo em conta as indicações antes dadas pelo formador.

A avaliação será individual, escrita ou prática demonstrativa, quantitativa numa escala de 1 a 10, e com a correspondente menção qualitativa, de acordo com a lei em vigor.

Forma de avaliação da acção
Avaliação quantitativa e qualitativa da formação e do(a) formador(a):

Partindo dos critérios essenciais da avaliação que se vai concretizar, nomeadamente
I - a adequação às prioridades da formação definidas (na Escola ou no CFAE),
II - o modo de funcionamento da ação,
III - os resultados atingidos e
IV - os impactos que se possam registar, na sua aplicabilidade,
a formação será avaliada 1. Quanto aos objetivos definidos para a formação, 2. Quanto à relevância, da formação, para a melhoria do ensino, 3. Quanto à relevância, da formação, para os resultados escolares, para o desenvolvimento profissional dos docentes/técnicos e, se aplicável, para a melhoria organizacional da Escola.
A formação será avaliada através de aplicação específica, no final das sessões presenciais.

O(a) formador(a) pelo mesmo processo, no âmbito científico/pedagógico, relacional, na organização/desenvolvimento e na forma como concretizou a avaliação, a que acresce a sua auto-avaliação.

 

Oficina de História_A utilização de documentos na aula de história_AE Paços de Ferreira_PD22
Oficina de formação
A Decorrer

designação da ação_Oficina de História_CCPFC/ACC-101646/18

Formador(a)_ Fernanda Maia (26817/10)

Modalidade_25 horas (12.5 presenciais +12.5 trabalho autónomo)

Destinatários_Professores dos Grupos 200 e 400

Local de realização_Agrupamento de Escolas Paços de Ferreira

Relevância da ação

Mais se certifica que, para os efeitos previstos no nº 1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200 e 400

Para efeitos de aplicação do artigo 9º do RJFC de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para a progressão em carreira de Professores dos Grupos 200 e 400.

Cronograma 

fevereiro_   1 e 8

março_       1 e 8

abril_           24

maio_          3

Horário_18:30_20:30 (último dia até 21:00)

OBJETIVOS A ATINGIR

Nesta Oficina de Formação pretende-se normalizar e interiorizar determinadas práticas por parte dos docentes da disciplina, de modo a que, no final do processo os alunos saibam não apenas identificar e ‘ler’ fontes históricas diversas (com diferentes tipos de suportes e/ou mensagens), mas também saibam confrontar as fontes, questionando as suas intenções e/ou a sua validade, de forma a saberem selecioná-las e questioná-las, para confirmação e refutação de hipóteses (descritivas e explicativas).

  CONTEÚDOS DA AÇÃO

O papel do documento em História: documento ou monumento; crítica documental;

Debate – De que modo a História transforma os documentos em monumentos?

Fontes históricas – distinguir e classificar tipologias documentais quanto ao suporte;

Como interpretar documentos históricos? Como desenvolver os procedimentos críticos aos documentos?

A apresentação dos documentos e as indicações a dar aos alunos (vocabulário; observar; distinguir; ler; identificar o autor; situar no tempo; localizar no espaço; identificar a(s) temática(s), as personalidades históricas; descrever; inferir; explicar; comparar; relacionar; sintetizar).

  METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO

Presencial

Introdução à parte teórica.

Planificação do trabalho a desenvolver autonomamente.

Apresentação do “produto” ao grande grupo, análise crítica dos resultados e apresentação de eventuais propostas de reformulação/enriquecimento.

Trabalho Autónomo

Planificação/seleção de situações/experiências de aprendizagem a partir dos elementos apresentados garantindo a sua utilidade ao nível das transformações das práticas docentes;

Implementação/experimentação em sala de aula;

Reflexão sobre as práticas desenvolvidas através da promoção de uma auto e heteroavaliação sistemática dos materiais produzidos

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

Os formandos são avaliados de acordo com três dimensões: Participação, apresentação dos resultados do trabalho autónomo, trabalho final.

A avaliação a atribuir às/aos formandas/os, respeita os princípios expressos pelo CCPFC e é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções.

• Excelente – de 9 a 10 valores;

• Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

• Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

• Regular – de 5 a 6,4 valores;

• Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma)

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1.º Ser Professor do grupo 200 ou 400 AE Paços de Ferreira (75%).

