Próximas Ações

41_Coaching para Docentes e Relação positiva com os Alunos_AE Paços de Ferreira
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Curso de Formação – 25 horas   1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-85724/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paços de Ferreira

Cronograma:    

28 de Junho                        das 09h -16h

02, 03, 05 de julho               das 09h- 16h30

Formadora:   Lurdes Neves

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de actividades da entidade proponente
O curso surge com o objetivo principal de proporcionar aos formandos a possibilidade de desenvolver competências (saber-saber, saber-ser, saber-fazer) ao nível do processo de coaching e liderança pessoal e sua aplicação à gestão de equipas, tendo em consideração os ritmos de aprendizagem dos formandos e que procura, através de atividades práticas de aplicação, a consolidação das competências visadas.

Objetivos a atingir
- Motivar, apoiar, criar um compromisso com uma pessoa ou equipa de forma a alcançar os objetivos pessoais e organizacionais e a concretização das metas traçadas no ensino;
- Melhorar a qualidade das relações interpessoais, com os alunos otimizando assim o ambiente de trabalho em geral no ensino;
- Maximizar a performance pessoal e profissional;
- Promover altos níveis de motivação e autoestima pessoal dos alunos.

Conteúdos da ação
1.Introdução ao coaching para Docentes (6 horas)
1.1.O coach: Responsabilidades e interacção com o aluno
1.2. Coaching e Alto desempenho: Benefícios do coaching 
1.3. Utilizar o coaching no ensino
1.4. Profissionalismo e Ética no coaching 
1.5. Conceitos estruturantes do coaching
1.6.Identificação de metas, valores e crenças limitadoras e potenciadoras pessoais e profissionais
1.7. Casos práticos aplicados ao ensino

2. Aplicação de um modelo de coaching no ensino e na relação com os alunos (7 horas)
2.1.1 Identificar e analisar as necessidades e avaliação de competências
2.1.2. Casos práticos e autoavaliação
2.1.3 Estabelecer Padrões de desempenho no ensino
2.1.4 Plano de ação
2.1.5 Motivação
2.1.6 Implementação no ensino

3. Aplicações do coaching no ensino (4 horas)
3.1. O coaching e a PNL (Programação Neurolinguística) dos alunos
3.2. O Mapeamento Cognitivo aplicado ao ensino
3.3. As Metas, o poder das perguntas, crenças potenciadoras

4. Gestão da Inteligência Emocional (8 horas)
4.1. Especialização cerebral na gestão da inteligência emocional;
4.2. Estratégias de Gestão do stress
4.3. Técnicas de visualização e autocontrolo na relação com alunos
4.4. Avaliação

Metodologias de realização da ação
As sessões terão de carácter teórico-prático.
Exposição dos conteúdos. Partilha de saberes. Troca de experiências.

Regime de avaliação dos formandos
Avaliação escrita. Classificação expressa de um a dez valores.

 

57_A REVISÃO DO CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS_Paredes
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Curso de Formação_ 25 horas

Acreditação:                              CCPFC/ACC-93600/18

Destinatários:                            Docentes (Direções das Escolas)

Local de Realização:                 Paredes (Casa da Cultura)

Formador:                                Vasco Cavaleiro

junho

18 e 20    9:30_13:00 / 14:00_17:30

julho

2            9:30_13:00 / 14:00_17:30

4            9:00_13:00

Objetivos a atingir

- Capacitar o formando para conhecer e compreender as principais novidades resultantes da revisão ao Código dos Contratos Públicos;

- Reconhecer a terminologia e compreender os conceitos base e estrutura sistemática do Código dos Contratos Públicos;

- Análise da tipologia de procedimentos na contratação e dos critérios de escolha dos procedimentos;

- Realçar a importância do Ajuste Direto no âmbito da contratação a promover pelas Escolas;

- Capacitar o formando para a escolha do procedimento;

- Capacitar o formando para a elaboração das peças de procedimento;

- Identificar e clarificar os limites e impedimentos no Ajuste Direto;

- Conhecer os dispositivos legais referentes à utilização de Plataformas Eletrónicas, com especial enfoque no utilizador Escola;

- Identificar e distinguir as diferentes Plataformas Eletrónicas.

Conteúdos da ação

1. A revisão do Código dos Contratos Públicos – 5h

1.1. Principais alterações

1.2. As novas regras na formação e execução contratual

2. A Preparação do procedimento de contratação – 5h

2.1. Planeamento, consulta preliminar e divisão em lotes

2.2. Os critérios de escolha de procedimentos

2.3. Novos tipos de procedimentos pré-contratuais

3. A fase de apresentação de propostas – 5h

3.1. O novo regime dos esclarecimentos, retificação e alteração das peças procedimentais

3.2. O novo regime de esclarecimentos e suprimento de propostas e candidaturas

4. A fase de adjudicação – 5h

4.1. Novos critérios de adjudicação;

4.2. Causas de não adjudicação [os impedimentos e o preço ou custo anormalmente baixo]

5. Acordos Quadro – 5h

5.1. Novas regras de contratação ao abrigo de Acordo Quadro

5.2. As Centrais de Compras

Metodologias de realização da ação

- Distribuição de diferentes tipos de documentação produzida pelo formador no campo teórico e prático;

- Troca de experiências e construção de saberes em grupo;

- Utilização do método demonstrativo na resolução de trabalhos teóricos ou práticos sobre os conteúdos do plano da ação;

- Utilização do método interrogativo na avaliação de questões;

- Utilização do método expositivo na apresentação da estrutura legislativa aplicável;

- Intervenção permanente dos participantes, na colocação de questões pertinentes relativas às matérias teóricas ou práticas abordadas;

- Apresentação de estudos de caso e trabalho de grupo, privilegiando o debate e esclarecimento de dúvidas no final de cada sessão.

- Visualização de apresentações powerpoint respeitantes às diferentes temáticas abordadas nas sessões.

Regime de avaliação dos formandos

Os critérios de avaliação a utilizar são: qualidade da participação no contexto dos objetivos / efeitos a produzir; e qualidade do trabalho individual.

Inscrição:

Em cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao

Até ao limite das vagas (25) 

39_Coaching para Docentes e Relação Positiva com os Alunos_AE Lordelo
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Curso de Formação – 25 horas   1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-85724/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Lordelo

Cronograma:    

06 de Junho às 18h30-21h30

 13 de Junho às 18h30-21h30

 20 de Junho às 18h30-21h30

 27 de Junho às 18h30-21h30

  04 de de Julho às 18h30-21h30

 10, 12 e 13 de Julho das 09 às 13h00

Formadoras:   Lurdes Neves

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de actividades da entidade proponente
O curso surge com o objetivo principal de proporcionar aos formandos a possibilidade de desenvolver competências (saber-saber, saber-ser, saber-fazer) ao nível do processo de coaching e liderança pessoal e sua aplicação à gestão de equipas, tendo em consideração os ritmos de aprendizagem dos formandos e que procura, através de atividades práticas de aplicação, a consolidação das competências visadas.

Objetivos a atingir
- Motivar, apoiar, criar um compromisso com uma pessoa ou equipa de forma a alcançar os objetivos pessoais e organizacionais e a concretização das metas traçadas no ensino;
- Melhorar a qualidade das relações interpessoais, com os alunos otimizando assim o ambiente de trabalho em geral no ensino;
- Maximizar a performance pessoal e profissional;
- Promover altos níveis de motivação e autoestima pessoal dos alunos.

Conteúdos da ação
1.Introdução ao coaching para Docentes (6 horas)
1.1.O coach: Responsabilidades e interacção com o aluno
1.2. Coaching e Alto desempenho: Benefícios do coaching 
1.3. Utilizar o coaching no ensino
1.4. Profissionalismo e Ética no coaching 
1.5. Conceitos estruturantes do coaching
1.6.Identificação de metas, valores e crenças limitadoras e potenciadoras pessoais e profissionais
1.7. Casos práticos aplicados ao ensino

2. Aplicação de um modelo de coaching no ensino e na relação com os alunos (7 horas)
2.1.1 Identificar e analisar as necessidades e avaliação de competências
2.1.2. Casos práticos e autoavaliação
2.1.3 Estabelecer Padrões de desempenho no ensino
2.1.4 Plano de ação
2.1.5 Motivação
2.1.6 Implementação no ensino

3. Aplicações do coaching no ensino (4 horas)
3.1. O coaching e a PNL (Programação Neurolinguística) dos alunos
3.2. O Mapeamento Cognitivo aplicado ao ensino
3.3. As Metas, o poder das perguntas, crenças potenciadoras

4. Gestão da Inteligência Emocional (8 horas)
4.1. Especialização cerebral na gestão da inteligência emocional;
4.2. Estratégias de Gestão do stress
4.3. Técnicas de visualização e autocontrolo na relação com alunos
4.4. Avaliação

Metodologias de realização da ação
As sessões terão de carácter teórico-prático.
Exposição dos conteúdos. Partilha de saberes. Troca de experiências.

Regime de avaliação dos formandos
Avaliação escrita. Classificação expressa de um a dez valores.

I

 

A Oralidade nas Aulas de Inglês_Sec. Penafiel_PD15
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Curso de Formação  25 horas

Acreditação:                              CCPFC/ACC-100567/18

Destinatários:                            Docentes de Inglês do grupo 330

Local de Realização:                 Escola Secundária de Penafiel

Cronograma:                         

1ª Sessão: sábado 26 de maio - 09:00/13:00                 

2ª Sessão: quarta 27 de junho - 14:00/18:00 

3ª Sessão: quinta 28 de junho - 09:00/13:00                

4ª Sessão: sexta 29 de junho - 09:00/13:00 

5ª Sessão: segunda 02 de julho - 09:00/13:00              

6ª Sessão: terça 03 de julho - 10:00/12:30 e 14:00/ 16:30

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

A componente da oralidade nas aulas de língua estrangeira é um fator crucial para que haja uma aprendizagem efetiva da língua, ou seja uma apropriação dos mecanismos de comunicação oral fundamentais numa perspetiva de aprendizagem para a vida. No Departamento de Línguas da Escola Secundária de Penafiel, foi identificada a necessidade de formação nesta área, acrescida com a integração obrigatória desta componente nos exames nacionais.

 

Objetivos a atingir

Refletir e debater as diferentes abordagens da componente oral;                       

Conhecer os novos desafios que se colocam ao ensino da língua inglesa relativamente a esta componente específica;

Mudança de práticas e procedimentos;

Promover a produção de recursos utilizando as novas tecnologias;

Partilhar e divulgar materiais facilitadores da promoção da oralidade na sala de aula;

Produzir recursos de avaliação das componentes compreensão e produção oral.

 

Conteúdos da ação

Componente Programática: Interpretação e Produção de Texto Oral, Dimensão Sociocultural e Língua Inglesa.

1ª Sessão: a compreensão e produção oral na aula de Inglês tendo sempre como objetivo maior o facto de aprender a usar o Inglês. Pressupor aprender a caracterizar, categorizar e interpretar as situações e as relações sociais o mais aproximadamente possível à atuação dos falantes nativos. Renovar conceitos e abordagens para estimular o desenvolvimento de saberes pragmático-funcionais, privilegiando o trabalho de projeto e proporcionando oportunidades de cooperação interdisciplinar através de uma educação para os media, promovendo a formação de aprendentes ativos e críticos capazes de reconhecer e analisar características e funções de vários tipos de texto, assim os processos da sua produção e receção.

2ª Sessão: relação estreita entre adequação e contexto, na medida em que a adequação de um texto, oral ou escrito, depende do contexto em que o mesmo se produz, coeso quando os seus elementos linguísticos (lexicais e gramaticais) estão interligados, apresentando-se sintática e semanticamente encadeados, conferindo-lhe unidade. Identificação e análise do que permite a compreensão do texto na sua globalidade, no âmbito das metodologias do ensino de uma língua estrangeira, tornando o aprendente capaz de a utilizar para fins comunicativos específicos, ou seja, situações comunicativas reais.

3ª Sessão: plataformas online - LEARN ENGLISH ONLINE, DUOLINGO, BABBEL, KAHOOT, BRITISH COUNCIL. Guiões e exames do IAVE.

4ª Sessão: domínios de referência dos programas de Inglês do 3º ciclo e ensino secundário na base dos recursos a produzir.

5ª Sessão: COMPREENDER; INTERAGIR; PRODUZIR - como o aprendente usa apropriada e fluentemente a língua inglesa, revelando interiorização das suas regras e do seu funcionamento.

Metodologias de realização da ação

Serão utilizadas metodologias ativas, de pesquisa, com recurso às novas tecnologias. Para além de se preverem momentos teóricos mais expositivos, o objetivo será o de criar espaços de debate e de reflexão.

Está igualmente previsto um tempo destinado à partilha de experiências e de reflexões relacionadas com o contexto de sala de aula, assim como, a planificação de intervenções didáticas com os alunos.

Regime de avaliação dos formandos

Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais;

Trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – setembro 2007, com a menção qualitativa de:

1 a 4,9 valores – Insuficiente;                 

5 a 6,4 valores – Regular;                       

6,5 a 7,9 valores – Bom;   8 a 8,9 valores – Muito Bom;                 

9 a 10 valores – Excelente.

Inscrição:   Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/ até ao dia 4 de maio (20 vagas)

 Critérios de Selecção: 1º Ser Docente do grupo 330 (75% vagas para a escola proponente, 25% para as restantes escolas associadas) 2º Ordem de Inscrição

Convivência cooperativa: práticas positivas e colaborativas na intervenção educativa_AE Paços de Ferreira_PD13
Curso de formação
Em Divulgação

Modalidade:                            Curso de Formação – 12 horas    0.5 crédito

Acreditação:                          CCPFC/ACC-83391/15

Destinatários:                       Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico

Local de Realização:             AE de Paços de Ferreira_Escola sede

Formadora:                             Psicóloga Rosa Campos

Cronograma:                           maio 24 e 29               junho   5, 7, 12 e 14             das 18:30 às 20:30

Objetivos a atingir

Caracterizar a convivência cooperativa;

Reconhecer a importância das práticas colaborativas e positivas para o sucesso da intervenção educativa;

Atuar de forma adequada face aos problemas de convivência e de comportamento.

Reconhecer os problemas de convivência na escola;

Identificar os fatores potenciadores da indisciplina;

Valorizar a cultura de convivência para a transformação dos conflitos;

Reconhecer a necessidade da valorização de um modelo integrado;

Reconhecer a importância da comunicação e do estilo comunicacional assertivo;

Atuar de forma adequada com os alunos, de forma compreensiva/empática;

Valorizar a escuta ativa, a comunicação não violenta e a mensagem no “eu”;

Reconhecer as vantagens das estratégias motivacionais para a mudança comportamental;

Valorizar a necessidade de transmissão de regras e limites;

Reconhecer a importância da atenção positiva, do elogio e da recompensa;

Reconhecer a importância de ignorar alguns comportamentos desadequados, de dialogar e de aplicar consequências negativas/punições após uma desobediência;

Valorizar a colaboração como estilo de gestão de conflitos;

Reconhecer a importância da mediação de conflitos para uma cultura de paz

Conteúdos da ação

Os temas de cada sessão e os conteúdos programáticos associados são os seguintes:

-Sessão 1 – Apresentação do curso, dos objetivos gerais e específicos, do grupo de formação, da avaliação da formação e dos formandos, da sessão 1 e dos objetivos específicos da mesma / Problemas de convivência na escola – conflito, indisciplina e violência (conflitualidade na escola, convivência escolar, indisciplina escolar, comportamentos desadequados/indisciplinados, fatores potenciadores da indisciplina, conflitos, causas e consequências dos conflitos, transformação do conflito, cultura de convivência escolar e modelo de regulação da convivência/integrado);

-Sessão 2 – Técnicas de comunicação – comunicação assertiva e não violenta (comunicação, formas de comunicação, barreiras à comunicação, estilos comunicacionais, estilo assertivo, atuação com os alunos/perfis dos alunos, escuta ativa, compreensão e ausência de julgamento, abertura ao outro, comunicação não violenta e mensagem no “eu”);

-Sessão 3 – Técnicas de valorização pessoal – estratégias motivacionais para a mudança comportamental (problemas de comportamento, mudança de comportamento – estratégias motivacionais, reforço, ordem e limites, atenção positiva, elogio, recompensa, diálogo/reflexão, castigo emocional, consequência negativa e punição/castigo);

-Sessão 4 – Gestão de conflitos – colaboração e mediação escolar (estilos de gestão de conflitos, colaboração/cooperação, mediação de conflitos e mediação escolar) / Reflexão e avaliação final

Metodologias de realização da ação

As diferentes sessões de formação irão envolver diversos métodos e técnicas pedagógicas, sendo uma ação de formação teórico/prática:

-Método expositivo (exposição de conteúdos teóricos); -Método interrogativo (formulação de perguntas orais e escritas);-Método ativo (tempestade de ideias/brainstorming, estudo de casos, dramatização/role-playing, simulação e trabalhos individual e de grupo).

Ao longo da ação de formação, serão valorizados o dinamismo, a participação e a criatividade dos formandos, partindo da aprendizagem por autodescoberta e valorizando os conhecimentos e as competências prévios dos formandos. Serão trabalhados os diferentes domínios: cognitivo (conhecimentos), psicomotor (competências) e afetivo (atitudes). O desenvolvimento dos três saberes, tanto do saber-ser como do saber-saber e do saber-fazer são essenciais para uma atuação educativa positiva e adequada às necessidades e aos perfis de cada aluno. Será, neste sentido, valorizado o processo de ensino aprendizagem

Regime de avaliação dos formandos

•Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais

•Trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:

1 a 4,9 valores – Insuficiente;                  5 a 6,4 valores – Regular;                        6,5 a 7,9 valores – Bom;   8 a 8,9 valores – Muito Bom;                  9 a 10 valores - Excelente

 

A REVISÃO DO CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS_Paredes
Curso de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade:                  Curso de Formação_ 25 horas

Acreditação:                 DGAE/23/2017

Destinatários:             Pessoal Não Docente (Administrativo)

Local de Realização:  Paredes (casa da Cultura)

Formador:                    Vasco Cavaleiro

Cronograma:                              

maio        

7, 9 e 14    9:30_13:00 / 14:00_17:30

 16             9:00_13:00

Objetivos a atingir

- Capacitar o formando para conhecer e compreender as principais novidades resultantes da revisão ao Código dos Contratos Públicos;- Reconhecer a terminologia e compreender os conceitos base e estrutura sistemática do Código dos Contratos Públicos;             

- Análise da tipologia de procedimentos na contratação e dos critérios de escolha dos procedimentos;             

- Realçar a importância do Ajuste Direto no âmbito da contratação a promover pelas Escolas;         

- Capacitar o formando para a escolha do procedimento;              

- Capacitar o formando para a elaboração das peças de procedimento;         

- Identificar e clarificar os limites e impedimentos no Ajuste Direto;               

- Conhecer os dispositivos legais referentes à utilização de Plataformas Eletrónicas, com especial enfoque no utilizador Escola;          

- Identificar e distinguir as diferentes Plataformas Eletrónicas..

Conteúdos da ação

1. A revisão do Código dos Contratos Públicos – 5h        

 1.1. Principais alterações

1.2. As novas regras na formação e execução contratual

2. A Preparação do procedimento de contratação – 5h         

2.1. Planeamento, consulta preliminar e divisão em lotes

2.2. Os critérios de escolha de procedimentos

2.3. Novos tipos de procedimentos pré-contratuais

3. A fase de apresentação de propostas – 5h        

 3.1. O novo regime dos esclarecimentos, retificação e alteração das peças procedimentais

3.2.  O novo regime de esclarecimentos e suprimento de propostas e candidaturas

4. A fase de adjudicação – 5h         

4.1. Novos critérios de adjudicação;

4.2. Causas de não adjudicação [os impedimentos e o preço ou custo anormalmente baixo]

5. Acordos Quadro – 5h        

 5.1. Novas regras de contratação ao abrigo de Acordo Quadro

5.2. As Centrais de Compras

Regime de avaliação dos formandos

Participação (%) :                      20           

Assiduidade (%) :                       20

Teste escrito / Trabalhos (%) :    60

Inscrição

Em cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao (ou em alternativa para o email com nome completo, número cc ou bi e email)

Até ao limite das vagas (25)

Estratégias e motivação para uma aprendizagem colaborativa,ativa e de sucesso_AE Paços de Ferreira_PD14
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Curso de Formação  - 12 horas      0.5 créditos

Acreditação: CCPFC/ACC-86906/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paços de Ferreira

Cronograma:   maio 3, 8, 10, 15, 17, 21                       das 18:30 às 20:30

Formadora:  Rosa Campos

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

A expressão dificuldades de aprendizagem surgiu da necessidade de identificar um vasto grupo de crianças que embora não apresentasse qualquer tipo de deficiência, apresentava problemas de aprendizagem em algumas áreas específicas, e de entre várias definições, pode ser entendida como atraso, desordem ou imaturidade num ou mais processos da linguagem falada, da leitura, da ortografia, da caligrafia ou da aritmética, resultantes de uma possível disfunção cerebral e/ou de distúrbios de comportamento, e não dependentes de uma deficiência mental, de uma privação sensorial, de uma privação cultural ou de um conjunto de fatores pedagógicos (Kirk, 1962, citado em Pinheiro, 2008). Esta problemática e o Défice de Atenção/Hiperatividade interferem com as competências básicas para a aprendizagem e com o desempenho em todas as áreas curriculares. Neste sentido e a fim de proporcionar maior sucesso à essa/es aluna/os, é essencial caracterizar a aprendizagem e as dificuldades de aprendizagem, diferenciar as Dificuldades Específicas da Aprendizagem e o Défice de Atenção/Hiperatividade de outros problemas, identificar os principais fatores do sucesso da aprendizagem, como a atenção, o compromisso ativo, o retorno da informação, a consolidação da memória, o sono (Dehaene, 2013) e outras funções executivas, reconhecer a importância da implementação de estratégias e da motivação para uma aprendizagem colaborativa, ativa e de sucesso, e intervir de forma eficaz nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade, proporcionando uma pedagogia diferenciada, criativa e motivadora, adequada às necessidades de cada aluna/o. A motivação é essencial na aprendizagem. As recompensas, os elogios e os reforços, após um esforço, facilitam a aprendizagem escolar (Julie Coquart, 2011) e poderá evitar o sentimento de impotência, que poderia afogar os próximos esforços (Dehaene, 2013). É, igualmente, essencial não esquecer a importância do método pedagógico ativo, da criatividade, do empreendedorismo, da aprendizagem colaborativa, da comunicação assertiva e não violenta, e da articulação escola-família-comunidade. A escola tem um papel fundamental no processo de intervenção, os meios privilegiados para reeducar este/as aluno/as passam por fornecer-lhe/s instrumentos diversos e alternativos na aquisição da linguagem e conhecimentos (Esteves, 2011).

Objetivos a atingir

-Objetivos gerais:

Caracterizar o processo de aprendizagem e as dificuldades de aprendizagem;

Diferenciar as Dificuldades Específicas da Aprendizagem e o Défice de Atenção/Hiperatividade de outros problemas;

Valorizar os principais fatores envolvidos no sucesso da aprendizagem;

Reconhecer a importância da implementação de estratégias e da motivação para uma aprendizagem colaborativa, ativa e de sucesso;

Intervir de forma eficaz nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade, através das medidas adequadas.

-Objetivos específicos:

Definir os conceitos de aprendizagem e de processo de ensino-aprendizagem;

Identificar algumas das abordagens da aprendizagem;

Distinguir os diferentes estilos de aprendizagem;

Distinguir os conceitos dificuldades de aprendizagem e Dificuldades Específicas da Aprendizagem;

Distinguir as principais caraterísticas associadas às Dificuldades Específicas da Aprendizagem, com prejuízo na leitura, na expressão escrita e/ou na matemática (Dislexia, Disortografia, Disgrafia e Discalculia);

Definir o conceito de Défice de Atenção/Hiperatividade;

Distinguir os conceitos de necessidades educativas de necessidades educativas especiais;

Definir o conceito de estratégias de aprendizagem;

Identificar estratégias de intervenção adequadas às necessidades das crianças e da/os aluna/os e facilitadores do processo de ensino-aprendizagem;

Valorizar o contributo das neurociências nas estratégias de aprendizagem;

Valorizar a pedagogia diferenciada, criativa, empreendedora, ativa, cooperante e motivadora, e o estilo democrático;

Valorizar a autorregulação e a implementação do modelo de Planificação, Execução e Avaliação;

Aplicar as medidas de apoio/diferenciação pedagógica adequadas às perturbações de neurodesenvolvimento e às dificuldades de aprendizagem.

Conteúdos da ação

Os temas de cada sessão e os conteúdos programáticos associados são os seguintes:

-Apresentação do curso, dos objetivos gerais e específicos, do grupo de formação e da avaliação da formação e dos formandos;

-Aprendizagem e dificuldades de aprendizagem, nomeadamente Dificuldades Específicas da Aprendizagem e Défice de Atenção/Hiperatividade (conceitos de aprendizagem e de processo de ensino-aprendizagem, abordagens da aprendizagem, estilos de aprendizagem, conceitos de dificuldades de aprendizagem e de Dificuldades Específicas da Aprendizagem, principais caraterísticas associadas às Dificuldades Específicas Aprendizagem, com prejuízo na leitura, na expressão escrita e/ou na matemática – Dislexia, Disortografia, Disgrafia e Discalculia, conceito de Défice de Atenção/Hiperatividade, conceitos de necessidades educativas de necessidades educativas especiais e principais sinais de alerta para estas perturbações de neurodesenvolvimento);

-Principais fatores do sucesso da aprendizagem e estratégias e motivação para a aprendizagem (principais fatores envolvidos no sucesso da aprendizagem – atenção, compromisso ativo, retorno da atenção, consolidação da memória, sono e outras funções executivas, problemática emocional relacionada, fatores potenciadores das dificuldades de aprendizagem, conceito de estratégias de aprendizagem, estratégias de intervenção adequadas às necessidades da/os aluna/os e facilitadores do processo de ensino-aprendizagem, contributo das neurociências nas estratégias de aprendizagem, importância da pedagogia diferenciada, criativa, empreendedora, ativa, cooperante e motivadora, e do estilo democrático, importância da autorregulação e da implementação do modelo de Planificação, Execução e Avaliação, vantagens da atenção positiva, do elogio e autoelogio, do reforço, da recompensa, da comunicação assertiva e não violenta, e da atitude empática/compreensiva, e importância de valorizar as competências em vez de se focar nas dificuldades e de potenciar essas mesmas competências nas crianças e na/os aluna/os, qualquer seja a área de maior êxito);

-Medidas de intervenção adequadas nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade (medidas educativas e medidas educativas especiais, condições especiais na realização das provas de conclusão de ciclo de ensino, aplicação das medidas de apoio/diferenciação pedagógica adequadas às dificuldades de aprendizagem e às perturbações de neurodesenvolvimento, e procedimento do encaminhamento para apoios especializados, sempre que seja necessário);

-Reflexão e avaliação final.

Metodologias de realização da ação

As diferentes sessões de formação irão envolver diversos métodos e técnicas pedagógicas, sendo uma ação de formação teórico/prática:

-Método expositivo (exposição de conteúdos teóricos);

-Método interrogativo (formulação de perguntas orais e escritas);

-Método ativo (trabalhos individuais e dinâmicas de grupo, como a tempestade de ideias/brainstorming, o estudo de casos, a dramatização/role-playing e a simulação).

Ao longo da ação de formação, serão valorizados o dinamismo, a participação e a criatividade da/os formanda/os, partindo da aprendizagem por autodescoberta e valorizando os conhecimentos e as competências prévios da/os formanda/os. Serão explorados os diferentes conteúdos, a fim de facilitar o processo de ensino-aprendizagem, nomeadamente a consolidação dos conhecimentos e a generalização dos saberes. A mais dos domínios cognitivo (conhecimentos) e psicomotor (competências), será, igualmente, trabalhado o domínio afetivo (atitudes). O desenvolvimento dos três saberes, tanto do saber-ser como do saber-saber e do saber-fazer, é essencial para uma atuação educativa positiva e adequada às necessidades e aos perfis de cada criança e aluna/o. Serão valorizados a criatividade, a motivação e o trabalho colaborativo e cooperante, que são fundamentais para o sucesso do processo de ensino-aprendizagem.

Regime de avaliação dos formandos

•Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais

•Participação e trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:

   1 a 4,9  valores – Insuficiente;

   5 a 6,4 valores – Regular;

   6,5 a 7,9 valores – Bom;

   8 a 8,9 valores – Muito Bom;

  9 a 10 valores –  Excelente.

Inscrição:  Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/ (20 vagas) até ao dia 26 de abril

Critérios de Selecção: 1º 1º Ser Docente do CFAE_PPP (75% vagas para a escola proponente, 25% para as restantes escolas associadas) 2º Ordem de Inscrição

05_A fotografia digital como recurso pedagógico no ensino das ciências_Secundária de Paços de Ferreira
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:               Curso de Formação 25 horas     1 crédito

Acreditação:             CCPFC/ACC-92767/17

Destinatários:           Professores do Grupo 230 do 2º Ciclo e dos Grupos 510 e 520 do 3º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:   Escola Secundária de Paços de Ferreira

Formadores:    Paulo Rocha e Ema Azevedo

Cronograma:                            

2 de maio de 2018     Teórica/Prática     18.30 – 21.30     Escola Secundária de Paços de Ferreira

9 de maio de 2018     Teórica/Prática     18.30 – 21.30     Escola Secundária de Paços de Ferreira

16 de maio de 2018     Teórica/Prática     18.30 – 20.30     Escola Secundária de Paços de Ferreira

26 de maio de 2018     Prática                  15.00 – 22.00    Fisgas do Ermelo (Alvão) e Marão

16 de junho de 2018    Prática                  16.00 – 24.00    Serra da Freita e Mina de Rio de Frades

20 de junho de 2018     Teórica/Prática     18.30 – 20.30    Escola Secundária de Paços de Ferreira

As atividades a desenvolver outdoor foram marcadas em função das fases da Lua e estão fortemente condicionadas pelas condições meteorológicas, pelo que, as datas propostas para a sua realização poderão sofrer alterações

Objetivos a atingir

Este curso de formação tem como objetivo principal promover o uso das fotografias produzidas pelos próprios docentes em contexto educativo.

Assim, com este projeto pretende-se:

Conhecer os elementos essenciais de uma máquina fotográfica, bem como, os diferentes equipamentos e acessórios indispensáveis à produção fotográfica;

Compreender o triângulo de exposição (abertura do diafragma, obturador e tempo de exposição e ISO)

 Compreender os conceitos de profundidade de campo e ruído digital associado ao ISO;

Distinguir ficheiros de imagem RAW e JPEG;

Conhecer os diferentes tipos de lentes e suas características principais (distâncias focais, abertura do diafragma, lentes zoom e lentes prime)

 Dominar modos de exposição automáticos e manual, compensação de medição, modos de medição da luz, focagem manual e automática, modos de disparo e composição;

Dominar as técnicas de fotografia macro, panorâmica, longa exposição noturna e HDR;

 Promover o uso de software gratuito para fotografia panorâmica e HDR;

Vantagens e desvantagens da divulgação das fotografias nas diferentes redes sociais (Instagram, Flickr, olhares, 500px e outras);

 Fornecer bibliografia e infografia sobre a temática da fotografia e das diferentes técnicas fotográficas.