2.º Ser Professor do grupo 200 ou 400, das restantes escolas associadas (25%).

3.º Ordem de Inscrição.

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De 14 de janeiro até ao preenchimento das vagas (20)

 

 

Gamificação e Aula Invertida: novas tecnologias, novas práticas pedagógicas _Sec. Paços de Ferreira_PD18
Curso de formação
A Decorrer

Gamificação e Aula Invertida: novas tecnologias, novas práticas pedagógicas   CCPFC/ACC-101827/18

Formador(a): ADELINA MARIA PEREIRA DA SILVA   CCPFC/RFO-01067/97

Modalidade: Curso de Formação 25 horas

Destinatários: Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de realização: Escola Secundária de Paços de Ferreira

Relevância da ação

Mais se certifica que, para os efeitos previstos no art.º 5º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Para efeitos de aplicação do nº 3 do art.º 14º do RJFC de Professores (dimensão científica e pedagógica) a presente ação não releva para a progressão em carreira.

Cronograma

janeiro     23 e 30

fevereiro     6, 13, 20 e 27

março     13 e 20

Horário

14:30_17:30

14:00_18:00 (última sessão)

OBJETIVOS A ATINGIR

No final da ação, os formandos devem ser capazes de: Perceber os conceitos de Gamificação e de Aula Invertida; Identificar os elementos da Gamificação e da Aula Invertida; Perceber a forma como, quer a Gamificação quer a Aula Invertida, poderão contribuir tanto para o processo de aprendizagem como para a avaliação; Aplicar a Gamificação e a Aula Invertida de forma efetiva, com o objetivo de melhorar a aprendizagem dos alunos; Utilizar aplicações e ferramentas da Gamificação e da Aula Invertida, tendo consciência dos benefícios da sua utilização no processo de ensino/aprendizagem.

 CONTEÚDOS DA AÇÃO

1. Apresentação do curso – 1h

2. Introdução ao conceito de Gamificação – 1h

3. Introdução ao conceito de Aula Invertida – 1h

4. Vantagens e limitações da Gamificação e da Aula Invertida – 1 h

5. Aplicação prática da Gamificação na sala de aula – 8 horas

a. Ferramentas “web based”;

b. Apps.

6. Aplicação prática da Aula Invertida – 8 horas

a. Ferramentas “web based”;

b. Apps.

7. Partilha de projetos – 4 h

8. Avaliação do curso – 1h

METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO            

As sessões serão Teórico/Práticas e serão divididas em segmentos com as seguintes metodologias:

1.Método Expositivo;

2.Instrução direta;

3.Realização de trabalhos práticos circunstanciados à sala de aula e enquadrados na área disciplinar de cada docente.

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

•Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais

•Trabalhos práticos efectuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa equivalente.

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma)

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1.º Ser Professor da Escola Secundária Paços de Ferreira (75%).

2.º Ser Professor das restantes escolas associadas (25%).

3.º Ordem de Inscrição.

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De 20 de dezembro até ao preenchimento das vagas

 

DIDÁTICA DE PORTUGUÊS NO 1.º CEB – A transversalidade da língua_AE Sobreira_PD19
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:                           Oficina de Formação – 50 horas     2 créditos

Acreditação:                          CCPFC/ACC-91018/17

Destinatários:                        Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:             Agrupamento de Escolas de Sobreira

Cronograma:                         

janeiro            22, 29                                 

fevereiro       5, 14, 21, 26

março          12, 19        

Horário:        17h - 20h (2 últimas sessões terminam 30 minutos mais tarde)      

Formadora:    Lurdes Gonçalves 

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A importância da aquisição da literacia e da “oracia” no ensino formal, no 1.º ciclo, é expressa de forma significativa por vários investigadores (nacionais e internacionais) ao defenderem que é necessário elevar os níveis dos resultados da aprendizagem, com vista ao sucesso escolar dos alunos, no Português. Reforçam que o sucesso no ensino inicial da leitura é o caminho mais direto para a educação. Daí a necessidade de cada professor atualizar, renovar e aprofundar os seus conhecimentos à luz de investigações e perspetivas mais atuais.