Conteúdos da ação

As sessões teóricas e práticas (atividades outdoor) incidirão sobre os seguintes conteúdos:

Sessões teórico-práticas (8 horas)

 Apresentação do grupo, da ação de formação e dos critérios de avaliação;

 Tipos de máquinas fotográficas, equipamentos e acessórios;

 O triângulo de exposição e implicações na escolha do ISO, obturador e diafragma;

Domínio dos modos automáticos e manual;

Modos de exposição automáticos e manual, compensação de medição, modos de medição da luz, focagem manual e automática, modos de disparo e composição (regra dos terços);

Sessões práticas (15 horas)

Fotografia macro de seres vivos dos Reinos Animalia, Plantae e Fungi;

Fotografia de paisagens geológicas e o problema da escala;

Fotografia da Lua e das suas principais estruturas (mares, continentes e crateras de impacto);

Fotografia da Via Láctea;

 Fotografia da vida selvagem;

 Fotografia panorâmica e HDR, e respetivo software pós-produção;

As diferentes redes sociais para partilha de fotografias: vantagens e desvantagens;

Sessão teórica (2 horas)

 Conclusão das atividades e da ação de formação.

Metodologias de realização da ação

Na sala de formação decorrerão sessões presenciais conjuntas. As sessões de natureza teórica e teórica/práticas serão ministradas no formato de palestras dialogadas com forte intervenção dos formandos e com projeções em PowerPoint.

Pretende-se que os formandos utilizem as suas máquinas fotográficas dentro e fora das sessões de modo a utilizarem de forma adequada as diversas técnicas e funções disponíveis.

Nas atividades outdoor pretende-se aplicar os conhecimentos e técnicas adquiridas nas sessões teórico/práticas.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1 – Participação;

2 – Trabalho final;

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2017, de 19 de janeiro:

 Excelente – de 9 a 10 valores;

 Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

 Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

Regular – de 5 a 6,4 valores;

 Insuficiente - de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

•   Inquérito aos formandos;

•   Relatório do Formador;

•   Relatório do CFAE.

64_TUTORIA EM CONTEXTO ESCOLAR: O papel do professor tutor_AE Daniel Faria
Oficina de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade:                                Oficina de Formação – 30 horas (15horas presenciais e 15horas autónomas)

Acreditação:                              CCPFC/ACC-89107/16

Destinatários:                           Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Daniel Faria

Formadora:                                Rita Começanha

Cronograma: 

março     29 (quinta feira)              (9h_13h e das 14_17h)

abril        14 e 28 (sábado)              (9h_13h) 

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Na Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86, de 14 de Outubro) está determinado, nos seus princípios, que “o sistema educativo responde às necessidades resultantes da realidade social, contribuindo para o desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, incentivando a formação de cidadãos livres, responsáveis, autónomos e solidários e valorizando a dimensão humana do trabalho”.

Os desafios que se colocam atualmente às escolas e aos professores, por um lado, a nível da inclusão dos alunos, respondendo à incumbência de promover uma efetiva igualdade de oportunidades, e, por outro lado, na gestão da diversidade pessoal, familiar, social, económica e cultural existente na comunidade educativa, impulsionam o exercício de reflexão e reformulação dos modelos de orientação e intervenção educativa praticados.

A Escola e a Família são os contextos socializadores primordiais das crianças e jovens, devendo, por isso, realizar um trabalho colaborativo e assumir um papel ativo promotor de comportamentos e atitudes, bem como de orientação na construção do projeto de vida pessoal, escolar e profissional. A Escola, porém, marcada por alguma rigidez organizacional, frequentemente mostra-se incapaz de dar resposta adequada a alunos provenientes de contextos de risco e/ou que exibem comportamentos disruptivos, problemas de conduta, insucesso escolar, desmotivação académica, remetendo-as, muitas vezes, para entidades externas, nomeadamente as CPCJ.

Como uma das respostas possíveis a estes alunos, existe a figura do professor-tutor que se encontra prevista nos documentos de referência da maioria das escolas/agrupamentos de escolas, nomeadamente no Regulamento Interno e nos Projetos Educativo e Curricular. Os objetivos principais da intervenção do professor-tutor junto dos alunos “tutorados” centram-se no apoio individual para melhorar a organização pessoal e o estudo, promover a integração e inclusão escolares, incentivar comportamentos adequados, prevenindo o insucesso, a indisciplina e os comportamentos considerados de risco.

Resultante de um levantamento prévio constatou-se a necessidade de formação para os professores que desempenham tais funções, uma vez que a preparação formal dos mesmos é praticamente inexistente. Além disso, revela-se premente a organização fundamentada das metodologias e procedimentos aplicados neste tipo de apoio, assim como clarificar as competências, funções e o perfil da figura do professor-tutor, partindo do que está previsto na legislação respetiva, mas avançando para a prática, com vista a melhorar o processo organizacional das tutorias.

Enfatiza-se a importância da construção e implementação do Plano de Ação Tutorial, a nível do Agrupamento de Escolas, assim como da elaboração de documentos modelo para a intervenção educativa com os alunos, nomeadamente o Plano de Ação Tutorial Individual.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

A partir da partilha de experiências pessoais e profissionais pré-existentes, enquadrando-as e fundamentando-as de forma científica, pretende-se que sejam criadas situações que potenciem a reflexão, o questionamento, a discussão e a melhoria das práticas e procedimentos. Além disso, deseja-se que seja possível produzir e realizar a aplicação experimental no terreno de instrumentos, formulários e atividades que possam ser pertinentes para o trabalho com alunos.

As sessões presenciais conjuntas focar-se-ão nos constructos teóricos mas também no trabalho individual autónomo de natureza prática, pretendendo-se que sejam reflexivas e renovadoras das propostas materiais.

A avaliação dos resultados será realizada em conjunto, salvaguardando as idiossincrasias de cada caso, mas com o intuito de criar uma lista de boas práticas, um guia de atividades e uma metodologia conjunta.

Espera-se, ainda, com esta formação, contribuir para a mudança organizacional, a partir do interior da própria organização, assim como:

- Identificar e implementar as estratégias de orientação educativa mais eficazes;

- Promover competências pessoais e profissionais dos docentes;

- Incentivar o trabalho em rede, abrindo a Escola a novas e melhores parcerias com a rede social local.

 

Conteúdos da ação

Sessões Presenciais conjuntas:

Módulo 1

Abertura: Sistema de Avaliação dos formandos e da ação. Objetivos e conteúdos da ação.

Atividade de quebra-gelo e apresentação

Enquadramento da ação tutorial como resposta à diversidade populacional da escola - 1 hora

Brainstorming

Leitura e discussão de textos, em pequeno grupo, seguido de apresentação das conclusões em plenário.

Clarificação de conceitos.

Plano de ação tutorial a nível de escola: operacionalização das tutorias – 2 horas

Análise dos documentos de referência no Agrupamento de Escolas para identificação das referências efetuadas à figura do professor-tutor.

Princípios éticos e deontológicos na abordagem de casos. Salvaguarda da confidencialidade e privacidade da informação. Indicações para a codificação de elementos que possam ser identificadores. Exemplos de registos devidamente codificados.

Identificação do público-alvo.

Procedimentos de sinalização de alunos e emparelhamento com os professores-tutores

Alterações organizacionais subjacentes à existência de tutorias.

Módulo 2

Perfil do professor-tutor – 1 hora

Leitura de texto sobre o perfil do professor tutor.

Reflexão escrita acerca do ajustamento do perfil pessoal ao perfil de um tutor.

Competências e funções do professor-tutor – 2 horas

Análise da legislação relevante para esta função

Resposta a um questionário com afirmações sobre as competências e funções do professor-tutor

Exemplificação de uma situação em que tenha sido observada uma dessas competências com alunos.

Módulo 3

Comunicação assertiva – 3 horas

Resposta a um questionário sobre o perfil comunicacional pessoal.

Leitura de um texto para clarificação dos estilos comunicacionais passivo, agressivo, manipulador e assertivo.

Resposta a um teste, consistindo em diálogos, assinalando o tipo de comunicação utilizado

Partilha e debate a partir de um exemplo pessoal de comunicação não assertiva, propondo uma possível resposta assertiva.

Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado.

Módulo 4

Inteligência emocional – 2 horas

Resposta a um questionário para avaliação do Quociente Emocional (QE)

Leitura de um texto sobre Inteligência Emocional, reflexão e discussão sobre o mesmo.

Inserção de, pelo menos, uma sugestão, no glossário de estratégias e atividades para desenvolver a inteligência emocional.

Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado.

Módulo 5

Perfil do aluno candidato a tutoria – 1 hora

Reflexão conjunta, complementada com informações fornecidas pelo formador, acerca das razões principais para um aluno ser encaminhado para tutoria

Elaboração de um guião de entrevista semiestruturada ao aluno “tutorado” e da ficha de identificação/caracterização pessoal do aluno (registo com elementos identificadores codificados).

Plano de ação tutorial individual – 1 hora

Construção/reformulação, em pequeno grupo, de planos de ação tutorial individuais para alunos

Exploração das atividades: Autorretrato presente, passado e futuro e O meu estilo de aprendizagem

Importância da comunicação entre o professor-tutor e a família do aluno – 1 hora

Elaboração de propostas para guiões de entrevista semiestruturadas para as famílias

Exploração das atividades: Comboio da vida e A minha Vida como um Estrada

Importância da promoção de parcerias entre o professor-tutor e a Rede Social Local – 1 hora

Importância da comunicação regular com a CPCJ

Formas de comunicação eficaz com os serviços médico-hospitalares

Princípios a respeitar nas parcerias da Escola com outras entidades

Reflexão/avaliação sobre o trabalho autónomo. Avaliação da ação pelos formandos-

Trabalho individual autónomo:

Entre as sessões 1 e 2 (3 horas)

Análise da legislação de referência, tendo em vista a clarificação do perfil, competências e funções do professor-tutor

Efetuar o registo escrito das referências presentes na legislação

Entre as sessões 2 e 5 (12 horas)

Cada professor escolhe um aluno com quem trabalhe/já trabalhou em funções de tutoria e realiza um estudo de caso, em formato de portefólio, com o registo da implementação dos instrumentos e técnicas fornecidos pelo formador e/ou construídos pelo grupo de formandos, designadamente: Guião de entrevista semiestruturada ao aluno; Guião de entrevista semiestruturada ao encarregado de educação; Ficha de Caraterização pessoal, familiar e escolar do aluno; Contrato comportamental; Plano de Ação tutorial individual, Ficha de autoavaliação da ação tutorial; Relatório final do Professor-Tutor. (Todos os documentos/registos constantes do portefólio deverão seguir as normas e garantia de confidencialidade e privacidade de informação, trabalhadas com os formandos).

Metodologias de realização da ação

Passos Metodológicos:

A formação compreende sessões presenciais conjuntas com tipologia teórico-prática, implementando os métodos: expositivo, demonstrativo interrogativo e ativo. Nestas sessões serão expostos e discutidos os aspetos teóricos e organizacionais da tutoria em meio escolar, permitindo a interrogação das práticas existentes, a consolidação de procedimentos e a produção de novos materiais de intervenção.

Através do trabalho individual autónomo, os participantes serão convidados a refletir sobre as suas práticas, aferir a qualidade e eficácia das mesmas, terão oportunidade para implementar novos métodos e materiais, testar hipóteses e propostas, experimentar novas técnicas e desenvolver as competências pessoais e profissionais respeitantes à sua intervenção educativa.

No fim de cada sessão de formação presencial será refletido o trabalho autónomo, havendo salvaguarda dos princípios éticos da confidencialidade e privacidade da informação recorrendo à codificação de toda a informação que possa identificar alunos ou famílias.

O trabalho autónomo será registado individualmente por cada formando, em formato de portefólio, contendo todas as atividades implementadas.

Calendarização

A formação terá duração aproximada de dois meses, ao longo do mesmo ano escolar, sendo estabelecidos prazos pelo formador para cada tarefa/atividade dos formandos.

Regime de avaliação dos formandos

Nos termos do artigo 13.º do Regime Jurídico de Formação Contínua, com a redação dada pelo artigo 4.º do Decreto-lei n.º 15/2007 de 19 Janeiro a avaliação dos formandos será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10.

A avaliação será contínua e os pesos da classificação final serão os seguintes:

Nível de participação – 50%

Portefólio individual com reflexão pessoal final – 50%

Forma de avaliação da ação

Inquéritos de satisfação aos docentes

Relatório crítico apresentado pelo Formador

Relatório crítico do Consultor de Formação

17_Estratégias Comportamentais para o Sucesso_ AE Eiriz_Turma 4
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90414/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Eiriz

Cronograma:   

28 de março_ 14h / 18h

18 de abril_17h / 20h

9 de maio_17h / 20h

23 de maio_17h / 19h

Formadora:   Vanessa Pereira

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Jesus (2000) aponta que, na atividade docente, os incentivos intrínsecos, nomeadamente os que decorrem do processo de ensino-aprendizagem, são os fatores que maior peso têm a determinação da satisfação profissional.

A promoção dos valores de implica aceitar que todos têm um papel determinante na participação de todos na vida de uma comunidade. As implicações deste pensamento ao nível da ação educativa traduz-se na necessidade de envolver todo os participantes do conselho de turma na programação e intervenção para satisfazer as necessidades educativas de alunos.

Deste modo, fundamenta-se esta formação pela necessidade de todos/as os/as docentes conhecerem e aprenderem novas capacidades de lidar com obstáculos, de forma adequada. Desta forma, o Desenvolvimento Pessoal e Profissional é uma metodologia de aprimoramento e capacitação humana existente na atualidade, focada na elaboração de estratégias para o alcance de objetivos duradouros, que permitirá melhorar a qualidade do ensino disponível bem como os resultados escolares dos alunos com a integração de novas práticas de regulação emocional e de gestão da sala de aula. (Santos, I. Silva, V. e Alcalde, E., 2016).

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Promover a melhoria do desempenho profissional dos/as docentes;

- Promover a utilização de estratégias de gestão de sala de aula mais eficazes;

- Promover as competências sócio-emocionais dos/as professores/as;

- Aumentar o conhecimento dos/as docentes sobre a importância da aprendizagem de competência;

- Melhorar a qualidade do ensino e os resultados da aprendizagem escolar dos/as alunos;

- Capacitar e preparar os participantes através da elevação do desempenho emocional e afetivo, estimulando a reflexão sobre as situações que envolvem a relação do jovem e adolescente com um mundo que o cerca, em ações ou caminhos mais adequados a ser executados para alcançar um objetivo, seja ele da vida pessoal, estudantil e/ou profissional.

- Estimular questionamentos incorporados nas ferramentas de desenvolvimento profissional que promovam interação, mediante implementos de soluções para entraves na comunicação, “Facilitar a Aprendizagem” no que concerne a compreender a si e ao próximo, aprendendo a viver de forma autónoma e proativa!

Conteúdos da ação

1.O que é o Desenvolvimento Pessoal e Profissional?

•  Definição do conceito

•  Benefícios pessoais e organizacionais

•  Tipos de metodologias

•  Papel do mediador: competências pessoais e profissionais

•  Exemplos e exercícios práticos

2.O Processo de Capacitação

•  Estabelecer Metas

•  Valores

•  Perguntas poderosas

•  Padrões de linguagem

•  Crenças limitantes

•  Exemplos e exercícios práticos

3.Estratégias de capacitação

•  Identificar e analisar necessidades

•  Estabelecer metas/padrões de desempenho

•  Planificar a aprendizagem

•  Motivar o Aluno

•  Análise de estados emocionais

•  Tipos de motivação

•  Fatores de motivação e desmotivação

•  Valorização dos sucessos

•  Exemplos e exercícios práticos

Metodologias de realização da ação

A Oficina de Formação contará com um total de 24 horas de formação (12 horas de formação presencial conjunta e 12 horas de trabalho autónomo do/a docente).

Em termos de metodologia, e para as sessões presenciais, o recurso ao trabalho individual alternará com o trabalho em pequeno grupo. Far-se-á a análise de textos, recortes de jornais, estudos científicos e vídeos, como reforço teórico-científico, que visa um aprofundar de conceitos dentro dos vários módulos de aprendizagem. Também incluirá o recurso a exercícios de debate, “role-play”, estratégias de regulação emocional e exercícios de foco de atenção. Incluirá ainda a elaboração de ferramentas de trabalho a utilizar no trabalho autónomo.

Todos esses recursos serão experimentados com os alunos em trabalho autónomo.

Posteriormente, o trabalho realizado nessas horas autónomas será apresentado/partilhado com os pares, avaliado criticamente e reformulado com a ajuda do grande grupo.

No final, cada docente terá disponível na plataforma moodle uma bibliografia recomendada, terá acesso às matérias discutidas e aos materiais cedidos em cada sessão.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-Participação nas sessões presenciais;

2-Resultados do trabalho autónomo

3-Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito ao formando e formador no final da ação;

b) Relatório do Formador;

c) Relatório do CFAE.

 

69_Pedagogia Diferenciada: Estratégias de Sucesso_AE Cristelo
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Curso de Formação – 25h presenciais

Acreditação:                              CCPFC/ACC-79403/14

Destinatários:                            Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formadora:                               Ariana Cosme/ Fátima Sousa

Cronograma:

Março           8                   17.30 – 20.30

                     15                 17.30 – 20.30

                     22                 17.30 – 20.30

Abril              12                 17.30 – 20.30

                     19                 17.30 – 20.30

                     26                 17.30 – 20.30

Maio             3                   17.30 – 20.30

                     10                 17.30 – 20.30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

O objetivo fundamental desta ação é possibilitar a diferenciação pedagógica na sala de aula e, desta forma, rentabilizar ao máximo a relação professor - aluno no domínio do ensino -aprendizagem. Trata-se de uma experiência local que visa a autonomização dos alunos na aprendizagem e na sala de aula. Procura-se encontrar estratégias diferenciadas de aprendizagem dentro da sala de aula que evitem aulas suplementares, ou seja, “Aulas de apoio Pedagógico Acrescido (APA)”. Portanto, interessa encontrar estratégias que evitem formas de compensação fora do tempo letivo da turma. É no contexto do grupo turma, com alunos e professores que se relacionam diariamente que se procurará transformar práticas de trabalho em contextos mais motivadores na sala de aula.

Parece-nos que o projeto destas aulas APA está esgotado e, por conseguinte, propomos efetuar este projeto em contexto de formação contínua de professores, que responda a uma nova forma de aprendizagem e a uma nova postura na sala de aula por parte dos vários intervenientes neste processo.

Uma das formas de diferenciação é o Trabalho Projeto, o que implica uma rigorosa planificação dos recursos e tarefas, bem o domínio de estratégias e outros métodos complementares. Diferenciar e diversificar os métodos para melhor ensinar e aprender.

Objetivos a atingir:

Pretende-se implementar uma reflexão que possa, simultaneamente, dar alguns contributos para a promoção da qualidade do ensino e da aprendizagem e recolher estratégias que permitam aos professores uma gestão diferente do trabalho em contexto de aula.

Pretende-se que o profissional seja capaz de criar na sala de aula, um clima de segurança, para o aluno se entregar e disponibilizar para a descoberta e participação numa via de autonomização e responsabilização crescente. Este clima passa pelo reconhecimento, por parte do professor, do Aluno enquanto Pessoa, com um património cultural, com interesses específicos, com necessidades, com saberes, experiências e dificuldades próprias.

Procura-se que se aprofunde uma avaliação formativa e reguladora para o aluno e para o professor. Perceber as mudanças implícitas no 30/2001 e na aplicação de uma verdadeira avaliação formativa.

A aceitação da heterogeneidade, diversidade e pluralismo na sala de aula exige uma pedagogia diferenciada, bem como gerir diferenças de grupos com motivações e projetos muito diversos. Não se trata de dar mais do mesmo, ou de dar mais a quem tem menos, mas, de criar situações que permitam a partilha do que cada um tem, a partir daquilo que o aluno sabe.

Pretende-se evitar que, ao grupo turma heterogéneo, se ensine a todos como se fosse um só – ( o médio aluno), mas que se crie condições para um ensino individualizado.

É preciso estar atento às diferenças e valoriza-las. Por isso, defendemos a regulação individualizada dos processos e itinerários de aprendizagem e pela seleção de métodos e estratégias de aprendizagem de cada aluno/grupo. Procurar-se-á que o profissional adquira algumas estratégias e métodos de pedagogia diferenciada e, sobretudo, aprenda a trabalhar em trabalho projeto.

Conteúdos da ação

Pedagogia Diferenciada: o que é? Como?

Eixos orientadores

Pressupostos

Diferenciação espontânea, planeada, sonhada e real

Conceber dispositivos de diferenciação

Organizar a intervenção

Trabalho projeto: o que é?

As fases do trabalho projeto

Motivação: como fazer

Tipos de motivação

Estilos de aprendizagem

Avaliação formativa

Avaliação: 98/A/82 e o 30/2001

Metodologias de realização da ação

Depois de uma revisão da matéria publicada sobre a problemática deter-se-á, então, sobre as vantagens e desvantagens da metodologia em questão. Aplicar a pedagogia diferenciada exige conhecimento teórico e muita prática no dia-a-dia. A sala de aula passa a ser um lugar diferente do habitual, ou seja, vista mais como uma oficina de aprendizagem interativa.

Para isso tem de se organizar tempo, espaço, meios e materiais de apoio na aula. Não se trata de adotar técnicas inovadoras mas de refletir e avaliar as práticas de trabalho em contexto de aula. Pretende-se a partilha entre os pares dos resultados, das dificuldades e das estratégias. Serão objeto de reflexão e análise grupal os percursos, os avanços e os recuos.

 Numa primeira fase é preciso planear e desenvolver a intervenção em conjunto. Definir, conforme os contextos de aula dos diferentes professores, a melhor abordagem da metodologia, organizar a diferenciação pedagógica (tempo, espaço e materiais).

Os formandos vão conhecer planos de intervenção pedagógica para combater o insucesso escolar, que evitem o abandono e a indisciplina. Esses planos, individual ou em pares, visa a aplicação com sucesso da reorganização curricular nas suas variáveis, motivando os alunos para o prazer de aprender quando se tem projetos individuais de vida e de trabalho. Motivar, organizar e avaliar, serão passos importantes desse plano de intervenção.

Vai-se insistir, principalmente, na compreensão e treino da metodologia que aplica o trabalho projeto, por várias razões e, também, porque é desconhecida por uma grande parte dos professores.

Vai-se aprofundar o tema da motivação dos alunos e da avaliação como componentes fundamentais para o sucesso das metodologias ativas. Se nestas áreas não houver mudanças, então, a reorganização curricular estará condenada ao fracasso.

Regime de avaliação dos formandos

Avaliação expressa numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com a legislação em vigor. Na avaliação final será considerada uma ponderação de 30% para a Participação e de 70% para as Aprendizagens Adquiridas, de acordo com os critérios aprovados em Comissão Pedagógica.

 

29_Estratégias comportamentais de promoção do sucesso educativo em sala de aula_AE Joaquim Araújo
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h presenciais+25h  autónomas)  2 créditos

Acreditação: CCPFC/ACC-90415/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: AE Joaquim Araújo

Formadora: Lurdes Neves

Cronograma:

Mês                 Dia                  Horário

Março            7                      18h30 às 21h30

Março            14                    18h30 às 21h30

Março            21                    18h30 às 21h30

Abril               11                      18h30 às 21h30

Abril               18                    18h30 às 21h30

Maio               2                     18h30 às 21h30

Maio               9                     18h30 às 22h00

Maio               16                    18h30 às 21h00

 

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Torna-se particularmente importante criar formas de promoção do sucesso escolar que passem também pela criação de sentidos e objetivos de vida ao aluno. Definir objetivos pessoais, agir socialmente em conformidade envolvendo-se com a vida e também com a escola. A este nível os conceitos da psicologia educativa aplicados à educação e da comunicação positiva e gestão emocional das relações poderão contribuir para o sucesso educativo do aluno e para o seu desenvolvimento pessoal, social e escolar.

Relacionar insucesso escolar com conteúdos e práticas disciplinares é escasso em medidas de promoção do sucesso. A mediação de conflitos em contexto escolar proporciona uma intervenção mais participativa e facilitadora de comunicação e diálogo permitindo igualmente a regulação das situações de conflito, a manutenção ou a reconstrução da qualidade relacional promovendo uma cultura de mediação de conflitos simultaneamente refletida ao nível da reflexão e intervenção no plano curricular, nas práticas dos órgãos de gestão e nas atitudes pedagógicas dos docentes.

O curso surge com o objetivo principal de proporcionar aos formandos a possibilidade de desenvolver competências (saber-saber, saber-ser, saber-fazer) ao nível estratégias de promoção do sucesso educativo em sala de aula, tendo em consideração os ritmos de aprendizagem dos formandos e que procura, através de atividades práticas de aplicação, a consolidação das competências visadas.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Identificar as diferentes estratégias de promoção do sucesso educativo em sala de aula;

•Desenvolver materiais didáticos adaptados a cada turma com vista à aplicação em sala de aula.

Conteúdos da ação

I-Desenvolvimento Interpessoal: Tomada de Perspetiva Social e Estratégias de

Negociação Interpessoal

II-O conceito do Conflito e a sua Resolução na Escola e na Sala de Aula:

•Noção de negociação;

•Estilos de negociação dos conflitos e da indisciplina;

•Técnicas de mediação de conflitos.

III –Estádios de desenvolvimento psicológico, cognitivo, social e moral dos alunos

•Escola, família e comunidade- uma relação para o sucesso educativo.

IV- Dificuldades de aprendizagem, problemas motivacionais e estratégias de aprendizagem- uma compreensão dos conceitos

V- Gamificação e auto-regulação da aprendizagem: compreensão dos conceitos e sua aplicação em sala de aula;

VI – Projetos, Programas e Práticas de promoção do sucesso educativo em sala de aula (articulação escola, família e comunidade): apresentação de projetos desenvolvidos no contexto educativo português;

Revisão da literatura acerca da temática em Portugal;

VII- Projeto de formação-ação e de materiais a aplicar nas escolas pelos formandos:

•Planeamento de estratégias e ações adaptadas a uma turma vs alunos

VIII- Apresentação das estratégias e ação desenvolvidas ;

•Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos

Metodologias de realização da ação

1ª fase:

Apresentação e discussão dos conceitos estruturantes da temática. Elaboração dos materiais didáticos e de materiais a aplicar na sala de aula pelos formandos (16h)

2ª fase

(Trabalho autónomo) Implementação e avaliação do projeto e dos materiais didáticos adaptados à sala de aula (25h)

2ª fase

Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos (9h)

6.2.1.Número de sessões previstas por mês: 4

6.2.2.Número total de horas previstas por cada tipo de sessões:6

Sessões presenciais conjuntas 25

Sessões de trabalho autónomo 25

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os seguintes critérios:

1-Participação nas sessões presenciais;

2-Resultados do trabalho autónomo;

3-Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito ao formando e formador no final da ação;

b) Relatório do Formador;

c) Relatório do CFAE.

 

47_O Método das 28 palavras (M28P) como didática do português no 1ºCEB e no âmbito de uma escola inclusiva_AE Cristelo
Curso de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade:   Curso de Formação_25 horas_1crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-89999/17

Destinatários:  Professores dos Grupos 110, 910, 920 e 930

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formadora:   Conceição Liquito

Cronograma:

março   7   17h30-20h30

            14   17h30-20h30

abril   9   17h30-20h30

         11   17h30-20h30

         16   17h30-20h30

         18   17h30-20h30

         23   17h30-20h30

        27   17h30-21h30

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Nos primeiros anos do século XXI assistimos a uma (re)descoberta do Método das 28 Palavras (M28P). Este método é um clássico metodológico na área dos recursos das didáticas específicas do Português no 1ºCEB. A flexibilidade do método permite uma atuação rigorosa face às exigências inerentes ao Programa de Português para o Ensino Básico (PPEB). Tem sido alvo de apropriações progressivas em diferentes contextos: educação pré-escolar, educação especial, educação de adultos, português língua não materna, dificuldades de aprendizagem acumuladas (DAA), reeducação da leitura e da escrita e ainda terapia da fala. Acreditamos que o M28P só não se encontra ainda mais difundido devido a uma escassez de materiais e de oferta formativa. Neste sentido a atual proposta formativa visa aproximar os docentes das potencialidades do método.

Objetivos a atingir

Atualizar e aprofundar a metodologia e a didática específica do português;

Promover mudanças de práticas no processo de ensino/aprendizagem;

Flexibilizar a prática docente nos alunos com ritmos diferenciados de aprendizagem;

Desenvolver estratégias que auxiliem os alunos a aumentar os níveis de motivação e atenção,

Mobilizar conhecimentos prévios dos alunos como ferramenta de aprendizagem;

Conteúdos da ação

1. O Método das 28 Palavras (M28P) VS Método Analítico Sintético (MAS)

2. A evolução do M28P ao longo dos tempos e a sua eficácia em alunos com dificuldades

3. Aplicação do método – da imagem ao texto

3.2. A consciência silábica como conhecimento pré existente no aluno.

3.3. As estratégias e as rotinas do método

3.3. Organização da informação do espaço sala de aula, como recurso para o aluno e no âmbito da autonomia

3.4. O friso mural como avivador de memória, uma informação sempre à mão

4. Autonomia e independência pessoal nas tarefas do aluno

5. A gramática contextualizada no M28P

6. A Iniciação à Educação Literária e o M28P

7. Desenvolvimento da literacia

8. Manuais escolares VS metodologias subjacentes

Metodologias de realização da ação

Ao longo das sessões proporcionar-se-ão os seguintes momentos:

1. Reflexão inicial e conjunta referente ao conhecimento que os formandos detêm sobre o M28P;

2. Explicitação das razões e objetivos da ação com demonstração e explicação de materiais utilizados na contextualização pedagógica do M28P;

3. Promoção da discussão em torno da frase (desmontagem):

“O M28P é apenas utilizado na educação especial (EE) e alunos com dificuldades de aprendizagem acumuladas (DAA) – Qual o fundamento?”;

4. Produção individual e/ou em grupo de materiais para todo o tipo de alunos;

5. Experimentação de situações de aulas através da partilha dos materiais produzidos;

6. Reflexão final conjunta da ação; 

Regime de avaliação dos formandos

Avaliação contínua tendo em conta os seguintes parâmetros:

- Participação, assiduidade e empenhamento nas tarefas propostas – 40%

- Produção de um trabalho e/ou reflexão crítica - 60%

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas de Cristelo

2º Ser docente do Grupo de recrutamento 110, 910, 920 e 930

3º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:    

De 19 de outubro, até preenchimento das vagas

11_Tecnologia Organizacional Turma Mais: Ensino diferenciado e metodologias de avaliação_AE J. Araújo_Turma _1
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                           Oficina de Formação – 50 horas (25h+25h)    2 crédito

Acreditação:                          CCPFC/ACC-90501/17

Destinatários:                        Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:              Agrupamento de Escolas de Joaquim Araújo

Formadora:                            TEODOLINDA ROSA MAGRO DA CRUZ

Cronograma:                          

1.ª sessão presencial          22 de fevereiro_17:30- 20:30

2.ª sessão presencial          8 de março_17:30- 20:30

3.ª sessão presencial          10 de maio_17:30- 20:30

1.ª síncrona                          3 de março_16:00-18:00

2.ª síncrona                          14-04-2017_16:30- 19:00

3.ª síncrona                          25 de abril_16:30- 19:00

1.ª assíncrona_Data entrega trabalho               28-fev

2.ª assíncrona_Data entrega trabalho              07-mar

3.ª assíncrona_Data entrega trabalho              29-abr

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Considerando a necessidade de implementação nas escolas de tecnologias organizacionais que invertam a atual tendência de aumento das taxas de retenção no ensino básico, no sistema de ensino nacional, torna-se essencial a divulgação de práticas que respondam a esta problemática. A «TurmaMais» é um projeto que se caracteriza por utilizar pedagogias diferenciadas e formas diversificadas de organização do grupo turma, permitindo um trabalho colaborativo através de parcerias pedagógicas. Esta pode ser encarada como medida preventiva, interventora ou compensadora, de acordo com a tipologia de cada aluno envolvido. Esta tipologia consiste em criar uma turma sem alunos fixos que agrega temporariamente alunos provenientes das várias turmas do mesmo ano de escolaridade, com dificuldades idênticas numa determinada disciplina. Nesta espécie de ‘plataforma giratória’, cada grupo de alunos fica sujeito a um horário de trabalho semelhante ao da sua turma de origem, com a mesma carga horária e o mesmo professor por disciplina. Cada grupo específico de alunos continua a trabalhar os conteúdos programáticos que a sua turma de origem está a desenvolver, podendo beneficiar de um apoio mais próximo e individualizado, mais harmonizado em termos de ritmos de aprendizagem e sem sobrecarga de horas semanais para os alunos. Ao longo do ano, os alunos vão entrando ou saindo da «TurmaMais», consoante vão adquirindo o ritmo próximo dos seus pares que estão na turma “mãe”.