Neste sentido, os conteúdos da formação dizem respeito ao desenvolvimento da linguagem oral, ao ensino da leitura e da escrita e à interrelação entre o Novo Programa de Português e as Metas Curriculares. De facto, pretende-se que a perceção dos professores saia reforçada pela reflexão, autoanálise e questionamento, no sentido da mudança de práticas pedagógicas, pelo contacto com as inovações didáticas no ensino e aprendizagem da língua materna. O objetivo final e único é sempre o sucesso escolar da aprendizagem em todas as áreas do saber já que o português é transversal a todas as disciplinas.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

As turmas do 1º Ciclo são cada vez mais heterogéneas. Interessa ter em conta a pluralidade dos alunos, para encontrar estratégias de adaptação e desenvolvimento que a todos respeite e a todos inclua no sucesso escolar pelas técnicas ativas e estratégias transversais adquiridas durante a formação. Neste sentido, espera-se uma nova abordagem sobre no ensino da leitura e do trabalho em projeto, como forma de promover o pensamento e a facilitação cognitiva.

Pela assimilação dos princípios expostos, espera-se, sobretudo, uma alteração nas práticas letivas e a interiorização da necessidade de reflexão sobre e na ação de ensinar.

Conteúdos da ação

Sessão n.º 1 à n.º 6 (3 horas cada)

Apresentação e informação sobre a estrutura do curso e a avaliação

Aspetos gerais sobre língua, linguagem e linguagem científica.

Os programas de Português

As metas curriculares

O trabalho em projeto

A língua, a linguagem e o desenvolvimento da consciência linguística;

A importância do desenvolvimento da oralidade.

O Oral como objeto de estudo – ensino explícito da oralidade

A leitura e a escrita: a diversidade das tipologias textuais.

Ensinar a ler, ensinar a compreender – estratégias

O erro e a gramática no processo da escrita

O acordo ortográfico

A avaliação

Sessão n.º 7 e 8 (3:30 horas)

Apresentação de projetos, concretizados em trabalho de grupo não presencial, no âmbito do aperfeiçoamento e autorregulação do Português, em sala de aula, incluindo monitorização de resultados e reflexão antes (diagnóstica, ponto de partida) e após (momento de chegada), numa perspetiva de investigação-ação.

Nota: A primeira e as últimas sessões terão um formato diferente das intercalares. Da 6ª para as últimas sessões (7 e 8ª) efetuar-se-á um distanciamento temporal suficiente à concretização do projeto. As restantes sessões presenciais serão compostas por duas vertentes:

- Conhecimento teórico e comparação de estratégias tradicionais e de estratégias mais ativas e participativas na sala de aula;

- Discussão de pequenos projetos realizados na sala de aula e sugestão de outras atividades.

Metodologias de realização da ação

Pelo favorecimento da interação entre pares (formador e formandos), através da utilização de variadas técnicas de trabalho, a metodologia da ação consubstancia na teoria construtivista. Neste sentido, interligam-se os conhecimentos teóricos (enquadramento concetual) e práticos pela conferência, debate, aplicação e exposição das atividades de operacionalização, consolidação e sistematização.

O módulo de formação estruturar-se-á em sessões teórico-práticas. Por tal facto, assenta numa metodologia que privilegia a interação do enquadramento concetual e da prática na sala de aula, com recurso à conferência, ao debate e à aplicação de atividades de operacionalização, consolidação e sistematização.

Importa referir que a primeira e as últimas sessões terão uma formatação diferente das outras.

Parte teórica:

1. Atualização e aprofundamento de conhecimentos, nas vertentes teórico e prática (análise do programa de português, metas, estratégias de leitura, gramática, planificação da escrita), com visualização em power point, troca de ideias e debate;

2. Confronto com as práticas habituais/tradicionais;

3. Análise de exemplos práticos significativos.

Parte prática:

1. Reflexão e mediação pedagógica dos saberes teóricos para aplicação em sala de aula;

2. Apresentação e discussão dos trabalhos a realizar nas sessões presenciais e não presenciais;

3. Construção de instrumentos pedagógico-didáticos para aplicação no grupo-turma centrados na Pedagogia de Projeto;

4.Apresentação, discussão e avaliação do projeto concretizado em grupo;

5.Relatório de reflexão crítica individual, a partir do projeto desenvolvido na sala de aula, numa perspetiva de investigação-ação.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos desta ação de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. Neste sentido, terá em conta três variáveis:

- A participação e o interesse nas sessões presenciais;

- A apresentação final de uma atividade produzida e aplicada em contexto de sala de aula, tendo em conta a qualidade científica, a pertinência e os materiais elaborados;

- A elaboração de um relatório de reflexão crítica individual, a partir do trabalho/projeto desenvolvido, numa perspetiva de investigação-ação, considerando a estrutura e o conteúdo

Forma de avaliação da ação

A formação será avaliada através de três formas:

- Questionário de avaliação (oral e coletivo) dos formandos;

- Relatórios finais dos formandos;

- Questionário de avaliação do Centro de Formação Júlio Resende, preenchido pelos formandos.

- A obrigatoriedade da participação em 2/3 e o relacionamento interpessoal;

Insuficiente - de 1 a 4,9 valores

Regular - de 5 a 6,4 valores;

Bom - de 6,5 a 7, 9 valores;

Muito Bom - de 8 a 8,9 valores;

Excelente - de 9 a 10 valores.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1.º Ser Professor do AE de Sobreira (75%).

2.º Ser Professor das restantes escolas associadas (25%).

3.º Ordem de Inscrição.

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De 20 de dezembro até ao preenchimento das vagas

 

Métodos e Técnicas de Cerâmica - Novas Experiências I_Grupos 240 e 600_AE Joaquim Araújo_PD17
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade: Curso de 25 horas

Acreditação: CCPFC/ACC - 101307/18

Destinatários: Professores dos Grupos 240 e 600

Local de Realização: AE Joaquim Araújo (escola sede)

Formadora: MARIA JOSÉ MEDEIROS CARAMEZ

Cronograma

janeiro: 9, das 17:30 às 19:30    e    16, 24, 30 das 17:30 às 20:30

fevereiro: 6, 13, 21, 27 das 17:30 às 20:30

março: 20 das 17:30 às 19:30

Relevância da ação:

Mais se certifica que, para os efeitos previstos no art.º 5º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 240 e 600

Para efeitos de aplicação do nº 3 do art.º 14º do RJFC de Professores (dimensão científica e pedagógica) a presente ação releva para a progressão em carreira de Professores dos Grupos 240 e 600.

OBJETIVOS A ATINGIR

Visando dar resposta às necessidades formativas dos docentes que na sua prática profissional têm no seu programa curricular a expressão plástica. Pretende-se ainda incentivar e continuar a desenvolver nesses docentes a criatividade no âmbito da dinamização e da inovação e favorecer a compreensão da importância de uma posição critica face ao ato estético.

 CONTEÚDOS DA AÇÃO

Selecionar e preparar as pastas cerâmicas em função do trabalho a realizar 2 h

Conceber peças e executar as técnicas adequadas: placa/molde/azulejo 10 h

Executar acabamentos, pintura e vidragem 11 h

Proceder à enforna, desenforma e cozedura das peças cerâmicas. 2 h

METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO            

Exposição e demonstração.

Realização de exercícios em cada fase das várias técnicas e tarefas.

Realização de exercícios de aplicação prática.

Avaliação crítica dos trabalhos realizados.

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

Avaliação contínua: participação 40% e trabalhos finais 60%.

Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

Trabalhos práticos efectuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa correspondente.

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma)

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1.º Ser Professor do AE de Joaquim de Araújo (75%).

2.º Ser Professor das restantes escolas associadas (25%).

3.º Ordem de Inscrição.

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De 10 de dezembro até ao preenchimento das vagas

 

 

A Educação Sexual em Meio Escolar: Metodologias de Abordagem/Intervenção_AE Joaquim Araújo_PD15
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:     Oficina – 25 horas presenciais e 25 horas trabalho autónomo

Acreditação:    CCPFC/ACC-893888/18

Destinatários:     Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:     AE de Joaquim Araújo

Formadora:             Judite Pinheiro

Cronograma:

dezembro    3 e 11

janeiro         3 e 24

fevereiro      4 e 26

março          13

abril              4 e 22

maio             14

junho            5 e 13

Horário das: 18h_20h   (última sessão_18h_21h)

Relevância da ação

Mais se certifica que, para os efeitos previstos no nº 1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Para efeitos de aplicação do artigo 9º do RJFC  de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para a progressão em carreira.