As potencialidades do regime de formação contínua em b-learning são essenciais para a concretização e viabilização desta ação, uma vez que tem como público-alvo docentes que integram agrupamentos que podem distar dezenas de quilómetros. Por essa razão, a possibilidade de reunir o grupo presencialmente em sessões presenciais tem limitações, pelo que estão previstas sessões presenciais apenas em três momentos da oficina.

O CFAE assegurará: a) a existência de uma equipa técnico-pedagógica que assegure o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação; b) a implementação de um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e a aplicação de metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem; c) avaliação individual escrita.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Compreender o modo de implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 1.º Ciclo.

- Compreender o modo de implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 2.º e 3.º Ciclos e no Ensino Secundário.

- Conhecer o Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais.

- Avaliar o modo como os Critérios de Avaliação Atitudinal são operacionalizados nas escolas de origem dos docentes.

- Promover a discussão que permita a melhoria da operacionalização dos Critérios de Avaliação Atitudinais.

- Conhecer práticas eficazes de monitorização que permitam uma maior motivação dos alunos nas melhorias dos seus resultados escolares.

- Compreender a implicação da teoria e da especificidade das práticas inerentes à avaliação segundo a lógica de ciclo pela qual se rege a organização do ensino básico, de acordo com a Lei de Bases do Sistema Educativo. Aprofundar os pressupostos teóricos e práticos relativos à modalidade formativa da avaliação.

- Aplicar ou simular a aplicação da tecnologia organizacional TurmaMais a uma determinada organização escolar.

Conteúdos da ação

- Enquadramento teórico do projeto TurmaMais.

- Implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 1.º Ciclo.

- Implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 2.º e 3.º Ciclos e no Ensino Secundário.

- Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais*.

. Critérios de Avaliação Atitudinais.

. Monitorização e Contratualização dos Resultados das Aprendizagens.

. Avaliação Segundo a Lógica de Ciclo.

. Avaliação Formativa.

Metodologias de realização da ação

A metodologia assentará numa abordagem construtiva que estimule a interação entre os professores, a partilha de documentação e a reflexão sobre a prática pedagógica dos docentes durante a aplicação desta Tecnologia de Ensino.

Neste contexto, a componente presencial incidirá, num primeiro momento, na descrição e análise das práticas de sala de aula por parte dos formandos tendo em conta aspetos como: o tempo de aula habitualmente usado em exposição oral para a turma; o tempo de aula reservado a trabalho dos alunos; o tipo de instrumentos de caráter formativo usado nas aulas; a frequência do uso de instrumentos de avaliação formativa; o modo de registo das ocorrências de caráter atitudinal e os momentos de informação sobre os resultados da avaliação. Esta fase será acompanhada debate e reflexão sobre as práticas apresentadas e sobre os materiais usados (fichas de registo de avaliação, instrumentos de avaliação formativa, etc.).

Num segundo momento serão apresentadas e contextualizadas as práticas de monitorização, contratualização, avaliação atitudinal e formativa próprias do Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais. A contextualização referida será suportada em atividades de: (a) Simulação da implementação da tecnologia organizacional TurmaMais num determinado ano de escolaridade; (b) Planificação e aplicação das práticas que caracterizam o Ecossistema TurmaMais; (c) Trabalho em grupo, por área disciplinar, com o objetivo de criar um instrumento de caráter formativo a ser experimentado em sala de aula; (d) Trabalho de grupo com o objetivo de apresentação de instrumentos de monitorização das atitudes e valores e de monitorização e contratualização das aprendizagens.

Por último, e após aplicação em sala de aula da planificação elaborada, será efetuado o relato dos resultados da aplicação dos instrumentos criados e feitas sugestões para o seu aperfeiçoamento.

Em termos globais, pretende-se com a realização das atividades práticas, que os formandos consigam aferir elementos para uma reflexão que lhes permita (re)conhecer a própria prática e enquadrá-la de forma sustentada. Deste modo, a formadora apoiar-se-á num conjunto de tarefas para fazer a apresentação dos diferentes tópicos, provocando a reflexão e o debate e a avaliação da eficácia da aplicação do método em contexto de sala de aula.

A componente não presencial permitirá aos formandos operacionalizar alguns dos conceitos trabalhados, através das práticas educativas quotidianas, num processo reflexivo que retorne ao contexto da oficina para uma (re)conceptualização de grupo.

O tempo dedicado às sessões presenciais será de 9 horas (3 sessões de 3 horas).

As sessões online assíncronas corresponderão no máximo a 9 horas. As 7 horas restantes serão online síncronas com os/as participantes envolvidos/as em atividades conjuntas (e.g., chat, vídeoconferência).

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação a utilizar são: Participação, Resultados do Trabalho Autónomo e Trabalho Final. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação é feita através do preenchimento, pelos formandos, de um documento de avaliação em uso no CFAE e, pelo formador, de um relatório detalhado. Os dados recolhidos são depois objeto de tratamento.

 

38_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_Turma 6_AE Sobreira
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Sobreira

Formadora: Liliana Nunes

Cronograma:

Fevereiro    6, 20, 27        

Março         6

Abril           08

Maio          8, 15, 22

Horário: 18:30_21:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas Sobreira

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:     

De 18 de outubro, até preenchimento das vagas

54_ColaboraçãoProfissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 7_Escola Secundária Paços Ferreira
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Escola Secundária de Paços de Ferreira

Cronograma:                            

Janeiro    10           17h- 20h

Março       7            17h - 20h      Sessão Online

Julho         3           10h - 13h

               10            10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor da Escola Secundária de Paços de Ferreira

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:    

De 19 de outubro, até preenchimento das vagas

49_Colaboração Profissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 2_AE Ferreira Gomes
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas D. António Ferreira Gomes

Cronograma:                            

Novembro           29                   14h- 17

Março                  13                    17h - 20h         Sessão Online

Julho                   4                      14h30min - 17h30min

                           10                    10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

Ações a Decorrer

Folha de Cálculo – Microsoft Excel para Professores_Sec. Penafiel_PD12
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade: Curso de formação_25horas_1 crédito
Acreditação: CCPFC/ACC-87280/16
Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Local de Realização: Escola Secundária de Penafiel

Cronograma:            

abril         

16             18:30_22:30

21             8:30_12:30

23            18:30_22:30

28            8:30_13:30

 maio        

7              18:30_22:30

12             8:30 / 12:30

Formador: Miguel Carneiro

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Nas escolas, os professores vivem rodeados de tecnologia. A aquisição de competências e diferentes instrumentos pedagógico-didáticos adequados ao meio que os rodeiam é cada vez mais importante. A folha de cálculo é uma das ferramentas cruciais e com grandes potencialidades de utilização no dia-a-dia de um professor, nas diferentes tarefas que este desempenha. A aprendizagem desta ferramenta fornecerá a cada professor novos instrumentos de utilização diária no processo de ensino aprendizagem, com a rentabilização do tempo nas suas tarefas. Desta forma, o professor poderá usufruir das tecnologias e todas as suas potencialidades para melhorar o seu desempenho profissional. Assim sendo, esta formação visa criar condições para a formação contínua de professores no âmbito da utilização do “Excel” nos processos de ensino aprendizagem e a efetiva utilização dos meios disponíveis.
Objetivos a atingir
• Debater e aplicar as várias funcionalidades da folha de cálculo (Familiarizar-se com o Microsoft Excel,
• Conhecer e utilizar as várias potencialidades do Microsoft Excel);
• Fornecer aos professores o conhecimento e as bases para a utilização da folha de cálculo na sua prática diária;
• Refletir sobre o impacto da utilização da folha de cálculo e o seu potencial;
• Permitir aos professores utilizar novas práticas no seu dia-a-dia (Ex. Correção de provas, avaliação, preparação de aulas, desenvolvimento de recursos);
• Promover a produção de recursos utilizando as novas tecnologias;
• Promover a partilha e divulgação de materiais entre os vários professores e alunos;
• Promover e incentivar a autoformação.

Objetivos específicos:
• Utilizar qualquer folha de cálculo;
• Trabalhar com ficheiros do Excel;
• Criar fórmulas e utilizar funções Excel;
• Utilizar referências entre células e folhas;
• Criar, editar e formatar uma folha de cálculo;
• Criar e formatar gráficos;
• Utilizar as principais ferramentas do Excel.
Conteúdos da ação
1. Folha de Cálculo
1.1. Conceitos básicos
1.2. Elementos de uma folha de cálculo
1.3. Ambiente de folha de cálculo
2. Microsoft Excel
2.1. Livros e folhas de cálculo
2.2. Abertura e gravação de ficheiros
2.3. Utilização simultânea de múltiplos ficheiros
2.4. Edição e formatação da informação (Formatação condicional)
2.5. Formatação de células, linhas e colunas
3. Fórmulas e Funções
3.1. Utilização de fórmulas
3.2. As funções do Excel e as suas aplicações práticas no dia-a-dia
4. Gráficos
5. Trabalhar com Dados
5.1. Validação
5.2. Filtros
6. Aplicações práticas da folha de cálculo em contexto de ensino
7. Integração do Excel com outras ferramentas do Microsoft Office
8. Impressão de Folhas de Cálculo
Metodologias de realização da ação
Para a consecução dos objetivos acima enunciados, o programa de formação vai ser operacionalizado em sessões teórico-práticas, no âmbito das quais (sessões teóricas) devem ser abordadas as temáticas enunciadas no ponto anterior e nas sessões práticas, criar documentos de trabalho (folhas de cálculo) com base nas facilidades da ferramenta Excell
Regime de avaliação dos formandos
A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1- Participação nas atividades da ação;
2- Trabalho autónomo dos formandos.

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

 Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. 

 

43_Estratégias e Motivação para uma Aprendizagem Colaborativa, Ativa e de Sucesso_AE Pinheiro
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade: Curso de Formação  - 12 horas      0.5 créditos

Acreditação: CCPFC/ACC-86906/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas Pinheiro

Cronograma:   

abril                   11, 18, (14:30 – 17:30) e 26

 maio                      3 (17:30  – 20:30)

Formadora:  Vanessa Pereira

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

A expressão dificuldades de aprendizagem surgiu da necessidade de identificar um vasto grupo de crianças que embora não apresentasse qualquer tipo de deficiência, apresentava problemas de aprendizagem em algumas áreas específicas, e de entre várias definições, pode ser entendida como atraso, desordem ou imaturidade num ou mais processos da linguagem falada, da leitura, da ortografia, da caligrafia ou da aritmética, resultantes de uma possível disfunção cerebral e/ou de distúrbios de comportamento, e não dependentes de uma deficiência mental, de uma privação sensorial, de uma privação cultural ou de um conjunto de fatores pedagógicos (Kirk, 1962, citado em Pinheiro, 2008). Esta problemática e o Défice de Atenção/Hiperatividade interferem com as competências básicas para a aprendizagem e com o desempenho em todas as áreas curriculares. Neste sentido e a fim de proporcionar maior sucesso à essa/es aluna/os, é essencial caracterizar a aprendizagem e as dificuldades de aprendizagem, diferenciar as Dificuldades Específicas da Aprendizagem e o Défice de Atenção/Hiperatividade de outros problemas, identificar os principais fatores do sucesso da aprendizagem, como a atenção, o compromisso ativo, o retorno da informação, a consolidação da memória, o sono (Dehaene, 2013) e outras funções executivas, reconhecer a importância da implementação de estratégias e da motivação para uma aprendizagem colaborativa, ativa e de sucesso, e intervir de forma eficaz nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade, proporcionando uma pedagogia diferenciada, criativa e motivadora, adequada às necessidades de cada aluna/o. A motivação é essencial na aprendizagem. As recompensas, os elogios e os reforços, após um esforço, facilitam a aprendizagem escolar (Julie Coquart, 2011) e poderá evitar o sentimento de impotência, que poderia afogar os próximos esforços (Dehaene, 2013). É, igualmente, essencial não esquecer a importância do método pedagógico ativo, da criatividade, do empreendedorismo, da aprendizagem colaborativa, da comunicação assertiva e não violenta, e da articulação escola-família-comunidade. A escola tem um papel fundamental no processo de intervenção, os meios privilegiados para reeducar este/as aluno/as passam por fornecer-lhe/s instrumentos diversos e alternativos na aquisição da linguagem e conhecimentos (Esteves, 2011).

Objetivos a atingir

-Objetivos gerais:

Caracterizar o processo de aprendizagem e as dificuldades de aprendizagem;

Diferenciar as Dificuldades Específicas da Aprendizagem e o Défice de Atenção/Hiperatividade de outros problemas;

Valorizar os principais fatores envolvidos no sucesso da aprendizagem;

Reconhecer a importância da implementação de estratégias e da motivação para uma aprendizagem colaborativa, ativa e de sucesso;

Intervir de forma eficaz nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade, através das medidas adequadas.

-Objetivos específicos:

Definir os conceitos de aprendizagem e de processo de ensino-aprendizagem;

Identificar algumas das abordagens da aprendizagem;

Distinguir os diferentes estilos de aprendizagem;

Distinguir os conceitos dificuldades de aprendizagem e Dificuldades Específicas da Aprendizagem;

Distinguir as principais caraterísticas associadas às Dificuldades Específicas da Aprendizagem, com prejuízo na leitura, na expressão escrita e/ou na matemática (Dislexia, Disortografia, Disgrafia e Discalculia);

Definir o conceito de Défice de Atenção/Hiperatividade;

Distinguir os conceitos de necessidades educativas de necessidades educativas especiais;

Definir o conceito de estratégias de aprendizagem;

Identificar estratégias de intervenção adequadas às necessidades das crianças e da/os aluna/os e facilitadores do processo de ensino-aprendizagem;

Valorizar o contributo das neurociências nas estratégias de aprendizagem;

Valorizar a pedagogia diferenciada, criativa, empreendedora, ativa, cooperante e motivadora, e o estilo democrático;

Valorizar a autorregulação e a implementação do modelo de Planificação, Execução e Avaliação;

Aplicar as medidas de apoio/diferenciação pedagógica adequadas às perturbações de neurodesenvolvimento e às dificuldades de aprendizagem.

Conteúdos da ação

Os temas de cada sessão e os conteúdos programáticos associados são os seguintes:

-Apresentação do curso, dos objetivos gerais e específicos, do grupo de formação e da avaliação da formação e dos formandos;

-Aprendizagem e dificuldades de aprendizagem, nomeadamente Dificuldades Específicas da Aprendizagem e Défice de Atenção/Hiperatividade (conceitos de aprendizagem e de processo de ensino-aprendizagem, abordagens da aprendizagem, estilos de aprendizagem, conceitos de dificuldades de aprendizagem e de Dificuldades Específicas da Aprendizagem, principais caraterísticas associadas às Dificuldades Específicas Aprendizagem, com prejuízo na leitura, na expressão escrita e/ou na matemática – Dislexia, Disortografia, Disgrafia e Discalculia, conceito de Défice de Atenção/Hiperatividade, conceitos de necessidades educativas de necessidades educativas especiais e principais sinais de alerta para estas perturbações de neurodesenvolvimento);

-Principais fatores do sucesso da aprendizagem e estratégias e motivação para a aprendizagem (principais fatores envolvidos no sucesso da aprendizagem – atenção, compromisso ativo, retorno da atenção, consolidação da memória, sono e outras funções executivas, problemática emocional relacionada, fatores potenciadores das dificuldades de aprendizagem, conceito de estratégias de aprendizagem, estratégias de intervenção adequadas às necessidades da/os aluna/os e facilitadores do processo de ensino-aprendizagem, contributo das neurociências nas estratégias de aprendizagem, importância da pedagogia diferenciada, criativa, empreendedora, ativa, cooperante e motivadora, e do estilo democrático, importância da autorregulação e da implementação do modelo de Planificação, Execução e Avaliação, vantagens da atenção positiva, do elogio e autoelogio, do reforço, da recompensa, da comunicação assertiva e não violenta, e da atitude empática/compreensiva, e importância de valorizar as competências em vez de se focar nas dificuldades e de potenciar essas mesmas competências nas crianças e na/os aluna/os, qualquer seja a área de maior êxito);

-Medidas de intervenção adequadas nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade (medidas educativas e medidas educativas especiais, condições especiais na realização das provas de conclusão de ciclo de ensino, aplicação das medidas de apoio/diferenciação pedagógica adequadas às dificuldades de aprendizagem e às perturbações de neurodesenvolvimento, e procedimento do encaminhamento para apoios especializados, sempre que seja necessário);

-Reflexão e avaliação final.

Metodologias de realização da ação

As diferentes sessões de formação irão envolver diversos métodos e técnicas pedagógicas, sendo uma ação de formação teórico/prática:

-Método expositivo (exposição de conteúdos teóricos);

-Método interrogativo (formulação de perguntas orais e escritas);

-Método ativo (trabalhos individuais e dinâmicas de grupo, como a tempestade de ideias/brainstorming, o estudo de casos, a dramatização/role-playing e a simulação).

Ao longo da ação de formação, serão valorizados o dinamismo, a participação e a criatividade da/os formanda/os, partindo da aprendizagem por autodescoberta e valorizando os conhecimentos e as competências prévios da/os formanda/os. Serão explorados os diferentes conteúdos, a fim de facilitar o processo de ensino-aprendizagem, nomeadamente a consolidação dos conhecimentos e a generalização dos saberes. A mais dos domínios cognitivo (conhecimentos) e psicomotor (competências), será, igualmente, trabalhado o domínio afetivo (atitudes). O desenvolvimento dos três saberes, tanto do saber-ser como do saber-saber e do saber-fazer, é essencial para uma atuação educativa positiva e adequada às necessidades e aos perfis de cada criança e aluna/o. Serão valorizados a criatividade, a motivação e o trabalho colaborativo e cooperante, que são fundamentais para o sucesso do processo de ensino-aprendizagem.

Regime de avaliação dos formandos

•Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais

•Participação e trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:

   1 a 4,9  valores – Insuficiente;

   5 a 6,4 valores – Regular;

   6,5 a 7,9 valores – Bom;

   8 a 8,9 valores – Muito Bom;

  9 a 10 valores –  Excelente.

 

42_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_Turma 11_Sec. Paredes
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Escola Secundária de Paredes

Formador: Victor Azevedo

Cronograma:

abril                10, 17, 24

maio                8, 15, 22, 29

junho              5

Horário:       das 17:30 às 20:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

 

26_A Expressão Musical Como Promotora Privilegiada da comunicação e da Liberdade Criativa_AE Cristelo
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade: Curso de Formação – 16horas – 0.6 créditos

Acreditação:  CCPFC/ACC-88940/16

Destinatários:  Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:  Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formador:  António Pinto

Cronograma:

Mês                 Dia                  Horário

Abril               9                     18-20

Abril               16                   18-20

Abril               30                   18-20

Maio              7                     18-20

Maio              14                  18-20

Maio              21                  18-20

Maio              28                  18-20

Junho            4                    18-20

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Foram sentidas lacunas na formação inicial dos educadores de Infância e Professores do 1ª CEB que pretendem ser colmatadas com esta formação contínua

Objetivos a atingir

Aumentar a partilha de práticas pedagógicas.

Criar ambientes sonoros a partir de situações do quotidiano, imagens, sons e pequenos textos.

Promover a interdisciplinaridade.

Identificar e utilizar comportamentos de higiene vocal; realizar técnicas de relaxamento, de respiração e de técnica vocal.

Contribuir para a sensibilização do mundo dos sons, utilizando a música como linguagem universal.

Proporcionar jogos rítmicos com ou sem palavras e jogos prosódicos (trava línguas, provérbios,

Lengalengas, adivinhas…)

 Conteúdos da ação

Exercitar a concentração, confiança e relaxamento;

Conhecer a voz (respiração, colocação, projeção e timbres de voz, dicção e perceção da extensão vocal);

Dramatização vocal (improvisação e interpretação através de linguagem gestual e corporal);

Identificar e descrever os sons que ouve (fenómenos sonoros/música) quanto às suas características rítmicas, melódicas, dinâmicas, tímbricas e formais;

Interpretar com intencionalidade expressiva-musical: cantos rítmicos (com ou sem palavras) jogos prosódicos (trava-línguas, provérbios, lengalengas, adivinhas…) e canções (de diferentes tonalidades, modos, métricas, formas, géneros e estilos);

Interpretar uma pequena peça musical a 4 vozes;

 Metodologias de realização da ação

As aulas terão um cariz teórico/prático, aprofundando conhecimentos teóricos na área e simultaneamente privilegiando-se os exercícios práticos a realizar pelos formandos nas diferentes sessões.

Neste sentido, serão propostos exercícios individuais e em grupo.

 Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-Participação nas atividades da ação;

2-Trabalho Final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Relatório do Formador

b) Relatório de reflexão crítica do formando sobre o desempenho individual, sobre as temáticas abordadas, competências adquiridas e a sua integração/articulação curriculares em sala de aula;

c) Preenchimento de formulário de avaliação (do formador e do formando)

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

 

30_Gestão de conflitos e da indisciplina em sala de aula_Sec. Paredes
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h presenciais+25h  autónomas)  2 créditos

Acreditação: CCPFC/ACC-86153/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Escola Secundária de Paredes

Formadora: Lurdes Neves

Cronograma:

Mês                 Dia                  

abril               9                    

abril               16                   

abril               23                   

abril               30                   

maio               7                    

maio               14                  

maio               21                  

maio               28               

Horário: 17:30_20:30  

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A mediação de conflitos em contexto escolar proporciona uma intervenção mais participativa e facilitadora de comunicação e diálogo permitindo igualmente a regulação das situações de conflito, a manutenção ou a reconstrução da qualidade relacional promovendo uma cultura de mediação de conflitos simultaneamente refletida ao nível da reflexão e intervenção no plano curricular, nas práticas dos órgãos de gestão e nas atitudes pedagógicas dos docentes.

O curso surge com o objetivo principal de proporcionar aos formandos a possibilidade de desenvolver competências (saber-saber, saber-ser, saber-fazer) ao nível da gestão e mediação de conflitos em sala de aula e no contexto educativo, tendo em consideração os ritmos de aprendizagem dos formandos e que procura, através de atividades práticas de aplicação, a consolidação das competências visadas

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Identificar as diferentes tipologias e processos de desenvolvimento de conflitos escolares;

•Usar metodologicamente a técnica de mediação de conflitos escolares;

•Conceber, implementar e avaliar um programa de mediação de conflitos e indisciplina;

•Desenvolver materiais didáticos adaptados a cada turma com vista à mediação de conflitos e indisciplina.

Conteúdos da ação

I- A Psicologia do Conflito nas Escolas:

•A definição do conflito;

•A origem do conflito;

•As crenças sobre o conflito escolar;

•As respostas/posturas face ao conflito;

I – O conceito do Conflito e a sua Resolução na Escola e na Sala de Aula:

•Noção de negociação;

•Estilos de negociação dos conflitos e da indisciplina;

•Técnicas de mediação de conflitos.

III – A Avaliação da Intervenção nos Conflitos relacionados com a Indisciplina e a perturbação do Funcionamento da Sala de Aula:

Estratégias de gestão de conflitos em sala de aula

•Respostas preventivas relacionadas com a gestão do processo de ensino-aprendizagem

•Respostas preventivas relacionadas com a gestão dos comportamentos na sala de aula

•Respostas remediativas relacionadas com a gestão dos comportamentos na sala de aula

IV – Projetos, Programas e Práticas de Mediação e Gestão de Conflitos

V- Projeto de formação-ação e de materiais a aplicar nas escolas pelos formandos. ·

VI- Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos

Metodologias de realização da ação

1ª fase:

Apresentação e discussão dos conceitos estruturantes da temática. Elaboração dos materiais didáticos e de materiais a aplicar na sala de aula pelos formandos (16h)

2ª fase

(Trabalho autónomo) Implementação e avaliação do projeto e dos materiais didáticos adaptados à sala de aula (25h)

2ª fase

Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos (9h)

6.2.1.Número de sessões previstas por mês: 4

6.2.2.Número total de horas previstas por cada tipo de sessões:4

Sessões presenciais conjuntas 25

Sessões de trabalho autónomo 25

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-frequência dos formandos na ação: 2 valores

2-participação nas atividades da ação: 3 valores;

3-trabalho autónomo dos formandos. 5 valores.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Avaliação contínua

b) Inquérito realizado no final da mesma.

.

 

67_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula Turma 2_AE Vilela
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-93518/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Vilela

Formadora: Helena Azevedo; Marisa Carvalho; Tânia Rocha; Iris Oliveira

Cronograma:

Mês         Dia          Horário

Março     21            2h_18:30_20:30

a

Junho     25            4h_16:00_20:00

* 2 horas a agendar

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

68_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_AE Paços de Ferreira
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paços de Ferreira

Formadora: Liliana Nunes

Cronograma_        Horário 17:30_20:30

Mês                       Dia          Horário

março   13, 20, 22, 27

abril       5

maio      29, 31

junho       5

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

25_Ensino Experimental das Ciências_AE Cristelo
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:             Oficina de Formação – 50 horas (25presenciais + 25autónomas) – 2 créditos

Acreditação:                CCPFC/ACC-90037/17

Destinatários:               Professores do 1º Ciclo e do grupo 230 do 2º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:     Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formadora:                    Natália Leão

Cronograma

FEVEREIRO                       21           17H – 19H          

FEVEREIRO                       28           17H – 19H

MARÇO                              7             17H – 19H

MARÇO                              14           17H – 19H

MARÇO                              21           17H – 19H

ABRIL                                 11           17H – 19H

ABRIL                                 24           18H30 – 20H30 

MAIO                                  2             17H – 19H

MAIO                                  16           17H – 19H

JUNHO                               23           17H – 19H

MAIO                                  30           17H – 19H

JUNHO                               6             17H – 20H

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Com esta oficina de formação pretende-se:

•Fortalecer as Competências Teóricas e Experimentais dos Professores

•Contribuir para a implementação do Ensino Experimental, com qualidade, no Ensino Básico.

•Atualizar e aprofundar de conhecimentos na vertente teórica subjacente à realização dos trabalhos experimentais.

•Aperfeiçoar competências profissionais dos Professores dos Ensinos Básico aumentando, deste modo, o potencial de motivação para o “despertar para a Ciência” dos Jovens.

•Analisar e refletir, em conjunto, sobre material produzido e a produzir, de modo a mobilizar ferramentas de trabalho que possam melhorar o ensino das Ciências.

•Trocar ideais, experiências e interpretar informação recolhida pelos formandos.

•Construir um conjunto de atividades práticas que possam criar estímulo perante a visão atual da natureza da Ciência, facilitando uma reorganização das conceções de trabalho da parte do docente.

 Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Aprofundar o conhecimento didático e curricular dos docentes na área das Ciências;

•Favorecer a construção, a troca de experiências e materiais didático-pedagógicos para o ensino experimental das Ciências nos 1º e 2º CEB;

•Estimular uma atitude positiva relativa ao ensino experimental na área do Conhecimento do Mundo, bem como em competências processuais e atitudinais a desenvolver nos alunos;

•Experimentar situações práticas/experimentais em contexto de espaço de trabalho;

•Debater, com olhar crítico, práticas de espaço de trabalho, sugerindo abordagens diversificadas num ambiente de colaboração.

•Aumentar as Competências Teóricas e Experimentais dos Professores, fornecendo apoio, quer a nível prático, quer a nível teórico, de modo a contribuir para a promoção de Atividades Experimentais

•Desenvolver atitudes de cooperação entre professores.

•Motivar os professores para a formação de alunos cientificamente literados.

•(Re)construir conhecimentos sobre perspetivas de ensino das ciências e o ensino experimental.

•Desenvolver uma metodologia experimental na abordagem dos problemas, que facilite a compreensão do mundo natural e tecnológico em que vivemos.

 Conteúdos da ação

•Evolução do ensino das Ciências nas últimas décadas: fatores de influência e implicações para o ensino (2 horas);

•Distinção entre trabalho prático, experimental e laboratorial; (3 horas)

•Construção de percursos e respetivos materiais pedagógicos a implementar em sessões de trabalho; (10 horas)

•Reflexão sobre os percursos pedagógicos construídos para os alunos; (5 horas)

•Implementação dos percursos pedagógicos construídos para os alunos; (25 horas autónomas)

•Avaliação crítica das estratégias e materiais produzidos. (5 horas)

 Metodologias de realização da ação

Sessões presenciais:

Esta oficina de formação terá uma tipologia teórico/prática apresentando no entanto uma vertente essencialmente prática e de reflexão conjunta.

As sessões serão iniciadas com a apresentação de guiões de análise de suporte teórico. Passar-se-á para reflexões conjuntas baseadas nas opiniões individuais e de grupo, de forma a uniformizar estratégias de trabalho conforme a natureza e caraterísticas de cada ambiente escolar.

  Sessões autónomas:

Pretende-se fazer a construção de percursos pedagógico-didáticos e respetivos materiais de apoio a implementar no espaço de trabalho, com os alunos.

Depois da sua implementação em espaço de trabalho e recolha de dados será feita uma análise e reflexão conjunta de cada percurso, de modo a disseminar boas práticas educativas.

Os trabalhos realizados serão objeto de análise, discussão e avaliação.