PS. Ao abrigo do disposto no artigo 6.º n.º 3, da Portaria n.º 196-A/2010, de 9 de abril, “As ações de formação realizadas por docentes no âmbito da educação para a saúde e educação sexual são consideradas, para todos os efeitos, como efetuadas na área correspondente ao seu grupo de recrutamento”

OBJETIVOS A ATINGIR

Reforçar as competências técnico-pedagógicas dos docentes na área da educação para a saúde-educação sexual;

- Favorecer a partilha de experiências;

- Promover a implementação de projetos de “educação Sexual” no Agrupamento/comunidade;

- Reforçar as competências na área da organização e gestão de Gabinetes de Apoio ao/à Aluno/gabinetes de informação ao/á aluno/a;

- Promover a conceção de materiais pedagógicos adequados ao contexto, adaptando-os ao público-alvo e às necessidades sentidas;

- Introduzir novas práticas utilizando os resultados obtidos na oficina.

 CONTEÚDOS DA AÇÃO

- Enquadramento da educação para a saúde e educação sexual

- Definição/aferição de conceitos

- A história da sexualidade humana

- A evolução da educação sexual em termos legislativos- a atual legislação

- O papel funcional de gabinetes de apoio ao aluno – gabinete de informação ao aluno

- Diversidade de metodologias ativas e participativas de trabalho a desenvolver em meio escolar

- As manifestações da sexualidade infantil e adolescente: aspetos biopsicossociais

- Estereótipos de género

- Aspetos culturais da sexualidade

- Quadro ético de referência: escola/família/comunidade

- Mitos sobre a sexualidade

- O papel da sexualidade na construção de um projeto de vida

Os conteúdos da formação (sessões trabalho autónomo):

- Planificação de projetos individuais a desenvolver para intervenção pedagógica na escola

- Construção de novos modelos, a aplicar nas respetivas escolas, de operacionalização de educação para a saúde – educação sexual

- Experimentação de materiais pedagógicos nas respetivas escolas

- Avaliação dos materiais produzidos e dos resultados atingidos

- Partilha dos resultados das aplicações de materiais construídos em oficina

METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO  

Oficina de formação – Sessões teóricas e acompanhamento da componente prática a realizar em contexto escolar pelos próprios formandos.

Sessões plenárias de formação em grupo

Metodologias ativas e participativas:

Conceção e execução de um projeto de educação sexual

Aplicação de materiais em contexto de meio escolar

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente (9 a 10 valores) / Muito Bom (de 8 a 8,9 valores) / Bom (6,5 a 7,9 valores) / Regular (5 a 6,4 valores) / Insuficiente (1 a 4,9 valores).

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma)

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas Joaquim de Araújo

2º Ser professor das escolas associadas ao CFAEPPP

3º Ordem de Inscrição

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De 19 novembro até ao preenchimento das vagas

 

 

Flexibilização e Integração curricular_AE Paredes_PD13
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação_50 horas (25+25)

Acreditação: CCPFC/ACC - 91513/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Professores de Educação Especial

Local de Realização: AE de Paredes

Formadora: Antónia Cardoso

Cronograma

Novembro     

7 (18:00_21:00)

21 (18:00_21:00)

Dezembro

5 (18:00_21:00)

19 (15:00_19:00)

Janeiro

9 (18:00_21:00)

23 (18:00_21:00)

Fevereiro

06 (18:00_21:00)

20 (18:00_21:00)

Relevância da ação 

Mais se certifica que, para os efeitos previstos no art.º 5º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Professores de Educação Especial.

Para efeitos de aplicação do nº 3 do art.º 14º do RJFC de Professores (dimensão científica e pedagógica) a presente ação não releva para a progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Professores de Educação Especial.

OBJETIVOS A ATINGIR

No final da oficina de formação pretende-se que os formandos sejam capazes de:

•Conhecer as novas medidas de política educativa, ao nível do currículo nacional;

•Identificar os princípios orientadores para as práticas integradas de gestão flexível do currículo;

•Compreender os fundamentos e metodologias associadas à aprendizagem baseada em projetos;

•Abordar os conteúdos da área do saber com base em situações e problemas;

•Contribuir para criar dinâmicas de trabalho colaborativo nas unidades organizacionais (nomeadamente no Conselho Pedagógico e no Conselho de Turma) que favoreçam a gestão flexível do currículo, integrando práticas de ensino-aprendizagem centradas no aluno;

•Conceber, concretizar (em espaços de aprendizagem, nomeadamente na sala de aula), avaliar e reformular projetos de natureza disciplinar, multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar, tendo em conta a diversidade dos alunos e seus contextos, as áreas do saber e os recursos existentes, considerando e integrando diversas práticas, atividades e tarefas, de modo a:

O Proporcionar experiências de aprendizagem diversas e adequadas a todos e a cada aluno;

O Promover aprendizagens através de trabalho de natureza diversa (da disciplinaridade à transdisciplinaridade), com recurso, nomeadamente, à metodologia por projeto;

O Promover iniciativas cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes;

O Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem diversificando métodos e instrumentos, envolvendo os alunos no processo de avaliação, numa lógica de autorregulação.

 CONTEÚDOS DA AÇÃO

•Medidas de política educativa, ao nível do currículo nacional;

•Princípios orientadores de práticas integradas de gestão flexível do currículo:

O Flexibilização pedagógica e curricular;

O Trabalho colaborativo entre professores e cooperativo entre alunos;

O Trabalho de natureza disciplinar, multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar;

O Dinâmicas/abordagens pedagógicas diferenciadas e centradas nos alunos, nas diferentes áreas disciplinares (resolução de problemas, trabalho por projetos, entre outras);

•Conceção e monitorização de projetos num trabalho de natureza colaborativa:

O Identificação de ações dos docentes e dos alunos nas diferentes fases do trabalho por projeto – planeamento, desenvolvimento e avaliação;

O Identificação de potencialidades, desafios e estratégias no âmbito do trabalho cooperativo entre alunos;

•Coordenação de projetos e reflexão sobre dificuldades emergentes e estratégias para as ultrapassar.

•Métodos e técnicas de e para a avaliação das aprendizagens no contexto do trabalho colaborativo.

METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO            

As tarefas a realizar na formação decorrem tanto nas sessões conjuntas como nas sessões de trabalho autónomo, durante as quais os formandos têm que analisar documentos, planear e conceber projetos concretizá-los e reconceptualizá-los, mobilizando os conceitos trabalhados ao longo da oficina.

Sessões presenciais (25 horas):

Nestas sessões, exclusivamente presenciais, serão explorados os conteúdos da ação, recorrendo a metodologias participativas onde cada formando tem um papel central promovendo o isomorfismo de práticas. Constituem-se grupos de trabalho para aplicação dos conhecimentos adquiridos na parte teórica-prática, apresentação e discussão dos trabalhos práticos desenvolvidos, assim como partilha de experiências dos trabalhos desenvolvidos em contexto de sala de aula (componente laboratorial). As sessões presenciais podem ser desenvolvidas em diferentes contextos, por exemplo, quando possível, em sala de aula, tendo como base o processo de formação lesson study.

Na primeira sessão dar-se-á a abertura da ação, com a apresentação dos formandos e formadores. Será apresentada a organização da oficina de formação (objetivos, metodologia, assiduidade e avaliação dos formandos, obtenção de creditação, entre outros).

As duas últimas sessões serão dedicadas à apresentação e partilha final da atividade implementada, reflexão final, permitindo a reconceptualização dos projetos curriculares apresentados, e avaliação da oficina de formação.

Nas restantes sessões de trabalho conjunto serão trabalhados os conteúdos da formação, de cariz teórico-prático e laboratorial, fazendo a ponte entre o vivido na componente presencial e o vivenciado no contexto profissional.

Trabalho autónomo (25 horas):

O trabalho autónomo será desenvolvido em sala de aula ou noutros contextos educativos, onde os professores/formandos desenvolvem as metodologias e as práticas trabalhadas nas sessões presenciais e concretizado através da conceção, desenvolvimento e avaliação de projetos, num trabalho de natureza multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar, por forma a criar contextos de aprendizagem inovadores e desafiantes.

No final, será elaborado um relatório e uma apresentação que traduzirão todo o trabalho desenvolvido.

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

A avaliação dos formandos terá incidência em:

Critérios / Parâmetros

Participação/Contributos:             

- Participação nas sessões (dinâmica da participação e qualidade das intervenções)

- Apresentação oral do trabalho autónomo desenvolvido

Trabalho de aplicação de conteúdos:       

- Conceção, desenvolvimento e avaliação de projetos curriculares num trabalho de natureza multi, inter e transdisciplinaridade. (Qualidade dos materiais produzido no âmbito dos projetos, tais como: (ppt de apresentação dos projetos; evidências do trabalho desenvolvido em contexto; instrumentos de recolha de informação, entre outros)

- Produção de relatório final, individual.

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado nos n.ºs 5 e 6 do artigo 4.ª do Despacho n.º 4595/2015, DR, 2.ª série, N.º 87, de 6 de Maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma)

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1.º Ser Professor do AE de Paredes (75%).

2.º Ser Professor das restantes escolas associadas (25%).

3.º Ordem de Inscrição.

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De 22 outubro até ao preenchimento das vagas

 

 

 

A Biblioteca Escolar, agente de mudança na escola do séc. XXI_Biblioteca de Penafiel_PD09
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:               Curso de Formação_ 25 horas

Acreditação:             CCPFC/ACC-92961/17            

Destinatários:           Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:   Biblioteca Municipal de Penafiel

Formador:                    António Pires

Cronograma

Presencial                                                              Online

23/10     (14:30_17:30)                                             30/10     (14:30_16:30)

20/11     (14:30_17:30)                                             04/12     (14:30_17:30)

08/01     (14:30_17:30)                                             29/01     (14:30_17:30)

05/02     (14:30_17:30)                                             19/03     (14:30_16:30)

26/03     (14:30_17:30)                                            

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

A função do professor bibliotecário, definida na Portaria 192-A/2015, de 29 de junho, implica conhecimentos e capacidades que extrapolam os que são adquiridos na formação docente inicial. Para o seu desempenho, é essencial uma constante atualização ao nível científico (biblioteconomia), pedagógico e também na área da gestão de serviços e de recursos humanos e materiais.

Atendendo às recentes orientações relativas à utilização das tecnologias móveis no processo de ensino/aprendizagem e à flexibilização curricular bem como ao Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória, é ainda necessário que todos os professores se atualizem – nomeadamente ao nível das tecnologias móveis - para que possam ser verdadeiros agentes de mudança numa escola que se pretende promotora de competências para o séc. XXI.

Sendo a biblioteca escolar (BE) – à luz do Quadro Estratégico 14-20 do Programa da Rede de Bibliotecas Escolares – um dos agentes pedagógicos responsáveis pela aquisição de competências literácicas pelos alunos e um pivô da transversalidade curricular, é também fundamental a aquisição pelo professor bibliotecário de competências de gestão de recursos humanos e de gestão da informação, bem como de noções de marketing do serviço que promovam a utilização da Biblioteca Escolar por alunos e professores em articulação com o currículo.

Todos estes conhecimentos e competências serão adquiridos e rentabilizados de forma mais eficaz se a metodologia proposta para o processo de aquisição se basear na interação/troca de experiências pedagógicas proporcionada pelo trabalho num grupo de professores bibliotecários de vários Agrupamentos de Escolas/Escola não Agrupadas. Porque se pretende uma relação estreita entre a troca de experiências e a aplicação prática de orientações e técnicas ao trabalho quotidiano da Biblioteca Escolar, propõe-se uma metodologia em regime blended learning, com 15h presencias e 10 horas a distância, que permita uma interação frequente – apesar da eventual distância física – entre formandos, bem como entre formando e formador.

A opção pela realização de algumas sessões online prende-se com o facto de se tratar de um conjunto de formandos oriundos das várias escolas do Concelho, relativamente distantes entre si, de alguma forma dificultando, por esse facto, encontros presenciais mais frequentes. Por outro lado, as próprias temáticas previstas para as sessões a distância ganharão, na sua abordagem, pelo facto de estarem a ser desenvolvidas dessa maneira, apresentando vantagens incontestáveis para os formandos.

Objetivos a atingir

1. Promover o desenvolvimento de competências do professor bibliotecário e da equipa face aos atuais desafios das bibliotecas escolares.

2. Contribuir para a melhoria dos recursos e serviços das bibliotecas escolares

3. Promover a partilha de conhecimentos e experiências entre professores bibliotecários

4. Veicular noções básicas de tratamento documental

5. Promover a difusão da informação

6. Promover as literacias digital, informacional, da leitura e dos média através do trabalho em articulação BE/currículo

7. Promover o trabalho em articulação BE/currículo

8. Promover o trabalho em rede (no AE, concelhio, nacional)

Conteúdos da ação

Os conteúdos desta ação prendem-se com as diversas valências de intervenção a que um professor bibliotecário tem de responder na sua Escola não Agrupada / Agrupamento, de acordo com o conteúdo funcional enunciado no art.º 3.º da Portaria 192-A/2015, de 29 de junho:

1. Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020 (1h presencial)

2. A Biblioteca na Escola/ no Agrupamento e as funções do professor bibliotecário/equipa (1h presencial)

3. A Biblioteca escolar e a articulação curricular: as potencialidades do trabalho colaborativo (1h presencial+2h a distância, assíncrona)

3.1. Aprender com a biblioteca escolar: referencial sobre as aprendizagens dos alunos em articulação BE/currículo.

3.1.1. A literacia: da leitura, dos média, da informação, digital.

3.1.2. Trabalhar por projetos.

4. A era digital e os seus desafios para as BE: os novos ambientes de aprendizagem (3h presenciais+3h a distância, assíncrona)

4.1. Novos dispositivos e práticas para a pedagogia no séc. XXI: aplicações para a educação

4.2. A biblioteca digital

5. Práticas de leitura: mediação da leitura e leitura em voz alta de acordo com a faixa etária do público alvo (3h presenciais)

6. Tratamento documental (informatizado em linguagem UNIMARC) e gestão da informação (3h presenciais+3h a distância, assíncrona)

6.1. circuito do documento, da informação e da leitura

6.2. procedimentos de seleção e aquisição

6.3. tratamento preliminar e técnico: registo, carimbagem, catalogação, classificação, indexação, cotação/arrumação/disponibilização dos diversos tipos de documentos

6.4. OPAC (On-line Public Access Catalog).

6.5. Difusão da informação

6.5.1. informatização do empréstimo

6.5.2. registos de utilização dos serviços

7. A biblioteca em rede: uniformização de procedimentos no Agrupamento de Escolas/nas BE do concelho (1h a distância, assíncrona)

8. Avaliação da BE: o MABE (1h a distância, assíncrona)

9. O marketing nas bibliotecas escolares (1h presencial)

10. Gestão de recursos (1h presencial)

10.1. gestão dos recursos humanos

10.2. organização e gestão dos recursos de informação.

11. Avaliação da ação (1h presencial)

Metodologias de realização da ação

1. Sessões teoricopráticas presenciais

1.1. Apresentação de propostas de reflexão, documentos orientadores da RBE e outros documentos de trabalho

1.2. Debate, estudo de casos, troca de experiências e reflexão

1.2.1.Diálogo

1.2.2. Trabalho em grupo/em pares

1.2.3. Apresentações

2. Sessões a distância, assíncronas

2.1.Leitura de documentos e reflexão sobre os mesmos

2.2. Aplicação das orientações RBE, procedimentos técnicos e conhecimentos à prática do trabalho da BE: propostas de trabalhos

3. Elaboração de uma reflexão crítica sobre a formação.

Duração: de setembro a julho, 5 sessões presenciais de 3h + 4 sessões a distância, assíncronas ( 2 sessões de 2h e 2 sessões de 3h)

Regime de avaliação dos formandos

Frequência obrigatória de, pelo menos, 2/3 das horas de formação.

Participação nas sessões teoricopráticas.

Participação nas sessões a distância.

Apresentação dos trabalhos propostos.

Elaboração de uma reflexão crítica sobre a ação.

A avaliação expressa-se de acordo com uma escala quantitativa de 1 a 10 valores, que tem como referente as menções respetivas, conforme definido nos pontos 5 e 6 do art.º 4.º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua de professores.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação é feita:

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador.

INSCRIÇÃO

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma)

http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

1º Ser Professor Bibliotecário do concelho de Penafiel

2ª Ser professor de um Agrupamento do concelho de Penafiel

3º Ordem de Inscrição

PRAZO DE INSCRIÇÃO    

De  25 setembro até ao preenchimento das vagas