6.2.1.               Número de sessões previstas por mês: 4

Número total de horas previstas por cada tipo de sessões: 4

 Sessões presenciais conjuntas 25

Sessões de trabalho autónomo 25

 Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

 1-frequência dos formandos na ação;

2-participação nas atividades da ação;

3-trabalho autónomo dos formandos.

 O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

 * Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

 Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

 Forma de avaliação da ação

a)Avaliação contínua de acordo com a participação e trabalho autónomo realizado;

b) Relatório do Formador;

c) Inquérito realizado aos formandos no final da Ação de Formação.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

40_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_AE Lordelo
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Lordelo

Formadora: Fátima Sousa

Cronograma:

Fevereiro    21, 28      

Março         7, 14, 28

Maio          9, 16, 23

Horário: 17:30_20:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas Lordelo

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:     

De 18 de outubro até ao preenchimento das vagas

O livro como pretexto para o desenvolvimento das diferentes linguagens da matemática_AE Pinheiro_PD11_04
Oficina de formação
A Decorrer

14-02 das 14 às 18 horas;

14-03 das 16 às 20 horas;

28-03 das 14 às 18 horas;

04-04 das 14 às 18 horas;

23-05 das 16 às 20 horas;

03-07 das 14 às 19 horas.

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Tendo em consideração que o Agrupamento de Escolas de Pinheiro (AEP) integra, em regime de experiência pedagógica, o projeto de autonomia e flexibilidade curricular (PAFC), surge o desafio de implementar espaços curriculares interdisciplinares, mobilizando, assim, diferentes componentes do currículo de forma articulada. Com vista a essa integração e articulação curricular há a necessidade de potenciar no AEP o desenvolvimento de espaços de trabalho colaborativo, com o objetivo de consolidar as aprendizagens de forma significativa e de promover a diferenciação pedagógica em contexto de sala de aula.

Objetivos a atingir

•             Demonstrar competências de análise reflexiva sobre as orientações curriculares para a educação pré-escolar, o programa, as metas curriculares e as aprendizagens essenciais de matemática do 1.º ciclo;

•             Adquirir competências na construção, organização e implementação de tarefas tendo em consideração as orientações curriculares de matemática e as aprendizagens essenciais;

•             Demonstrar competências de liderança pedagógica e curricular, nomeadamente, na promoção e utilização do livro de histórias como pretexto para o desenvolvimento da leitura com o objetivo de explorar e trabalhar ideias, conceitos e procedimentos matemáticos de forma contextualizada;

•             Mobilizar de forma consistente, na prática docente, a conexão da matemática com outras áreas do saber, proporcionando a integração da história da matemática em sala de aula.

Conteúdos da ação

1.            Gestão curricular em matemática (estratégias de ensino e aprendizagem; articulação das tarefas e dos diferentes momentos de trabalho em sala de aula, fatores que influenciam a gestão curricular do professor, gestão curricular em sala de aula): o desafio da autonomia e flexibilidade curricular;

2.            O perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória: desenvolvimento dos conhecimentos e capacidades matemáticas, tendo por base o programa, as metas curriculares e as aprendizagens essenciais de matemática do 1.º ciclo e as orientações curriculares de matemática para a educação pré-escolar, bem como orientações internacionais do âmbito da Educação Matemática

3.            Conceção estratégica de ensinar: operacionalização e diferenciação (os diferentes níveis da sua concretização nas aulas de matemática);

4.            Matemática e literatura: o livro para crianças como impulsionador da linguagem matemática;

5.            Tarefas matemáticas (classificação de tarefas, grau de exigência, diferentes fases na implementação de uma tarefa, relação entre diversos tipos de tarefas, duração e contexto da tarefa);

6.            Comunicação matemática e argumentação matemática: conceitos e formas de operacionalizar;

7.            A integração da história da matemática em sala de aula: fundamentos e prática.

Metodologias de realização da ação

Presencial           Trabalho autónomo

•             Apresentação das temáticas e seus fundamentos;

•             Debate, em pequeno e grande grupo, quer de textos quer de situações, questões críticas e modos de atuação docente no plano da gestão pedagógica, do desenvolvimento curricular e da operacionalização de estratégias de ensino, no âmbito da matemática, a partir do trabalho preparado e desenvolvido de sessão para sessão;

•             Pesquisa e seleção de histórias a ser trabalhadas com os alunos (por jardim/escola e por ano de escolaridade), tendo em consideração as metas curriculares, aprendizagens essenciais e perfil de competências, bem como o tipo de linguagem matemática pretendida (numérica, algébrica, geométrica), através da elaboração de guiões de exploração das histórias;

•             Leitura e exploração das histórias selecionadas com as crianças/alunos, de acordo com o guião pré-definido;

•             Construção de tarefas (por ano de escolaridade) baseadas nas histórias selecionadas e respetiva implementação em contexto de sala de aula, de acordo com a faixa etária das crianças/alunos;

•             Alternância das sessões presenciais com o trabalho autónomo realizado pelos formandos em que se procede à:

– apresentação, por parte dos formandos, do trabalho realizado com as crianças/alunos;

– reflexão e discussão, em grupo, sobre a produção matemática realizada pelos alunos, quando envolvidos na concretização dessas tarefas;

– avaliação gradual, por parte dos formandos, do trabalho desenvolvido com os alunos;

•             Monitorização, de sessão para sessão, do diferente trabalho desenvolvido pelos formados com os seus alunos, contribuindo com sugestões e reformulando, se necessário, as tarefas em execução.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

 

1-            participação nas atividades da ação;

2-            apresentação do trabalho autónomo;

3-            trabalho autónomo dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

36_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_Turma 3_AE D. Ant.º Taipa
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas D. António Taipa

Formadora: Liliana Nunes

Cronograma:

Fevereiro   8, 22     

Março        1, 15

Abril           12

Maio          10, 17, 24

Horário: 18:30_21:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

60_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula Turma 10_Sec. Paços de Ferreira
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação: CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Escola Secundária de Paços de Ferreira

Formadora:   Fátima Sousa

Cronograma:

Fevereiro         08    3h_18:30_21:30

                       24     4h_9:00_13:00

Março             03     4h_9:00_13:00

                       14     4h_14:30_18:30

Abril                12      3h_18:30_21:30

                       19      3h_18:30_21:30

Maio                9      4h_14:30_18:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

 

37_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_ Turma 4_AE Frazão
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Frazão

Formadora: Vanessa Pereira

Cronograma:

Mês         Dia          Horário

fevereiro    7              18h_21h

                28            18h_21h

março        7              18h_21h

                14            18h_21h

                28            18h_21h

maio          9              18h_21h

                16            18h_21h

                23            18h_21h

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

O livro como pretexto para o desenvolvimento das diferentes linguagens da matemática_AE Pinheiro_PD10_03
Oficina de formação
A Decorrer

14-02 das 9 às 13 horas;
13-03 das 16 às 20 horas;
28-03 das 9 às 13 horas;
04-04 das 9 às 13 horas;
22-05 das 16 às 20 horas;
02-07 das 14 às 19 horas

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Tendo em consideração que o Agrupamento de Escolas de Pinheiro (AEP) integra, em regime de experiência pedagógica, o projeto de autonomia e flexibilidade curricular (PAFC), surge o desafio de implementar espaços curriculares interdisciplinares, mobilizando, assim, diferentes componentes do currículo de forma articulada. Com vista a essa integração e articulação curricular há a necessidade de potenciar no AEP o desenvolvimento de espaços de trabalho colaborativo, com o objetivo de consolidar as aprendizagens de forma significativa e de promover a diferenciação pedagógica em contexto de sala de aula.

Objetivos a atingir

•             Demonstrar competências de análise reflexiva sobre as orientações curriculares para a educação pré-escolar, o programa, as metas curriculares e as aprendizagens essenciais de matemática do 1.º ciclo;

•             Adquirir competências na construção, organização e implementação de tarefas tendo em consideração as orientações curriculares de matemática e as aprendizagens essenciais;

•             Demonstrar competências de liderança pedagógica e curricular, nomeadamente, na promoção e utilização do livro de histórias como pretexto para o desenvolvimento da leitura com o objetivo de explorar e trabalhar ideias, conceitos e procedimentos matemáticos de forma contextualizada;

•             Mobilizar de forma consistente, na prática docente, a conexão da matemática com outras áreas do saber, proporcionando a integração da história da matemática em sala de aula.

Conteúdos da ação

1.            Gestão curricular em matemática (estratégias de ensino e aprendizagem; articulação das tarefas e dos diferentes momentos de trabalho em sala de aula, fatores que influenciam a gestão curricular do professor, gestão curricular em sala de aula): o desafio da autonomia e flexibilidade curricular;

2.            O perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória: desenvolvimento dos conhecimentos e capacidades matemáticas, tendo por base o programa, as metas curriculares e as aprendizagens essenciais de matemática do 1.º ciclo e as orientações curriculares de matemática para a educação pré-escolar, bem como orientações internacionais do âmbito da Educação Matemática

3.            Conceção estratégica de ensinar: operacionalização e diferenciação (os diferentes níveis da sua concretização nas aulas de matemática);

4.            Matemática e literatura: o livro para crianças como impulsionador da linguagem matemática;

5.            Tarefas matemáticas (classificação de tarefas, grau de exigência, diferentes fases na implementação de uma tarefa, relação entre diversos tipos de tarefas, duração e contexto da tarefa);

6.            Comunicação matemática e argumentação matemática: conceitos e formas de operacionalizar;

7.            A integração da história da matemática em sala de aula: fundamentos e prática.

Metodologias de realização da ação

Presencial           Trabalho autónomo

•             Apresentação das temáticas e seus fundamentos;

•             Debate, em pequeno e grande grupo, quer de textos quer de situações, questões críticas e modos de atuação docente no plano da gestão pedagógica, do desenvolvimento curricular e da operacionalização de estratégias de ensino, no âmbito da matemática, a partir do trabalho preparado e desenvolvido de sessão para sessão;

•             Pesquisa e seleção de histórias a ser trabalhadas com os alunos (por jardim/escola e por ano de escolaridade), tendo em consideração as metas curriculares, aprendizagens essenciais e perfil de competências, bem como o tipo de linguagem matemática pretendida (numérica, algébrica, geométrica), através da elaboração de guiões de exploração das histórias;

•             Leitura e exploração das histórias selecionadas com as crianças/alunos, de acordo com o guião pré-definido;

•             Construção de tarefas (por ano de escolaridade) baseadas nas histórias selecionadas e respetiva implementação em contexto de sala de aula, de acordo com a faixa etária das crianças/alunos;

•             Alternância das sessões presenciais com o trabalho autónomo realizado pelos formandos em que se procede à:

– apresentação, por parte dos formandos, do trabalho realizado com as crianças/alunos;

– reflexão e discussão, em grupo, sobre a produção matemática realizada pelos alunos, quando envolvidos na concretização dessas tarefas;

– avaliação gradual, por parte dos formandos, do trabalho desenvolvido com os alunos;

•             Monitorização, de sessão para sessão, do diferente trabalho desenvolvido pelos formados com os seus alunos, contribuindo com sugestões e reformulando, se necessário, as tarefas em execução.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

 

1-            participação nas atividades da ação;

2-            apresentação do trabalho autónomo;

3-            trabalho autónomo dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

51_Colaboração Profissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 4_AE Eiriz
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Eiriz

Cronograma:                            

janeiro           17                    17h30min- 20h30 min

março             14                  17h30 min - 20h30min       Sessão Online

julho              5                     14h30 min - 17h30 min

                     10                      10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                           

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção: 

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas de Eiriz

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:      

De 17 de outubro até preenchimento das vagas

70_A Supervisão_ Caminho para a sustentabilidade dos processos e da avaliação_AE Cristelo
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:                                Oficina de Formação_ 50Horas (25presenciais+25autónomas)   2 créditos

Acreditação:                              CCPFC/ACC-91422/17

Destinatários:                            Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formadora:                                   Nazaré João

Cronograma:                            

janeiro   17; 22; 31  das 17:45 às 19:45

fevereiro   26; 28 das 17:45 às 19:45

março   12; 14 das 17:45 às 19:45

maio   16; 23  das 17:45 às 20:45

junho   13 das 17:45 às 19:45

            27 das 17:45 às 20:45

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

                     Adequar a supervisão à inovação docente;

                     Intensificar o papel das lideranças intermédias no aumento da eficácia e da eficiência das estratégias adotadas no processo ensino/aprendizagem;     

                     Fortalecer os processos de partilha e de reflexão dos docentes;

                     Reforçar a coerência na articulação entre os processos de ensino-aprendizagem e o processo de avaliação dos alunos;

                     Dar continuidade à ação de formação – A monitorização e a supervisão na sala de aula – nomeadamente no aperfeiçoamento e apropriação dos instrumentos criados.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

                     Contextualizar a supervisão na escola reflexiva;

                     Incentivar a inovação educacional e a implementação de metodologias inovadoras;

                     Promover a supervisão gradual da prática letiva com base na partilha de boas práticas e no trabalho colaborativo entre docentes;

                     Intensificar os processos partilha de práticas pedagógicas e de reflexão dos docentes;

                     Aumentar a fiabilidade do processo de avaliação.

                     Criar processos de ensino-aprendizagem consistentes e articulados com o processo de avaliação dos alunos;

                     Garantir a apropriação dos instrumentos criados para a prática de supervisão pedagógica nas diversas vertentes;

                     Garantir a articulação da monitorização com a supervisão pedagógica.

Conteúdos da ação

Módulo          Regime           Conteúdos    Duração

0                     Sessão presencial              Sessão de apresentação;

Exploração do quadro teórico:

- modelos de supervisão: os cenários de supervisão

- domínios da supervisão: técnicas de supervisão

- a importância da ação do supervisor cooperante  2h

1                       Sessão presencial              Exploração do quadro teórico:

- a escola na sociedade atual

- escola reflexiva

- o papel da supervisão numa escola reflexiva

- o papel / competências do supervisor                     2h

2                     Sessão presencial              a)                    Análise dos instrumentos criados e testados no âmbito da supervisão na sala de aula, no decorrer da formação anterior - A monitorização e a supervisão na sala de aula;                      2h

3                     2 Sessões presenciais       b)                    Criação, retificação e validação dos instrumentos no âmbito da supervisão na sala de aula e respectivas grelhas de registo;            4h

4                     2 Sessões presenciais       Atividades:

Identificação dos anos de escolaridade, turmas, domínios, metodologias inovadoras e instrumentos de avaliação a observar;

                     3º, 6º e 7º anos

                     L.Portuguesa (Gramática / Interpretação) e Matemática (Números e Operações)

                     Coadjuvações; Turmas Mais; ELPMe; Tutorias

Definição do nº de aulas e instrumentos de avaliação a observar;

Formação dos pares pedagógicos que procederão à observação de aulas;        4h

5                     Trabalho autónomo          Intervenção no terreno através da observação de aulas e análise dos Instrumentos de Avaliação;             25h

6                     Sessão presencial              Observação e análise dos dados registados e discussão dos mesmos no grupo de formandos;

Preparação do feedback a dar aos supervisionados;

Eventual correção/melhoria dos instrumentos de observação.   3h

7                      Sessão presencial              Reunião entre formandos e supervisionados para análise conjunta dos dados obtidos;       3h

8                     Sessão presencial              Balanço da Ação realizada;

Avaliação do trabalho autónomo;

Preparação do Painel para apresentação;                   2h

9                     Sessão presencial              Divulgação das conclusões da Ação em Painel e outros suportes.                       3h.

Metodologias de realização da ação

1.                      METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO

1.1.                    Passos Metodológicos

Esta oficina englobará situações presenciais em que os participantes se encontrarão para trabalhar em conjunto sob a supervisão dos formadores (Módulos 0;1;2;3;4;6;7) e situações de intervenção (não presenciais) em que cada participante aplicará nos seus contextos de prática as ferramentas utilizadas e as estratégias definidas nos módulos anteriores (Módulo 5). Haverá, finalmente, uma fase final de avaliação – módulo 8 e por último a divulgação das conclusões(Módulo 9)..

Assim, a oficina divide-se em três fases:

•                     1ª Fase:

                     Serão abordados quadros teóricos de temas relevantes para o desenvolvimento da acção de  formação; Terá a duração de 4 horas (Presenciais).

                     Proceder-se-á à retificação de instrumentos criados e testados no âmbito da supervisão na sala de aula, no decorrer da acção de formação anterior - A monitorização e a supervisão na sala de aula - e à produção de novos instrumentos considerados pelo conjunto de participantes como a resposta mais adequada ao melhoramento da ação educativa e atividade supervisiva. Tais materiais terão sempre em conta o impacto das metodologias inovadoras no sucesso dos alunos, assim como, a coerência na articulação entre os processos de ensino-aprendizagem e o processo de avaliação dos alunos. Terá a duração de 10 horas (Presenciais).

•                     2ª Fase:

                     Intervenção no terreno através da aplicação das ferramentas utilizadas na 1ª fase, dos materiais produzidos e das estratégias definidas. Terá a duração de 25 horas (Não presenciais de trabalho autónomo).

•                     3ª Fase:

                     Análise/discussão/reflexão, dos dados/ resultados obtidos;

                     Feedback aos supervisionados;

                     Eventual correção/melhoria dos instrumentos de observação;

                     Balanço da ação realizada, avaliação do trabalho autónomo e preparação do Painel para apresentação;

                     Divulgação das conclusões da ação em Painel e outros suportes.

Terá a duração de 11 horas (Presenciais).

Será disponibilizada uma plataforma de aprendizagem on-line (Moodle) que servirá de base a um centro virtual de apoio/comunidade de prática (local de comunicação e apoio entre todos os participantes).

6.2.1.               Número de sessões previstas por mês:    3

6.2.2.             Número total de horas previstas por cada tipo de sessões:

Sessões presenciais conjuntas       25

Sessões de trabalho autónomo        25

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os factores:

1                       Participação nas atividades da ação;

2                     Apresentação resultados trabalho autónomo;

3                     Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

       Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

Inquérito final ao formador e formandos;                  Relatório do Formador;                            Relatório do CFAE.

 

62_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula Turma 12_AE Paredes
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paredes

Formadora: Liliana Nunes

Cronograma:

Janeiro    10, 17, 24, 31        

Fevereiro    21

Abril           11, 18

Maio          2

Horário: 18:30 / 21:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

 

53_ColaboraçãoProfissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 6_AE Penafiel Sudeste
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste

Cronograma:                            

Janeiro    9               17h- 20h

Março       6             17h - 20h       Sessão Online

Julho         2           14h30min- 17h30min

               10             10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:    

De 19 de outubro, até preenchimento das vagas

59_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula Turma 1_AE Vilela
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-93518/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Vilela

Formadora: Marisa Carvalho, Helena Azevedo, Tânia Rocha, Iris Oliveira

Cronograma:

Janeiro           09 3h_18:30_21:30

                       20 4h_9:00_13:00

Fevereiro        03 4h_9:00_13:00

                       07 4h_14:30_18_30

Março             01 3h_18:30_21:30

                       15 3h_18:30_21:30

Maio                19 4h_9:00_13:00

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

 

52_Colaboração Profissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 5_AE Paços de Ferreira
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paços de Ferreira

Cronograma:                            

Dezembro          5               17h- 20h

Março             8                  17h - 20h       Sessão Online

Julho              4                   10h - 13h

                     10                   10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

          

 

 

50_ColaboraçãoProfissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 3_AE Paço de Sousa
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas Paço de Sousa

Cronograma:                            

Novembro           29                   17h 30min- 20h 30 min

Março                  7                      17h 30 min - 20h 30min       Sessão Online

Julho                   3                     14h 30 min - 17h 30 min

                          10                    10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

 

48_Colaboração Profissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 1_AE Paredes
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paredes

Cronograma:                            

Novembro           28                   17h- 20h

Março                  5                     17h - 20h         Sessão Online

Julho                   2                      10h  - 13h

                           10                    10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

13_Implementação de estratégias de diferenciação pedagógica_AE D. Antº Taipa_Turma 1
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:                                Oficina de Formação – 50 horas     2 créditos

Acreditação:                              CCPFC/ACC-90416/17

Destinatários:                            Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas D. António Taipa

Formador:                                 Joaquim Liberal

Cronograma:

Outubro              16           18h - 21h

Novembro         20           18h - 21h

Janeiro                 22           18h - 21h

Fevereiro            19           18h - 21h

Março                  19           18h - 21h

Abril                    16             18h - 21h

Maio                   21             18h - 21h

Junho                 11             18h - 21h

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A presente formação tem como contextualização o Plano de Ação Estratégica elaborado pelo Agrupamento de Escolas de Freamunde e refere-se à medida 2, nele estabelecido. Surge da fragilidade detetada no relatório de avaliação externa deste agrupamento e tem como principal finalidade promover a inovação das práticas pedagógicas em contexto de sala de aula.

Neste sentido, pretende-se dar a conhecer algumas estratégias de diferenciação pedagógica, desenvolvidas pelo Movimento da Escola Moderna (MEM), de forma a dotar estes profissionais de educação de instrumentos que lhe permitam desenvolver um Tempo de Estudo Autónomo, em contexto de sala de aula, contratualizado com os seus alunos, de modo a contribuir para a promoção do sucesso escolar.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Pretende-se com esta oficina garantir que o trabalho de treino e de uso de técnicas e procedimentos intelectuais específicos das disciplinas, a aprendizagem de estratégias e hábitos de estudo, bem como o apoio sistemático dos alunos que manifestam dificuldades na aprendizagem curricular se realizem dentro do tempo de trabalho curricular em sala de aula. Espera-se assim contribuir para o sucesso dos alunos e para assegurar a equidade do sistema escolar.

Conteúdos da ação

1.Refletir sobre as vantagens da diferenciação da diferenciação pedagógica, através dos documentos teóricos fornecidos (bibliografia) e dos relatos de praticas de outros professores.

2.Implementar progressivamente um tempo de estudo autónomo (uma hora semanal), contratualizado entre os alunos e o respetivo professor, como estratégia de diferenciação das aprendizagens em contexto de sala de aula.

3.Conceção de um plano individual de trabalho semanal para treino de capacidades e estudo dos conteúdos que garantam a construção das competências curriculares e das respetivas metas de aprendizagem.

4.Criar parcerias/contratos de trabalho entre os alunos permitindo ao professor apoiar, rotativamente, em contexto de sala de aula os alunos em dificuldades.

5.Conceção de mapas de registo para a monitorização do trabalho de aprendizagens.

6.Construção de ficheiros (temáticos por área de estudo ou disciplina) para trabalho individualizado.

7.Produção de guiões com critérios de auto-avaliação dos vários tipos de trabalho realizado.

8.Treino e ensino interativo para apoio individual dos alunos.

Metodologias de realização da ação

Sessões presenciais (1º momento) 15h

1.Organização material e modos de agrupamento dos alunos por ciclos semanais de trabalho (um tempo diário)

2.Análise de documentos e de formas de organização de outros professores de escolas públicas.

3.Leitura de textos teóricos e de relatos de práticas.

4.Análise sistemática de trabalho realizado na sala de aula e preparação dos materiais e ferramentas a utilizar no trabalho autónomo.

Sessões de trabalho autónomo (2º momento)

1.Produção dos meios de apoio ao trabalho de estudo autónomo.

2.Proceder à avaliação diagnóstica e à monitoragem do trabalho desenvolvido pelos alunos.

3.Desenvolvimento dos processos pedagógicos de diferenciação pedagógica em implementação.

4.Recolha sistemática da informação e das notas de campo necessárias à avaliação continuada no tempo de análise previsto nas sessões presenciais.

Sessões presenciais (3º momento) 10h

1.Apresentação do trabalho realizado em sala de aula com os alunos;

2.Reflexão e avaliação do trabalho realizado;

3.Eventual reformulação.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os seguintes parâmetros:

1-participação;

2-resultado do trabalho autónomo;

3-trabalho final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Avaliação contínua

b) Inquérito realizado aos formandos e formador, no final da mesma;

c) Relatório do Formador;

d) Relatório do CFAE

Inscrição:                           Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

                                               20 vagas

Critérios de Selecção: 1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas D. António Taipa

                                       2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:      De 25 setembro até ao preenchimento das vagas

A Biblioteca Escolar, agente de mudança na escola do séc. XXI_Casa da Cultura de Paredes_PD03
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:               Curso de Formação_ 25 horas

Acreditação:             CCPFC/ACC-92320/17              

Destinatários:           Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:   Biblioteca Municipal de Paredes

Formadora: Maria Artur Barros

Cronograma

Presencial                                 26/09/17- 14h30m-17h30m

A distância, assíncrona             03/10/17 - 19h-21h

Presencial                                28/11/17 - 14h30m-17h30m

A distância, assíncrona            05/12/17 - 19h-22h

Presencial                                 30/01/18 - 14h30m-17h30m

Presencial                                 17/04/18 - 14h30m-17h30m

A distância, assíncrona            24/04/18 - 19h-22h

A distância, assíncrona            12/06/18 - 19h-21h

Presencial                                 17/07/18 - 14h30m-17h30m

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

A função do professor bibliotecário, definida na Portaria 192-A/2015, de 29 de junho, implica conhecimentos e capacidades que extrapolam os que são adquiridos na formação docente inicial. Para o seu desempenho, é essencial uma constante atualização ao nível científico (biblioteconomia), pedagógico e também na área da gestão de serviços e de recursos humanos e materiais.

Atendendo às recentes orientações relativas à utilização das tecnologias móveis no processo de ensino/aprendizagem e à flexibilização curricular bem como ao Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória, é ainda necessário que todos os professores se atualizem – nomeadamente ao nível das tecnologias móveis - para que possam ser verdadeiros agentes de mudança numa escola que se pretende promotora de competências para o séc. XXI.

Sendo a biblioteca escolar (BE) – à luz do Quadro Estratégico 14-20 do Programa da Rede de Bibliotecas Escolares – um dos agentes pedagógicos responsáveis pela aquisição de competências literácicas pelos alunos e um pivô da transversalidade curricular, é também fundamental a aquisição pelo professor bibliotecário de competências de gestão de recursos humanos e de gestão da informação, bem como de noções de marketing do serviço que promovam a utilização da Biblioteca Escolar por alunos e professores em articulação com o currículo.

Todos estes conhecimentos e competências serão adquiridos e rentabilizados de forma mais eficaz se a metodologia proposta para o processo de aquisição se basear na interação/troca de experiências pedagógicas proporcionada pelo trabalho num grupo de professores bibliotecários de vários Agrupamentos de Escolas/Escola não Agrupadas. Porque se pretende uma relação estreita entre a troca de experiências e a aplicação prática de orientações e técnicas ao trabalho quotidiano da Biblioteca Escolar, propõe-se uma metodologia em regime blended learning, com 15h presencias e 10 horas a distância, que permita uma interação frequente – apesar da eventual distância física – entre formandos, bem como entre formando e formador.

A opção pela realização de algumas sessões online prende-se com o facto de se tratar de um conjunto de formandos oriundos das várias escolas do Concelho, relativamente distantes entre si, de alguma forma dificultando, por esse facto, encontros presenciais mais frequentes. Por outro lado, as próprias temáticas previstas para as sessões a distância ganharão, na sua abordagem, pelo facto de estarem a ser desenvolvidas dessa maneira, apresentando vantagens incontestáveis para os formandos.

Objetivos a atingir

1. Promover o desenvolvimento de competências do professor bibliotecário e da equipa face aos atuais desafios das bibliotecas escolares.

2. Contribuir para a melhoria dos recursos e serviços das bibliotecas escolares

3. Promover a partilha de conhecimentos e experiências entre professores bibliotecários

4. Veicular noções básicas de tratamento documental

5. Promover a difusão da informação

6. Promover as literacias digital, informacional, da leitura e dos média através do trabalho em articulação BE/currículo

7. Promover o trabalho em articulação BE/currículo

8. Promover o trabalho em rede (no AE, concelhio, nacional)

Conteúdos da ação

Os conteúdos desta ação prendem-se com as diversas valências de intervenção a que um professor bibliotecário tem de responder na sua Escola não Agrupada / Agrupamento, de acordo com o conteúdo funcional enunciado no art.º 3.º da Portaria 192-A/2015, de 29 de junho:

1. Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020 (1h presencial)

2. A Biblioteca na Escola/ no Agrupamento e as funções do professor bibliotecário/equipa (1h presencial)

3. A Biblioteca escolar e a articulação curricular: as potencialidades do trabalho colaborativo (1h presencial+2h a distância, assíncrona)

3.1. Aprender com a biblioteca escolar: referencial sobre as aprendizagens dos alunos em articulação BE/currículo.

3.1.1. A literacia: da leitura, dos média, da informação, digital.

3.1.2. Trabalhar por projetos.

4. A era digital e os seus desafios para as BE: os novos ambientes de aprendizagem (3h presenciais+3h a distância, assíncrona)

4.1. Novos dispositivos e práticas para a pedagogia no séc. XXI: aplicações para a educação

4.2. A biblioteca digital

5. Práticas de leitura: mediação da leitura e leitura em voz alta de acordo com a faixa etária do público alvo (3h presenciais)

6. Tratamento documental (informatizado em linguagem UNIMARC) e gestão da informação (3h presenciais+3h a distância, assíncrona)

6.1. circuito do documento, da informação e da leitura

6.2. procedimentos de seleção e aquisição

6.3. tratamento preliminar e técnico: registo, carimbagem, catalogação, classificação, indexação, cotação/arrumação/disponibilização dos diversos tipos de documentos

6.4. OPAC (On-line Public Access Catalog).

6.5. Difusão da informação

6.5.1. informatização do empréstimo

6.5.2. registos de utilização dos serviços

7. A biblioteca em rede: uniformização de procedimentos no Agrupamento de Escolas/nas BE do concelho (1h a distância, assíncrona)

8. Avaliação da BE: o MABE (1h a distância, assíncrona)

9. O marketing nas bibliotecas escolares (1h presencial)

10. Gestão de recursos (1h presencial)

10.1. gestão dos recursos humanos

10.2. organização e gestão dos recursos de informação.

11. Avaliação da ação (1h presencial)

Metodologias de realização da ação

1. Sessões teoricopráticas presenciais

1.1. Apresentação de propostas de reflexão, documentos orientadores da RBE e outros documentos de trabalho

1.2. Debate, estudo de casos, troca de experiências e reflexão

1.2.1.Diálogo

1.2.2. Trabalho em grupo/em pares

1.2.3. Apresentações

2. Sessões a distância, assíncronas

2.1.Leitura de documentos e reflexão sobre os mesmos

2.2. Aplicação das orientações RBE, procedimentos técnicos e conhecimentos à prática do trabalho da BE: propostas de trabalhos

3. Elaboração de uma reflexão crítica sobre a formação.

Duração: de setembro a julho, 5 sessões presenciais de 3h + 4 sessões a distância, assíncronas ( 2 sessões de 2h e 2 sessões de 3h)

Regime de avaliação dos formandos

Frequência obrigatória de, pelo menos, 2/3 das horas de formação.

Participação nas sessões teoricopráticas.

Participação nas sessões a distância.

Apresentação dos trabalhos propostos.

Elaboração de uma reflexão crítica sobre a ação.

A avaliação expressa-se de acordo com uma escala quantitativa de 1 a 10 valores, que tem como referente as menções respetivas, conforme definido nos pontos 5 e 6 do art.º 4.º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua de professores.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação é feita:

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador.