Próximas Ações

42_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_Turma 11_Sec. Paredes
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Escola Secundária de Paredes

Formador: Victor Azevedo

Cronograma:

abril                10, 17, 24

maio                8, 15, 22, 29

junho              5

Horário:       das 17:30 às 20:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

 

26_A Expressão Musical Como Promotora Privilegiada da comunicação e da Liberdade Criativa_AE Cristelo
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Curso de Formação – 16horas – 0.6 créditos

Acreditação:  CCPFC/ACC-88940/16

Destinatários:  Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:  Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formador:  António Pinto

Cronograma:

Mês                 Dia                  Horário

Abril               9                     18-20

Abril               16                   18-20

Abril               30                   18-20

Maio              7                     18-20

Maio              14                  18-20

Maio              21                  18-20

Maio              28                  18-20

Junho            4                    18-20

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Foram sentidas lacunas na formação inicial dos educadores de Infância e Professores do 1ª CEB que pretendem ser colmatadas com esta formação contínua

Objetivos a atingir

Aumentar a partilha de práticas pedagógicas.

Criar ambientes sonoros a partir de situações do quotidiano, imagens, sons e pequenos textos.

Promover a interdisciplinaridade.

Identificar e utilizar comportamentos de higiene vocal; realizar técnicas de relaxamento, de respiração e de técnica vocal.

Contribuir para a sensibilização do mundo dos sons, utilizando a música como linguagem universal.

Proporcionar jogos rítmicos com ou sem palavras e jogos prosódicos (trava línguas, provérbios,

Lengalengas, adivinhas…)

 Conteúdos da ação

Exercitar a concentração, confiança e relaxamento;

Conhecer a voz (respiração, colocação, projeção e timbres de voz, dicção e perceção da extensão vocal);

Dramatização vocal (improvisação e interpretação através de linguagem gestual e corporal);

Identificar e descrever os sons que ouve (fenómenos sonoros/música) quanto às suas características rítmicas, melódicas, dinâmicas, tímbricas e formais;

Interpretar com intencionalidade expressiva-musical: cantos rítmicos (com ou sem palavras) jogos prosódicos (trava-línguas, provérbios, lengalengas, adivinhas…) e canções (de diferentes tonalidades, modos, métricas, formas, géneros e estilos);

Interpretar uma pequena peça musical a 4 vozes;

 Metodologias de realização da ação

As aulas terão um cariz teórico/prático, aprofundando conhecimentos teóricos na área e simultaneamente privilegiando-se os exercícios práticos a realizar pelos formandos nas diferentes sessões.

Neste sentido, serão propostos exercícios individuais e em grupo.

 Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-Participação nas atividades da ação;

2-Trabalho Final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Relatório do Formador

b) Relatório de reflexão crítica do formando sobre o desempenho individual, sobre as temáticas abordadas, competências adquiridas e a sua integração/articulação curriculares em sala de aula;

c) Preenchimento de formulário de avaliação (do formador e do formando)

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

 

30_Gestão de conflitos e da indisciplina em sala de aula_Sec. Paredes
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h presenciais+25h  autónomas)  2 créditos

Acreditação: CCPFC/ACC-86153/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Escola Secundária de Paredes

Formadora: Lurdes Neves

Cronograma:

Mês                 Dia                  

abril               9                    

abril               16                   

abril               23                   

abril               30                   

maio               7                    

maio               14                  

maio               21                  

maio               28               

Horário: 17:30_20:30  

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A mediação de conflitos em contexto escolar proporciona uma intervenção mais participativa e facilitadora de comunicação e diálogo permitindo igualmente a regulação das situações de conflito, a manutenção ou a reconstrução da qualidade relacional promovendo uma cultura de mediação de conflitos simultaneamente refletida ao nível da reflexão e intervenção no plano curricular, nas práticas dos órgãos de gestão e nas atitudes pedagógicas dos docentes.

O curso surge com o objetivo principal de proporcionar aos formandos a possibilidade de desenvolver competências (saber-saber, saber-ser, saber-fazer) ao nível da gestão e mediação de conflitos em sala de aula e no contexto educativo, tendo em consideração os ritmos de aprendizagem dos formandos e que procura, através de atividades práticas de aplicação, a consolidação das competências visadas

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Identificar as diferentes tipologias e processos de desenvolvimento de conflitos escolares;

•Usar metodologicamente a técnica de mediação de conflitos escolares;

•Conceber, implementar e avaliar um programa de mediação de conflitos e indisciplina;

•Desenvolver materiais didáticos adaptados a cada turma com vista à mediação de conflitos e indisciplina.

Conteúdos da ação

I- A Psicologia do Conflito nas Escolas:

•A definição do conflito;

•A origem do conflito;

•As crenças sobre o conflito escolar;

•As respostas/posturas face ao conflito;

I – O conceito do Conflito e a sua Resolução na Escola e na Sala de Aula:

•Noção de negociação;

•Estilos de negociação dos conflitos e da indisciplina;

•Técnicas de mediação de conflitos.

III – A Avaliação da Intervenção nos Conflitos relacionados com a Indisciplina e a perturbação do Funcionamento da Sala de Aula:

Estratégias de gestão de conflitos em sala de aula

•Respostas preventivas relacionadas com a gestão do processo de ensino-aprendizagem

•Respostas preventivas relacionadas com a gestão dos comportamentos na sala de aula

•Respostas remediativas relacionadas com a gestão dos comportamentos na sala de aula

IV – Projetos, Programas e Práticas de Mediação e Gestão de Conflitos

V- Projeto de formação-ação e de materiais a aplicar nas escolas pelos formandos. ·

VI- Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos

Metodologias de realização da ação

1ª fase:

Apresentação e discussão dos conceitos estruturantes da temática. Elaboração dos materiais didáticos e de materiais a aplicar na sala de aula pelos formandos (16h)

2ª fase

(Trabalho autónomo) Implementação e avaliação do projeto e dos materiais didáticos adaptados à sala de aula (25h)

2ª fase

Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos (9h)

6.2.1.Número de sessões previstas por mês: 4

6.2.2.Número total de horas previstas por cada tipo de sessões:4

Sessões presenciais conjuntas 25

Sessões de trabalho autónomo 25

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-frequência dos formandos na ação: 2 valores

2-participação nas atividades da ação: 3 valores;

3-trabalho autónomo dos formandos. 5 valores.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Avaliação contínua

b) Inquérito realizado no final da mesma.

.

 

Formação em Suporte Básico de Vida_Secundária de Paredes
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Destinatários: Assistentes Técnicos e Operacionais
Modalidade: Jornada – DGAE/01-44/17
Local: Escola Secundária de Paredes
Data: 5 e 6 de abril
Horário: 14h00-17h00
Duração: 6 horas

Formador: Gil Henrique Gonçalves Afonso

Objetivos:

Diagnosticar a situação de paragem cardio-respiratória, paragem respiratória, de vítima inconsciente e saber como atuar e pedir ajuda;
Identificar a obstrução de via aérea por corpo estranho e atuar em conformidade.
Realizar manobras de desobstrução da via aérea, compressão cardíaca externa e a posição lateral de segurança.
Conteúdos previstos:
Introdução ao tema “Suporte básico de vida: adulto” (30 minutos);
Conceitos fundamentais (30 minutos);
Cadeia de sobrevivência (1 hora):
Condições de segurança para reanimador
Número europeu de emergência médica
Suporte Básico de Vida: adulto
RCP com 1 ou 2 socorristas (adulto)
Posição lateral de segurança (1 hora)
Desobstrução da Via Aérea (1hora)
Pancadas Interescapulares/Manobra de Heimlich (1 hora)

 

17_Estratégias Comportamentais para o Sucesso_ AE Eiriz_Turma 4
Oficina de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90414/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Eiriz

Cronograma:   

28 de março_ 14h / 18h

18 de abril_17h / 20h

9 de maio_17h / 20h

23 de maio_17h / 19h

Formadora:   Vanessa Pereira

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Jesus (2000) aponta que, na atividade docente, os incentivos intrínsecos, nomeadamente os que decorrem do processo de ensino-aprendizagem, são os fatores que maior peso têm a determinação da satisfação profissional.

A promoção dos valores de implica aceitar que todos têm um papel determinante na participação de todos na vida de uma comunidade. As implicações deste pensamento ao nível da ação educativa traduz-se na necessidade de envolver todo os participantes do conselho de turma na programação e intervenção para satisfazer as necessidades educativas de alunos.

Deste modo, fundamenta-se esta formação pela necessidade de todos/as os/as docentes conhecerem e aprenderem novas capacidades de lidar com obstáculos, de forma adequada. Desta forma, o Desenvolvimento Pessoal e Profissional é uma metodologia de aprimoramento e capacitação humana existente na atualidade, focada na elaboração de estratégias para o alcance de objetivos duradouros, que permitirá melhorar a qualidade do ensino disponível bem como os resultados escolares dos alunos com a integração de novas práticas de regulação emocional e de gestão da sala de aula. (Santos, I. Silva, V. e Alcalde, E., 2016).

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Promover a melhoria do desempenho profissional dos/as docentes;

- Promover a utilização de estratégias de gestão de sala de aula mais eficazes;

- Promover as competências sócio-emocionais dos/as professores/as;

- Aumentar o conhecimento dos/as docentes sobre a importância da aprendizagem de competência;

- Melhorar a qualidade do ensino e os resultados da aprendizagem escolar dos/as alunos;

- Capacitar e preparar os participantes através da elevação do desempenho emocional e afetivo, estimulando a reflexão sobre as situações que envolvem a relação do jovem e adolescente com um mundo que o cerca, em ações ou caminhos mais adequados a ser executados para alcançar um objetivo, seja ele da vida pessoal, estudantil e/ou profissional.

- Estimular questionamentos incorporados nas ferramentas de desenvolvimento profissional que promovam interação, mediante implementos de soluções para entraves na comunicação, “Facilitar a Aprendizagem” no que concerne a compreender a si e ao próximo, aprendendo a viver de forma autónoma e proativa!

Conteúdos da ação

1.O que é o Desenvolvimento Pessoal e Profissional?

•  Definição do conceito

•  Benefícios pessoais e organizacionais

•  Tipos de metodologias

•  Papel do mediador: competências pessoais e profissionais

•  Exemplos e exercícios práticos

2.O Processo de Capacitação

•  Estabelecer Metas

•  Valores

•  Perguntas poderosas

•  Padrões de linguagem

•  Crenças limitantes

•  Exemplos e exercícios práticos

3.Estratégias de capacitação

•  Identificar e analisar necessidades

•  Estabelecer metas/padrões de desempenho

•  Planificar a aprendizagem

•  Motivar o Aluno

•  Análise de estados emocionais

•  Tipos de motivação

•  Fatores de motivação e desmotivação

•  Valorização dos sucessos

•  Exemplos e exercícios práticos

Metodologias de realização da ação

A Oficina de Formação contará com um total de 24 horas de formação (12 horas de formação presencial conjunta e 12 horas de trabalho autónomo do/a docente).

Em termos de metodologia, e para as sessões presenciais, o recurso ao trabalho individual alternará com o trabalho em pequeno grupo. Far-se-á a análise de textos, recortes de jornais, estudos científicos e vídeos, como reforço teórico-científico, que visa um aprofundar de conceitos dentro dos vários módulos de aprendizagem. Também incluirá o recurso a exercícios de debate, “role-play”, estratégias de regulação emocional e exercícios de foco de atenção. Incluirá ainda a elaboração de ferramentas de trabalho a utilizar no trabalho autónomo.

Todos esses recursos serão experimentados com os alunos em trabalho autónomo.

Posteriormente, o trabalho realizado nessas horas autónomas será apresentado/partilhado com os pares, avaliado criticamente e reformulado com a ajuda do grande grupo.

No final, cada docente terá disponível na plataforma moodle uma bibliografia recomendada, terá acesso às matérias discutidas e aos materiais cedidos em cada sessão.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-Participação nas sessões presenciais;

2-Resultados do trabalho autónomo

3-Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito ao formando e formador no final da ação;

b) Relatório do Formador;

c) Relatório do CFAE.

 

67_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula Turma 2_AE Vilela
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-93518/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Vilela

Formadora: Helena Azevedo; Marisa Carvalho; Tânia Rocha; Iris Oliveira

Cronograma:

Mês         Dia          Horário

Março     21            2h_18:30_20:30

                28            4h_9:00_13:00

                29            4h_9:00_13:00

Abril        11            4h_18:00_22:00

                19            3h_18:30_21:30

Maio       10            2h_18:30_20:30

Junho     25            4h_16:00_20:00

* 2 horas a agendar

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

68_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_AE Paços de Ferreira
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paços de Ferreira

Formadora: Liliana Nunes

Cronograma_        Horário 17:30_20:30

Mês                       Dia          Horário

março   13, 20, 22, 27

abril       5

maio      29, 31

junho       5

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

69_Pedagogia Diferenciada: Estratégias de Sucesso_AE Cristelo
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Curso de Formação – 25h presenciais

Acreditação:                              CCPFC/ACC-79403/14

Destinatários:                            Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formadora:                               Ariana Cosme/ Fátima Sousa

Cronograma:

Março           8                   17.30 – 20.30

                     15                 17.30 – 20.30

                     22                 17.30 – 20.30

Abril              12                 17.30 – 20.30

                     19                 17.30 – 20.30

                     26                 17.30 – 20.30

Maio             3                   17.30 – 20.30

                     10                 17.30 – 20.30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

O objetivo fundamental desta ação é possibilitar a diferenciação pedagógica na sala de aula e, desta forma, rentabilizar ao máximo a relação professor - aluno no domínio do ensino -aprendizagem. Trata-se de uma experiência local que visa a autonomização dos alunos na aprendizagem e na sala de aula. Procura-se encontrar estratégias diferenciadas de aprendizagem dentro da sala de aula que evitem aulas suplementares, ou seja, “Aulas de apoio Pedagógico Acrescido (APA)”. Portanto, interessa encontrar estratégias que evitem formas de compensação fora do tempo letivo da turma. É no contexto do grupo turma, com alunos e professores que se relacionam diariamente que se procurará transformar práticas de trabalho em contextos mais motivadores na sala de aula.

Parece-nos que o projeto destas aulas APA está esgotado e, por conseguinte, propomos efetuar este projeto em contexto de formação contínua de professores, que responda a uma nova forma de aprendizagem e a uma nova postura na sala de aula por parte dos vários intervenientes neste processo.

Uma das formas de diferenciação é o Trabalho Projeto, o que implica uma rigorosa planificação dos recursos e tarefas, bem o domínio de estratégias e outros métodos complementares. Diferenciar e diversificar os métodos para melhor ensinar e aprender.

Objetivos a atingir:

Pretende-se implementar uma reflexão que possa, simultaneamente, dar alguns contributos para a promoção da qualidade do ensino e da aprendizagem e recolher estratégias que permitam aos professores uma gestão diferente do trabalho em contexto de aula.

Pretende-se que o profissional seja capaz de criar na sala de aula, um clima de segurança, para o aluno se entregar e disponibilizar para a descoberta e participação numa via de autonomização e responsabilização crescente. Este clima passa pelo reconhecimento, por parte do professor, do Aluno enquanto Pessoa, com um património cultural, com interesses específicos, com necessidades, com saberes, experiências e dificuldades próprias.

Procura-se que se aprofunde uma avaliação formativa e reguladora para o aluno e para o professor. Perceber as mudanças implícitas no 30/2001 e na aplicação de uma verdadeira avaliação formativa.

A aceitação da heterogeneidade, diversidade e pluralismo na sala de aula exige uma pedagogia diferenciada, bem como gerir diferenças de grupos com motivações e projetos muito diversos. Não se trata de dar mais do mesmo, ou de dar mais a quem tem menos, mas, de criar situações que permitam a partilha do que cada um tem, a partir daquilo que o aluno sabe.

Pretende-se evitar que, ao grupo turma heterogéneo, se ensine a todos como se fosse um só – ( o médio aluno), mas que se crie condições para um ensino individualizado.

É preciso estar atento às diferenças e valoriza-las. Por isso, defendemos a regulação individualizada dos processos e itinerários de aprendizagem e pela seleção de métodos e estratégias de aprendizagem de cada aluno/grupo. Procurar-se-á que o profissional adquira algumas estratégias e métodos de pedagogia diferenciada e, sobretudo, aprenda a trabalhar em trabalho projeto.

Conteúdos da ação

Pedagogia Diferenciada: o que é? Como?

Eixos orientadores

Pressupostos

Diferenciação espontânea, planeada, sonhada e real

Conceber dispositivos de diferenciação

Organizar a intervenção

Trabalho projeto: o que é?

As fases do trabalho projeto

Motivação: como fazer

Tipos de motivação

Estilos de aprendizagem

Avaliação formativa

Avaliação: 98/A/82 e o 30/2001

Metodologias de realização da ação

Depois de uma revisão da matéria publicada sobre a problemática deter-se-á, então, sobre as vantagens e desvantagens da metodologia em questão. Aplicar a pedagogia diferenciada exige conhecimento teórico e muita prática no dia-a-dia. A sala de aula passa a ser um lugar diferente do habitual, ou seja, vista mais como uma oficina de aprendizagem interativa.

Para isso tem de se organizar tempo, espaço, meios e materiais de apoio na aula. Não se trata de adotar técnicas inovadoras mas de refletir e avaliar as práticas de trabalho em contexto de aula. Pretende-se a partilha entre os pares dos resultados, das dificuldades e das estratégias. Serão objeto de reflexão e análise grupal os percursos, os avanços e os recuos.

 Numa primeira fase é preciso planear e desenvolver a intervenção em conjunto. Definir, conforme os contextos de aula dos diferentes professores, a melhor abordagem da metodologia, organizar a diferenciação pedagógica (tempo, espaço e materiais).

Os formandos vão conhecer planos de intervenção pedagógica para combater o insucesso escolar, que evitem o abandono e a indisciplina. Esses planos, individual ou em pares, visa a aplicação com sucesso da reorganização curricular nas suas variáveis, motivando os alunos para o prazer de aprender quando se tem projetos individuais de vida e de trabalho. Motivar, organizar e avaliar, serão passos importantes desse plano de intervenção.

Vai-se insistir, principalmente, na compreensão e treino da metodologia que aplica o trabalho projeto, por várias razões e, também, porque é desconhecida por uma grande parte dos professores.

Vai-se aprofundar o tema da motivação dos alunos e da avaliação como componentes fundamentais para o sucesso das metodologias ativas. Se nestas áreas não houver mudanças, então, a reorganização curricular estará condenada ao fracasso.

Regime de avaliação dos formandos

Avaliação expressa numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com a legislação em vigor. Na avaliação final será considerada uma ponderação de 30% para a Participação e de 70% para as Aprendizagens Adquiridas, de acordo com os critérios aprovados em Comissão Pedagógica.

 

29_Estratégias comportamentais de promoção do sucesso educativo em sala de aula_AE Joaquim Araújo
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h presenciais+25h  autónomas)  2 créditos

Acreditação: CCPFC/ACC-90415/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: AE Joaquim Araújo

Formadora: Lurdes Neves

Cronograma:

Mês                 Dia                  Horário

Março            7                      18h30 às 21h30

Março            14                    18h30 às 21h30

Março            21                    18h30 às 21h30

Abril               11                      18h30 às 21h30

Abril               18                    18h30 às 21h30

Maio               2                     18h30 às 21h30

Maio               9                     18h30 às 22h00

Maio               16                    18h30 às 21h00

 

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Torna-se particularmente importante criar formas de promoção do sucesso escolar que passem também pela criação de sentidos e objetivos de vida ao aluno. Definir objetivos pessoais, agir socialmente em conformidade envolvendo-se com a vida e também com a escola. A este nível os conceitos da psicologia educativa aplicados à educação e da comunicação positiva e gestão emocional das relações poderão contribuir para o sucesso educativo do aluno e para o seu desenvolvimento pessoal, social e escolar.

Relacionar insucesso escolar com conteúdos e práticas disciplinares é escasso em medidas de promoção do sucesso. A mediação de conflitos em contexto escolar proporciona uma intervenção mais participativa e facilitadora de comunicação e diálogo permitindo igualmente a regulação das situações de conflito, a manutenção ou a reconstrução da qualidade relacional promovendo uma cultura de mediação de conflitos simultaneamente refletida ao nível da reflexão e intervenção no plano curricular, nas práticas dos órgãos de gestão e nas atitudes pedagógicas dos docentes.

O curso surge com o objetivo principal de proporcionar aos formandos a possibilidade de desenvolver competências (saber-saber, saber-ser, saber-fazer) ao nível estratégias de promoção do sucesso educativo em sala de aula, tendo em consideração os ritmos de aprendizagem dos formandos e que procura, através de atividades práticas de aplicação, a consolidação das competências visadas.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Identificar as diferentes estratégias de promoção do sucesso educativo em sala de aula;

•Desenvolver materiais didáticos adaptados a cada turma com vista à aplicação em sala de aula.

Conteúdos da ação

I-Desenvolvimento Interpessoal: Tomada de Perspetiva Social e Estratégias de

Negociação Interpessoal

II-O conceito do Conflito e a sua Resolução na Escola e na Sala de Aula:

•Noção de negociação;

•Estilos de negociação dos conflitos e da indisciplina;

•Técnicas de mediação de conflitos.

III –Estádios de desenvolvimento psicológico, cognitivo, social e moral dos alunos

•Escola, família e comunidade- uma relação para o sucesso educativo.

IV- Dificuldades de aprendizagem, problemas motivacionais e estratégias de aprendizagem- uma compreensão dos conceitos

V- Gamificação e auto-regulação da aprendizagem: compreensão dos conceitos e sua aplicação em sala de aula;

VI – Projetos, Programas e Práticas de promoção do sucesso educativo em sala de aula (articulação escola, família e comunidade): apresentação de projetos desenvolvidos no contexto educativo português;

Revisão da literatura acerca da temática em Portugal;

VII- Projeto de formação-ação e de materiais a aplicar nas escolas pelos formandos:

•Planeamento de estratégias e ações adaptadas a uma turma vs alunos

VIII- Apresentação das estratégias e ação desenvolvidas ;

•Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos

Metodologias de realização da ação

1ª fase:

Apresentação e discussão dos conceitos estruturantes da temática. Elaboração dos materiais didáticos e de materiais a aplicar na sala de aula pelos formandos (16h)

2ª fase

(Trabalho autónomo) Implementação e avaliação do projeto e dos materiais didáticos adaptados à sala de aula (25h)

2ª fase

Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos (9h)

6.2.1.Número de sessões previstas por mês: 4

6.2.2.Número total de horas previstas por cada tipo de sessões:6

Sessões presenciais conjuntas 25

Sessões de trabalho autónomo 25

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os seguintes critérios:

1-Participação nas sessões presenciais;

2-Resultados do trabalho autónomo;

3-Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito ao formando e formador no final da ação;

b) Relatório do Formador;

c) Relatório do CFAE.

 

47_O Método das 28 palavras (M28P) como didática do português no 1ºCEB e no âmbito de uma escola inclusiva_AE Cristelo
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:   Curso de Formação_25 horas_1crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-89999/17

Destinatários:  Professores dos Grupos 110, 910, 920 e 930

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formadora:   Conceição Liquito

Cronograma:

março   7   17h30-20h30

            14   17h30-20h30

abril   9   17h30-20h30

         11   17h30-20h30

         16   17h30-20h30

         18   17h30-20h30

         23   17h30-20h30

        27   17h30-21h30

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Nos primeiros anos do século XXI assistimos a uma (re)descoberta do Método das 28 Palavras (M28P). Este método é um clássico metodológico na área dos recursos das didáticas específicas do Português no 1ºCEB. A flexibilidade do método permite uma atuação rigorosa face às exigências inerentes ao Programa de Português para o Ensino Básico (PPEB). Tem sido alvo de apropriações progressivas em diferentes contextos: educação pré-escolar, educação especial, educação de adultos, português língua não materna, dificuldades de aprendizagem acumuladas (DAA), reeducação da leitura e da escrita e ainda terapia da fala. Acreditamos que o M28P só não se encontra ainda mais difundido devido a uma escassez de materiais e de oferta formativa. Neste sentido a atual proposta formativa visa aproximar os docentes das potencialidades do método.

Objetivos a atingir

Atualizar e aprofundar a metodologia e a didática específica do português;

Promover mudanças de práticas no processo de ensino/aprendizagem;

Flexibilizar a prática docente nos alunos com ritmos diferenciados de aprendizagem;

Desenvolver estratégias que auxiliem os alunos a aumentar os níveis de motivação e atenção,

Mobilizar conhecimentos prévios dos alunos como ferramenta de aprendizagem;

Conteúdos da ação

1. O Método das 28 Palavras (M28P) VS Método Analítico Sintético (MAS)

2. A evolução do M28P ao longo dos tempos e a sua eficácia em alunos com dificuldades

3. Aplicação do método – da imagem ao texto

3.2. A consciência silábica como conhecimento pré existente no aluno.

3.3. As estratégias e as rotinas do método

3.3. Organização da informação do espaço sala de aula, como recurso para o aluno e no âmbito da autonomia

3.4. O friso mural como avivador de memória, uma informação sempre à mão

4. Autonomia e independência pessoal nas tarefas do aluno

5. A gramática contextualizada no M28P

6. A Iniciação à Educação Literária e o M28P

7. Desenvolvimento da literacia

8. Manuais escolares VS metodologias subjacentes

Metodologias de realização da ação

Ao longo das sessões proporcionar-se-ão os seguintes momentos:

1. Reflexão inicial e conjunta referente ao conhecimento que os formandos detêm sobre o M28P;

2. Explicitação das razões e objetivos da ação com demonstração e explicação de materiais utilizados na contextualização pedagógica do M28P;

3. Promoção da discussão em torno da frase (desmontagem):

“O M28P é apenas utilizado na educação especial (EE) e alunos com dificuldades de aprendizagem acumuladas (DAA) – Qual o fundamento?”;

4. Produção individual e/ou em grupo de materiais para todo o tipo de alunos;

5. Experimentação de situações de aulas através da partilha dos materiais produzidos;

6. Reflexão final conjunta da ação; 

Regime de avaliação dos formandos

Avaliação contínua tendo em conta os seguintes parâmetros:

- Participação, assiduidade e empenhamento nas tarefas propostas – 40%

- Produção de um trabalho e/ou reflexão crítica - 60%

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas de Cristelo

2º Ser docente do Grupo de recrutamento 110, 910, 920 e 930

3º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:    

De 19 de outubro, até preenchimento das vagas

11_Tecnologia Organizacional Turma Mais: Ensino diferenciado e metodologias de avaliação_AE J. Araújo_Turma _1
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                           Oficina de Formação – 50 horas (25h+25h)    2 crédito

Acreditação:                          CCPFC/ACC-90501/17

Destinatários:                        Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:              Agrupamento de Escolas de Joaquim Araújo

Formadora:                            TEODOLINDA ROSA MAGRO DA CRUZ

Cronograma:                          

1.ª sessão presencial          22 de fevereiro_17:30- 20:30

2.ª sessão presencial          8 de março_17:30- 20:30

3.ª sessão presencial          10 de maio_17:30- 20:30

1.ª síncrona                          3 de março_16:00-18:00

2.ª síncrona                          14-04-2017_16:30- 19:00

3.ª síncrona                          25 de abril_16:30- 19:00

1.ª assíncrona_Data entrega trabalho               28-fev

2.ª assíncrona_Data entrega trabalho              07-mar

3.ª assíncrona_Data entrega trabalho              29-abr

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Considerando a necessidade de implementação nas escolas de tecnologias organizacionais que invertam a atual tendência de aumento das taxas de retenção no ensino básico, no sistema de ensino nacional, torna-se essencial a divulgação de práticas que respondam a esta problemática. A «TurmaMais» é um projeto que se caracteriza por utilizar pedagogias diferenciadas e formas diversificadas de organização do grupo turma, permitindo um trabalho colaborativo através de parcerias pedagógicas. Esta pode ser encarada como medida preventiva, interventora ou compensadora, de acordo com a tipologia de cada aluno envolvido. Esta tipologia consiste em criar uma turma sem alunos fixos que agrega temporariamente alunos provenientes das várias turmas do mesmo ano de escolaridade, com dificuldades idênticas numa determinada disciplina. Nesta espécie de ‘plataforma giratória’, cada grupo de alunos fica sujeito a um horário de trabalho semelhante ao da sua turma de origem, com a mesma carga horária e o mesmo professor por disciplina. Cada grupo específico de alunos continua a trabalhar os conteúdos programáticos que a sua turma de origem está a desenvolver, podendo beneficiar de um apoio mais próximo e individualizado, mais harmonizado em termos de ritmos de aprendizagem e sem sobrecarga de horas semanais para os alunos. Ao longo do ano, os alunos vão entrando ou saindo da «TurmaMais», consoante vão adquirindo o ritmo próximo dos seus pares que estão na turma “mãe”.

As potencialidades do regime de formação contínua em b-learning são essenciais para a concretização e viabilização desta ação, uma vez que tem como público-alvo docentes que integram agrupamentos que podem distar dezenas de quilómetros. Por essa razão, a possibilidade de reunir o grupo presencialmente em sessões presenciais tem limitações, pelo que estão previstas sessões presenciais apenas em três momentos da oficina.

O CFAE assegurará: a) a existência de uma equipa técnico-pedagógica que assegure o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação; b) a implementação de um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e a aplicação de metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem; c) avaliação individual escrita.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Compreender o modo de implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 1.º Ciclo.

- Compreender o modo de implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 2.º e 3.º Ciclos e no Ensino Secundário.

- Conhecer o Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais.

- Avaliar o modo como os Critérios de Avaliação Atitudinal são operacionalizados nas escolas de origem dos docentes.

- Promover a discussão que permita a melhoria da operacionalização dos Critérios de Avaliação Atitudinais.

- Conhecer práticas eficazes de monitorização que permitam uma maior motivação dos alunos nas melhorias dos seus resultados escolares.

- Compreender a implicação da teoria e da especificidade das práticas inerentes à avaliação segundo a lógica de ciclo pela qual se rege a organização do ensino básico, de acordo com a Lei de Bases do Sistema Educativo. Aprofundar os pressupostos teóricos e práticos relativos à modalidade formativa da avaliação.

- Aplicar ou simular a aplicação da tecnologia organizacional TurmaMais a uma determinada organização escolar.

Conteúdos da ação

- Enquadramento teórico do projeto TurmaMais.

- Implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 1.º Ciclo.

- Implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 2.º e 3.º Ciclos e no Ensino Secundário.

- Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais*.

. Critérios de Avaliação Atitudinais.

. Monitorização e Contratualização dos Resultados das Aprendizagens.

. Avaliação Segundo a Lógica de Ciclo.

. Avaliação Formativa.

Metodologias de realização da ação

A metodologia assentará numa abordagem construtiva que estimule a interação entre os professores, a partilha de documentação e a reflexão sobre a prática pedagógica dos docentes durante a aplicação desta Tecnologia de Ensino.

Neste contexto, a componente presencial incidirá, num primeiro momento, na descrição e análise das práticas de sala de aula por parte dos formandos tendo em conta aspetos como: o tempo de aula habitualmente usado em exposição oral para a turma; o tempo de aula reservado a trabalho dos alunos; o tipo de instrumentos de caráter formativo usado nas aulas; a frequência do uso de instrumentos de avaliação formativa; o modo de registo das ocorrências de caráter atitudinal e os momentos de informação sobre os resultados da avaliação. Esta fase será acompanhada debate e reflexão sobre as práticas apresentadas e sobre os materiais usados (fichas de registo de avaliação, instrumentos de avaliação formativa, etc.).

Num segundo momento serão apresentadas e contextualizadas as práticas de monitorização, contratualização, avaliação atitudinal e formativa próprias do Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais. A contextualização referida será suportada em atividades de: (a) Simulação da implementação da tecnologia organizacional TurmaMais num determinado ano de escolaridade; (b) Planificação e aplicação das práticas que caracterizam o Ecossistema TurmaMais; (c) Trabalho em grupo, por área disciplinar, com o objetivo de criar um instrumento de caráter formativo a ser experimentado em sala de aula; (d) Trabalho de grupo com o objetivo de apresentação de instrumentos de monitorização das atitudes e valores e de monitorização e contratualização das aprendizagens.

Por último, e após aplicação em sala de aula da planificação elaborada, será efetuado o relato dos resultados da aplicação dos instrumentos criados e feitas sugestões para o seu aperfeiçoamento.

Em termos globais, pretende-se com a realização das atividades práticas, que os formandos consigam aferir elementos para uma reflexão que lhes permita (re)conhecer a própria prática e enquadrá-la de forma sustentada. Deste modo, a formadora apoiar-se-á num conjunto de tarefas para fazer a apresentação dos diferentes tópicos, provocando a reflexão e o debate e a avaliação da eficácia da aplicação do método em contexto de sala de aula.

A componente não presencial permitirá aos formandos operacionalizar alguns dos conceitos trabalhados, através das práticas educativas quotidianas, num processo reflexivo que retorne ao contexto da oficina para uma (re)conceptualização de grupo.

O tempo dedicado às sessões presenciais será de 9 horas (3 sessões de 3 horas).

As sessões online assíncronas corresponderão no máximo a 9 horas. As 7 horas restantes serão online síncronas com os/as participantes envolvidos/as em atividades conjuntas (e.g., chat, vídeoconferência).

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação a utilizar são: Participação, Resultados do Trabalho Autónomo e Trabalho Final. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação é feita através do preenchimento, pelos formandos, de um documento de avaliação em uso no CFAE e, pelo formador, de um relatório detalhado. Os dados recolhidos são depois objeto de tratamento.

 

25_Ensino Experimental das Ciências_AE Cristelo
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:             Oficina de Formação – 50 horas (25presenciais + 25autónomas) – 2 créditos

Acreditação:                CCPFC/ACC-90037/17

Destinatários:               Professores do 1º Ciclo e do grupo 230 do 2º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:     Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formadora:                    Natália Leão

Cronograma

FEVEREIRO                       21           17H – 19H          

FEVEREIRO                       28           17H – 19H

MARÇO                              7             17H – 19H

MARÇO                              14           17H – 19H

MARÇO                              21           17H – 19H

ABRIL                                 11           17H – 19H

ABRIL                                 24           18H30 – 20H30 

MAIO                                  2             17H – 19H

MAIO                                  16           17H – 19H

JUNHO                               23           17H – 19H

MAIO                                  30           17H – 19H

JUNHO                               6             17H – 20H

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Com esta oficina de formação pretende-se:

•Fortalecer as Competências Teóricas e Experimentais dos Professores

•Contribuir para a implementação do Ensino Experimental, com qualidade, no Ensino Básico.

•Atualizar e aprofundar de conhecimentos na vertente teórica subjacente à realização dos trabalhos experimentais.

•Aperfeiçoar competências profissionais dos Professores dos Ensinos Básico aumentando, deste modo, o potencial de motivação para o “despertar para a Ciência” dos Jovens.

•Analisar e refletir, em conjunto, sobre material produzido e a produzir, de modo a mobilizar ferramentas de trabalho que possam melhorar o ensino das Ciências.

•Trocar ideais, experiências e interpretar informação recolhida pelos formandos.

•Construir um conjunto de atividades práticas que possam criar estímulo perante a visão atual da natureza da Ciência, facilitando uma reorganização das conceções de trabalho da parte do docente.

 Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Aprofundar o conhecimento didático e curricular dos docentes na área das Ciências;

•Favorecer a construção, a troca de experiências e materiais didático-pedagógicos para o ensino experimental das Ciências nos 1º e 2º CEB;

•Estimular uma atitude positiva relativa ao ensino experimental na área do Conhecimento do Mundo, bem como em competências processuais e atitudinais a desenvolver nos alunos;

•Experimentar situações práticas/experimentais em contexto de espaço de trabalho;

•Debater, com olhar crítico, práticas de espaço de trabalho, sugerindo abordagens diversificadas num ambiente de colaboração.

•Aumentar as Competências Teóricas e Experimentais dos Professores, fornecendo apoio, quer a nível prático, quer a nível teórico, de modo a contribuir para a promoção de Atividades Experimentais

•Desenvolver atitudes de cooperação entre professores.

•Motivar os professores para a formação de alunos cientificamente literados.

•(Re)construir conhecimentos sobre perspetivas de ensino das ciências e o ensino experimental.

•Desenvolver uma metodologia experimental na abordagem dos problemas, que facilite a compreensão do mundo natural e tecnológico em que vivemos.

 Conteúdos da ação

•Evolução do ensino das Ciências nas últimas décadas: fatores de influência e implicações para o ensino (2 horas);

•Distinção entre trabalho prático, experimental e laboratorial; (3 horas)

•Construção de percursos e respetivos materiais pedagógicos a implementar em sessões de trabalho; (10 horas)

•Reflexão sobre os percursos pedagógicos construídos para os alunos; (5 horas)

•Implementação dos percursos pedagógicos construídos para os alunos; (25 horas autónomas)

•Avaliação crítica das estratégias e materiais produzidos. (5 horas)

 Metodologias de realização da ação

Sessões presenciais:

Esta oficina de formação terá uma tipologia teórico/prática apresentando no entanto uma vertente essencialmente prática e de reflexão conjunta.

As sessões serão iniciadas com a apresentação de guiões de análise de suporte teórico. Passar-se-á para reflexões conjuntas baseadas nas opiniões individuais e de grupo, de forma a uniformizar estratégias de trabalho conforme a natureza e caraterísticas de cada ambiente escolar.

  Sessões autónomas:

Pretende-se fazer a construção de percursos pedagógico-didáticos e respetivos materiais de apoio a implementar no espaço de trabalho, com os alunos.

Depois da sua implementação em espaço de trabalho e recolha de dados será feita uma análise e reflexão conjunta de cada percurso, de modo a disseminar boas práticas educativas.

Os trabalhos realizados serão objeto de análise, discussão e avaliação.

6.2.1.               Número de sessões previstas por mês: 4

Número total de horas previstas por cada tipo de sessões: 4

 Sessões presenciais conjuntas 25

Sessões de trabalho autónomo 25

 Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

 1-frequência dos formandos na ação;

2-participação nas atividades da ação;

3-trabalho autónomo dos formandos.

 O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

 * Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

 Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

 Forma de avaliação da ação

a)Avaliação contínua de acordo com a participação e trabalho autónomo realizado;

b) Relatório do Formador;

c) Inquérito realizado aos formandos no final da Ação de Formação.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

45_Escrita Criativa_AE Frazão
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:     Oficina de Formação – 30 horas (15h presenciais + 15h autónomas)    1.2 créditos

Acreditação:  CCPFC/ACC-92123/17

Destinatários:  Professores do Grupo 110

Local de Realização:   Agrupamento de Escolas de Frazão

Formadora:        Gracinda Eugénia Magalhães

Mês                   Dia                                       Horário

Fevereiro           15, 19, 22, 26                  17:30- 19:30

Março                 1                                     17:30- 19:30

Março                 5, 8                                 17:30- 20:00

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A escrita permite conhecermo-nos melhor e conhecermos/apreendermos melhor o mundo. A conceção de que a escrita é algo que se constrói, que se fabrica, que se cria, remete necessariamente para uma certa técnica, um saber-fazer.

Assim, a escrita pode ser entendida como um meio para alcançar a descoberta dos conteúdos lúdicos da comunicação linguística; para descobrir a liberdade criativa; para fomentar a imaginação; para nela projetar ambições, receios, medos, desejos e ideias; para conseguir crescer acedendo a novos mundos e novos conhecimentos.

Torna-se, portanto, importante (re)investir na relação dos alunos com a escrita. É necessário motivar os alunos para o desenvolvimento de hábitos de escrita.

Para instituir esses hábitos, é fundamental dotar os professores de ferramentas, metodologias e instrumentos que facilitem a troca de experiências ligadas à escrita, no sentido de: estimular nos alunos a curiosidade pela escrita; reforçar os sentimentos associados ao prazer lúdico da escrita, através de atividades, facilitando a partilha de expressões e de sentimentos.

 Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Com esta Oficina de Formação, pretende-se sobretudo partilhar, no sentido de dar a conhecer práticas de estímulo à escrita, através de exemplos de técnicas, ferramentas e projetos desenvolvidos noutros contextos.

Procura-se valorizar os participantes, as suas relações, os seus hábitos e as suas histórias, em mútuo consentimento, fomentando não só a aquisição de saberes, mas também de novas atitudes e comportamentos, no sentido da mudança e de outros modos de vida.

Os efeitos a produzir com esta Oficina de Formação que aqui se apresentam são relativos aos formandos, com o intuito de os dotar de estratégias e instrumentos para que, depois, os possam estender junto do público-alvo com quem trabalham.

Assim, são objetivos da oficina de formação:

- Abordar a temática da escrita de forma criativa;

- Reforçar o gosto e o prazer pela escrita;

- Desenvolver atividades de oficina de escrita;

- Adquirir conhecimentos sobre práticas de escrita criativa;

- Aplicar conhecimentos assimilados.

 Conteúdos da ação

O ensino da escrita;

O ensino processual da escrita/ aperfeiçoamento de texto/ estratégias (planificação/ textualização/revisão);

Práticas de escrita criativa;

A oficina de escrita.

 Desenvolvimento de práticas pedagógicas no âmbito das competências específicas:

Construção de materiais;

Testagem de materiais, criados nas sessões conjuntas ou em trabalho autónomo;

Debate e troca de experiências entre formandos a partir dos trabalhos de grupo, pares ou autónomo

Metodologias de realização da ação

1º momento

o formador apresentará conteúdos e conceitos, acompanhados de exemplos elucidativos e integrados no processo de ensino e aprendizagem. Posteriormente, o trabalho dos formandos basear-se-á na orientação de que o conhecimento não se transfere, mas constrói-se.

 O número de sessões presenciais conjuntas visa dilatar no tempo o período de realização da ação, de forma a permitir a aplicação na sala de aula das atividades propostas e dos materiais produzidos bem como o “feedback” avaliativo correspondente.

Reflexão e mediação pedagógica dos saberes teóricos para aplicação em sala de aula;

Construção de novos materiais didáticos promotores de aprendizagens significativas pela sua aplicação em contexto escolar.

 2º momento

 Desenvolvimento das tarefas teórico-práticas enunciadas;

Apresentação e discussão das propostas dos trabalhos realizados nas sessões presenciais e não presenciais, bem como da aplicação em espaço de sala de aula.

3º momento

Reflexão e mediação pedagógica dos saberes teóricos aplicados em sala de aula;

Construção de novos materiais didáticos promotores de aprendizagens significativas pela sua aplicação em contexto escolar;

Partilha dos resultados da aplicação de materiais construídos;

Elaboração da reflexão final.

 Regime de avaliação dos formandos

Avaliação sistemática do desempenho e produtividade nas sessões presenciais e não presenciais e avaliação dos materiais produzidos. Os formandos serão avaliados de acordo com a tabela 0 a 10 valores, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGIDC e respeitando os dispositivos legais da avaliação contínua.

 Forma de avaliação da ação

Preenchimento de inquéritos de avaliação por parte dos formandos e formador.

Relatório final formador mediante concretização da formação e avaliação dos formandos.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas de Frazão

2º Ser docente do Grupo de recrutamento 110

3º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:    

De 19 de outubro, até preenchimento das vagas

36_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_Turma 3_AE D. Ant.º Taipa
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas D. António Taipa

Formadora: Liliana Nunes

Cronograma:

Fevereiro   8, 15, 22     

Março        1

Abril           12

Maio          10, 17, 24

Horário: 18:30_21:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

60_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula Turma 10_Sec. Paços de Ferreira
Oficina de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação: CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Escola Secundária de Paços de Ferreira

Formadora:   Fátima Sousa

Cronograma:

Fevereiro         08    3h_18:30_21:30

                       24     4h_9:00_13:00

Março             03     4h_9:00_13:00

                       14     4h_14:30_18:30

Abril                12      3h_18:30_21:30

                       19      3h_18:30_21:30

Maio                9      4h_14:30_18:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

 

40_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_AE Lordelo
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Lordelo

Formadora: Fátima Sousa

Cronograma:

Fevereiro    7, 28      

Março         7, 14, 28

Maio          9, 16, 23

Horário: 17:30_20:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas Lordelo

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:     

De 18 de outubro até ao preenchimento das vagas

37_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_ Turma 4_AE Frazão
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Frazão

Formadora: Vanessa Pereira

Cronograma:

Mês         Dia          Horário

fevereiro    7              18h_21h

                28            18h_21h

março        7              18h_21h

                14            18h_21h

                28            18h_21h

maio          9              18h_21h

                16            18h_21h

                23            18h_21h

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

38_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula_Turma 6_AE Sobreira
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Sobreira

Formadora: Liliana Nunes

Cronograma:

Fevereiro    6, 20, 27        

Março         6

Abril           08

Maio          8, 15, 22

Horário: 18:30_21:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas Sobreira

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:     

De 18 de outubro, até preenchimento das vagas

58_Motivação em sala de aula Estratégias para alunos com interesses divergentes dos escolares_AE Paço de Sousa
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Curso de Formação – 25 horas    

Acreditação:                              CCPFC/ACC-83113/15

Destinatários:                            Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Paço de Sousa

Formador                                     Victor Azevedo

Cronograma:                            

fevereiro        1, 15 e 22                                 17:30_20:30

março             1, 15, 22 e 29                           17:30_20:30

abril                5                                             17:30_21:30

 

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

•                     Necessidade de munir os diversos intervenientes no combate ao abandono e absentismo.

•                     Ambiente de sala de aula – regras de conduta de sala de aula desajustadas.

•                     Aproximação das famílias às Escolas.

•                     Capacitação dos docentes na área de gestão de conflitos.

Objetivos a atingir

•                     Consolidar a participação das famílias na Escola.

•                     Criar ações de capacitação periódicas para a gestão de conflitos.

•                     Prevenir a incidência de situações de indisciplina e de risco de abandono.

•                     Consolidar e harmonizar regras de conduta na sala de aula.

Conteúdos da ação

Atendimento ao aluno (em situação de tensão) – Gabinete de Atendimento ao Aluno e à Família – 12 horas

?                     Atitudes e comportamentos para um atendimento de excelência: Empatia; Simpatia; Tranquilidade; Disponibilidade; Ética e bom senso.

?                     A importância da comunicação eficaz no atendimento: Escuta ativa; Paráfrase; Perguntas (de clarificação, de detalhe, de aprofundamento…); Resposta empática e mapa de referência do aluno.

?                     Assertividade como alicerce do atendimento de excelência: Mensagens do “eu” versus “tu”; Comportamento versus pessoa; Concreto versus generalidades e opiniões; Cuidado na escolha das palavras.

?                     Particularidades do aluno (historial, contexto, idiossincrasia…) e implicações no atendimento - Como diagnosticar o estado mental do aluno: Ansiedade; Confusão; Irritação; Medo; Tranquilidade.

?                     Respostas e atitudes adequadas a cada estado emocional do aluno.

?                     O ciclo de atendimento em cada sessão: Acolhimento, Atendimento, Fecho (despedida e compromisso).

?                     Ir ao encontro das necessidades e ir para além das expectativas.

?                     Gerir interações com alunos difíceis, revoltados, agressivos ou insatisfeitos.

                        Acompanhamento do aluno – O tutor enquanto coach – 5 horas

?                     Ferramentas do tutor / coach:

?                     Ferramentas internas – Calibração; Escuta; Comunicação; Intuição.

?                     Ferramentas externas ou instrumentos – A Roda da Vida; O Modelo Grow; A Linha do Tempo; Metáforas, Parábolas e Imagens; etc.

?                     A construção de uma relação positiva e de confiança.

?                     Definição de objetivos como ferramenta de orientação e motivação.

?                     Reforço positivo e clima de apoio.

?                     Feedback como ferramenta crucial no processo de tutoria.

?                     O compromisso (autonomia versus responsabilidade).

?                     Ética e exemplo no relacionamento tutor-tutorado.

A mediação do conflito entre dois ou mais alunos – 8 horas

?                     Características e atitudes do mediador.

?                     Estratégias para a mediação do conflito.

?                     Identificação e formulação do problema.

?                     Estabelecer as dimensões do conflito.

?                     Procura e oferta de soluções, consensos ou compromissos.

?                     Escolher uma solução consensual. Confirmar a aderência dos envolvidos.

?                     Elaboração de um plano de ação e avaliação de resultados.

?                     Follow-up, manutenção de ganhos e correção de desvios.

Metodologias de realização da ação

1º.                    2 Sessões teórico-práticas – sessões de levantamento e clarificação das representações sobre o conflito e a indisciplina e as repercussões das mesmas no processo educativo, bem como de experimentação de ferramentas que melhoram a comunicação e o relacionamento interpessoal (escuta-ativa, resposta empática, observação calibrada, assertividade, perguntas e paráfrase, adequação ao mapa de referência do outro…), seja em situação de atendimento ao aluno, seja no acompanhamento do mesmo ou na gestão de situações de tensão, a mediação e a negociação, com recurso a simulações e roleplays (4 horas presenciais)

2º.                  1 Sessão – Identificação, registo, caracterização e avaliação de situações relativas a casos de intervenção em situações de tensão e das estratégias utilizadas para a gestão das mesmas (3horas de trabalho autónomo);

3º.                  1 Sessão prática – sessão de apresentação e discussão dos casos relatados e reflexão sobre as estratégias e ferramentas utilizadas (bem como dos resultados obtidos), enquadrando teoricamente as mesmas e identificando propostas de ação alternativas para situações futuras; (2 horas presenciais);

4º.                  1 Sessão – Autoavaliação de práticas e comportamentos em situações de tensão e conflito, com recurso a grelhas de registo e autorreflexão, e heteroavaliação por observação direta de pares, com recurso grelhas idênticas e em momentos e espaços previamente acordados entre os intervenientes; (2 horas de trabalho autónomo);

5º.                  3 Sessões teórico-práticas – levantamento e clarificação das representações sobre os conceitos e as componentes da inteligência emocional e de gestão das emoções, bem como de identificação da aplicabilidade das mesmas na gestão mais eficaz e construtiva de interações com alunos difíceis, revoltados, agressivos ou insatisfeitos; identificação dos conceitos de tutoria e coaching e dos instrumentos disponíveis para o seu exercício, nomeadamente no acompanhamento de casos difíceis, através da análise de casos; experimentação e treino de ferramentas que possibilitam uma melhor gestão do stress e das emoções em situações de tensão, através de simulações e roleplays (6horas presenciais);

6º.                  5 Sessões – Aplicação das ferramentas e estratégias em situações reais na prática quotidiana (em contexto de mediação de conflitos, em contexto de atendimento no Gabinete e em contexto de intervenção direta e imediata em situações de indisciplina no espaço escolar), para identificação, caracterização e avaliação das dificuldades sentidas na gestão das mesmas, bem como dos resultados obtidos versus resultados esperados (11horas de trabalho autónomo);

7º.                   1 Sessão – Apresentação e discussão dessas experiências e reflexão sobre as estratégias utilizadas, enquadrando teoricamente as mesmas e identificando propostas de ação alternativas para situações futuras; (2,5horas presenciais);

8º.                  3 Sessões práticas – dramatização de alguns dos casos relatados, com recurso a registo em vídeo para autoscopia e análise entre pares, para identificação e reforço dos aspetos positivos já conseguidos e desmontagem dos aspetos com necessidade de melhoria, definindo metas e objetivos, bem como os passos a dar nesse sentido, resultando na elaboração de um plano de autodesenvolvimento faseado, por parte de cada participante; (7,5 horas presenciais).

9º.                  4 Sessões – Elaboração de proposta de intervenção com vista à prevenção e melhor gestão das situações de tensão, conflito e indisciplina (quer em contexto de atendimento no Gabinete, quer em contexto de mediação ou de intervenção direta), e à criação de um ambiente de aprendizagem e convivência mais saudável e construtivo no espaço escolar (9 horas de trabalho autónomo em grupos de trabalho);

10º.                 1 Sessão – Apresentação e discussão plenária das propostas de intervenção e Identificação dos passos seguintes (possibilidade de outras ações de formação específica; criação de grupos de trabalho supervisionado numa lógica de autoformação; etc.) para acompanhamento da implementação e desenvolvimento das propostas de intervenção apresentadas (3 horas presenciais).

Regime de avaliação dos formandos

•                     Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais

•                     Trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10.

Inscrição    Na plataforma de formação                     http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

61_Gerir o currículo na educação pré-escolar: planeamento e avaliação na perspetiva das OCEPE 2016_AE Paredes
Oficina de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade:  Oficina de Formação – 50 horas (25h+25h)    2 crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-91629/17

Destinatários: Educadores de Infância

Local de Realização:   Agrupamento de Escolas de Paredes

Formadora:      Joana Luís

Cronograma:                            

janeiro                 31                    16:30_19:30

fevereiro             7, 14, 21, 28     16:30_19:30

                            10                    9:30_13:30

março                14 e 21           16:30_19:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Num estudo promovido pela DGE sobre a implementação das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE), realizado pela Universidade do Porto em colaboração com o ISPA - Instituto Universitário (UP/ISPA, 2014), que envolveu um número significativo de educadores/as das redes pública, privada e solidária, mais de 50% dos/as educadores/as de infância inquiridos/as reconheceram como domínios em que tinham necessidade de formação: Avaliação de contextos (58,2%); estratégias de avaliação da aprendizagem das crianças (52,9%); desenvolvimento curricular (50,6%)

A revisão das OCEPE, homologada em 2016, teve em conta este estudo, e procurou esclarecer estes aspetos num capítulo designado “Intencionalidade Educativa – construir e gerir o currículo”. No processo participado que acompanhou esta revisão, este capítulo foi considerado como fundamental para o desenvolvimento do processo pedagógico, mas também continuaram a ser apontadas, sobretudo na consulta pública e ações de divulgação do documento, necessidades de formação nestes domínios.

Com base neste conjunto de informações propõe-se esta oficina de formação destinada a apoiar os/as educadores/as a implementarem a proposta das OCEPE, apropriando-se de processos de gestão curricular em que a utilização de instrumentos de observação e registo lhes permitam planear e avaliar de forma dinâmica e interativa o contexto e as aprendizagens das crianças, sendo ainda capazes de utilizar a informação recolhida para comunicar com famílias, colegas e docentes do 1º ciclo.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Promover a melhoria de práticas de planeamento e avaliação como suporte da intencionalidade educativa na gestão do currículo.

•Apropriar-se da perspetiva formativa da avaliação proposta nas OCEPE.

•Conhecer e utilizar diversos meios e instrumentos de recolha de informação como suporte do planeamento e da avaliação.

•Saber construir um plano de avaliação adequado ao seu contexto e exequível.

•Utilizar a informação recolhida para regular o desenvolvimento do currículo e partilhar essa informação com os intervenientes no processo educativo (famílias, outros profissionais, comunidade).

Conteúdos da ação

1.Fundamentos e princípios da pedagogia da infância e suas implicações na gestão do currículo

2.Gestão do currículo e intencionalidade educativa

3.Observar/registar documentar para planear e avaliar

a.O que as crianças fazem e aprendem

b.A organização do ambiente educativo

4.Planear e avaliar – um processo participativo

5.A comunicação do processo e dos efeitos

Metodologias de realização da ação

Esta oficina recorre a uma metodologia de articulação teoria-prática que tem como ponto de partida o conhecimento das/os formandas/os sobre a gestão curricular e a partilha de instrumentos de planeamento e avaliação que utilizam para situar e questionar teoricamente esses conhecimentos e práticas.

Assim, a organização das sessões contempla a discussão em pequenos grupos, cujas conclusões são debatidas em grande grupo, cabendo ao/à formador/a enquadrar e aprofundar teoricamente o fundamento das práticas e propor outros meios e instrumentos de avaliação que serão experimentados pelos/as formandos/as e utilizados para elaborar e regular o planeamento da ação pedagógica.

Pretende-se com o desenvolvimento deste processo, uma apropriação de novos recursos de planeamento e avaliação que permitam uma melhoria nas práticas de gestão curricular.

Os conteúdos previstos nesta oficina são distribuídos da seguinte forma nas sessões presenciais.

 

Sessões presenciais (25 horas)

1ª Sessão (4 horas)

Fundamentos e princípios da pedagogia da infância e suas implicações na gestão do currículo

Apresentação da oficina e sua metodologia, calendarização e avaliação

Análise dos fundamentos e princípios da pedagogia para a infância, dos conceitos que lhes estão subjacentes e como podem ser operacionalizados no desenvolvimento do currículo.

2ª Sessão (3 horas)

Gestão do currículo e intencionalidade educativa

Noção de intencionalidade educativa – o ciclo planear agir avaliar na regulação do desenvolvimento do currículo.

Relação entre planeamento e avaliação.

O ciclo interativo Planear, Agir e Avaliar e o seu desenvolvimento ao longo do ano.

Perspetivas teóricas de avaliação - noção de avaliação formativa e de avaliação de progresso.

3ª Sessão (3 horas)

Observar/registar documentar para planear e avaliar - o que as crianças fazem e aprendem

A importância da observação e a necessidade de registo.

As decisões na recolha e organização da documentação pedagógica.

Proposta e treino de instrumentos para observar e registar o que as crianças fazem e aprendem.

4ª Sessão (3 horas)

Observar/registar documentar para planear e avaliar - a organização do ambiente educativo

A organização do ambiente educativo como suporte do desenvolvimento curricular

A organização da sala de atividades e as oportunidades educativas que proporciona.

As relações e interações no grupo: adultos/crianças e crianças/crianças

Planear e avaliar a avaliação

5ª Sessão (3 horas)

Planear e avaliar - um processo participativo

A participação das crianças no planeamento e avaliação como meio de aprendizagem

Estratégias de participação dos pais/famílias e envolvimento de outros profissionais no planeamento e avaliação

6 ª Sessão (3 horas)

A comunicação do processo e dos efeitos

Adequação da comunicação do processo e dos efeitos a diferentes interlocutores

Questões éticas da avaliação e da comunicação

7ª Sessão (3 horas)

Apresentação do trabalho final

8.ª Sessão (3 horas)

Apresentação do trabalho final

Trabalho autónomo (25 horas):

•Recolha e apresentação de instrumentos e meios de planeamento e avaliação que utilizam e justificação da escolha.

•Experimentação de novos meios e instrumentos de avaliação e sua mobilização no planeamento.

•Apresentação de exemplos de práticas de participação no planeamento e na avaliação dos diferentes intervenientes na educação das crianças e de modos de comunicar a avaliação a diversos interlocutores.

•Leitura e análise de textos das OCEPE e de outros documentos de fundamentação teórica.

•Proposta de um plano de ação e da sua avaliação.

6.2.Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar:

Entre os meses de outubro e julho

Regime de avaliação dos formandos

•Participação nas sessões (dinâmica da participação e qualidade das intervenções) 15%

•Apresentação oral do trabalho autónomo desenvolvido – 25%

•Portefólio com a recolha dos trabalhos realizados ao longo da oficina e complementado com um plano de ação e da sua avaliação – 60%

Forma de avaliação da ação

•Relatório das/os formadoras/es

•Questionário de avaliação preenchidos online pelas/os formandas/os

•Questionário de avaliação preenchidos online pelas/os formadoras/es

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

 

23_Motivação em sala de aula – Estratégias para alunos com interesses divergentes dos escolares_AE Penafiel Sudeste_Turma 2
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Curso de Formação – 25 horas     1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-83113/15

Destinatários: Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste

Cronograma: janeiro       24 e 31         - 17:30_20:30

                       fevereiro    7, 21 e 28     - 17:30_20:30

                      março         14, 21 e 28   - 17:30_20:30

 (último dia termina às 21:30)

Formador:   Victor Guimarães

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Necessidade de munir os diversos intervenientes no combate ao abandono e absentismo.

Ambiente de sala de aula – regras de conduta de sala de aula desajustadas.

 Aproximação das famílias às Escolas.

Capacitação dos docentes na área de gestão de conflitos.

Objetivos a atingir

Consolidar a participação das famílias na Escola.

Criar ações de capacitação periódicas para a gestão de conflitos.

Prevenir a incidência de situações de indisciplina e de risco de abandono.

Consolidar e harmonizar regras de conduta na sala de aula.

Conteúdos da ação

Atendimento ao aluno (em situação de tensão) – Gabinete de Atendimento ao Aluno e à Família – 12 horas

Atitudes e comportamentos para um atendimento de excelência: Empatia; Simpatia; Tranquilidade; Disponibilidade; Ética e bom senso.

A importância da comunicação eficaz no atendimento: Escuta ativa; Paráfrase; Perguntas (de clarificação, de detalhe, de aprofundamento…); Resposta empática e mapa de referência do aluno.

Assertividade como alicerce do atendimento de excelência: Mensagens do “eu” versus “tu”; Comportamento versus pessoa; Concreto versus generalidades e opiniões; Cuidado na escolha das palavras.

Particularidades do aluno (historial, contexto, idiossincrasia…) e implicações no atendimento - Como diagnosticar o estado mental do aluno: Ansiedade; Confusão; Irritação; Medo; Tranquilidade.

Respostas e atitudes adequadas a cada estado emocional do aluno.

O ciclo de atendimento em cada sessão: Acolhimento, Atendimento, Fecho (despedida e compromisso).

Ir ao encontro das necessidades e ir para além das expectativas.

Gerir interações com alunos difíceis, revoltados, agressivos ou insatisfeitos.

  Acompanhamento do aluno – O tutor enquanto coach – 5 horas

 Ferramentas do tutor / coach:

Ferramentas internas – Calibração; Escuta; Comunicação; Intuição.

Ferramentas externas ou instrumentos – A Roda da Vida; O Modelo Grow; A Linha do Tempo; Metáforas, Parábolas e Imagens; etc.

A construção de uma relação positiva e de confiança.

Definição de objetivos como ferramenta de orientação e motivação.

Reforço positivo e clima de apoio.

Feedback como ferramenta crucial no processo de tutoria.

O compromisso (autonomia versus responsabilidade).

Ética e exemplo no relacionamento tutor-tutorado.

A mediação do conflito entre dois ou mais alunos – 8 horas

 Características e atitudes do mediador.

Estratégias para a mediação do conflito.

Identificação e formulação do problema.

Estabelecer as dimensões do conflito.

Procura e oferta de soluções, consensos ou compromissos.

Escolher uma solução consensual. Confirmar a aderência dos envolvidos.

Elaboração de um plano de ação e avaliação de resultados.

Follow-up, manutenção de ganhos e correção de desvios.

Metodologias de realização da ação

2 Sessões teórico-práticas – sessões de levantamento e clarificação das representações sobre o conflito e a indisciplina e as repercussões das mesmas no processo educativo, bem como de experimentação de ferramentas que melhoram a comunicação e o relacionamento interpessoal (escuta-ativa, resposta empática, observação calibrada, assertividade, perguntas e paráfrase, adequação ao mapa de referência do outro…), seja em situação de atendimento ao aluno, seja no acompanhamento do mesmo ou na gestão de situações de tensão, a mediação e a negociação, com recurso a simulações e roleplays (4 horas presenciais)

1 Sessão – Identificação, registo, caracterização e avaliação de situações relativas a casos de intervenção em situações de tensão e das estratégias utilizadas para a gestão das mesmas (3horas de trabalho autónomo);

1 Sessão prática – sessão de apresentação e discussão dos casos relatados e reflexão sobre as estratégias e ferramentas utilizadas (bem como dos resultados obtidos), enquadrando teoricamente as mesmas e identificando propostas de ação alternativas para situações futuras; (2 horas presenciais);

1 Sessão – Autoavaliação de práticas e comportamentos em situações de tensão e conflito, com recurso a grelhas de registo e autorreflexão, e heteroavaliação por observação direta de pares, com recurso grelhas idênticas e em momentos e espaços previamente acordados entre os intervenientes; (2 horas de trabalho autónomo);

3 Sessões teórico-práticas – levantamento e clarificação das representações sobre os conceitos e as componentes da inteligência emocional e de gestão das emoções, bem como de identificação da aplicabilidade das mesmas na gestão mais eficaz e construtiva de interações com alunos difíceis, revoltados, agressivos ou insatisfeitos; identificação dos conceitos de tutoria e coaching e dos instrumentos disponíveis para o seu exercício, nomeadamente no acompanhamento de casos difíceis, através da análise de casos; experimentação e treino de ferramentas que possibilitam uma melhor gestão do stress e das emoções em situações de tensão, através de simulações e roleplays (6horas presenciais);

5 Sessões – Aplicação das ferramentas e estratégias em situações reais na prática quotidiana (em contexto de mediação de conflitos, em contexto de atendimento no Gabinete e em contexto de intervenção direta e imediata em situações de indisciplina no espaço escolar), para identificação, caracterização e avaliação das dificuldades sentidas na gestão das mesmas, bem como dos resultados obtidos versus resultados esperados (11horas de trabalho autónomo);

1 Sessão – Apresentação e discussão dessas experiências e reflexão sobre as estratégias utilizadas, enquadrando teoricamente as mesmas e identificando propostas de ação alternativas para situações futuras; (2,5horas presenciais);

3 Sessões práticas – dramatização de alguns dos casos relatados, com recurso a registo em vídeo para autoscopia e análise entre pares, para identificação e reforço dos aspetos positivos já conseguidos e desmontagem dos aspetos com necessidade de melhoria, definindo metas e objetivos, bem como os passos a dar nesse sentido, resultando na elaboração de um plano de autodesenvolvimento faseado, por parte de cada participante; (7,5 horas presenciais).

4 Sessões – Elaboração de proposta de intervenção com vista à prevenção e melhor gestão das situações de tensão, conflito e indisciplina (quer em contexto de atendimento no Gabinete, quer em contexto de mediação ou de intervenção direta), e à criação de um ambiente de aprendizagem e convivência mais saudável e construtivo no espaço escolar (9 horas de trabalho autónomo em grupos de trabalho);

1 Sessão – Apresentação e discussão plenária das propostas de intervenção e Identificação dos passos seguintes (possibilidade de outras ações de formação específica; criação de grupos de trabalho supervisionado numa lógica de autoformação; etc.) para acompanhamento da implementação e desenvolvimento das propostas de intervenção apresentadas (3 horas presenciais).

Regime de avaliação dos formandos

Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais

Trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:

1 a 4,9  valores – Insuficiente;  5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom;   8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores -  Excelente.

 

51_Colaboração Profissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 4_AE Eiriz
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Eiriz

Cronograma:                            

janeiro           17                    17h30min- 20h30 min

março             14                  17h30 min - 20h30min       Sessão Online

julho              5                     14h30 min - 17h30 min

                     10                      10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                           

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção: 

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas de Eiriz

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:      

De 17 de outubro até preenchimento das vagas

43_Estratégias e Motivação para uma Aprendizagem Colaborativa, Ativa e de Sucesso_AE Pinheiro
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Curso de Formação  - 12 horas      0.5 créditos

Acreditação: CCPFC/ACC-86906/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas Pinheiro

Cronograma:   

aabril                   11, 18, (14:30 – 17:30) e 26

 maio                      3 (17:30  – 20:30)

Formadora:  Vanessa Pereira

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

A expressão dificuldades de aprendizagem surgiu da necessidade de identificar um vasto grupo de crianças que embora não apresentasse qualquer tipo de deficiência, apresentava problemas de aprendizagem em algumas áreas específicas, e de entre várias definições, pode ser entendida como atraso, desordem ou imaturidade num ou mais processos da linguagem falada, da leitura, da ortografia, da caligrafia ou da aritmética, resultantes de uma possível disfunção cerebral e/ou de distúrbios de comportamento, e não dependentes de uma deficiência mental, de uma privação sensorial, de uma privação cultural ou de um conjunto de fatores pedagógicos (Kirk, 1962, citado em Pinheiro, 2008). Esta problemática e o Défice de Atenção/Hiperatividade interferem com as competências básicas para a aprendizagem e com o desempenho em todas as áreas curriculares. Neste sentido e a fim de proporcionar maior sucesso à essa/es aluna/os, é essencial caracterizar a aprendizagem e as dificuldades de aprendizagem, diferenciar as Dificuldades Específicas da Aprendizagem e o Défice de Atenção/Hiperatividade de outros problemas, identificar os principais fatores do sucesso da aprendizagem, como a atenção, o compromisso ativo, o retorno da informação, a consolidação da memória, o sono (Dehaene, 2013) e outras funções executivas, reconhecer a importância da implementação de estratégias e da motivação para uma aprendizagem colaborativa, ativa e de sucesso, e intervir de forma eficaz nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade, proporcionando uma pedagogia diferenciada, criativa e motivadora, adequada às necessidades de cada aluna/o. A motivação é essencial na aprendizagem. As recompensas, os elogios e os reforços, após um esforço, facilitam a aprendizagem escolar (Julie Coquart, 2011) e poderá evitar o sentimento de impotência, que poderia afogar os próximos esforços (Dehaene, 2013). É, igualmente, essencial não esquecer a importância do método pedagógico ativo, da criatividade, do empreendedorismo, da aprendizagem colaborativa, da comunicação assertiva e não violenta, e da articulação escola-família-comunidade. A escola tem um papel fundamental no processo de intervenção, os meios privilegiados para reeducar este/as aluno/as passam por fornecer-lhe/s instrumentos diversos e alternativos na aquisição da linguagem e conhecimentos (Esteves, 2011).

Objetivos a atingir

-Objetivos gerais:

Caracterizar o processo de aprendizagem e as dificuldades de aprendizagem;

Diferenciar as Dificuldades Específicas da Aprendizagem e o Défice de Atenção/Hiperatividade de outros problemas;

Valorizar os principais fatores envolvidos no sucesso da aprendizagem;

Reconhecer a importância da implementação de estratégias e da motivação para uma aprendizagem colaborativa, ativa e de sucesso;

Intervir de forma eficaz nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade, através das medidas adequadas.

-Objetivos específicos:

Definir os conceitos de aprendizagem e de processo de ensino-aprendizagem;

Identificar algumas das abordagens da aprendizagem;

Distinguir os diferentes estilos de aprendizagem;

Distinguir os conceitos dificuldades de aprendizagem e Dificuldades Específicas da Aprendizagem;

Distinguir as principais caraterísticas associadas às Dificuldades Específicas da Aprendizagem, com prejuízo na leitura, na expressão escrita e/ou na matemática (Dislexia, Disortografia, Disgrafia e Discalculia);

Definir o conceito de Défice de Atenção/Hiperatividade;

Distinguir os conceitos de necessidades educativas de necessidades educativas especiais;

Definir o conceito de estratégias de aprendizagem;

Identificar estratégias de intervenção adequadas às necessidades das crianças e da/os aluna/os e facilitadores do processo de ensino-aprendizagem;

Valorizar o contributo das neurociências nas estratégias de aprendizagem;

Valorizar a pedagogia diferenciada, criativa, empreendedora, ativa, cooperante e motivadora, e o estilo democrático;

Valorizar a autorregulação e a implementação do modelo de Planificação, Execução e Avaliação;

Aplicar as medidas de apoio/diferenciação pedagógica adequadas às perturbações de neurodesenvolvimento e às dificuldades de aprendizagem.

Conteúdos da ação

Os temas de cada sessão e os conteúdos programáticos associados são os seguintes:

-Apresentação do curso, dos objetivos gerais e específicos, do grupo de formação e da avaliação da formação e dos formandos;

-Aprendizagem e dificuldades de aprendizagem, nomeadamente Dificuldades Específicas da Aprendizagem e Défice de Atenção/Hiperatividade (conceitos de aprendizagem e de processo de ensino-aprendizagem, abordagens da aprendizagem, estilos de aprendizagem, conceitos de dificuldades de aprendizagem e de Dificuldades Específicas da Aprendizagem, principais caraterísticas associadas às Dificuldades Específicas Aprendizagem, com prejuízo na leitura, na expressão escrita e/ou na matemática – Dislexia, Disortografia, Disgrafia e Discalculia, conceito de Défice de Atenção/Hiperatividade, conceitos de necessidades educativas de necessidades educativas especiais e principais sinais de alerta para estas perturbações de neurodesenvolvimento);

-Principais fatores do sucesso da aprendizagem e estratégias e motivação para a aprendizagem (principais fatores envolvidos no sucesso da aprendizagem – atenção, compromisso ativo, retorno da atenção, consolidação da memória, sono e outras funções executivas, problemática emocional relacionada, fatores potenciadores das dificuldades de aprendizagem, conceito de estratégias de aprendizagem, estratégias de intervenção adequadas às necessidades da/os aluna/os e facilitadores do processo de ensino-aprendizagem, contributo das neurociências nas estratégias de aprendizagem, importância da pedagogia diferenciada, criativa, empreendedora, ativa, cooperante e motivadora, e do estilo democrático, importância da autorregulação e da implementação do modelo de Planificação, Execução e Avaliação, vantagens da atenção positiva, do elogio e autoelogio, do reforço, da recompensa, da comunicação assertiva e não violenta, e da atitude empática/compreensiva, e importância de valorizar as competências em vez de se focar nas dificuldades e de potenciar essas mesmas competências nas crianças e na/os aluna/os, qualquer seja a área de maior êxito);

-Medidas de intervenção adequadas nas Dificuldades (Específicas) da Aprendizagem e no Défice de Atenção/Hiperatividade (medidas educativas e medidas educativas especiais, condições especiais na realização das provas de conclusão de ciclo de ensino, aplicação das medidas de apoio/diferenciação pedagógica adequadas às dificuldades de aprendizagem e às perturbações de neurodesenvolvimento, e procedimento do encaminhamento para apoios especializados, sempre que seja necessário);

-Reflexão e avaliação final.

Metodologias de realização da ação

As diferentes sessões de formação irão envolver diversos métodos e técnicas pedagógicas, sendo uma ação de formação teórico/prática:

-Método expositivo (exposição de conteúdos teóricos);

-Método interrogativo (formulação de perguntas orais e escritas);

-Método ativo (trabalhos individuais e dinâmicas de grupo, como a tempestade de ideias/brainstorming, o estudo de casos, a dramatização/role-playing e a simulação).

Ao longo da ação de formação, serão valorizados o dinamismo, a participação e a criatividade da/os formanda/os, partindo da aprendizagem por autodescoberta e valorizando os conhecimentos e as competências prévios da/os formanda/os. Serão explorados os diferentes conteúdos, a fim de facilitar o processo de ensino-aprendizagem, nomeadamente a consolidação dos conhecimentos e a generalização dos saberes. A mais dos domínios cognitivo (conhecimentos) e psicomotor (competências), será, igualmente, trabalhado o domínio afetivo (atitudes). O desenvolvimento dos três saberes, tanto do saber-ser como do saber-saber e do saber-fazer, é essencial para uma atuação educativa positiva e adequada às necessidades e aos perfis de cada criança e aluna/o. Serão valorizados a criatividade, a motivação e o trabalho colaborativo e cooperante, que são fundamentais para o sucesso do processo de ensino-aprendizagem.

Regime de avaliação dos formandos

•Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais

•Participação e trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:

   1 a 4,9  valores – Insuficiente;

   5 a 6,4 valores – Regular;

   6,5 a 7,9 valores – Bom;

   8 a 8,9 valores – Muito Bom;

  9 a 10 valores –  Excelente.

 

70_A Supervisão_ Caminho para a sustentabilidade dos processos e da avaliação_AE Cristelo
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Oficina de Formação_ 50Horas (25presenciais+25autónomas)   2 créditos

Acreditação:                              CCPFC/ACC-91422/17

Destinatários:                            Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Cristelo

Formadora:                                   Nazaré João

Cronograma:                            

janeiro   17; 22; 31  das 17:45 às 19:45

fevereiro   26; 28 das 17:45 às 19:45

março   12; 14 das 17:45 às 19:45

maio   16; 23  das 17:45 às 20:45

junho   13 das 17:45 às 19:45

            27 das 17:45 às 20:45

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

                     Adequar a supervisão à inovação docente;

                     Intensificar o papel das lideranças intermédias no aumento da eficácia e da eficiência das estratégias adotadas no processo ensino/aprendizagem;     

                     Fortalecer os processos de partilha e de reflexão dos docentes;

                     Reforçar a coerência na articulação entre os processos de ensino-aprendizagem e o processo de avaliação dos alunos;

                     Dar continuidade à ação de formação – A monitorização e a supervisão na sala de aula – nomeadamente no aperfeiçoamento e apropriação dos instrumentos criados.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

                     Contextualizar a supervisão na escola reflexiva;

                     Incentivar a inovação educacional e a implementação de metodologias inovadoras;

                     Promover a supervisão gradual da prática letiva com base na partilha de boas práticas e no trabalho colaborativo entre docentes;

                     Intensificar os processos partilha de práticas pedagógicas e de reflexão dos docentes;

                     Aumentar a fiabilidade do processo de avaliação.

                     Criar processos de ensino-aprendizagem consistentes e articulados com o processo de avaliação dos alunos;

                     Garantir a apropriação dos instrumentos criados para a prática de supervisão pedagógica nas diversas vertentes;

                     Garantir a articulação da monitorização com a supervisão pedagógica.

Conteúdos da ação

Módulo          Regime           Conteúdos    Duração

0                     Sessão presencial              Sessão de apresentação;

Exploração do quadro teórico:

- modelos de supervisão: os cenários de supervisão

- domínios da supervisão: técnicas de supervisão

- a importância da ação do supervisor cooperante  2h

1                       Sessão presencial              Exploração do quadro teórico:

- a escola na sociedade atual

- escola reflexiva

- o papel da supervisão numa escola reflexiva

- o papel / competências do supervisor                     2h

2                     Sessão presencial              a)                    Análise dos instrumentos criados e testados no âmbito da supervisão na sala de aula, no decorrer da formação anterior - A monitorização e a supervisão na sala de aula;                      2h

3                     2 Sessões presenciais       b)                    Criação, retificação e validação dos instrumentos no âmbito da supervisão na sala de aula e respectivas grelhas de registo;            4h

4                     2 Sessões presenciais       Atividades:

Identificação dos anos de escolaridade, turmas, domínios, metodologias inovadoras e instrumentos de avaliação a observar;

                     3º, 6º e 7º anos

                     L.Portuguesa (Gramática / Interpretação) e Matemática (Números e Operações)

                     Coadjuvações; Turmas Mais; ELPMe; Tutorias

Definição do nº de aulas e instrumentos de avaliação a observar;

Formação dos pares pedagógicos que procederão à observação de aulas;        4h

5                     Trabalho autónomo          Intervenção no terreno através da observação de aulas e análise dos Instrumentos de Avaliação;             25h

6                     Sessão presencial              Observação e análise dos dados registados e discussão dos mesmos no grupo de formandos;

Preparação do feedback a dar aos supervisionados;

Eventual correção/melhoria dos instrumentos de observação.   3h

7                      Sessão presencial              Reunião entre formandos e supervisionados para análise conjunta dos dados obtidos;       3h

8                     Sessão presencial              Balanço da Ação realizada;

Avaliação do trabalho autónomo;

Preparação do Painel para apresentação;                   2h

9                     Sessão presencial              Divulgação das conclusões da Ação em Painel e outros suportes.                       3h.

Metodologias de realização da ação

1.                      METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO

1.1.                    Passos Metodológicos

Esta oficina englobará situações presenciais em que os participantes se encontrarão para trabalhar em conjunto sob a supervisão dos formadores (Módulos 0;1;2;3;4;6;7) e situações de intervenção (não presenciais) em que cada participante aplicará nos seus contextos de prática as ferramentas utilizadas e as estratégias definidas nos módulos anteriores (Módulo 5). Haverá, finalmente, uma fase final de avaliação – módulo 8 e por último a divulgação das conclusões(Módulo 9)..

Assim, a oficina divide-se em três fases:

•                     1ª Fase:

                     Serão abordados quadros teóricos de temas relevantes para o desenvolvimento da acção de  formação; Terá a duração de 4 horas (Presenciais).

                     Proceder-se-á à retificação de instrumentos criados e testados no âmbito da supervisão na sala de aula, no decorrer da acção de formação anterior - A monitorização e a supervisão na sala de aula - e à produção de novos instrumentos considerados pelo conjunto de participantes como a resposta mais adequada ao melhoramento da ação educativa e atividade supervisiva. Tais materiais terão sempre em conta o impacto das metodologias inovadoras no sucesso dos alunos, assim como, a coerência na articulação entre os processos de ensino-aprendizagem e o processo de avaliação dos alunos. Terá a duração de 10 horas (Presenciais).

•                     2ª Fase:

                     Intervenção no terreno através da aplicação das ferramentas utilizadas na 1ª fase, dos materiais produzidos e das estratégias definidas. Terá a duração de 25 horas (Não presenciais de trabalho autónomo).

•                     3ª Fase:

                     Análise/discussão/reflexão, dos dados/ resultados obtidos;

                     Feedback aos supervisionados;

                     Eventual correção/melhoria dos instrumentos de observação;

                     Balanço da ação realizada, avaliação do trabalho autónomo e preparação do Painel para apresentação;

                     Divulgação das conclusões da ação em Painel e outros suportes.

Terá a duração de 11 horas (Presenciais).

Será disponibilizada uma plataforma de aprendizagem on-line (Moodle) que servirá de base a um centro virtual de apoio/comunidade de prática (local de comunicação e apoio entre todos os participantes).

6.2.1.               Número de sessões previstas por mês:    3

6.2.2.             Número total de horas previstas por cada tipo de sessões:

Sessões presenciais conjuntas       25

Sessões de trabalho autónomo        25

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os factores:

1                       Participação nas atividades da ação;

2                     Apresentação resultados trabalho autónomo;

3                     Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

       Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

Inquérito final ao formador e formandos;                  Relatório do Formador;                            Relatório do CFAE.

 

35_Gamificação como recurso pedagógico_AE Joaquim Araújo
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Curso de Formação de 25 horas e 1 crédito

Acreditação:                              CCPFC/ACC-91675/17

Destinatários:                            110, 200, 210, 220, 230, 300, 330 e 500

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Joaquim de Araújo

Formadora:                               Adelina Silva

Cronograma:

Janeiro 13, 20 e 27

Fevereiro  17 e 24

Horário: 8:30_13:30

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Verifica-se que um número significativo de alunos não acompanha as aprendizagens ao ritmo dos demais, traduzindo-se em insucesso e desmotivação precoce e, paradoxalmente um grupo de alunos que, por apresentar uma maior facilidade em aprender, tende a desmotivar.

Deste modo, será pertinente criar uma pedagogia diferenciada bem como novos processos didáticos.

Vivemos na chamada revolução tecnológica e com o apropriado uso da tecnologia nos ambientes de aprendizagem, os alunos parecem estar mais envolvidos, mais motivados no seu processo de ensino/aprendizagem.

Surge então a Gamificação como prática pedagógica, que se define pela utilização de alguns elementos que caraterizam os jogos virtuais em atividades, cujo contexto não é o do jogo, contribuindo tanto para a motivação como para o desenvolvimento cognitivo do aluno.

Este processo de Gamificação pode do mesmo modo ser utilizado como ferramenta de avaliação formativa sistemática, que leva o aluno a participar no desafio, que é o jogo, como orientador para as aprendizagens que se mostrem necessárias.

Objetivos a atingir

No final desta ação o formando deverá saber:

•Conceptualizar o que é a Gamificação, identificar os seus elementos principais e analisar a sua aplicabilidade;

•Explicar de que maneira a Gamificação contribui tanto para o processo de aprendizagem como para a sua avaliação e quais os benefícios da sua utilização no processo de ensino;

•Utilizar a Gamificação de forma efetiva com o objetivo de melhorar a aprendizagem dos alunos;

•Utilizar aplicações e exemplos práticos do uso da Gamificação tomando decisões sobre a sua utilização, justificando o seu uso.

Conteúdos da ação

•A Gamificação a partir do Jogo            (3 horas)

•O que é Gamificação?

•Definição;

•História;

•Porquê utilizar a Gamificação;

•Exemplos e categorias.

•Jogos

•O que é um jogo;

•Jogo e jogar;

•“Video Games”;

•Gamificação no seu contexto.

•Os elementos do Jogo    (3 horas)

•Pensar o jogo:

•Pensar como um “game designer”;

•Regras de design;

•Aproveitar as emoções;

•Anatomia da diversão;

•Encontrar a diversão.

•A pirâmide dos elementos do jogo;

•A tríade PBL;

•Limitações.

•Gamificação e motivação                       (3 horas)

•Design motivacional;

•Estruturas de recompensa;

•Motivação intrínseca e extrínseca;

•Aplicação prática I           (3 horas)

•Ferramentas “web based”;

•Apps.

•Gamificação na educação                       (3 horas)

•Desafio;

•Metas;

•Imersão e envolvimento;

•Cooperação e colaboração.

•Gamificação e aprendizagem                 (3 horas)

•Feedback;

•Projetos e colaboração.

•Gamificação e avaliação formativa       (3 horas)

•Avaliação;

•Avaliação formativa.

•Projeto formativo           (4 horas)

•Construção de um sistema de avaliação formativa com recurso à Gamificação.

Metodologias de realização da ação

A metodologia para esta ação de formação centra-se em oito sessões presenciais, com sete de 3 horas e uma de 4 horas de duração. As sessões terão uma parte inicial teórica seguida do desenvolvimento de conteúdos, com recurso à Gamificação. Terá sempre em consideração a ligação da parte teórica à aplicação prática dos conteúdos em contexto escolar.

Regime de avaliação dos formandos

•A Avaliação dos formandos obedece aos seguintes critérios:

- Participação (40%);

- Trabalho Individual – Elaboração de um portefólio digital (60%).

•A Avaliação dos Formandos é uma avaliação individual que contempla uma Classificação Quantitativa na Escala de 1 a 10, conforme o previsto no ECD, devendo constar do respetivo Certificado, de acordo com a seguinte escala:

Excelente – de 9 a 10 valores;

Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

Regular – de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

•A ação será avaliada por:

•ficha individual a preencher pelos formandos;

•por relatório do formador;

•por relatório do especialista.

•Elaboração, pelo Centro de Formação, de um relatório global de avaliação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

62_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula Turma 12_AE Paredes
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-89121/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paredes

Formadora: Liliana Nunes

Cronograma:

Janeiro    10, 17, 24, 31        

Fevereiro    21

Abril           11, 18

Maio          2

Horário: 18:30 / 21:30

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

 

59_Diferenciação Pedagógica em Contexto de Sala de Aula Turma 1_AE Vilela
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 25h presenciais + 25h autónomas  

Acreditação:CCPFC/ACC-93518/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Vilela

Formadora: Marisa Carvalho, Helena Azevedo, Tânia Rocha, Iris Oliveira

Cronograma:

Janeiro           09 3h_18:30_21:30

                       20 4h_9:00_13:00

Fevereiro        03 4h_9:00_13:00

                       07 4h_14:30_18_30

Março             01 3h_18:30_21:30

                       15 3h_18:30_21:30

Maio                19 4h_9:00_13:00

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Atualmente, as escolas definem-se por uma população com características diversas nomeadamente em domínios como a aprendizagem, os interesses, a motivação. Em resposta à diversidade de alunos, as escolas têm vindo a organizar modalidades diversificadas de promoção do sucesso educativo. Destacam-se por exemplo as chamadas metodologias “Sucesso Mais”, onde se incluem a Metodologia Fénix ou a Turma Mais, bem como a organização de “grupos de homogeneidade relativa”, os cursos de educação e formação ou a turmas com percursos curriculares alternativos. Estas modalidades supõem uma gestão diferenciada e flexível do currículo, exigindo do professor um conjunto de conhecimentos e competências pedagógicas facilitadoras da aprendizagem significativa para todos os alunos (Bartolo, 20071; King-Sears, 20082). Neste âmbito, apela-se à utilização de estratégias de diferenciação pedagógica capazes de responder às necessidades e interesses de cada aluno e, deste modo, garantir a aprendizagem de todos. Contudo, verifica-se que a diferenciação pedagógica é frequentemente convocada como estratégia pedagógica. Apresenta-se pouco operacionalizada, confundindo-se facilmente com “ensino individualizado”, “ensino caótico e desorganizado”, “nível de exigência inferior” (King-Sears, 2008; Tomlison, 2008). A diferenciação pedagógica implica uma ação estratégica de planeamento e operacionalização do currículo. Com efeito, as modalidades de ensino podem ser diversificadas, variando em alterações ao nível do conteúdo, do processo e/ou do produto, em função da avaliação e monitorização dos progressos dos alunos na aprendizagem (Bártolo, 2007). Isto exige que os professores tenham formação sólida em planeamento, organização e gestão dos currículos e das lições.

Assim, pretende-se com esta ação de formação que os docentes envolvidos aprofundem e mobilizem conhecimentos no âmbito da gestão do currículo e da diferenciação pedagógica para a prática letiva, apliquem esses novos conhecimentos no terreno e adotem novas práticas, respondendo aos desafios colocados pelas escolas e pelos alunos e ao propósito de promoção do sucesso escolar de todos e de cada um em particular.

1Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta.

2King-Sears, M. (2008). Facts and fallacies: differentiation and the general education curriculum for students with special educational needs. Support for Learning, 23(3), 56-62.

3Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.Mobilizar os conhecimentos acerca dos modelos de educação especial, legislação de âmbito educativo, contextos educativos e gestão curricular tendo em conta as implicações para a diferenciação, flexibilização e adequação curricular;

2.Aprofundar conhecimentos acerca dos conceitos de diferenciação, flexibilização e adequação curricular e acerca das tipologias, estratégias e intervenientes em projetos de diferenciação pedagógica;

3.Utilizar os conhecimentos e competências adquiridos na conceção e operacionalização da ação pedagógica, definindo, em função do contexto pedagógico em que opera, da heterogeneidade e diversidade dos alunos, projetos específicos de intervenção, definindo: as metodologias, as técnicas, as estratégias, os instrumentos e os recursos mais adequados à promoção do sucesso educativo de todos e de cada um;

4.Aplicar, em sala de aula, as metodologias, técnicas, estratégias, instrumentos e recursos definidos, adequando a sua ação à singularidade e individualidade dos alunos, respeitando e valorizando as diferenças, esbatendo as dificuldades e realçando as potencialidades de cada um;

5.Refletir sustentadamente sobre as práticas desenvolvidas, apresentando os resultados obtidos e as questões suscitadas, numa lógica de partilha e sistematização, tendo como fim a consolidação de desempenhos considerados eficazes e/ou a definição de novas linhas de orientação da ação educativa.

Conteúdos da ação

Parte presencial

I. Problemas e questões introdutórias (2 horas teóricas)

a.Da comunidade à sala de aula

b.Da legislação à prática

c.Do currículo comum ao currículo diferenciado

II. Diferenciação, flexibilização e adequação curricular (4 horas teóricas / 4 horas teórico-práticas)

a.Definição e clarificação de conceitos

b.Tipologias de diferenciação pedagógica: conteúdos, processos e produtos

c.Operacionalização da diferenciação pedagógica baseada no nível de preparação, no interesse e no perfil de aprendizagem dos alunos

d.Estratégias de diferenciação pedagógica

e.Intervenientes (professor, aluno e outros)

III. Conceção e operacionalização da ação pedagógica diferenciada - em função do perfil dos alunos, elaboração de projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados: definição de metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos pedagógicos, sempre orientados pelo princípio da diferenciação pedagógica; (2 horas teóricas / 8 horas teórico-práticas)

IV. Após a fase de trabalho autónomo, sessões presenciais conjuntas para apresentação, sistematização e síntese dos resultados obtidos (5 horas teórico-práticas)

Trabalho autónomo

Concretização da ação pedagógica diferenciada - realização dos projetos específicos elaborados - aplicação, em contexto de sala de aula, das metodologias, estratégias, técnicas, instrumentos e recursos definidos (25 horas práticas)

Metodologias de realização da ação

Na parte presencial, privilegiam-se sessões teórico-práticas. As sessões serão desenvolvidas com base em exposição de conteúdos, debates entre os participantes e análise de situações concretas, quer propostas pelo formador, quer trazidas pelos próprios formandos. Serão, também, elaborados projetos específicos que tenham na base os conteúdos teóricos trabalhados e deem corpo à planificação da ação pedagógica diferenciada. Na parte do trabalho autónomo, haverá lugar à aplicação no terreno - realização da ação pedagógica diferenciada em contexto de sala de aula.

Especificamente, a metodologia de trabalho é organizada da seguinte forma: (i) Exposição teórica dos conteúdos, pretendendo-se assim desenvolver e tratar dos aspetos teóricos relacionados com a temática da ação; (ii) Debate sobre situações reais de reconhecida relevância pedagógica, relacionadas com as representações dos formandos; (iii) Envolvimento em atividades teórico-práticas tendentes à elaboração de projetos específicos de pedagogia diferenciada: definição de metodologias, estratégias, técnicas e instrumentos a utilizar, bem como planificação de experiências de aprendizagem e produção de recursos; (iv) Aplicação no terreno desses mesmos projetos - trabalho autónomo; (v) Reflexão conjunta sobre as práticas desenvolvidas e sistematização de conclusões.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais.

- A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará: na participação nas dinâmicas das sessões presenciais; nos projetos, trabalhos e/ou materiais produzidos, no âmbito do trabalho autónomo e na realização de um trabalho individual/reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, ao nível do Centro de Formação;

- A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita:

Excelente — de 9 a 10 valores;

Muito Bom — de 8 a 8,9 valores;

Bom — de 6,5 a 7,9 valores;

Regular — de 5 a 6,4 valores;

Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

 

64_TUTORIA EM CONTEXTO ESCOLAR: O papel do professor tutor_AE Daniel Faria
Oficina de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade:                                Oficina de Formação – 30 horas (15horas presenciais e 15horas autónomas)

Acreditação:                              CCPFC/ACC-89107/16

Destinatários:                           Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Daniel Faria

Formadora:                                Rita Começanha

Cronograma: ADIADA

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Na Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86, de 14 de Outubro) está determinado, nos seus princípios, que “o sistema educativo responde às necessidades resultantes da realidade social, contribuindo para o desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, incentivando a formação de cidadãos livres, responsáveis, autónomos e solidários e valorizando a dimensão humana do trabalho”.

Os desafios que se colocam atualmente às escolas e aos professores, por um lado, a nível da inclusão dos alunos, respondendo à incumbência de promover uma efetiva igualdade de oportunidades, e, por outro lado, na gestão da diversidade pessoal, familiar, social, económica e cultural existente na comunidade educativa, impulsionam o exercício de reflexão e reformulação dos modelos de orientação e intervenção educativa praticados.

A Escola e a Família são os contextos socializadores primordiais das crianças e jovens, devendo, por isso, realizar um trabalho colaborativo e assumir um papel ativo promotor de comportamentos e atitudes, bem como de orientação na construção do projeto de vida pessoal, escolar e profissional. A Escola, porém, marcada por alguma rigidez organizacional, frequentemente mostra-se incapaz de dar resposta adequada a alunos provenientes de contextos de risco e/ou que exibem comportamentos disruptivos, problemas de conduta, insucesso escolar, desmotivação académica, remetendo-as, muitas vezes, para entidades externas, nomeadamente as CPCJ.

Como uma das respostas possíveis a estes alunos, existe a figura do professor-tutor que se encontra prevista nos documentos de referência da maioria das escolas/agrupamentos de escolas, nomeadamente no Regulamento Interno e nos Projetos Educativo e Curricular. Os objetivos principais da intervenção do professor-tutor junto dos alunos “tutorados” centram-se no apoio individual para melhorar a organização pessoal e o estudo, promover a integração e inclusão escolares, incentivar comportamentos adequados, prevenindo o insucesso, a indisciplina e os comportamentos considerados de risco.

Resultante de um levantamento prévio constatou-se a necessidade de formação para os professores que desempenham tais funções, uma vez que a preparação formal dos mesmos é praticamente inexistente. Além disso, revela-se premente a organização fundamentada das metodologias e procedimentos aplicados neste tipo de apoio, assim como clarificar as competências, funções e o perfil da figura do professor-tutor, partindo do que está previsto na legislação respetiva, mas avançando para a prática, com vista a melhorar o processo organizacional das tutorias.

Enfatiza-se a importância da construção e implementação do Plano de Ação Tutorial, a nível do Agrupamento de Escolas, assim como da elaboração de documentos modelo para a intervenção educativa com os alunos, nomeadamente o Plano de Ação Tutorial Individual.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

A partir da partilha de experiências pessoais e profissionais pré-existentes, enquadrando-as e fundamentando-as de forma científica, pretende-se que sejam criadas situações que potenciem a reflexão, o questionamento, a discussão e a melhoria das práticas e procedimentos. Além disso, deseja-se que seja possível produzir e realizar a aplicação experimental no terreno de instrumentos, formulários e atividades que possam ser pertinentes para o trabalho com alunos.

As sessões presenciais conjuntas focar-se-ão nos constructos teóricos mas também no trabalho individual autónomo de natureza prática, pretendendo-se que sejam reflexivas e renovadoras das propostas materiais.

A avaliação dos resultados será realizada em conjunto, salvaguardando as idiossincrasias de cada caso, mas com o intuito de criar uma lista de boas práticas, um guia de atividades e uma metodologia conjunta.

Espera-se, ainda, com esta formação, contribuir para a mudança organizacional, a partir do interior da própria organização, assim como:

- Identificar e implementar as estratégias de orientação educativa mais eficazes;

- Promover competências pessoais e profissionais dos docentes;

- Incentivar o trabalho em rede, abrindo a Escola a novas e melhores parcerias com a rede social local.

 

Conteúdos da ação

Sessões Presenciais conjuntas:

Módulo 1

Abertura: Sistema de Avaliação dos formandos e da ação. Objetivos e conteúdos da ação.

Atividade de quebra-gelo e apresentação

Enquadramento da ação tutorial como resposta à diversidade populacional da escola - 1 hora

Brainstorming

Leitura e discussão de textos, em pequeno grupo, seguido de apresentação das conclusões em plenário.

Clarificação de conceitos.

Plano de ação tutorial a nível de escola: operacionalização das tutorias – 2 horas

Análise dos documentos de referência no Agrupamento de Escolas para identificação das referências efetuadas à figura do professor-tutor.

Princípios éticos e deontológicos na abordagem de casos. Salvaguarda da confidencialidade e privacidade da informação. Indicações para a codificação de elementos que possam ser identificadores. Exemplos de registos devidamente codificados.

Identificação do público-alvo.

Procedimentos de sinalização de alunos e emparelhamento com os professores-tutores

Alterações organizacionais subjacentes à existência de tutorias.

Módulo 2

Perfil do professor-tutor – 1 hora

Leitura de texto sobre o perfil do professor tutor.

Reflexão escrita acerca do ajustamento do perfil pessoal ao perfil de um tutor.

Competências e funções do professor-tutor – 2 horas

Análise da legislação relevante para esta função

Resposta a um questionário com afirmações sobre as competências e funções do professor-tutor

Exemplificação de uma situação em que tenha sido observada uma dessas competências com alunos.

Módulo 3

Comunicação assertiva – 3 horas

Resposta a um questionário sobre o perfil comunicacional pessoal.

Leitura de um texto para clarificação dos estilos comunicacionais passivo, agressivo, manipulador e assertivo.

Resposta a um teste, consistindo em diálogos, assinalando o tipo de comunicação utilizado

Partilha e debate a partir de um exemplo pessoal de comunicação não assertiva, propondo uma possível resposta assertiva.

Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado.

Módulo 4

Inteligência emocional – 2 horas

Resposta a um questionário para avaliação do Quociente Emocional (QE)

Leitura de um texto sobre Inteligência Emocional, reflexão e discussão sobre o mesmo.

Inserção de, pelo menos, uma sugestão, no glossário de estratégias e atividades para desenvolver a inteligência emocional.

Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado.

Módulo 5

Perfil do aluno candidato a tutoria – 1 hora

Reflexão conjunta, complementada com informações fornecidas pelo formador, acerca das razões principais para um aluno ser encaminhado para tutoria

Elaboração de um guião de entrevista semiestruturada ao aluno “tutorado” e da ficha de identificação/caracterização pessoal do aluno (registo com elementos identificadores codificados).

Plano de ação tutorial individual – 1 hora

Construção/reformulação, em pequeno grupo, de planos de ação tutorial individuais para alunos

Exploração das atividades: Autorretrato presente, passado e futuro e O meu estilo de aprendizagem

Importância da comunicação entre o professor-tutor e a família do aluno – 1 hora

Elaboração de propostas para guiões de entrevista semiestruturadas para as famílias

Exploração das atividades: Comboio da vida e A minha Vida como um Estrada

Importância da promoção de parcerias entre o professor-tutor e a Rede Social Local – 1 hora

Importância da comunicação regular com a CPCJ

Formas de comunicação eficaz com os serviços médico-hospitalares

Princípios a respeitar nas parcerias da Escola com outras entidades

Reflexão/avaliação sobre o trabalho autónomo. Avaliação da ação pelos formandos-

Trabalho individual autónomo:

Entre as sessões 1 e 2 (3 horas)

Análise da legislação de referência, tendo em vista a clarificação do perfil, competências e funções do professor-tutor

Efetuar o registo escrito das referências presentes na legislação

Entre as sessões 2 e 5 (12 horas)

Cada professor escolhe um aluno com quem trabalhe/já trabalhou em funções de tutoria e realiza um estudo de caso, em formato de portefólio, com o registo da implementação dos instrumentos e técnicas fornecidos pelo formador e/ou construídos pelo grupo de formandos, designadamente: Guião de entrevista semiestruturada ao aluno; Guião de entrevista semiestruturada ao encarregado de educação; Ficha de Caraterização pessoal, familiar e escolar do aluno; Contrato comportamental; Plano de Ação tutorial individual, Ficha de autoavaliação da ação tutorial; Relatório final do Professor-Tutor. (Todos os documentos/registos constantes do portefólio deverão seguir as normas e garantia de confidencialidade e privacidade de informação, trabalhadas com os formandos).

Metodologias de realização da ação

Passos Metodológicos:

A formação compreende sessões presenciais conjuntas com tipologia teórico-prática, implementando os métodos: expositivo, demonstrativo interrogativo e ativo. Nestas sessões serão expostos e discutidos os aspetos teóricos e organizacionais da tutoria em meio escolar, permitindo a interrogação das práticas existentes, a consolidação de procedimentos e a produção de novos materiais de intervenção.

Através do trabalho individual autónomo, os participantes serão convidados a refletir sobre as suas práticas, aferir a qualidade e eficácia das mesmas, terão oportunidade para implementar novos métodos e materiais, testar hipóteses e propostas, experimentar novas técnicas e desenvolver as competências pessoais e profissionais respeitantes à sua intervenção educativa.

No fim de cada sessão de formação presencial será refletido o trabalho autónomo, havendo salvaguarda dos princípios éticos da confidencialidade e privacidade da informação recorrendo à codificação de toda a informação que possa identificar alunos ou famílias.

O trabalho autónomo será registado individualmente por cada formando, em formato de portefólio, contendo todas as atividades implementadas.

Calendarização

A formação terá duração aproximada de dois meses, ao longo do mesmo ano escolar, sendo estabelecidos prazos pelo formador para cada tarefa/atividade dos formandos.

Regime de avaliação dos formandos

Nos termos do artigo 13.º do Regime Jurídico de Formação Contínua, com a redação dada pelo artigo 4.º do Decreto-lei n.º 15/2007 de 19 Janeiro a avaliação dos formandos será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10.

A avaliação será contínua e os pesos da classificação final serão os seguintes:

Nível de participação – 50%

Portefólio individual com reflexão pessoal final – 50%

Forma de avaliação da ação

Inquéritos de satisfação aos docentes

Relatório crítico apresentado pelo Formador

Relatório crítico do Consultor de Formação

A biblioteca escolar: uma rede de aprendizagens_AE D. António Taipa_PD07
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:               Curso de Formação_ 25 horas

Acreditação:             CCPFC/ACC-93260/17             

Destinatários:           Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Local de Realização:   sede do AE D. António Taipa

Formador:   António Pires

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Com o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, a publicação do Despacho n.º 5908/2017 sobre o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular e a recente homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória percebemos que a educação e a qualidade das aprendizagens estão profundamente dependentes de uma mudança dos métodos de ensino e dos ambientes de aprendizagem. Esta mudança introduz, assim, novos desafios formativos e pedagógicos a que a escola tem de conseguir responder.

Também as bibliotecas escolares terão de estar à altura deste desafio, nomeadamente através de formação contínua (artigo 15.º da Portaria n.º 192-A/2015 de 29 de junho) que garanta uma constante renovação e atualização de competências e saberes não só dos professores bibliotecários, mas também das equipas que os acompanham. Só assim, poderá a biblioteca escolar continuar a assumir-se como uma base natural para o desenvolvimento das competências literácitas dos alunos, da compreensão leitora e do prazer da leitura, sempre numa lógica colaborativa e em estreita articulação com o currículo.

Atendendo ao exposto, este curso de formação visa promover um espaço de reflexão e partilha no âmbito das problemáticas e desafios que as bibliotecas escolares enfrentam. Pretende igualmente gerar oportunidades de discussão e solução para os problemas identificados, contribuindo para uma maior qualidade da ação da biblioteca escolar e consequente melhoria dos resultados das aprendizagens nas escolas. É, também, objetivo deste curso fomentar a aquisição de novas competências e a construção de novos saberes práticos e processuais, dotando os formandos de um conjunto de estratégias que lhes permitam promover a utilização da Biblioteca Escolar através do desenvolvimento de projetos verdadeiramente aglutinadores.

Objetivos a atingir

1. Promover o desenvolvimento de competências do professor bibliotecário face aos atuais desafios das bibliotecas escolares.

2. Contribuir para a melhoria dos recursos e serviços das bibliotecas escolares.

3. Partilhar conhecimento e experiências entre professores bibliotecários, refletindo (sobre) e promovendo o trabalho em rede.

4. Desenvolver instrumentos e estratégias que vão ao encontro das necessidades específicas das bibliotecas escolares.

5. Promover a utilização de meios de difusão da atividade da BE e desenvolver competências de acesso à informação.

6. Promover as literacias digital, informacional, da leitura e dos média através do trabalho em articulação BE/currículo.

Conteúdos da ação

Os conteúdos desta ação prendem-se com as diversas valências de intervenção a que um professor bibliotecário tem de responder, de acordo com o conteúdo funcional enunciado no art.º 3.º da Portaria 192-A/2015, de 29 de junho:

1. Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020

2. A gestão das bibliotecas escolares do Agrupamento

3. A biblioteca escolar e a articulação curricular

3.1. Aprender com a biblioteca escolar - referencial de aprendizagens associadas ao trabalho das bibliotecas escolares na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário

3.1.1. As literacias da leitura, dos media e da informação

3.1.2. Trabalhar por projetos

4. O digital e as Bibliotecas Escolares

4.1. Novos dispositivos e práticas

4.2. Bibliotecas digitais

5. Práticas de leitura: mediação da leitura

6. A biblioteca em rede: uniformização de procedimentos

7. O Modelo de Avaliação das Bibliotecas Escolares - indicadores e fatores críticos de sucesso

8. O marketing nas bibliotecas escolares

Metodologias de realização da ação

Este curso de formação terá a duração de 25 horas e será desenvolvido no formato presencial, em sessões teórico-práticas, com apresentação de documentos de trabalho e análise colaborativa dos documentos orientadores da RBE.

O formador terá um papel de promotor e facilitador da reflexão sobre as questões atuais das bibliotecas escolares, visando o seu desenvolvimento, alicerçado em critérios de eficácia e qualidade.

Devem ser criadas oportunidades de trabalho individual e em grupo, privilegiando propostas integradoras de carácter prático, em ligação com os contextos de cada escola/agrupamento e as experiências dos formandos no contexto do seu trabalho e apontando novas soluções para os problemas identificados.

Regime de avaliação dos formandos

De acordo com o RJFC – DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação:

- Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões – 40%

- Relatório de implementação/projeto/programação (…) – 60%

Nota - As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação será realizada nos termos dos artº 3º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, através de:

- Questionário aos formandos (online): avaliação da ação, do formador e do CFAE;

- Trabalho/Relatório dos formando(s);

- Relatório do/s formador/es;

- Análise e tratamento dos dados pela Direção do CFAE

52_Colaboração Profissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 5_AE Paços de Ferreira
Oficina de formação
Candidaturas Encerradas

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paços de Ferreira

Cronograma:                            

Dezembro          5               17h- 20h

Março             8                  17h - 20h       Sessão Online

Julho              4                   10h - 13h

                     10                   10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

          

 

 

49_Colaboração Profissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 2_AE Ferreira Gomes
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas D. António Ferreira Gomes

Cronograma:                            

Novembro           29                   14h- 17

Março                  13                    17h - 20h         Sessão Online

Julho                   4                      14h30min - 17h30min

                           10                    10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

50_ColaboraçãoProfissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 3_AE Paço de Sousa
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas Paço de Sousa

Cronograma:                            

Novembro           29                   17h 30min- 20h 30 min

Março                  7                      17h 30 min - 20h 30min       Sessão Online

Julho                   3                     14h 30 min - 17h 30 min

                          10                    10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

 

08_Didática versus Programa e Metas Curriculares, da Matemática, no Ensino Básico _ AE Paço de Sousa_Turma 4
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h+25h)    2 crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-93143/17

Destinatários: Professores de 230 e 500

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paço de Sousa

Cronograma:    

Novembro     23 e 29

Dezembro     7

Janeiro     11, 16, 25

Fevereiro     8

Abril     17

Horário:  18:30_21:30

Formadoras:   Ana Paula Machado   /   Justina Neto   /   Lucinda Pinto

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Com a recente implementação do Programa e Metas Curriculares no Ensino Básico da Matemática têm surgido aos professores dificuldades na seleção de metodologias que conduzam a uma implementação bem-sucedida.

A partilha de experiências acumuladas aliada à reflexão sobre as práticas poderá ajudar a implementação deste programa.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didácticos

Promover a articulação vertical entre inter e intra ciclos;

Promover uma reflexão concertada sobre o programa e metas curriculares no ensino básico;

Construir, testar e partilhar materiais de apoio à implementação do programa (planos de aulas, fichas de trabalho, testes de conhecimentos, etc.) orientados às metas curriculares, tendo em consideração as especificidades gerais e individuais dos alunos;

Promover a reflexão dos professores, individual e conjunta, sobre as experiências levadas a cabo o âmbito do círculo de estudos, salientando a importância da ação reflexão na sua prática pedagógica.

Conteúdos da ação

- 1.º sessão (3h): Planeamento e organização da oficina

•                     Apresentação do funcionamento da oficina;

•                     Criação de grupos de trabalho em função do ciclo que lecionam;

•                     Apresentação dos grandes temas a serem tratados (NO e GM);

•                     Seriação dos conteúdos mais pertinentes para a criação de materiais de sala de aula.

2.º sessão (3h):

•                     Apresentação dos domínios de conteúdos e fundamentos: NO ao longo dos três ciclos;

•                     Apresentação, resolução, análise e discussão (numa primeira fase em grupos por ciclo e depois em grande grupo) de um problema sobre NO ..

3.º sessão (3h):

•                     Apresentação dos domínios de conteúdos e fundamentos: GM ao longo dos três ciclos;

•                     Apresentação, resolução, análise e discussão (numa primeira fase em grupos por ciclo e depois em grande grupo) de um problema sobre GM

4.º sessão (3h):

•                     Resolução de problemas: fundamentos teóricos

•                     Exploração de um problema, envolvendo NO e GM, nos três ciclos

5.º sessão (4h):

•                     Breve introdução sobre avaliação como forma de reguladora de aprendizagens

•                     Exemplos de instrumentos de avaliação: testes em duas fases, relatórios, trabalho de grupo

6.º sessão (3h):

•                     Elaboração de uma tarefa a ser implementada na turma que inclua os temas abordados nesta formação.

7.º sessão (3h):

•                     Apresentação das tarefas realizadas no trabalho autónomo, em grande grupo, com análise e discussão das diferentes situações que surgiram em contexto de sala de aula.

8.º sessão (3h):

•                     Apresentação das tarefas realizadas no trabalho autónomo, em grande grupo, com análise e discussão das diferentes situações que surgiram em contexto de sala de aula.

•                     Entrega dos trabalhos finais.

•                     Avaliação da ação de formação.

Sessões não presenciais (25)

•                     Elaboração de instrumentos didático-pedagógicos, com base no Programa e Metas Curriculares de Matemática do Ensino Básico.

•                     Aplicação dos instrumentos em contexto de sala de aula.

•                     Elaboração do trabalho final a entregar.

Metodologias de realização da ação

Sessões presenciais (25 h):

•                     Apresentação das temáticas e objetivos inerentes.

•                     Seriação de instrumentos didático-pedagógicos pela sua relevância, aplicabilidade e eficácia.

•                     Partilha de experiências e metodologias.

•                     Criação de tarefas e formas de implementação, com base no Programa e Metas Curriculares do Ensino Básico.

•                     Apresentação das tarefas realizadas no trabalho autónomo, em grande grupo, com análise e discussão das diferentes situações que surgiram em contexto de sala de aula.

•                     Entrega dos trabalhos finais.

•                     Avaliação da ação

Sessões não presenciais (25h)

•                     Pesquisa, seriação e elaboração de tarefas a serem implementadas em contexto de sala de aula, com base nas temáticas abordadas nesta oficina.

•                     Implementação da tarefa em sala de aula.

•                     Elaboração do trabalho final.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1­ participação nas atividades da ação;

2- resultados do trabalho autónomo;

3­ Trabalho Final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto­Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

*Excelente – de 9 a 10 valores;

*Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

*Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

*Regular – de 5 a 6,4 valores;

*Insuficiente –de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da acção

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito realizado no final da mesma aos formandos e formador;

b) Relatório do formador;

c) Relatório Cfae.

I

 

07_Didática versus Programa e Metas Curriculares, da Matemática, no Ensino Básico _ AE Cristelo_Turma 2
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h+25h)    2 crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-92370/17

Destinatários: Professores de 110 e 230

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Cristelo

Cronograma    Novembro             22 e 30                             

                         Dezembro             5                                      

                         Janeiro                  9, 15 e 23                         

                       Fevereiro                 6

                         Abril                     13                                           

Horário: 18:30_21:30

Formadoras:   Ana Paula Machado   /   Justina Neto   /   Lucinda Pinto

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Com a recente implementação do Programa e Metas Curriculares no Ensino Básico da Matemática têm surgido aos professores dificuldades na seleção de metodologias que conduzam a uma implementação bem-sucedida. A partilha de experiências acumuladas aliada à reflexão sobre as práticas poderá ajudar a implementação deste programa.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos Promover a articulação vertical entre inter e intra ciclos; Promover uma reflexão concertada sobre o programa e metas curriculares no ensino básico; Construir, testar e partilhar materiais de apoio à implementação do programa (planos de aulas, fichas de trabalho, testes de conhecimentos, etc.) orientados às metas curriculares, tendo em consideração as especificidades gerais e individuais dos alunos; Promover a reflexão dos professores, individual e conjunta, sobre as experiências levadas a cabo o âmbito do círculo de estudos, salientando a importância da ação reflexão na sua prática pedagógica.

Conteúdos da ação

- Análise reflexiva do programa e das metas curriculares do ensino básico;

Harmonização de terminologias, procedimentos e metodologias entre os professores do ensino básico;

Planificação e preparação de aulas, por domínio(s) e/ou subdomínio(s);

Construção de materiais didáticos;

Apresentação e discussão de experiências emergentes da prática de cada um dos intervenientes e reflexão sobre as estratégias e metodologias adotadas.

Metodologias de realização da ação

As sessões presenciais (25h) serão divididas em três momentos:

1º momento

Numa primeira fase serão orientadas no debate de situações problemáticas suscitadas pelo programa e metas curriculares, fomentando e estimulando a participação dos elementos, com partilha de visões, experiências e propostas de soluções didáticas para os mesmos.

Numa segunda fase, proceder-se-á à análise e discussão da tarefa a implementar pelo formando.

2º momento

O trabalho autónomo (25h) incide na pesquisa, seriação e conceção de instrumentos didático pedagógicos adequados que reflitam a experimentação realizada com os alunos.

3º momento

Na última fase realizar-se-á a apresentação das tarefas realizadas no trabalho autónomo em grande grupo, com análise e discussão das diferentes situações que surgiram com os alunos em contexto de sala de aula. Entrega dos trabalhos finais e avaliação da ação.

Regime de avaliação dos formandos

1­ participação nas atividades da ação; 2- resultados do trabalho autónomo; 3­ Trabalho Final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto­Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

Excelente –  9 a 10 valores;                     

Muito Bom –  8 a 8,9 valores;                

Bom –  6,5 a 7,9 valores;                        

Regular –  5 a 6,4 valores;                      

Insuficiente – 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) Avaliação contínua                               

b) Inquérito realizado no final da mesma                    

c) Relatório do formador.

 

44_Implementação de estratégias de diferenciação pedagógica_AE D. Antº Taipa_Turma 2
Curso de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Oficina de Formação – 50 horas     2 créditos

Acreditação:                              CCPFC/ACC-90416/17

Destinatários:                            Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas D. António Taipa

Formador:                                 Joaquim Liberal

Cronograma:

Janeiro               29             

Fevereiro            26           

Março                 12             

Abril                    23 e 30

Maio                   21 e 28       

(última sessão a agendar)

Horário: 18h_21h     

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A presente formação tem como contextualização o Plano de Ação Estratégica elaborado pelo Agrupamento de Escolas de Freamunde e refere-se à medida 2, nele estabelecido. Surge da fragilidade detetada no relatório de avaliação externa deste agrupamento e tem como principal finalidade promover a inovação das práticas pedagógicas em contexto de sala de aula.

Neste sentido, pretende-se dar a conhecer algumas estratégias de diferenciação pedagógica, desenvolvidas pelo Movimento da Escola Moderna (MEM), de forma a dotar estes profissionais de educação de instrumentos que lhe permitam desenvolver um Tempo de Estudo Autónomo, em contexto de sala de aula, contratualizado com os seus alunos, de modo a contribuir para a promoção do sucesso escolar.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Pretende-se com esta oficina garantir que o trabalho de treino e de uso de técnicas e procedimentos intelectuais específicos das disciplinas, a aprendizagem de estratégias e hábitos de estudo, bem como o apoio sistemático dos alunos que manifestam dificuldades na aprendizagem curricular se realizem dentro do tempo de trabalho curricular em sala de aula. Espera-se assim contribuir para o sucesso dos alunos e para assegurar a equidade do sistema escolar.

Conteúdos da ação

1.Refletir sobre as vantagens da diferenciação da diferenciação pedagógica, através dos documentos teóricos fornecidos (bibliografia) e dos relatos de praticas de outros professores.

2.Implementar progressivamente um tempo de estudo autónomo (uma hora semanal), contratualizado entre os alunos e o respetivo professor, como estratégia de diferenciação das aprendizagens em contexto de sala de aula.

3.Conceção de um plano individual de trabalho semanal para treino de capacidades e estudo dos conteúdos que garantam a construção das competências curriculares e das respetivas metas de aprendizagem.

4.Criar parcerias/contratos de trabalho entre os alunos permitindo ao professor apoiar, rotativamente, em contexto de sala de aula os alunos em dificuldades.

5.Conceção de mapas de registo para a monitorização do trabalho de aprendizagens.

6.Construção de ficheiros (temáticos por área de estudo ou disciplina) para trabalho individualizado.

7.Produção de guiões com critérios de auto-avaliação dos vários tipos de trabalho realizado.

8.Treino e ensino interativo para apoio individual dos alunos.

Metodologias de realização da ação

Sessões presenciais (1º momento) 15h

1.Organização material e modos de agrupamento dos alunos por ciclos semanais de trabalho (um tempo diário)

2.Análise de documentos e de formas de organização de outros professores de escolas públicas.

3.Leitura de textos teóricos e de relatos de práticas.

4.Análise sistemática de trabalho realizado na sala de aula e preparação dos materiais e ferramentas a utilizar no trabalho autónomo.

Sessões de trabalho autónomo (2º momento)

1.Produção dos meios de apoio ao trabalho de estudo autónomo.

2.Proceder à avaliação diagnóstica e à monitoragem do trabalho desenvolvido pelos alunos.

3.Desenvolvimento dos processos pedagógicos de diferenciação pedagógica em implementação.

4.Recolha sistemática da informação e das notas de campo necessárias à avaliação continuada no tempo de análise previsto nas sessões presenciais.

Sessões presenciais (3º momento) 10h

1.Apresentação do trabalho realizado em sala de aula com os alunos;

2.Reflexão e avaliação do trabalho realizado;

3.Eventual reformulação.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os seguintes parâmetros:

1-participação;

2-resultado do trabalho autónomo;

3-trabalho final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Avaliação contínua

b) Inquérito realizado aos formandos e formador, no final da mesma;

c) Relatório do Formador;

d) Relatório do CFAE

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:

1º Ser Professor do 1.º Ciclo do Agrupamento de Escolas D. António Taipa

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:     

De 18 de outubro, até preenchimento das vagas

13_Implementação de estratégias de diferenciação pedagógica_AE D. Antº Taipa_Turma 1
Oficina de formação
Candidaturas Abertas

Modalidade:                                Oficina de Formação – 50 horas     2 créditos

Acreditação:                              CCPFC/ACC-90416/17

Destinatários:                            Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas D. António Taipa

Formador:                                 Joaquim Liberal

Cronograma:

Outubro              16           18h - 21h

Novembro         20           18h - 21h

Janeiro                 22           18h - 21h

Fevereiro            19           18h - 21h

Março                  19           18h - 21h

Abril                    16             18h - 21h

Maio                   21             18h - 21h

Junho                 11             18h - 21h

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A presente formação tem como contextualização o Plano de Ação Estratégica elaborado pelo Agrupamento de Escolas de Freamunde e refere-se à medida 2, nele estabelecido. Surge da fragilidade detetada no relatório de avaliação externa deste agrupamento e tem como principal finalidade promover a inovação das práticas pedagógicas em contexto de sala de aula.

Neste sentido, pretende-se dar a conhecer algumas estratégias de diferenciação pedagógica, desenvolvidas pelo Movimento da Escola Moderna (MEM), de forma a dotar estes profissionais de educação de instrumentos que lhe permitam desenvolver um Tempo de Estudo Autónomo, em contexto de sala de aula, contratualizado com os seus alunos, de modo a contribuir para a promoção do sucesso escolar.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Pretende-se com esta oficina garantir que o trabalho de treino e de uso de técnicas e procedimentos intelectuais específicos das disciplinas, a aprendizagem de estratégias e hábitos de estudo, bem como o apoio sistemático dos alunos que manifestam dificuldades na aprendizagem curricular se realizem dentro do tempo de trabalho curricular em sala de aula. Espera-se assim contribuir para o sucesso dos alunos e para assegurar a equidade do sistema escolar.

Conteúdos da ação

1.Refletir sobre as vantagens da diferenciação da diferenciação pedagógica, através dos documentos teóricos fornecidos (bibliografia) e dos relatos de praticas de outros professores.

2.Implementar progressivamente um tempo de estudo autónomo (uma hora semanal), contratualizado entre os alunos e o respetivo professor, como estratégia de diferenciação das aprendizagens em contexto de sala de aula.

3.Conceção de um plano individual de trabalho semanal para treino de capacidades e estudo dos conteúdos que garantam a construção das competências curriculares e das respetivas metas de aprendizagem.

4.Criar parcerias/contratos de trabalho entre os alunos permitindo ao professor apoiar, rotativamente, em contexto de sala de aula os alunos em dificuldades.

5.Conceção de mapas de registo para a monitorização do trabalho de aprendizagens.

6.Construção de ficheiros (temáticos por área de estudo ou disciplina) para trabalho individualizado.

7.Produção de guiões com critérios de auto-avaliação dos vários tipos de trabalho realizado.

8.Treino e ensino interativo para apoio individual dos alunos.

Metodologias de realização da ação

Sessões presenciais (1º momento) 15h

1.Organização material e modos de agrupamento dos alunos por ciclos semanais de trabalho (um tempo diário)

2.Análise de documentos e de formas de organização de outros professores de escolas públicas.

3.Leitura de textos teóricos e de relatos de práticas.

4.Análise sistemática de trabalho realizado na sala de aula e preparação dos materiais e ferramentas a utilizar no trabalho autónomo.

Sessões de trabalho autónomo (2º momento)

1.Produção dos meios de apoio ao trabalho de estudo autónomo.

2.Proceder à avaliação diagnóstica e à monitoragem do trabalho desenvolvido pelos alunos.

3.Desenvolvimento dos processos pedagógicos de diferenciação pedagógica em implementação.

4.Recolha sistemática da informação e das notas de campo necessárias à avaliação continuada no tempo de análise previsto nas sessões presenciais.

Sessões presenciais (3º momento) 10h

1.Apresentação do trabalho realizado em sala de aula com os alunos;

2.Reflexão e avaliação do trabalho realizado;

3.Eventual reformulação.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os seguintes parâmetros:

1-participação;

2-resultado do trabalho autónomo;

3-trabalho final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Avaliação contínua

b) Inquérito realizado aos formandos e formador, no final da mesma;

c) Relatório do Formador;

d) Relatório do CFAE

Inscrição:                           Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

                                               20 vagas

Critérios de Selecção: 1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas D. António Taipa

                                       2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:      De 25 setembro até ao preenchimento das vagas

Ações a Decorrer

20_Mediação familiar e sucesso Educativo_Secundária Paços de Ferreira_Turma 2
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:                              Curso de Formação – 15 horas)   

Acreditação:                             CCPFC/ACC-91259/17

Destinatários:                           Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:               Escola Secundária de Paços de Ferreira

Cronograma:                            

Janeiro                17                     18:30 - 21:30  3h

Janeiro                24                    18:30 - 21:30  3h

Janeiro                31                    18:30 - 21:30  3h

Fevereiro            7                      18:30 - 21:30 3h

Fevereiro           21                      18:30 - 21:30  3h

Formador:      Manuel Gama

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Conscientes de como são difíceis as relações interpessoais no processo de supervisão e de como são profundas as marcas que os insucessos deixam na vida do aluno, propomos proporcionar ao formando a reflexão e partilha de estratégias e mecanismos de monitorização/acompanhamento com vista à promoção do sucesso escolar do aluno. Pretendemos por esta via fomentar o desenvolvimento de competências dos domínios cognitivo, psicomotor e psicossocial por forma a diferenciar saberes, atitudes e capacidades facilitadoras do processo de envolvimento parental na promoção do sucesso educativo.

Objetivos a atingir

Sensibilização para a noção de escola enquanto sistema aberto e permeável;

Sensibilização para as diferentes estruturas de família em contexto escolar;

Sensibilização apara a adopção de estratégias promotoras de uma articulação sistémica entre escola e família;

Humanização da relação escola – família;

Sensibilização da família enquanto promotora do sucesso educativo nas atuais sociedade contemporâneas;

Sensibilização para estratégias e mecanismos de controlo do sucesso educativo entre os diferentes sistemas: Família e Escola;

Fomentar o desenvolvimento de boas praticas de promoção do envolvimento da escola;

 Promover a reflexão sobre a família e o papel dos pais na vida escolar dos filhos e no seu desenvolvimento em geral;

Fornecer informação sobre os benefícios do envolvimento parental na escola;

Promover a observação de praticas de envolvimento parental na escola desenvolvidas pela escola;

Fornecer informação acerca de diferentes modalidades de envolvimento parental na escola;

Fornecer estratégias para facilitar a comunicação professor-família e para facilitar a aprendizagem em casa.

Conteúdos da ação

- Modelos Familiares – Evolução histórica; (2H)                                                                              

- Modelo Ecológico do desenvolvimento – Bronfenbrenner; (2H)

- A Escola enquanto estrutura inserida numa perspetiva sistémica; (2H)                                 

- Benefícios do envolvimento parental na escola; (2H)

- Obstáculos existentes ao envolvimento parental na escola; (2H)

 - Desigualdades de participação parental na escola; (2H)

- Tipologia de envolvimento parental de Epstein; (2H)

- O papel do professor/educador na promoção do envolvimento parental enquanto mecanismo de promoção do sucesso educativo. (1H)

Metodologias de realização da ação

Adoção de metodologias de cariz teórico/práticas com recursos a estratégias que apelem a atividades que promovam a reflexão e discussão das atuais práticas.

Regime de avaliação dos formandos

Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais        

Trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais e reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:

1 a 4,9 valores – Insuficiente;                 

5 a 6,4 valores – Regular;                       

6,5 a 7,9 valores – Bom;  

8 a 8,9 valores – Muito Bom;                 

9 a 10 valores - Excelente.

Forma de avaliação da ação

a) pelos formandos: resposta a um inquérito elaborado para o efeito;

b) pelo formador: Relatório e resposta a um inquérito elaborado para o efeito;

c) pelo Centro de Formação: elaboração de um relatório global de avaliação com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

34_Experimentar Ciência_AE Pinheiro
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:                         Oficina de Formação  - 30 horas (15h+15h)    1.2 crédito

Acreditação:                        CCPFC/ACC-90209/17

Destinatários:                   Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:          Agrupamento de Escolas do Pinheiro

Formadoras:                       Cândida Pires e Fernanda Lapa

Cronograma:                            

janeiro            17, 24      16h – 20h

fevereiro       21             16h – 20h

março            7              16h – 19h

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

O sistema educativo é o conjunto de meios pelo qual se concretiza o direito à educação, que se exprime pela garantia de uma permanente ação formativa orientada para favorecer o desenvolvimento global da personalidade, o progresso social e a democratização da sociedade.

(Lei de Bases do Sistema Educativo (Artigo 1º da Lei nº 46/86 de 14 de outubro)

A escola surge cada vez mais como um verdadeiro desafio para profissionais de vários setores visto que, a liberdade de expressão e análise crítica de informação, que integra o perfil de cidadania contemporânea, exige o domínio de conhecimentos científicos, pelo que a preocupação em promover o investimento em reformas educativas é cada vez mais apanágio das várias políticas mundiais, bem como de numerosas organizações (American Association for the Advancement of Science, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Comunidade Europeia, entre outras). Os casos em que essa preocupação não está presente refletem-se numa iliteracia que vai marginalizando cada vez mais esses indivíduos. Atualmente, quem não é detentor de informações relativas às várias vertentes científicas, facilmente, é posto à parte das conversas em sociedade e encarado como um moderno ignorante. Dadas estas realidades, a escola desempenha um papel fundamental na construção do conhecimento nestes novos indivíduos que devem estar aptos não só a debater estas questões científicas como a criticá-las. O ensino deverá ter como função essencial o desenvolvimento das competências necessárias a um conhecimento integrado de informações, das mais variadas índoles, a fim de formarmos jovens cientificamente informados e capazes de desempenhar o papel de cidadãos responsável (Fontes e Silva, 2004). A função dos docentes deve ter como meta este perfil complexo de cidadania. Os sistemas de ensino têm-se debruçado, inequivocamente, sobre o saber ciência sem se indagarem sobre o porquê ou a utilidade desse saber, apostando num ensino em que há debitação de conteúdos que não se relacionam com as várias metaciências, com a vertente social e cultural (Fontes e Silva, 2004).

Atualmente, exige-se uma educação científica direcionada para a cidadania capaz de dar resposta não só, aos problemas quotidianos, como também, à resolução dos problemas que têm preocupado a humanidade. No sentido de se alcançar este objetivo, torna-se imperativo revê-lo de forma a incluir uma perspetiva mais social, questionando a sua objetividade e neutralidade, bem como a representação que faz da realidade (Díaz, 2002) ou segundo o contexto europeu: “…o fundamental é dotar cada cidadão das aptidões necessárias para viver e trabalhar numa sociedade do conhecimento, dando-lhe oportunidade de desenvolver o raciocínio científico e o pensamento crítico que lhe permitam fazer escolhas bem informadas. A educação científica ajuda a combater os juízos malformados e a reforçar a nossa cultura comum, baseada no pensamento racional” (Rocard et al, 2007).

A realidade portuguesa, acerca da literacia científica da nossa população escolar, foi caracterizada em 2006, pelo PISA (Programme for Internacional Student Assessment) lançado pela OCDE. O estudo envolveu vários países e Portugal participou com 173 escolas, 155 das quais estabelecimentos públicos, 5 109 alunos na faixa etária dos 15 anos que frequentavam desde o 7º ao 11º ano de escolaridade. O principal objetivo era obter-se uma avaliação das suas competências científicas e, consequentemente, da literacia científica de uma faixa etária abrangida pela educação formal do nosso sistema de ensino. Internacionalmente, o estudo mobilizou cerca de 60 países, 7 000 escolas e 2000 000 alunos, avaliando, igualmente, a sua capacidade de exercer o novo conceito de cidadania ativa. Para além do feeb-back que este estudo nos dá relativamente ao nível de proficiência faz, igualmente, o paralelo entre o ambiente de proveniência dos nossos estudantes, relacionando (mas não avaliando) parâmetros socioeconómicos com o nível de desempenho demonstrado, o que poderá permitir um ajustamento mais eficaz no que diz respeito, não só, ao desenho do nosso sistema educativo, mas também ao panorama de educação científica informal do nosso país, melhorando formas e contextos de comunicação. A avaliação da literacia científica dos estudantes portugueses teve como enfoque principal o que a OCDE entende por literacia científica e que passa pelo conhecimento e capacidade de cada um reconhecer, identificar e explicar fenómenos científicos, tirar conclusões, compreender o processo dinâmico de construção do conhecimento científico, consciencializar-se da ampla influência da ciência e tecnologia em todos os cambiantes sociais e na sua capacidade de envolvimento nestas temáticas aquando seu exercício de cidadania consciente. As conclusões deste estudo apontam para a similaridade dos nossos níveis de literacia científica com países como a Grécia, Itália e Israel, apesar dos custos com a educação se equipararem com países como a Nova Zelândia ou a Coreia que obtêm resultados, claramente, superiores aos portugueses.

Para que os nossos alunos percebam a Ciência necessitam de a experimentar e virar do avesso, necessitam de contactar com os mais variados materiais, chegar a conclusões, errar e reformularem o seu raciocínio. A realização de atividades experimentais, em idade precoce, constitui uma ferramenta essencial para se proceder a esta reformulação e associar a teoria com a prática científica, desenvolvendo uma Educação Científica desligada dos conceitos ancestrais de memorização e sistematização do conhecimento.

Os alunos têm uma curiosidade natural que se deve explorar, que é estimulada com a oportunidade de manipulação de materiais diferentes e pelo desenvolvimento da prática, Gaspar e Monteiro (2005 in Bevilacqua) afirmam mesmo que “…pode-se inferir, portanto, que a utilização da demonstração experimental de um conceito em sala de aula acrescenta ao pensamento do aluno elementos de realidade e de experiência pessoal que podem preencher uma lacuna cognitiva característica dos conceitos científicos.” Ao ensinarmos Ciência temos que ter presente sempre esta interdisciplinaridade e transversalidade de conhecimentos, para que possamos incutir nos nossos alunos, mais do que uma sede de conhecimentos, uma insaciedade pelo raciocínio. A Ciência, como verdade absoluta que não se questiona mas apenas se aceita deixou, há algum tempo, de fazer parte das preocupações dos docentes. Os alunos, sob o ponto de vista das novas pedagogias, devem ser capazes de raciocinar, de criticar e avaliar informações que lhes chegam pelos diferentes meios, sugerir novos métodos de abordagem, para que se tornem cidadãos atentos, mas conhecedores dos avanços que a Ciência torna cada vez mais céleres. Para alcançar estes objetivos deveremos intervir de forma precoce e ativa na vida escolar das nossas crianças contribuindo desta forma para a um reforço da familiarização com a ciência tanto no jardim de infância como no 1.º ciclo do ensino básico. Esta preocupação encontra-se expressa, teoricamente nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar do Ministério da Educação que incluem a área do Conhecimento do Mundo que se “enraíza na curiosidade natural da criança e no seu desejo de saber e compreender porquê”. Esta área surge como uma sensibilização às ciências que pretende “a introdução de aspetos relativos a diferentes domínios do conhecimento humano: a história, a sociologia, a geografia, a física, a química e a biologia...”, no que diz respeito ao 1.º ciclo do básico, a importância do ensino experimental surge explanado na área curricula de Estudo do Meio que: “…é apresentado como uma área para a qual concorrem conceitos e métodos de várias disciplinas científicas como a História, a Geografia, as Ciências da Natureza, a Etnografia, entre outras, procurando-se, assim, contribuir para a compreensão progressiva das inter-relações entre a Natureza e a Sociedade”.

Apesar da importância dada pelos documentos oficiais à prática experimental a realidade, no terreno, não espelha esta prática pedagógica efetiva. Pelo contrário, o conhecimento dos docentes destes níveis de ensino identifica várias razões que se apresentam como impeditivos para esta prática, nomeadamente o desconhecimento dos materiais a utilizar, a dificuldade em adaptar os conteúdos curriculares a atividades práticas, a dificuldade e adaptar os espaços escolares à realização destas atividades e a mistificação da prática experimental nestes níveis de ensino.

Dado que o problema não a centra ao nível curricular, uma vez que é consubstanciado pelos documentos legais, assim sendo verifica-se que o problema se centra na fala de formação que estes profissionais deveriam referir a fim de lhes “conferir a segurança e o desembaraço necessários e suficientes para que eles possam transmitir de uma forma rigorosa mas também ao mesmo tempo ligeira e divertida noções elementares de ciência aos mais pequenos.” (Fiolhais. (2012, junho 19). De pequenino é que se torce o pepino, Ciência no jardim de infância [mensagem de blog]. Disponível em http://dererummundi.blogspot.pt/2012/06/de-pequenino-e-que-se-torce-o-destino.html).

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didácticos

A proposta de formação aqui especificada pretende produzir mudanças a três níveis:

- nas escolas:

Aumentar o conhecimento relativamente à prática de atividades experimentais;

Fomentar novas formas de atuação e intervenção com alunos em situações de ensino das ciências;

Perceber a importância do desenvolvimento de atividades experimentais em idades precoces como motivação para o ensino das ciências;

Sedimentar o uso das atividades experimentais em todos os níveis de ensino;

Dinamizar a instituição de parcerias com os vários grupos de recrutamento e níveis de ensino para dinamização de atividades experimentais.

- nos docentes:

Contribuir para uma mudança gradual nas práticas docentes;

Promover a reflexão sistemática sobre a sua prática pedagógica;

Fomentar a investigação de práticas pedagógicas inovadoras, eficazes e eficientes;

Desenvolver a aquisição de novos conhecimentos e competências;

Analisar criticamente informação, organizar e apresentar dados de forma clara e organizada;

Exercitar novas práticas cooperativas que conduzam à implementação da pluri, inter e transdisciplinaridade;

Envolver docentes e alunos na resolução de problemas;

Fomentar o hábito da avaliação sistemática de estratégias pedagógicas;

Fomentar o desenvolvimento de estratégias com vista à moderação de conflitos;

Promover práticas pedagógicas inovadoras;

Reconhecer o papel dos docentes na educação científica de futuras gerações;

- nos alunos:

Desenvolver competências no domínio da prática experimental das ciências;

Aumentar a confiança dos alunos para lidarem com questões científicas;

Promover a capacidade de resolução de problemas;

Desenvolver competências investigativas como o controlo de variáveis, rigor e qualidade dos registos;

Munir os alunos de competências nos domínios cognitivo, afetivo, social e procedimental que lhes permitam uma participação plena em todos os domínios da vida em sociedade.

Conteúdos da ação

A ação a “Experimentar Ciência” está organizada para se prolongar ao longo de um ano letivo, por forma a fazer um acompanhamento dos formandos e das atividades implementadas em contexto de sala de aula.

Os conteúdos a abordar estão organizados em diferentes secções, a saber:

SECÇÃO I

1. Enquadramento do Programa de Formação delineado;

2. A Educação Científica em Portugal: evolução e perspetivas atuais;

3. A abordagem experimental das ciências no pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico: importância para o processo de educação científica nos anos seguintes;

4. Quadros de referência e Metodologias a privilegiar na Educação em Ciências e Trabalho científico nos primeiros anos de escolaridade.

SECÇÃO II

5. Exploração de temas pertinentes, para a exploração experimental, na educação em Ciências para o pré-escolar e 1º CEB:

5.1. - Enquadramento curricular e conceptual dos temas;

5.2. - Realização de atividades práticas sobre os temas;

5.2.1. - Levantamento e caracterização das conceções alternativas das várias temáticas;

5.2.2. - Formulação de questões-problema;

5.2.3. - Planificação das atividades;

5.2.4. - Tipologias de registo a realizar pelos alunos tendo em conta a sua faixa etária;

5.2.5. - Apresentação e discussão de resultados e conclusões;

5.3. - Implementação de atividades práticas em contexto de sala de aula;

5.4. - Partilha e análise das atividades práticas implementadas em contexto de sala de aula.

SECÇÃO III

6. Avaliação das aprendizagens dos alunos no Ensino Experimental

A aplicação do ensino experimental em contexto de sala de aula exige a sua avaliação, ao longo do trabalho desenvolvido bem como à posteriori dando uma indicação clara das competências que foram ou não alcançadas pelos discentes, bem como, os conteúdos que foram ou não apreendidos. De facto existe uma diversidade de indicadores, formas e critérios que os professores poderão utilizar na sua prática pedagógica devendo ser-lhes dados os instrumentos e o conhecimento necessário à escolha de uma metodologia avaliativa que melhor resulte consigo e com o grupo de alunos com que trabalha.

Metodologias de realização da ação

Por forma a alcançar os objetivos propostos por este plano de ação proposto o esquema da ação de formação deverá incluir sessões plenárias e sessões de grupo, bem como uma forte componente de trabalho autónomo.

As sessões plenárias, com todos os formandos, destinar-se-ão a exploração de conteúdos teóricos sobre os quais assentarão os conteúdos abordados posteriormente.

As sessões em grupo destinam-se a criar grupos de homogeneidade de nível, ou seja, agrupar professores segundo o nível que estão a lecionar, por forma a rentabilizar o trabalho que for desenvolvido ao longo da formação permitindo que seja aplicado e testado em contexto de sala de aula de maneira a poder fazer-se tanto a avaliação do procedimento em si como da sua aplicação. A formação destes grupos de nível far-se-á caso se verifiquem mais do que um professor com nível de lecionação comum no grupo alargado de formandos a frequentar a formação.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais;

- Avaliação diagnóstica: questionário dirigido aos formandos para identificação do posicionamento dos mesmos relativamente ao tema da ação, perspetivas, interesses e nível de conhecimentos.

- Avaliação formativa: – realizada ao longo do decorrer da ação para diagnóstico do processo evolutivo dos formandos, identificação das dificuldades de aprendizagem e introdução de medidas corretivas adequadas.

- Avaliação final: (média dos resultados obtidos em dois instrumentos de avaliação)

1. Avaliação da participação:

- Utilização de um documento de observação e registo com a finalidade de visa avaliar individualmente o percurso de aprendizagem de cada formando ao longo da ação de formação.

2. Avaliação do trabalho autónomo:

- Apresentação de um portfólio a construir por cada formando com a seguinte estrutura:

I – Introdução: i) Contextualização do portfólio e ii) identificação dos objetivos do documento;

II – Desenvolvimento das atividades experimentais: i) Planificação da atividade prática implementada (razões da sua escolha e contextualização programática); ii) Descrição e reflexão sobre a atividade prática realizada (ideias prévias das crianças, estratégias adotadas, preparação e reflexão em na sala de aula da atividade experimental, documentos utilizados pelo professor e produzidos pelo aluno nos registos de resultados, dificuldades sentidas pelo professor e demonstradas pelo aluno, propostas para melhoria da implementação da atividade, ..);

III – Reflexão crítica sobre a importância da formação no desenvolvimento pessoal, e profissional do docente.

 

- A avaliação terá um caráter qualitativo e quantitativo, espelhado numa escala classificativa de 0 a 10 valores, de acordo com o teor da Circular nº3 do CCPFC, de Setembro de 2007,expressa na escala de 1 a 10 com menção qualitativa (Insuficiente – 1 a 4,9 valores; Regular – 5 a 6,4 valores; Bom – 6,5 a 7,9 valores; Muito Bom – 8 a 8,9 valores e Excelente – 9 a 10 valores).

Forma de avaliação da acção

a)                    pelos formandos: resposta a um questionário construído para o efeito, da responsabilidade do Centro;

b)                    pelo formador: resposta a um questionário construído para o efeito, da responsabilidade do Centro;

c)              pelo Centro de Formação: elaboração de um relatório global de avaliação com base nos instrumentos avaliativos utilizados pelos formandos e formador.

d)                    Relatório da consultora.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

63_O envolvimento do Aluno na sua própria aprendizagem das Línguas Estrangeiras: da planificação à avaliação_AE Penafiel Sudeste
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:  Oficina de Formação – 25 horas (12 presenciais + 13 trabalho autónomo) 1 crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-88739/16

Destinatários:  Professores dos Grupos 210, 220 do 2º Ciclo do Ensino Básico e dos Grupos 320, 330, 340, 350 dos Ensinos Básico (3º Ciclo) e Secundário

Formadora:    Carla Geada

Cronograma:   Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste_escola sede              

Janeiro         16                    17h - 20h

Janeiro         23                   17h - 20h

Abril               10                    17h - 20h

Abril               17                     17h - 20h

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Refletir e partilhar experiências pedagógicas entre docentes;

- Promover hábitos de reflexão individual e coletiva, tendo em vista o enriquecimento da prática pedagógica;

- Construir e/ou adaptar materiais didáticos à luz do enquadramento científico -metodológico aprofundado nas sessões presenciais;

- Implementar, reformular e partilhar os materiais didáticos construídos na oficina de formação;

- Implementar as diversas vertentes do trabalho colaborativo na prática pedagógica;

- Desenvolver metodologias de investigação-ação;

- Aperfeiçoar a prática pedagógica para melhorar os resultados escolares dos alunos;

- Construir um portefólio individual com os materiais elaborados nas sessões presenciais e reflexões sobre a sua elaboração e implementação no terreno educativo.

Conteúdos da ação

- Apresentação da planificação e objetivos da oficina de formação;

- Apresentação da proposta dos critérios e instrumentos de avaliação aos formandos;

- Análise de fatores promotores do sucesso da aprendizagem nas Línguas Estrangeiras;

- Enquadramento científico e metodológico que potencia os fatores de sucesso no ensino e aprendizagem das Línguas Estrangeiras;

- Trabalho Colaborativo nas Línguas Estrangeiras;

- Trabalho de Grupo Tradicional versus Trabalho de Grupo Colaborativo nas Línguas Estrangeiras;

- Metodologias pró-ativas no ensino nas Línguas Estrangeiras;

- Metodologia de Investigação-Ação nas Línguas Estrangeiras;

- Avaliação das aprendizagens nas Línguas Estrangeiras.

Metodologias de realização da ação

Sessões Presenciais (12 horas)                                                            

Sessões de Trabalho Autónomo (13 horas)

1º Momento (6 horas presenciais)

- Reflexão e debate sobre os conteúdos metodológicos expostos;

- Construção de materiais pedagógicos, fundamentados nessas metodologias, a implementar nas aulas de Línguas Estrangeiras.

2º Momento (13 horas - Trabalho autónomo, individual)

- Aplicação das metodologias e respetivos materiais pedagógicos na sala de aula;

- Elaboração de um portefólio reflexivo sobre a implementação das metodologias pedagógicas e dos materiais construídos na oficina de formação.

3º Momento (6 horas presenciais)

- Partilha das experiências obtidas na implementação metodológica e dos respetivos materiais pedagógicos;

- Eventual reformulação desses materiais pedagógicos, com base na reflexão colaborativa entre os pares;

- Autoavaliação;

- Avaliação da oficina de formação.

Regime de avaliação dos formandos

1-Participação nas atividades da Oficina de Formação;

2-Conceção do Portefólio e Reflexão sobre a prática pedagógica;

3 - Autoavaliação, por referência aos critérios de avaliação negociados com os formandos.

* Excelente – de 9 a 10      

* Muito Bom – de 8 a 8,9 

* Bom – de 6,5 a 7,9         

* Regular – de 5 a 6,4       

* Insuficiente – de 1 a 4,9.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação.

Forma de avaliação da ação

a) Avaliação contínua;      

b) Inquérito por questionário realizado no final da ação;              

c) Relatório do Formador.

Inscrição:                           

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

28_Gestão de conflitos e da indisciplina em sala de aula_AE Sobreira
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h presenciais+25h  autónomas)  2 créditos

Acreditação: CCPFC/ACC-86153/16

Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: AE Sobreira

Formadora: Lurdes Neves

Cronograma:

Mês                 Dia                  Horário

janeiro           15                18h30 às 21h30

janeiro           22                18h30 às 21h30

janeiro           29                18h30 às 21h30

fevereiro       5                   18h30 às 21h30

fevereiro       26                 18h30 às 21h30

março            5                  18h30 às 21h30

março            12                18h30 às 21h30

março            19                17h ás 21h

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A mediação de conflitos em contexto escolar proporciona uma intervenção mais participativa e facilitadora de comunicação e diálogo permitindo igualmente a regulação das situações de conflito, a manutenção ou a reconstrução da qualidade relacional promovendo uma cultura de mediação de conflitos simultaneamente refletida ao nível da reflexão e intervenção no plano curricular, nas práticas dos órgãos de gestão e nas atitudes pedagógicas dos docentes.

O curso surge com o objetivo principal de proporcionar aos formandos a possibilidade de desenvolver competências (saber-saber, saber-ser, saber-fazer) ao nível da gestão e mediação de conflitos em sala de aula e no contexto educativo, tendo em consideração os ritmos de aprendizagem dos formandos e que procura, através de atividades práticas de aplicação, a consolidação das competências visadas

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Identificar as diferentes tipologias e processos de desenvolvimento de conflitos escolares;

•Usar metodologicamente a técnica de mediação de conflitos escolares;

•Conceber, implementar e avaliar um programa de mediação de conflitos e indisciplina;

•Desenvolver materiais didáticos adaptados a cada turma com vista à mediação de conflitos e indisciplina.

Conteúdos da ação

I- A Psicologia do Conflito nas Escolas:

•A definição do conflito;

•A origem do conflito;

•As crenças sobre o conflito escolar;

•As respostas/posturas face ao conflito;

I – O conceito do Conflito e a sua Resolução na Escola e na Sala de Aula:

•Noção de negociação;

•Estilos de negociação dos conflitos e da indisciplina;

•Técnicas de mediação de conflitos.

III – A Avaliação da Intervenção nos Conflitos relacionados com a Indisciplina e a perturbação do Funcionamento da Sala de Aula:

Estratégias de gestão de conflitos em sala de aula

•Respostas preventivas relacionadas com a gestão do processo de ensino-aprendizagem

•Respostas preventivas relacionadas com a gestão dos comportamentos na sala de aula

•Respostas remediativas relacionadas com a gestão dos comportamentos na sala de aula

IV – Projetos, Programas e Práticas de Mediação e Gestão de Conflitos

V- Projeto de formação-ação e de materiais a aplicar nas escolas pelos formandos. ·

VI- Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos

Metodologias de realização da ação

1ª fase:

Apresentação e discussão dos conceitos estruturantes da temática. Elaboração dos materiais didáticos e de materiais a aplicar na sala de aula pelos formandos (16h)

2ª fase

(Trabalho autónomo) Implementação e avaliação do projeto e dos materiais didáticos adaptados à sala de aula (25h)

2ª fase

Divulgação, avaliação e discussão em público do projeto e dos materiais produzidos e das práticas experienciadas pelos formandos (9h)

6.2.1.Número de sessões previstas por mês: 4

6.2.2.Número total de horas previstas por cada tipo de sessões:4

Sessões presenciais conjuntas 25

Sessões de trabalho autónomo 25

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-frequência dos formandos na ação: 2 valores

2-participação nas atividades da ação: 3 valores;

3-trabalho autónomo dos formandos. 5 valores.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Avaliação contínua

b) Inquérito realizado no final da mesma.

 

31_Escrita Criativa_AE Ferreira Gomes
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:     Oficina de Formação – 30 horas (15h presenciais + 15h autónomas)    1.2 créditos

Acreditação:  CCPFC/ACC-92123/17

Destinatários:  Professores do Grupo 110

Local de Realização:   Agrupamento de Escolas D. António Ferreira Gomes

Formadora:        Gracinda Eugénia Magalhães

Mês                   Dia         Horário

Janeiro         15                    17:30- 19:30

Janeiro         18                    17:30- 19:30

Janeiro         22                   17:30- 19:30

Janeiro         25                   17:30- 19:30

Janeiro         29                   17:30- 19:30

Fevereiro      1                       17:30-20:00

Fevereiro      5                     17:30-20:00

 

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A escrita permite conhecermo-nos melhor e conhecermos/apreendermos melhor o mundo. A conceção de que a escrita é algo que se constrói, que se fabrica, que se cria, remete necessariamente para uma certa técnica, um saber-fazer.

Assim, a escrita pode ser entendida como um meio para alcançar a descoberta dos conteúdos lúdicos da comunicação linguística; para descobrir a liberdade criativa; para fomentar a imaginação; para nela projetar ambições, receios, medos, desejos e ideias; para conseguir crescer acedendo a novos mundos e novos conhecimentos.

Torna-se, portanto, importante (re)investir na relação dos alunos com a escrita. É necessário motivar os alunos para o desenvolvimento de hábitos de escrita.

Para instituir esses hábitos, é fundamental dotar os professores de ferramentas, metodologias e instrumentos que facilitem a troca de experiências ligadas à escrita, no sentido de: estimular nos alunos a curiosidade pela escrita; reforçar os sentimentos associados ao prazer lúdico da escrita, através de atividades, facilitando a partilha de expressões e de sentimentos.

 Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Com esta Oficina de Formação, pretende-se sobretudo partilhar, no sentido de dar a conhecer práticas de estímulo à escrita, através de exemplos de técnicas, ferramentas e projetos desenvolvidos noutros contextos.

Procura-se valorizar os participantes, as suas relações, os seus hábitos e as suas histórias, em mútuo consentimento, fomentando não só a aquisição de saberes, mas também de novas atitudes e comportamentos, no sentido da mudança e de outros modos de vida.

Os efeitos a produzir com esta Oficina de Formação que aqui se apresentam são relativos aos formandos, com o intuito de os dotar de estratégias e instrumentos para que, depois, os possam estender junto do público-alvo com quem trabalham.

Assim, são objetivos da oficina de formação:

- Abordar a temática da escrita de forma criativa;

- Reforçar o gosto e o prazer pela escrita;

- Desenvolver atividades de oficina de escrita;

- Adquirir conhecimentos sobre práticas de escrita criativa;

- Aplicar conhecimentos assimilados.

 Conteúdos da ação

O ensino da escrita;

O ensino processual da escrita/ aperfeiçoamento de texto/ estratégias (planificação/ textualização/revisão);

Práticas de escrita criativa;

A oficina de escrita.

 Desenvolvimento de práticas pedagógicas no âmbito das competências específicas:

Construção de materiais;

Testagem de materiais, criados nas sessões conjuntas ou em trabalho autónomo;

Debate e troca de experiências entre formandos a partir dos trabalhos de grupo, pares ou autónomo

Metodologias de realização da ação

1º momento

o formador apresentará conteúdos e conceitos, acompanhados de exemplos elucidativos e integrados no processo de ensino e aprendizagem. Posteriormente, o trabalho dos formandos basear-se-á na orientação de que o conhecimento não se transfere, mas constrói-se.

 O número de sessões presenciais conjuntas visa dilatar no tempo o período de realização da ação, de forma a permitir a aplicação na sala de aula das atividades propostas e dos materiais produzidos bem como o “feedback” avaliativo correspondente.

Reflexão e mediação pedagógica dos saberes teóricos para aplicação em sala de aula;

Construção de novos materiais didáticos promotores de aprendizagens significativas pela sua aplicação em contexto escolar.

 2º momento

 Desenvolvimento das tarefas teórico-práticas enunciadas;

Apresentação e discussão das propostas dos trabalhos realizados nas sessões presenciais e não presenciais, bem como da aplicação em espaço de sala de aula.

3º momento

Reflexão e mediação pedagógica dos saberes teóricos aplicados em sala de aula;

Construção de novos materiais didáticos promotores de aprendizagens significativas pela sua aplicação em contexto escolar;

Partilha dos resultados da aplicação de materiais construídos;

Elaboração da reflexão final.

 Regime de avaliação dos formandos

Avaliação sistemática do desempenho e produtividade nas sessões presenciais e não presenciais e avaliação dos materiais produzidos. Os formandos serão avaliados de acordo com a tabela 0 a 10 valores, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGIDC e respeitando os dispositivos legais da avaliação contínua.

 Forma de avaliação da ação

Preenchimento de inquéritos de avaliação por parte dos formandos e formador.

Relatório final formador mediante concretização da formação e avaliação dos formandos.

 

33_Experimentar Ciência_AE D. Ant.º Ferreira Gomes
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:                         Oficina de Formação  - 30 horas (15h+15h)    1.2 crédito

Acreditação:                        CCPFC/ACC-90209/17

Destinatários:                   Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:          Agrupamento de Escolas D. António Ferreira Gomes

Formadoras:                       Cândida Pires e Fernanda Lapa

Cronograma:                            

janeiro            15, 24      16h – 20h

fevereiro       19             16h – 20h

março            5              16h – 19h

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

O sistema educativo é o conjunto de meios pelo qual se concretiza o direito à educação, que se exprime pela garantia de uma permanente ação formativa orientada para favorecer o desenvolvimento global da personalidade, o progresso social e a democratização da sociedade.

(Lei de Bases do Sistema Educativo (Artigo 1º da Lei nº 46/86 de 14 de outubro)

A escola surge cada vez mais como um verdadeiro desafio para profissionais de vários setores visto que, a liberdade de expressão e análise crítica de informação, que integra o perfil de cidadania contemporânea, exige o domínio de conhecimentos científicos, pelo que a preocupação em promover o investimento em reformas educativas é cada vez mais apanágio das várias políticas mundiais, bem como de numerosas organizações (American Association for the Advancement of Science, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Comunidade Europeia, entre outras). Os casos em que essa preocupação não está presente refletem-se numa iliteracia que vai marginalizando cada vez mais esses indivíduos. Atualmente, quem não é detentor de informações relativas às várias vertentes científicas, facilmente, é posto à parte das conversas em sociedade e encarado como um moderno ignorante. Dadas estas realidades, a escola desempenha um papel fundamental na construção do conhecimento nestes novos indivíduos que devem estar aptos não só a debater estas questões científicas como a criticá-las. O ensino deverá ter como função essencial o desenvolvimento das competências necessárias a um conhecimento integrado de informações, das mais variadas índoles, a fim de formarmos jovens cientificamente informados e capazes de desempenhar o papel de cidadãos responsável (Fontes e Silva, 2004). A função dos docentes deve ter como meta este perfil complexo de cidadania. Os sistemas de ensino têm-se debruçado, inequivocamente, sobre o saber ciência sem se indagarem sobre o porquê ou a utilidade desse saber, apostando num ensino em que há debitação de conteúdos que não se relacionam com as várias metaciências, com a vertente social e cultural (Fontes e Silva, 2004).

Atualmente, exige-se uma educação científica direcionada para a cidadania capaz de dar resposta não só, aos problemas quotidianos, como também, à resolução dos problemas que têm preocupado a humanidade. No sentido de se alcançar este objetivo, torna-se imperativo revê-lo de forma a incluir uma perspetiva mais social, questionando a sua objetividade e neutralidade, bem como a representação que faz da realidade (Díaz, 2002) ou segundo o contexto europeu: “…o fundamental é dotar cada cidadão das aptidões necessárias para viver e trabalhar numa sociedade do conhecimento, dando-lhe oportunidade de desenvolver o raciocínio científico e o pensamento crítico que lhe permitam fazer escolhas bem informadas. A educação científica ajuda a combater os juízos malformados e a reforçar a nossa cultura comum, baseada no pensamento racional” (Rocard et al, 2007).

A realidade portuguesa, acerca da literacia científica da nossa população escolar, foi caracterizada em 2006, pelo PISA (Programme for Internacional Student Assessment) lançado pela OCDE. O estudo envolveu vários países e Portugal participou com 173 escolas, 155 das quais estabelecimentos públicos, 5 109 alunos na faixa etária dos 15 anos que frequentavam desde o 7º ao 11º ano de escolaridade. O principal objetivo era obter-se uma avaliação das suas competências científicas e, consequentemente, da literacia científica de uma faixa etária abrangida pela educação formal do nosso sistema de ensino. Internacionalmente, o estudo mobilizou cerca de 60 países, 7 000 escolas e 2000 000 alunos, avaliando, igualmente, a sua capacidade de exercer o novo conceito de cidadania ativa. Para além do feeb-back que este estudo nos dá relativamente ao nível de proficiência faz, igualmente, o paralelo entre o ambiente de proveniência dos nossos estudantes, relacionando (mas não avaliando) parâmetros socioeconómicos com o nível de desempenho demonstrado, o que poderá permitir um ajustamento mais eficaz no que diz respeito, não só, ao desenho do nosso sistema educativo, mas também ao panorama de educação científica informal do nosso país, melhorando formas e contextos de comunicação. A avaliação da literacia científica dos estudantes portugueses teve como enfoque principal o que a OCDE entende por literacia científica e que passa pelo conhecimento e capacidade de cada um reconhecer, identificar e explicar fenómenos científicos, tirar conclusões, compreender o processo dinâmico de construção do conhecimento científico, consciencializar-se da ampla influência da ciência e tecnologia em todos os cambiantes sociais e na sua capacidade de envolvimento nestas temáticas aquando seu exercício de cidadania consciente. As conclusões deste estudo apontam para a similaridade dos nossos níveis de literacia científica com países como a Grécia, Itália e Israel, apesar dos custos com a educação se equipararem com países como a Nova Zelândia ou a Coreia que obtêm resultados, claramente, superiores aos portugueses.

Para que os nossos alunos percebam a Ciência necessitam de a experimentar e virar do avesso, necessitam de contactar com os mais variados materiais, chegar a conclusões, errar e reformularem o seu raciocínio. A realização de atividades experimentais, em idade precoce, constitui uma ferramenta essencial para se proceder a esta reformulação e associar a teoria com a prática científica, desenvolvendo uma Educação Científica desligada dos conceitos ancestrais de memorização e sistematização do conhecimento.

Os alunos têm uma curiosidade natural que se deve explorar, que é estimulada com a oportunidade de manipulação de materiais diferentes e pelo desenvolvimento da prática, Gaspar e Monteiro (2005 in Bevilacqua) afirmam mesmo que “…pode-se inferir, portanto, que a utilização da demonstração experimental de um conceito em sala de aula acrescenta ao pensamento do aluno elementos de realidade e de experiência pessoal que podem preencher uma lacuna cognitiva característica dos conceitos científicos.” Ao ensinarmos Ciência temos que ter presente sempre esta interdisciplinaridade e transversalidade de conhecimentos, para que possamos incutir nos nossos alunos, mais do que uma sede de conhecimentos, uma insaciedade pelo raciocínio. A Ciência, como verdade absoluta que não se questiona mas apenas se aceita deixou, há algum tempo, de fazer parte das preocupações dos docentes. Os alunos, sob o ponto de vista das novas pedagogias, devem ser capazes de raciocinar, de criticar e avaliar informações que lhes chegam pelos diferentes meios, sugerir novos métodos de abordagem, para que se tornem cidadãos atentos, mas conhecedores dos avanços que a Ciência torna cada vez mais céleres. Para alcançar estes objetivos deveremos intervir de forma precoce e ativa na vida escolar das nossas crianças contribuindo desta forma para a um reforço da familiarização com a ciência tanto no jardim de infância como no 1.º ciclo do ensino básico. Esta preocupação encontra-se expressa, teoricamente nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar do Ministério da Educação que incluem a área do Conhecimento do Mundo que se “enraíza na curiosidade natural da criança e no seu desejo de saber e compreender porquê”. Esta área surge como uma sensibilização às ciências que pretende “a introdução de aspetos relativos a diferentes domínios do conhecimento humano: a história, a sociologia, a geografia, a física, a química e a biologia...”, no que diz respeito ao 1.º ciclo do básico, a importância do ensino experimental surge explanado na área curricula de Estudo do Meio que: “…é apresentado como uma área para a qual concorrem conceitos e métodos de várias disciplinas científicas como a História, a Geografia, as Ciências da Natureza, a Etnografia, entre outras, procurando-se, assim, contribuir para a compreensão progressiva das inter-relações entre a Natureza e a Sociedade”.

Apesar da importância dada pelos documentos oficiais à prática experimental a realidade, no terreno, não espelha esta prática pedagógica efetiva. Pelo contrário, o conhecimento dos docentes destes níveis de ensino identifica várias razões que se apresentam como impeditivos para esta prática, nomeadamente o desconhecimento dos materiais a utilizar, a dificuldade em adaptar os conteúdos curriculares a atividades práticas, a dificuldade e adaptar os espaços escolares à realização destas atividades e a mistificação da prática experimental nestes níveis de ensino.

Dado que o problema não a centra ao nível curricular, uma vez que é consubstanciado pelos documentos legais, assim sendo verifica-se que o problema se centra na fala de formação que estes profissionais deveriam referir a fim de lhes “conferir a segurança e o desembaraço necessários e suficientes para que eles possam transmitir de uma forma rigorosa mas também ao mesmo tempo ligeira e divertida noções elementares de ciência aos mais pequenos.” (Fiolhais. (2012, junho 19). De pequenino é que se torce o pepino, Ciência no jardim de infância [mensagem de blog]. Disponível em http://dererummundi.blogspot.pt/2012/06/de-pequenino-e-que-se-torce-o-destino.html).

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didácticos

A proposta de formação aqui especificada pretende produzir mudanças a três níveis:

- nas escolas:

Aumentar o conhecimento relativamente à prática de atividades experimentais;

Fomentar novas formas de atuação e intervenção com alunos em situações de ensino das ciências;

Perceber a importância do desenvolvimento de atividades experimentais em idades precoces como motivação para o ensino das ciências;

Sedimentar o uso das atividades experimentais em todos os níveis de ensino;

Dinamizar a instituição de parcerias com os vários grupos de recrutamento e níveis de ensino para dinamização de atividades experimentais.

- nos docentes:

Contribuir para uma mudança gradual nas práticas docentes;

Promover a reflexão sistemática sobre a sua prática pedagógica;

Fomentar a investigação de práticas pedagógicas inovadoras, eficazes e eficientes;

Desenvolver a aquisição de novos conhecimentos e competências;

Analisar criticamente informação, organizar e apresentar dados de forma clara e organizada;

Exercitar novas práticas cooperativas que conduzam à implementação da pluri, inter e transdisciplinaridade;

Envolver docentes e alunos na resolução de problemas;

Fomentar o hábito da avaliação sistemática de estratégias pedagógicas;

Fomentar o desenvolvimento de estratégias com vista à moderação de conflitos;

Promover práticas pedagógicas inovadoras;

Reconhecer o papel dos docentes na educação científica de futuras gerações;

- nos alunos:

Desenvolver competências no domínio da prática experimental das ciências;

Aumentar a confiança dos alunos para lidarem com questões científicas;

Promover a capacidade de resolução de problemas;

Desenvolver competências investigativas como o controlo de variáveis, rigor e qualidade dos registos;

Munir os alunos de competências nos domínios cognitivo, afetivo, social e procedimental que lhes permitam uma participação plena em todos os domínios da vida em sociedade.

Conteúdos da ação

A ação a “Experimentar Ciência” está organizada para se prolongar ao longo de um ano letivo, por forma a fazer um acompanhamento dos formandos e das atividades implementadas em contexto de sala de aula.

Os conteúdos a abordar estão organizados em diferentes secções, a saber:

SECÇÃO I

1. Enquadramento do Programa de Formação delineado;

2. A Educação Científica em Portugal: evolução e perspetivas atuais;

3. A abordagem experimental das ciências no pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico: importância para o processo de educação científica nos anos seguintes;

4. Quadros de referência e Metodologias a privilegiar na Educação em Ciências e Trabalho científico nos primeiros anos de escolaridade.

SECÇÃO II

5. Exploração de temas pertinentes, para a exploração experimental, na educação em Ciências para o pré-escolar e 1º CEB:

5.1. - Enquadramento curricular e conceptual dos temas;

5.2. - Realização de atividades práticas sobre os temas;

5.2.1. - Levantamento e caracterização das conceções alternativas das várias temáticas;

5.2.2. - Formulação de questões-problema;

5.2.3. - Planificação das atividades;

5.2.4. - Tipologias de registo a realizar pelos alunos tendo em conta a sua faixa etária;

5.2.5. - Apresentação e discussão de resultados e conclusões;

5.3. - Implementação de atividades práticas em contexto de sala de aula;

5.4. - Partilha e análise das atividades práticas implementadas em contexto de sala de aula.

SECÇÃO III

6. Avaliação das aprendizagens dos alunos no Ensino Experimental

A aplicação do ensino experimental em contexto de sala de aula exige a sua avaliação, ao longo do trabalho desenvolvido bem como à posteriori dando uma indicação clara das competências que foram ou não alcançadas pelos discentes, bem como, os conteúdos que foram ou não apreendidos. De facto existe uma diversidade de indicadores, formas e critérios que os professores poderão utilizar na sua prática pedagógica devendo ser-lhes dados os instrumentos e o conhecimento necessário à escolha de uma metodologia avaliativa que melhor resulte consigo e com o grupo de alunos com que trabalha.

Metodologias de realização da ação

Por forma a alcançar os objetivos propostos por este plano de ação proposto o esquema da ação de formação deverá incluir sessões plenárias e sessões de grupo, bem como uma forte componente de trabalho autónomo.

As sessões plenárias, com todos os formandos, destinar-se-ão a exploração de conteúdos teóricos sobre os quais assentarão os conteúdos abordados posteriormente.

As sessões em grupo destinam-se a criar grupos de homogeneidade de nível, ou seja, agrupar professores segundo o nível que estão a lecionar, por forma a rentabilizar o trabalho que for desenvolvido ao longo da formação permitindo que seja aplicado e testado em contexto de sala de aula de maneira a poder fazer-se tanto a avaliação do procedimento em si como da sua aplicação. A formação destes grupos de nível far-se-á caso se verifiquem mais do que um professor com nível de lecionação comum no grupo alargado de formandos a frequentar a formação.

Regime de avaliação dos formandos

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais;

- Avaliação diagnóstica: questionário dirigido aos formandos para identificação do posicionamento dos mesmos relativamente ao tema da ação, perspetivas, interesses e nível de conhecimentos.

- Avaliação formativa: – realizada ao longo do decorrer da ação para diagnóstico do processo evolutivo dos formandos, identificação das dificuldades de aprendizagem e introdução de medidas corretivas adequadas.

- Avaliação final: (média dos resultados obtidos em dois instrumentos de avaliação)

1. Avaliação da participação:

- Utilização de um documento de observação e registo com a finalidade de visa avaliar individualmente o percurso de aprendizagem de cada formando ao longo da ação de formação.

2. Avaliação do trabalho autónomo:

- Apresentação de um portfólio a construir por cada formando com a seguinte estrutura:

I – Introdução: i) Contextualização do portfólio e ii) identificação dos objetivos do documento;

II – Desenvolvimento das atividades experimentais: i) Planificação da atividade prática implementada (razões da sua escolha e contextualização programática); ii) Descrição e reflexão sobre a atividade prática realizada (ideias prévias das crianças, estratégias adotadas, preparação e reflexão em na sala de aula da atividade experimental, documentos utilizados pelo professor e produzidos pelo aluno nos registos de resultados, dificuldades sentidas pelo professor e demonstradas pelo aluno, propostas para melhoria da implementação da atividade, ..);

III – Reflexão crítica sobre a importância da formação no desenvolvimento pessoal, e profissional do docente.

 

- A avaliação terá um caráter qualitativo e quantitativo, espelhado numa escala classificativa de 0 a 10 valores, de acordo com o teor da Circular nº3 do CCPFC, de Setembro de 2007,expressa na escala de 1 a 10 com menção qualitativa (Insuficiente – 1 a 4,9 valores; Regular – 5 a 6,4 valores; Bom – 6,5 a 7,9 valores; Muito Bom – 8 a 8,9 valores e Excelente – 9 a 10 valores).

Forma de avaliação da acção

a)                    pelos formandos: resposta a um questionário construído para o efeito, da responsabilidade do Centro;

b)                    pelo formador: resposta a um questionário construído para o efeito, da responsabilidade do Centro;

c)                    pelo Centro de Formação: elaboração de um relatório global de avaliação com base nos instrumentos avaliativos utilizados pelos formandos e formador.

d)                    Relatório da consultora.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

66_Oficina de teatro_AE Paços de Ferreira
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:                                Curso de Formação_13horas

Acreditação:                              CCPFC/ACC-

Destinatários:                            Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas Paços de Ferreira

Formadora:                                 Sandra Nobre

Cronograma:                            

Mês                 Dia                  Horário

Janeiro           13                    9.30h - 12.30h

                        20                   9.30h - 12.30h                     

                       27                    9.30h - 12.30h

Março             3                     9.00h - 13.00h

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

O teatro assume, hoje, um papel muito importante na ação educativa, pois oferece situações de aprendizagem, através da interação dos seus atores com o quotidiano, funcionando como um elo entre cultura, sociedade e indivíduo. Além disso, promove a sociabilização estimulando a comunicação, a criatividade, o espírito crítico e o autoconhecimento. Tomando como referência Augusto Boal, é um fio condutor da aprendizagem do eu, do nós e dos outros que considera o teatro como uma forma de expressão libertadora de ações e visões.

Através desta oficina, o docente é ajudado a entender os dilemas sociais e individuais, uma vez que exige de si uma participação ativa, instigando o olhar sobre diferentes realidades.

Desenvolver competências do docente que permitam formar alunos conscientes, responsáveis, criativos, autónomos, com espírito de iniciativa e os aproxime da Escola, vendo nela um espaço de aprendizagem, geradora de outras aprendizagens multiculturais e de enriquecimento relacional são alguns dos objetivos desta oficina. Pretende-se ampliar a experiência do teatro na escola através de vivências em grupo e pelo lúdico.

No fim desta ação, o docente deverá sentir-se capacitado para criar pequenas oficinas teatrais ou consiga realizar dramatizações ou leituras dramatizadas no contexto de sala de aula.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

  •  Desenvolver a utilização do Teatro - Expressão Dramática em contexto escolar.
  • Promover o autoconhecimento, a autonomia e a autoconfiança, numa perspetiva de formação permanente;
  • Promover o conhecimento e enriquecimento de novas expressões artísticas e culturais;
  • Desenvolver o espírito criativo, analítico e crítico;
  • Aperfeiçoar a dicção e a expressão oral desinibida;
  • Fomentar o espírito de iniciativa e o trabalho colaborativo;
  • Fomentar novas formas de expressão e de comunicação;
  • Proporcionar uma experiência coletiva prazerosa, de modo que os participantes se sintam cativados pela prática teatral;
  • Através do jogo desenvolver de forma lúdica capacidades, tais como, imaginação, concentração, espontaneidade, perceção visual, interação e confiança;
  • Estimular bases psicomotoras como equilíbrio, coordenação e respiração, cujo conjunto conduz à perceção e ao controle do corpo, através de uma aprendizagem contínua de posicionamento e locomoção no espaço cénico, (organização do espaço e do tempo);
  • Fomentar o gosto pela arte e fornecer ferramentas que capacitem o formando para a criação de oficinas teatrais, dramatizações, leituras dramatizadas no contexto de sala de aula.

Conteúdos da ação

A. O teatro como desenvolvimento do espírito crítico e fomento da criatividade.

B. Estratégias de autoconhecimento e de desinibição.

C. Textos e a construção da personagem.

D. Criação e Comunicação: Voz, Movimento, Coordenação.

Metodologias de realização da ação

As sessões presenciais terão um caráter predominantemente prático, suportadas por enquadramentos teóricos, em formato de textos e materiais multimédia. Serão explorados jogos dramáticos, exercícios emocionais, físicos, de voz, de respiração, de concentração e leituras dramatizadas, bem como improvisações.

Essas técnicas serão depois testadas no contexto de cada formando no âmbito da criação de oficinas teatrais, pequenas dramatizações, leituras dramatizadas na escola e no contexto de sala de aula, de acordo com a planificação de cada um. Esse trabalho será registado, avaliado e apresentado nas restantes sessões presenciais. Realizar-se-ão sistematicamente debates, a propósito de todos os trabalhos e ações teatrais desenvolvidas pelos formandos.

Nas sessões práticas serão utilizadas diversas técnicas:

  • Exercícios de concentração e memorização através do jogo e do “brincar”;
  • Jogos dramáticos: a exploração da sensibilidade/imaginação potencializando a expressividade na comunicação entre o ator e a personagem;
  • Jogos de movimento: a relação corpo/espaço e ritmo;
  • Consciencialização do corpo, matéria e veículo das emoções, do pensamento, da expressividade e comunicação.
  • Improvisações livres e improvisações intencionais e estruturadas;
  • Leitura de textos dramáticos, textos líricos e poéticos e a sua análise;
  • Técnicas de leitura em voz alta: exercícios de ritmos, dicção, respiração, colocação de voz, articulação, volume;
  • A palavra como matéria concreta na transmissão de ideias, imagens, pensamentos, comportamentos, histórias e conteúdos;
  • Interpretação/representação;
  • Relação do corpo no espaço de representação: consigo e com os outros elementos - atores, objetos e audiência.
  • Apresentação de trabalhos através da experimentação do teatro e sua aplicação, através de formatos adequados ao contexto da escola e da sala de aula, pelos formandos.
  • A produção e os meios necessários na construção de um espetáculo.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. Os critérios de avaliação a utilizar são: qualidade da participação no contexto dos objetivos / efeitos a produzir, apresentação dos resultados do trabalho autónomo (evidências) e trabalho final. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação é feita através do preenchimento de um inquérito pelos formandos; pelo relatório do formador;  e ainda o relatório do CFAE

65_TUTORIA ESCOLAR: uma ação sistémica para o sucesso educativo_AE Frazão
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:                                Curso de Formação – 25 horas

Acreditação:                              CCPFC/ACC-88319/16

Destinatários:                           Professores dos Ensinos Básico

Local de Realização:                 Agrupamento de Escolas de Frazão

Formadora:                                Rita Começanha

Cronograma:

Mês                     Dia                  Horário

janeiro                 12                     17:30 - 20:30

janeiro                 13                    09:00-13:00 | 14:00-17:30

janeiro                 19                    17:30 - 20:30

janeiro                 20                   09:00-13:00 | 14:00-17:30

janeiro                 27                    09:00-13:00

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Perante os vários cenários em que a escola do séc. XXI tem vindo a ser protagonista, como o insucesso escolar, o desinteresse, o abandono, a violência, a heterogeneidade dos alunos, tem-se-lhe atribuído novos mandatos perspetivados numa conceção de inclusão e de formação que extrapolam os métodos tradicionais com o intuito de dar respostas às problemáticas daí resultantes (Leite, 2013).

Neste contexto, confrontamo-nos com a emergência da implementação de modelos/programas de apoio diversificados que visam, essencialmente, auxiliar os alunos a vencer as suas dificuldades. Os modelos/programas de tutoria constituem-se assim como processos potencializadores de melhoria da aprendizagem e sucesso educativo assente numa perspetiva de desenvolvimento sistémico e integrador da formação pessoal, social e humana. Em particular, as tutorias pretendem acompanhar de forma individualizada um grupo restrito de alunos ao longo do seu percurso escolar, facilitando a cooperação educativa entre estes, docentes e famílias, e assim, (re)descobrir novas formas de expressão, novos rumos na definição de objetivos pessoais. Os processos de tutoria têm vindo a surgir em vários contextos e situações, tais como: na Formação Profissional de Professores, no Ensino Básico e Secundário e no Ensino Superior. Estes processos têm-se revelado como um importante potencial de intervenção, uma vez que se caraterizam por processos abertos a diferentes usos, com o intuito de satisfazer necessidades singulares, no qual cada protagonista reconfigura o processo em função dos objetivos definidos (Baudrit, 2003). Assentes nestes pressupostos considera-se fundamental aprofundar o conhecimento teórico sobre esta medida educacional recorrendo a diferentes perspetivas e à análise de situações práticas para a reconfiguração de novas vias de intervenção. Pretende-se, em síntese, fornecer um conjunto de instrumentos teóricos e práticos sobre tutorias em contexto escolar que possa habilitar os professores tutores à construção e desenvolvimento de planos individuais de tutoria em contexto escolar.

Neste sentido, esta formação pretende constituir-se como uma oportunidade de problematização, análise e reflexão dos fundamentos teórico-metodológicos do processo de tutoria escolar como estratégia de intervenção educativa potencializadora de uma maior qualidade do processo educativo..

Objetivos a atingir

O principal propósito desta ação de formação é promover a reflexão, o questionamento, em torno de temas diretamente relacionados com as experiências de tutorias e desenvolver a tutoria escolar como um processo potencializador de um maior sucesso educativo. De modo específico pretende-se:

•Aprofundar o conhecimento sobre perspetivas teóricas-metodológicas sobre tutoria em contexto escolar;

•Aprofundar conhecimentos sobre a construção, implementação e funcionamento de processos de tutoria escolar;

•Contribuir para o aprofundamento e problematização do conceito de assessoria em educação;

•Analisar situações para elaboração de propostas de intervenção tutorial;

•Elaboração de propostas, devidamente fundamentadas, de intervenção tutorial;

Conteúdos da ação

Módulo 1 (8.30h)

Tutoria Escolar - Concetualização e Contextualização

•Tutoria que conceito(s)?

•Objetivos da tutoria

•Tipos de tutoria

•Os Perfis do tutor e tutorando

•As competências do tutor

Módulo II (8,30h)

A tutoria escolar – Processos e Caraterísticas

•A tutoria como processo de mediação para a aprendizagem

•A tutoria como processo para a mudança

•A tutoria como processo para o empoderamento

•Apresentação e análise de processos de tutoria escolar

Módulo III (8,00h)

A tutoria escolar – da problematização à construção de processo(s)

•Problematização dos contextos e dos vários intervenientes no processo tutorial

•Iniciação do processo

•A recolha de informação

•Elaboração do plano individualizado

•Acompanhamento personalizado do aluno – Como?

•O processo motivacional – A minha história

•Avaliação – O Quê? Quem? Como? Quando?

Metodologias de realização da ação

A ação decorrerá na modalidade de Curso, com uma componente presencial e uma componente de trabalho autónomo. A componente presencial será constituída por sessões temáticas de cariz teórico e prático. A componente de trabalho autónomo consiste na elaboração de uma reflexão crítica sobre o processo de formação vivenciado, e realizada com base nos diários de bordo..

Regime de avaliação dos formandos

trabalhados nas sessões dando conta da sua importância e pertinência para repensar o trabalho de tutorias assente numa perspetiva sistémica.

A avaliação da atividade desenvolvida neste curso por cada formando é realizada de modo continuado pelo formador e tem como referência os objetivos e finalidades do curso.

Devem ser tomados em consideração os seguintes aspetos:

A obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais; a assiduidade, a pontualidade, a qualidade da participação nas sessões da ação de formação e reflexão crítica dos Formandos e de acordo com Carta Circular CCPFC – 3/2007 de Setembro de 2007 do Conselho Científico - Pedagógico da Formação Contínua acerca das alterações introduzidas pelo artigo 4ºdo Decreto-Lei n.º 15/2007 de 19 de Janeiro, e a Carta Circular CCPFC - 1/2008 utilizando os critérios também aprovados pela Comissão Pedagógica deste Centro.

 

46_O Ensino da Biologia_AE Frazão
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:  Curso de Formação _25 horas _1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90413/17

Destinatários: Professores do Grupo 520 dos Ensinos Básico (3º Ciclo) e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Frazão

Formadora:    Sónia Cerqueira

Cronograma:

Janeiro   10, 17, 24, 31

Fevereiro  7, 21, 28

Março        7

Horário: das 17:30 às 20:30

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

A Biologia é uma ciência pura e que nas últimas décadas tem experimentado um enorme grau de avanço em termos de novos conhecimentos e descobertas. O desenvolvimento de técnicas sofisticadas tem possibilitado aos investigadores a compreensão de diversas vertentes dentro das Ciências Biológicas.

Torna-se, portanto, aos professores desta área do conhecimento, uma necessidade constante de atualização acerca do mundo vivo. Grande parte dos docentes, por motivos diversos e não questionáveis, não consegue rever ou mesmo aprofundar determinadas temáticas constantes dos programas curriculares que são, posteriormente, exigidas na chamada Avaliação Externa dos alunos (Exames Nacionais) elaborados por um órgão pertencente à Tutela da pasta da Educação.

Na generalidade, a maior parte dos docentes limita-se a preparar as suas aulas e materiais fundamentados nos manuais escolares disponíveis no mercado nacional e, frequentemente, não se apercebem que, por vezes, existem erros científicos ou que as informações neles contida é algo confusa ou insuficiente para que os alunos compreendam determinadas temáticas mais complexas ou sensíveis e que devem ser exploradas de forma que os mesmos sejam concretamente assimilados.

Fundamentalmente, esta proposta pretende fomentar a discussão, análise e uma reflexão sobre determinados temas constantes dos Programas Oficiais do Terceiro Ciclo e do Ensino Secundário. Paralelamente, considera-se pertinente um debruçar sobre a elaboração de itens de avaliação e dos respetivos critérios de classificação, nomeadamente nos itens de resposta aberta

Objetivos a atingir

Fornecer aos docentes uma atualização sobre algumas temáticas a serem desenvolvidas no espaço de sala de aula voltadas para uma maior capacidade de compreensão de diversos conteúdos por parte dos alunos para que os resultados sejam progressivamente melhorados.

Aperfeiçoar os instrumentos de avaliação com base em trabalhos de grupos de formandos e análise do material concebido em grupo alargado.

Recorrer a uma bibliografia credível na preparação das aulas e dos diversos documentos elaborados pelos docentes.

Conteúdos da ação

- Introdução ao estudo da célula;

- Simbioses;

- Secreção celular e digestão intracelular: interações entre o retículo endoplasmático rugoso, complexo de Golgi e lisossomas;

- Fotossíntese;

- A descoberta do DNA como material hereditário;

- Interações génicas: Epistasia na espécie humana: a herança da tonalidade da cor dos olhos.

Metodologias de realização da ação

- Exposição teórica e discussão alargada junto dos formandos sobre os temas propostos;

- Trabalhos em grupos de formandos na investigação dos diferentes temas abordados e elaboração de itens e respetivos critérios de avaliação;

- Discussão e análise dos trabalhos realizados em grupo alargado;

- Os trabalhos formulados e apresentados e a participação efetiva dos formandos constituirão uma das bases do processo de avaliação e classificação dos mesmos.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-Participação nas atividades da ação;40%

2-Apresentação e defesa dos trabalhos finais. 60% 

 O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Avaliação contínua

b) Inquérito realizado no final da mesma

c) Relatório do formador.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas de Frazão

2º Ser docente do Grupo de recrutamento 520

3º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:    

De 19 de outubro, até preenchimento das vagas

54_ColaboraçãoProfissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 7_Escola Secundária Paços Ferreira
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Escola Secundária de Paços de Ferreira

Cronograma:                            

Janeiro    10           17h- 20h

Março       7            17h - 20h      Sessão Online

Julho         3           10h - 13h

               10            10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor da Escola Secundária de Paços de Ferreira

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:    

De 19 de outubro, até preenchimento das vagas

53_ColaboraçãoProfissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 6_AE Penafiel Sudeste
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste

Cronograma:                            

Janeiro    9               17h- 20h

Março       6             17h - 20h       Sessão Online

Julho         2           14h30min- 17h30min

               10             10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

Critérios de Selecção:       

1º Ser Professor do Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste

2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:    

De 19 de outubro, até preenchimento das vagas

56_Ser Diretor de Turma. Contar com Biblioteca Escolar_AE Paços de Ferreira
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação  -  50 horas (25h+25h)      2 créditos

Acreditação:  CCPFC/ACC-89498/17

Destinatários:   Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico, Secundário

Local de Realização:   Agrupamento de Escolas Paços de Ferreira

Cronograma:                            

Janeiro                9                     18H30 - 21H30                      3h

Janeiro                30                   17H30 - 21H30                       4h (online)

Fevereiro            20                   18H30 - 21H30                      3h

Março                  13                    17H30 - 21H30                       4h (online)

Abril                    10                    18H30 - 21H30                      3h

Abril                    24                    17H30 - 21H30                       4h (online)

Maio                    22                    17H30 - 21H30                       4h

Formador:         António Pires

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A revolução digital e a expansão da designada Sociedade do Conhecimento, que caracterizam a nossa Era, colocam à Escola atual novos desafios, no sentido de dotar os jovens de um conjunto de saberes hoje considerados vitais para a sua vida pessoal, social e profissional.

Às escolas é atualmente exigido que melhorem a educação e a qualidade das aprendizagens, sendo-lhes para tal imposta uma profunda mudança dos métodos de ensino e dos ambientes de aprendizagem, que só um contexto rico em recursos e baseado em processos de leitura e investigação, processamento da informação e produção de conhecimento podem proporcionar.

A formação leitora e as literacias são, hoje, campos cada vez mais cruciais na resposta às múltiplas alterações socioeconómicas, culturais e tecnológicas ocorridas nos nossos dias, indutoras de novas formas de acesso e construção do conhecimento e de novas práticas culturais e de lazer, constituindo um fator decisivo para que os jovens sejam capazes de enfrentar com sucesso as exigências que a sociedade contemporânea lhes coloca, munindo-se de uma ferramenta básica para a informação, a comunicação e a inclusão social.

A biblioteca escolar constitui uma base natural para o desenvolvimento destas competências, dando acesso a uma vasta gama de media e fontes de informação (analógicos e digitais); formando para o prazer da leitura e a compreensão leitora; colaborando com os docentes no ensino embebido no currículo de competências digitais, mediáticas e da informação; orientando na mobilização de capacidades de pensamento crítico e de resolução de problemas e educando para um conjunto de valores e de atitudes considerados indispensáveis ao exercício da cidadania.

A investigação e a experiência têm vindo a demonstrar este valor das bibliotecas escolares, permitindo estabelecer uma relação entre a qualidade do seu trabalho e o sucesso dos alunos.

A operacionalização e o alcance deste trabalho dependem não só dos profissionais responsáveis pela organização, gestão e dinamização das bibliotecas, mas são também fruto das políticas e orientações educativas que sobre ele pendem, dos efeitos que sobre ele têm as decisões dos órgãos de gestão das escolas e, sobretudo, da compreensão dos docentes e da comunidade educativa sobre o papel que as bibliotecas podem desempenhar no sucesso escolar e na formação global dos alunos.

Devido ao cargo que ocupam na gestão intermédia das escolas, os educadores de infância, na educação pré-escolar, os professores titulares de turma, no 1º ciclo do ensino básico, e os diretores de turma (enquanto coordenadores dos conselhos de turma), nos restantes níveis de ensino, assumem uma função nuclear de liderança neste âmbito, deles dependendo boa parte da iniciativa no sentido do enriquecimento e melhoria dos processos de ensino e aprendizagem através do uso das bibliotecas escolares.

Assim, considerando que estes docentes:

- são os gestores do currículo, sendo-lhes exigida uma contínua adequação às novas modalidades e práticas educativas, sociais e culturais de leitura e aquisição de conhecimento;

- têm um papel determinante na definição e acompanhamento de medidas com vista ao sucesso escolar dos alunos e no desenvolvimento de atividades integradoras/globalizantes e/ou interdisciplinares;

- são os responsáveis pela organização, acompanhamento e avaliação das atividades a desenvolver com os alunos e pela articulação entre a escola, as famílias e a comunidade educativa, em geral;

- ocupam uma posição chave na formação integral dos alunos, nomeadamente no que diz respeito à aquisição de saberes transversais e formativos na área da leitura, das literacias e da cidadania;

É objetivo principal desta formação sensibilizar e formar os educadores de infância, professores titulares de turma e diretores de turma para capacitarem os alunos para os desafios do século XXI, tirando partido das potencialidades da biblioteca escolar e do trabalho em colaboração com o professor bibliotecário.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

1.   Mobilizar os docentes responsáveis pela coordenação e gestão pedagógica intermédia das escolas para o valor e o impacto da leitura e das novas literacias no percurso educativo e escolar dos alunos;

2.  Melhorar as competências dos formandos no ensino integrado das literacias digitais, da leitura, dos media e da informação e na experimentação de metodologias e situações de aprendizagem que o favoreçam;

3. Refletir sobre o papel das bibliotecas escolares como espaços inovadores de aprendizagem e formação no domínio da leitura e das literacias e infraestruturas básicas de apoio ao currículo;

4.  Encontrar oportunidades de colaboração a partir das orientações curriculares, dos projetos das escolas, das planificações disciplinares, dos planos das turmas e dos planos de aula, de modo a incluir a biblioteca e os seus recursos no trabalho escolar e nas atividades letivas;

5.    Estimular a utilização de ferramentas tecnológicas, recursos digitais, e-books, apps, jogos educativos, plataformas virtuais e outros meios que proporcionem a exploração de novos ambientes de aprendizagem e de colaboração;

6.   Criar, em parceria com outros docentes, materiais didáticos, instrumentos de avaliação, guiões de pesquisa, tutoriais para a criação de produtos impressos e digitais, kits pedagógicos, espaços na Web, recursos multimédia e outros instrumentos aplicáveis a diferentes temas;

7.   Valorizar as bibliotecas escolares como instrumento de formação pessoal e profissional dos docentes e espaço de partilha e de relação com as famílias e as comunidades, motivando para o seu uso e rentabilização.

Conteúdos da ação

1ª Sessão (presencial) – 3.00h:

•      Orientações curriculares, áreas transversais, projeto educativo e objetivos de aprendizagem.

•       A gestão do currículo no contexto dos planos das turmas

2ª Sessão (online) – 4.00h:

•     A leitura, a informação, a comunicação e a produção de conhecimento como condição de uma cidadania crítica, criativa, ativa e responsável.

•   A educação para as literacias no contexto da sociedade do século XXI.

3ª Sessão (presencial) – 3.00h:

•   Oportunidades para a articulação do currículo com a biblioteca escolar.

•  O referencial Aprender com a biblioteca escolar – breve familiarização (exemplos de aplicação).

4ª Sessão (online) – 4.00h:

•  Contextos, metodologias e práticas de integração de competências de literacia em projetos e atividades de ensino e aprendizagem.

•   Programas e ações de desenvolvimento da formação leitora e das literacias: planificação, execução e avaliação colaborativa.

5ª Sessão (presencial) – 3.00h:

•    A biblioteca escolar:

oComo lugar físico e virtual de diversificação e enriquecimento das fontes e recursos de informação de apoio ao currículo;

o  Como espaço de transversalidade para a inclusão escolar e social da competência digital.

6ª Sessão (online) – 4.00h:

•   O apoio da biblioteca escolar à utilização de ferramentas colaborativas para gestão do conselho de turma, para dinamização de atividades da turma e para contacto com os encarregados de educação e outros.

7ª Sessão (presencial) – 4.00h:

•   Apresentação e partilha de projetos de articulação curricular com a biblioteca escolar pelos formandos.

•   Avaliação da ação.

Trabalho autónomo (25 horas)

Os formandos irão aplicar os conteúdos abordados aos seus contextos curriculares, elaborando propostas de interação com a biblioteca escolar, tendo como base de Trabalho o Referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar”. A partir do Referencial, os formandos irão planear experiências pedagógicas colaborativas, envolvendo disciplinas e áreas transversais (como a Educação para a Cidadania), com vista a desenvolver os níveis de literacia dos alunos nos domínios da leitura, da informação e dos media, e a promover a autonomia, o espírito crítico e a iniciativa dos alunos.

Será também solicitada aos formandos a apresentação de um portefólio com o trabalho realizado ao longo da formação.

Metodologias de realização da ação

Formação Presencial (13 horas)

1ª Sessão presencial conjunta (3 horas)

Apresentação da oficina: Ser diretor de turma. Contar com a biblioteca escolar;

Enquadramento teórico sobre o papel do diretor de turma e o papel do professor bibliotecário.

Orientações curriculares, áreas transversais, projeto educativo e objetivos de aprendizagem.

A gestão do currículo no contexto dos planos das turmas

 3ª Sessão presencial conjunta (3 horas)

 A articulação do currículo com a biblioteca escolar: análise de oportunidades de trabalho colaborativo.

 O referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar” – documento teórico-prático orientador do trabalho colaborativo

 Análise dos exemplos de aplicação prática

5ª Sessão presencial conjunta (3 horas)

Debate sobre o papel da biblioteca escolar no contexto da escola atual, tendo em conta as transformações originadas pela revolução tecnológica. Serão destacadas as funções da biblioteca escolar como:

 Lugar físico e virtual de acesso a uma diversidade de fontes de informação e de recursos de apoio ao currículo, em diferentes formatos.

 Espaço de promoção da inclusão escolar e social da competência digital

 Referencial Aprender com a biblioteca escolar e as perspetivas de aplicação futura do documento, no contexto escolar do formando.

 7ª Sessão presencial conjunta (4 horas)

Apresentação e reflexão crítica sobre as experiências de aplicação do

Sessões síncronas e assíncronas de formação à distância (12 horas)

 2ª Sessão síncrona (4 horas)

 Enquadramento teórico (continuação)

 A promoção da leitura, a comunicação e a produção de conhecimentos como condição indispensável ao exercício da cidadania.

A educação para as literacias no contexto da sociedade da informação e do conhecimento.

 4ª Sessão assíncrona (4 horas)

Abordagem dos diferentes contextos, metodologias e práticas de integração de competências de literacia a desenvolver em projetos e em atividades de ensino-aprendizagem.

Planificação, execução e avaliação no âmbito da formação leitora e das literacias

 Treino em literacias como potenciadora do sucesso escolar.

 6ª Sessão assíncrona (4 horas)

 A utilização de ferramentas colaborativas, como o Facebook, o Blogue, o Edmodo, o Sapo Campus ou outras, para:

 A gestão do conselho de turma;

 A dinamização de atividades da turma;

 Os contactos com os encarregados de educação.

 Trabalho autónomo (25 horas)

  Aplicação de conteúdos abordados aos contextos escolares dos formandos;

 Elaboração de uma proposta de plano de turma que inclua, numa disciplina/ área disciplinar e numa área transversal, a colaboração com a biblioteca escolar, tendo por base a aplicação do Referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar”, como forma de promover o sucesso escolar;

Implementar uma prática pedagógica com base no trabalho colaborativo proposto pelo referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar”.

 Realização de um portefólio da formação com recurso a uma ferramenta colaborativa.

 Preparação da apresentação pública da referida proposta;

Nota1: Será assegurada a implementação de um Sistema de Gestão da Informação, através da Plataforma Moodle da Rede de Bibliotecas Escolares, adequado à formação a distância, com sistema de comunicação síncrona/assíncrona, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem.

Nota 2: A formação a distância permite a realização de leituras e uma reflexão sobre os conteúdos das mesmas, possibilitando uma maior qualidade de interações e troca de ideias entre os formandos. Simultaneamente facilita a monitorização do trabalho por parte dos formadores, que poderão interagir de forma personalizada com os formandos, em qualquer momento do decurso da formação.

As turmas serão constituídas por um número máximo de 15 formandos por formador, garantindo-se, assim, a qualidade da monitorização do trabalho a desenvolver.

Regime de avaliação dos formandos

Participação nas sessões (dinâmica da participação e qualidade das intervenções) – 20%

 Competências e capacidades (coerência, pertinência e espírito crítico) – 20%

Trabalho de aplicação de conteúdos – 60%

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.

Forma de avaliação da ação

Relatório das formadoras/dos formadores

 Relatório da especialista

Questionários de avaliação preenchidos online pelas formandas e formandos

 Questionário de avaliação preenchido online pelas formadoras e formadores.

 

21_DIDÁTICA DO PORTUGUÊS no 1º CEB - a transversalidade da Língua_AE Paços de Ferreira_Turma 4
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:                           Oficina de Formação – 50 horas     2 créditos

Acreditação:                          CCPFC/ACC-91018/17

Destinatários:                        Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:             Agrupamento de Escolas de Paços de Ferreira

Cronograma:                         janeiro            9, 16, 23 e 30                        

                                               fevereiro          6, 20 e 27         

                                               março              15        

Horário:                                 17:45 - 20:45 (2 últimas sessões terminam 30 minutos mais tarde)      

Formadora:                           Lurdes Gonçalves 

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

A importância da aquisição da literacia e da “oracia” no ensino formal, no 1.º ciclo, é expressa de forma significativa por vários investigadores (nacionais e internacionais) ao defenderem que é necessário elevar os níveis dos resultados da aprendizagem, com vista ao sucesso escolar dos alunos, no Português. Reforçam que o sucesso no ensino inicial da leitura é o caminho mais direto para a educação. Daí a necessidade de cada professor atualizar, renovar e aprofundar os seus conhecimentos à luz de investigações e perspetivas mais atuais.

Neste sentido, os conteúdos da formação dizem respeito ao desenvolvimento da linguagem oral, ao ensino da leitura e da escrita e à interrelação entre o Novo Programa de Português e as Metas Curriculares. De facto, pretende-se que a perceção dos professores saia reforçada pela reflexão, autoanálise e questionamento, no sentido da mudança de práticas pedagógicas, pelo contacto com as inovações didáticas no ensino e aprendizagem da língua materna. O objetivo final e único é sempre o sucesso escolar da aprendizagem em todas as áreas do saber já que o português é transversal a todas as disciplinas.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

As turmas do 1º Ciclo são cada vez mais heterogéneas. Interessa ter em conta a pluralidade dos alunos, para encontrar estratégias de adaptação e desenvolvimento que a todos respeite e a todos inclua no sucesso escolar pelas técnicas ativas e estratégias transversais adquiridas durante a formação. Neste sentido, espera-se uma nova abordagem sobre no ensino da leitura e do trabalho em projeto, como forma de promover o pensamento e a facilitação cognitiva.

Pela assimilação dos princípios expostos, espera-se, sobretudo, uma alteração nas práticas letivas e a interiorização da necessidade de reflexão sobre e na ação de ensinar.

Conteúdos da ação

Sessão n.º 1 à n.º 6 (3 horas cada)

Apresentação e informação sobre a estrutura do curso e a avaliação

Aspetos gerais sobre língua, linguagem e linguagem científica.

Os programas de Português

As metas curriculares

O trabalho em projeto

A língua, a linguagem e o desenvolvimento da consciência linguística;

A importância do desenvolvimento da oralidade.

O Oral como objeto de estudo – ensino explícito da oralidade

A leitura e a escrita: a diversidade das tipologias textuais.

Ensinar a ler, ensinar a compreender – estratégias

O erro e a gramática no processo da escrita

O acordo ortográfico

A avaliação

Sessão n.º 7 e 8 (3:30 horas)

Apresentação de projetos, concretizados em trabalho de grupo não presencial, no âmbito do aperfeiçoamento e autorregulação do Português, em sala de aula, incluindo monitorização de resultados e reflexão antes (diagnóstica, ponto de partida) e após (momento de chegada), numa perspetiva de investigação-ação.

Nota: A primeira e as últimas sessões terão um formato diferente das intercalares. Da 6ª para as últimas sessões (7 e 8ª) efetuar-se-á um distanciamento temporal suficiente à concretização do projeto. As restantes sessões presenciais serão compostas por duas vertentes:

- Conhecimento teórico e comparação de estratégias tradicionais e de estratégias mais ativas e participativas na sala de aula;

- Discussão de pequenos projetos realizados na sala de aula e sugestão de outras atividades.

Metodologias de realização da ação

Pelo favorecimento da interação entre pares (formador e formandos), através da utilização de variadas técnicas de trabalho, a metodologia da ação consubstancia na teoria construtivista. Neste sentido, interligam-se os conhecimentos teóricos (enquadramento concetual) e práticos pela conferência, debate, aplicação e exposição das atividades de operacionalização, consolidação e sistematização.

O módulo de formação estruturar-se-á em sessões teórico-práticas. Por tal facto, assenta numa metodologia que privilegia a interação do enquadramento concetual e da prática na sala de aula, com recurso à conferência, ao debate e à aplicação de atividades de operacionalização, consolidação e sistematização.

Importa referir que a primeira e as últimas sessões terão uma formatação diferente das outras.

Parte teórica:

1. Atualização e aprofundamento de conhecimentos, nas vertentes teórico e prática (análise do programa de português, metas, estratégias de leitura, gramática, planificação da escrita), com visualização em power point, troca de ideias e debate;

2. Confronto com as práticas habituais/tradicionais;

3. Análise de exemplos práticos significativos.

Parte prática:

1. Reflexão e mediação pedagógica dos saberes teóricos para aplicação em sala de aula;

2. Apresentação e discussão dos trabalhos a realizar nas sessões presenciais e não presenciais;

3. Construção de instrumentos pedagógico-didáticos para aplicação no grupo-turma centrados na Pedagogia de Projeto;

4.Apresentação, discussão e avaliação do projeto concretizado em grupo;

5.Relatório de reflexão crítica individual, a partir do projeto desenvolvido na sala de aula, numa perspetiva de investigação-ação.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos desta ação de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. Neste sentido, terá em conta três variáveis:

- A participação e o interesse nas sessões presenciais;

- A apresentação final de uma atividade produzida e aplicada em contexto de sala de aula, tendo em conta a qualidade científica, a pertinência e os materiais elaborados;

- A elaboração de um relatório de reflexão crítica individual, a partir do trabalho/projeto desenvolvido, numa perspetiva de investigação-ação, considerando a estrutura e o conteúdo

Forma de avaliação da ação

A formação será avaliada através de três formas:

- Questionário de avaliação (oral e coletivo) dos formandos;

- Relatórios finais dos formandos;

- Questionário de avaliação do Centro de Formação Júlio Resende, preenchido pelos formandos.

- A obrigatoriedade da participação em 2/3 e o relacionamento interpessoal;

Insuficiente - de 1 a 4,9 valores

Regular - de 5 a 6,4 valores;

Bom - de 6,5 a 7, 9 valores;

Muito Bom - de 8 a 8,9 valores;

Excelente - de 9 a 10 valores.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

 

27_Educação Especial: Desenvolvimento de Materiais Inovadores – II_AE Paços de Ferreira
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 26 horas (13h+13h)    1 crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-92609/17

Destinatários:   Educadores de Infância, Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial

Local de Realização:  Agrupamento de Escolas de Paços de Ferreira

Cronograma:    Janeiro           8              18:30_20:00

                                              13 e 20         9:30_12:30

                          Março         10                  9:30:12:30

                                             17                 9:30_12:00

Formadora:      Clara Cunha

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

É urgente dotar os docentes de crianças com Necessidades Especiais de Comunicação de conhecimentos adicionais que lhes permitam comunicar de modo mais efetivo com os mesmos, permitindo-lhes que sejam elementos comunicadores ativos, que de outro modo não conseguem ser.

A troca de saberes aliada à partilha de experiências e a reflexão sobre as práticas, poderá introduzir mudanças na gestão das práticas dos professores, adequando-as às aprendizagens dos alunos. Esta oficina terá como principal finalidade construir, testar e reformular materiais válidos e pedagogicamente válidos no âmbito da Educação Especial.

 Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Esta oficina permitirá aos formandos:

Utilizar estratégias de trabalho colaborativo na resolução de problemas no âmbito da Educação Especial; Melhorar a prática do professor para favorecer a melhoria do desempenho dos alunos com Necessidades Educativas Especiais; Promover hábitos de reflexão individual e coletiva com o fim de enriquecer as práticas; Partilhar materiais didáticos elaborados ou adotados durante a oficina de formação; Construir, testar, reformular e partilhar materiais pedagógicos; Desenvolver metodologias de investigação-ação;

Desenvolver competências e saberes; Produzir materiais didáticos cientificamente válidos e pedagogicamente inovadores no âmbito da Educação Especial.

 Conteúdos da ação

1. Desenvolver competências de planificação e adequação de estratégias para a diversidade de alunos NEE;

- Criação de portfólio de instrumentos didático-pedagógicos para alunos com NEE             

- Criação de portfólio de instrumentos didático-pedagógicos para alunos com NEE

- Realização de algumas das atividades selecionadas para os diferentes portfólios                 

- Conceção e validação de instrumentos didático-pedagógicos

- Apresentação dos trabalhos finais e avaliação da ação                                                               

- Aplicação dos instrumentos didático-pedagógicos concebidos em contexto de formação.

 Metodologias de realização da ação

A formação implicará:

a)Sessões presenciais (13h) apresentação de conceitos e objetivos inerentes; Seriação de instrumentos didático-pedagógicos pela sua relevância, aplicabilidade e eficácia; Realização e troca de experiências e métodos entre os formandos; Conceção e validação de instrumentos de avaliação instrumentos didático-pedagógicos Nas últimas sessões presenciais os docentes/formandos avaliarão a implementação e a ação.

b)O trabalho autónomo (13h) experimentação com os alunos dos instrumentos didático-pedagógicos concebidos em contexto de formação.

 Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os critérios:

1-Participação dos formandos na ação;                      

2-Resultados do Trabalho Autónomo;                        

3-Trabalho Final Individual (ou portefólio).

 O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

Regular – de 5 a 6,4 valores;             

Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

 Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação.

 Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a)Relatório do formador

b)Inquérito realizado no final da mesma aos formandos e formador;

c)Relatório CFAE.

Inscrição:                            

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

15_Estratégias Comportamentais para o Sucesso_ AE Vilela_Turma 2
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90414/17

Destinatários: Professores dos 2.º e 3.º Ciclos

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Vilela

Cronograma:  dezembro      21      9:00 - 13:00

                        fevereiro        14     9:00 - 13:00   

                        março            29     9:00 - 13:00          

Formadoras:   Catarina Gradíssimo Dias da Cunha    e   Tânia Marlene Pacheco Nunes

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Jesus (2000) aponta que, na atividade docente, os incentivos intrínsecos, nomeadamente os que decorrem do processo de ensino-aprendizagem, são os fatores que maior peso têm a determinação da satisfação profissional.

A promoção dos valores de implica aceitar que todos têm um papel determinante na participação de todos na vida de uma comunidade. As implicações deste pensamento ao nível da ação educativa traduz-se na necessidade de envolver todo os participantes do conselho de turma na programação e intervenção para satisfazer as necessidades educativas de alunos.

Deste modo, fundamenta-se esta formação pela necessidade de todos/as os/as docentes conhecerem e aprenderem novas capacidades de lidar com obstáculos, de forma adequada. Desta forma, o Desenvolvimento Pessoal e Profissional é uma metodologia de aprimoramento e capacitação humana existente na atualidade, focada na elaboração de estratégias para o alcance de objetivos duradouros, que permitirá melhorar a qualidade do ensino disponível bem como os resultados escolares dos alunos com a integração de novas práticas de regulação emocional e de gestão da sala de aula. (Santos, I. Silva, V. e Alcalde, E., 2016).

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Promover a melhoria do desempenho profissional dos/as docentes;

- Promover a utilização de estratégias de gestão de sala de aula mais eficazes;

- Promover as competências sócio-emocionais dos/as professores/as;

- Aumentar o conhecimento dos/as docentes sobre a importância da aprendizagem de competência;

- Melhorar a qualidade do ensino e os resultados da aprendizagem escolar dos/as alunos;

- Capacitar e preparar os participantes através da elevação do desempenho emocional e afetivo, estimulando a reflexão sobre as situações que envolvem a relação do jovem e adolescente com um mundo que o cerca, em ações ou caminhos mais adequados a ser executados para alcançar um objetivo, seja ele da vida pessoal, estudantil e/ou profissional.

- Estimular questionamentos incorporados nas ferramentas de desenvolvimento profissional que promovam interação, mediante implementos de soluções para entraves na comunicação, “Facilitar a Aprendizagem” no que concerne a compreender a si e ao próximo, aprendendo a viver de forma autónoma e proativa!

Conteúdos da ação

1.O que é o Desenvolvimento Pessoal e Profissional?

•  Definição do conceito

•  Benefícios pessoais e organizacionais

•  Tipos de metodologias

•  Papel do mediador: competências pessoais e profissionais

•  Exemplos e exercícios práticos

2.O Processo de Capacitação

•  Estabelecer Metas

•  Valores

•  Perguntas poderosas

•  Padrões de linguagem

•  Crenças limitantes

•  Exemplos e exercícios práticos

3.Estratégias de capacitação

•  Identificar e analisar necessidades

•  Estabelecer metas/padrões de desempenho

•  Planificar a aprendizagem

•  Motivar o Aluno

•  Análise de estados emocionais

•  Tipos de motivação

•  Fatores de motivação e desmotivação

•  Valorização dos sucessos

•  Exemplos e exercícios práticos

Metodologias de realização da ação

A Oficina de Formação contará com um total de 24 horas de formação (12 horas de formação presencial conjunta e 12 horas de trabalho autónomo do/a docente).

Em termos de metodologia, e para as sessões presenciais, o recurso ao trabalho individual alternará com o trabalho em pequeno grupo. Far-se-á a análise de textos, recortes de jornais, estudos científicos e vídeos, como reforço teórico-científico, que visa um aprofundar de conceitos dentro dos vários módulos de aprendizagem. Também incluirá o recurso a exercícios de debate, “role-play”, estratégias de regulação emocional e exercícios de foco de atenção. Incluirá ainda a elaboração de ferramentas de trabalho a utilizar no trabalho autónomo.

Todos esses recursos serão experimentados com os alunos em trabalho autónomo.

Posteriormente, o trabalho realizado nessas horas autónomas será apresentado/partilhado com os pares, avaliado criticamente e reformulado com a ajuda do grande grupo.

No final, cada docente terá disponível na plataforma moodle uma bibliografia recomendada, terá acesso às matérias discutidas e aos materiais cedidos em cada sessão.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-Participação nas sessões presenciais;

2-Resultados do trabalho autónomo

3-Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito ao formando e formador no final da ação;

b) Relatório do Formador;

c) Relatório do CFAE.

Inscrição:                           Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

                                               20 vagas

Critérios de Selecção: 1º Ser Professor do 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico do AE de Vilela

                                        2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:      A partir de dia 20 até ao limite de vagas

16_Estratégias Comportamentais para o Sucesso_ AE Vilela_Turma_3
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90414/17

Destinatários: Professores do Ensino Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Vilela

Cronograma:  dezembro      21      14:00 - 18:00

                        fevereiro        14      14:00 - 18:00   

                        março            29      14:00 - 18:00

Formadoras:   Catarina Gradíssimo Dias da Cunha    e   Tânia Marlene Pacheco Nunes

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Jesus (2000) aponta que, na atividade docente, os incentivos intrínsecos, nomeadamente os que decorrem do processo de ensino-aprendizagem, são os fatores que maior peso têm a determinação da satisfação profissional.

A promoção dos valores de implica aceitar que todos têm um papel determinante na participação de todos na vida de uma comunidade. As implicações deste pensamento ao nível da ação educativa traduz-se na necessidade de envolver todo os participantes do conselho de turma na programação e intervenção para satisfazer as necessidades educativas de alunos.

Deste modo, fundamenta-se esta formação pela necessidade de todos/as os/as docentes conhecerem e aprenderem novas capacidades de lidar com obstáculos, de forma adequada. Desta forma, o Desenvolvimento Pessoal e Profissional é uma metodologia de aprimoramento e capacitação humana existente na atualidade, focada na elaboração de estratégias para o alcance de objetivos duradouros, que permitirá melhorar a qualidade do ensino disponível bem como os resultados escolares dos alunos com a integração de novas práticas de regulação emocional e de gestão da sala de aula. (Santos, I. Silva, V. e Alcalde, E., 2016).

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Promover a melhoria do desempenho profissional dos/as docentes;

- Promover a utilização de estratégias de gestão de sala de aula mais eficazes;

- Promover as competências sócio-emocionais dos/as professores/as;

- Aumentar o conhecimento dos/as docentes sobre a importância da aprendizagem de competência;

- Melhorar a qualidade do ensino e os resultados da aprendizagem escolar dos/as alunos;

- Capacitar e preparar os participantes através da elevação do desempenho emocional e afetivo, estimulando a reflexão sobre as situações que envolvem a relação do jovem e adolescente com um mundo que o cerca, em ações ou caminhos mais adequados a ser executados para alcançar um objetivo, seja ele da vida pessoal, estudantil e/ou profissional.

- Estimular questionamentos incorporados nas ferramentas de desenvolvimento profissional que promovam interação, mediante implementos de soluções para entraves na comunicação, “Facilitar a Aprendizagem” no que concerne a compreender a si e ao próximo, aprendendo a viver de forma autónoma e proativa!

Conteúdos da ação

1.O que é o Desenvolvimento Pessoal e Profissional?

•  Definição do conceito

•  Benefícios pessoais e organizacionais

•  Tipos de metodologias

•  Papel do mediador: competências pessoais e profissionais

•  Exemplos e exercícios práticos

2.O Processo de Capacitação

•  Estabelecer Metas

•  Valores

•  Perguntas poderosas

•  Padrões de linguagem

•  Crenças limitantes

•  Exemplos e exercícios práticos

3.Estratégias de capacitação

•  Identificar e analisar necessidades

•  Estabelecer metas/padrões de desempenho

•  Planificar a aprendizagem

•  Motivar o Aluno

•  Análise de estados emocionais

•  Tipos de motivação

•  Fatores de motivação e desmotivação

•  Valorização dos sucessos

•  Exemplos e exercícios práticos

Metodologias de realização da ação

A Oficina de Formação contará com um total de 24 horas de formação (12 horas de formação presencial conjunta e 12 horas de trabalho autónomo do/a docente).

Em termos de metodologia, e para as sessões presenciais, o recurso ao trabalho individual alternará com o trabalho em pequeno grupo. Far-se-á a análise de textos, recortes de jornais, estudos científicos e vídeos, como reforço teórico-científico, que visa um aprofundar de conceitos dentro dos vários módulos de aprendizagem. Também incluirá o recurso a exercícios de debate, “role-play”, estratégias de regulação emocional e exercícios de foco de atenção. Incluirá ainda a elaboração de ferramentas de trabalho a utilizar no trabalho autónomo.

Todos esses recursos serão experimentados com os alunos em trabalho autónomo.

Posteriormente, o trabalho realizado nessas horas autónomas será apresentado/partilhado com os pares, avaliado criticamente e reformulado com a ajuda do grande grupo.

No final, cada docente terá disponível na plataforma moodle uma bibliografia recomendada, terá acesso às matérias discutidas e aos materiais cedidos em cada sessão.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-Participação nas sessões presenciais;

2-Resultados do trabalho autónomo

3-Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito ao formando e formador no final da ação;

b) Relatório do Formador;

c) Relatório do CFAE.

A biblioteca escolar: uma rede de aprendizagens_Biblioteca Municipal de Penafiel_PD08
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:               Curso de Formação_ 25 horas

Acreditação:             CCPFC/ACC-93260/17             

Destinatários:           Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Local de Realização:   Biblioteca Municipal de Penafiel

Formador:   António Pires

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

Com o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, a publicação do Despacho n.º 5908/2017 sobre o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular e a recente homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória percebemos que a educação e a qualidade das aprendizagens estão profundamente dependentes de uma mudança dos métodos de ensino e dos ambientes de aprendizagem. Esta mudança introduz, assim, novos desafios formativos e pedagógicos a que a escola tem de conseguir responder.

Também as bibliotecas escolares terão de estar à altura deste desafio, nomeadamente através de formação contínua (artigo 15.º da Portaria n.º 192-A/2015 de 29 de junho) que garanta uma constante renovação e atualização de competências e saberes não só dos professores bibliotecários, mas também das equipas que os acompanham. Só assim, poderá a biblioteca escolar continuar a assumir-se como uma base natural para o desenvolvimento das competências literácitas dos alunos, da compreensão leitora e do prazer da leitura, sempre numa lógica colaborativa e em estreita articulação com o currículo.

Atendendo ao exposto, este curso de formação visa promover um espaço de reflexão e partilha no âmbito das problemáticas e desafios que as bibliotecas escolares enfrentam. Pretende igualmente gerar oportunidades de discussão e solução para os problemas identificados, contribuindo para uma maior qualidade da ação da biblioteca escolar e consequente melhoria dos resultados das aprendizagens nas escolas. É, também, objetivo deste curso fomentar a aquisição de novas competências e a construção de novos saberes práticos e processuais, dotando os formandos de um conjunto de estratégias que lhes permitam promover a utilização da Biblioteca Escolar através do desenvolvimento de projetos verdadeiramente aglutinadores.

Objetivos a atingir

1. Promover o desenvolvimento de competências do professor bibliotecário face aos atuais desafios das bibliotecas escolares.

2. Contribuir para a melhoria dos recursos e serviços das bibliotecas escolares.

3. Partilhar conhecimento e experiências entre professores bibliotecários, refletindo (sobre) e promovendo o trabalho em rede.

4. Desenvolver instrumentos e estratégias que vão ao encontro das necessidades específicas das bibliotecas escolares.

5. Promover a utilização de meios de difusão da atividade da BE e desenvolver competências de acesso à informação.

6. Promover as literacias digital, informacional, da leitura e dos média através do trabalho em articulação BE/currículo.

Conteúdos da ação

Os conteúdos desta ação prendem-se com as diversas valências de intervenção a que um professor bibliotecário tem de responder, de acordo com o conteúdo funcional enunciado no art.º 3.º da Portaria 192-A/2015, de 29 de junho:

1. Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020

2. A gestão das bibliotecas escolares do Agrupamento

3. A biblioteca escolar e a articulação curricular

3.1. Aprender com a biblioteca escolar - referencial de aprendizagens associadas ao trabalho das bibliotecas escolares na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário

3.1.1. As literacias da leitura, dos media e da informação

3.1.2. Trabalhar por projetos

4. O digital e as Bibliotecas Escolares

4.1. Novos dispositivos e práticas

4.2. Bibliotecas digitais

5. Práticas de leitura: mediação da leitura

6. A biblioteca em rede: uniformização de procedimentos

7. O Modelo de Avaliação das Bibliotecas Escolares - indicadores e fatores críticos de sucesso

8. O marketing nas bibliotecas escolares

Metodologias de realização da ação

Este curso de formação terá a duração de 25 horas e será desenvolvido no formato presencial, em sessões teórico-práticas, com apresentação de documentos de trabalho e análise colaborativa dos documentos orientadores da RBE.

O formador terá um papel de promotor e facilitador da reflexão sobre as questões atuais das bibliotecas escolares, visando o seu desenvolvimento, alicerçado em critérios de eficácia e qualidade.

Devem ser criadas oportunidades de trabalho individual e em grupo, privilegiando propostas integradoras de carácter prático, em ligação com os contextos de cada escola/agrupamento e as experiências dos formandos no contexto do seu trabalho e apontando novas soluções para os problemas identificados.

Regime de avaliação dos formandos

De acordo com o RJFC – DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação:

- Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões – 40%

- Relatório de implementação/projeto/programação (…) – 60%

Nota - As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação será realizada nos termos dos artº 3º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, através de:

- Questionário aos formandos (online): avaliação da ação, do formador e do CFAE;

- Trabalho/Relatório dos formando(s);

- Relatório do/s formador/es;

- Análise e tratamento dos dados pela Direção do CFAE

48_Colaboração Profissional entre Pares Multidisciplinares em Regime de B-Learning_Turma 1_AE Paredes
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90054/17

Destinatários:Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Paredes

Cronograma:                            

Novembro           28                   17h- 20h

Março                  5                     17h - 20h         Sessão Online

Julho                   2                      10h  - 13h

                           10                    10h - 13h

Formadoras:   Ana Mouraz,  Daniela Pinto,   Ana Cristina Torres

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta oficina pretende responder aos Planos de Ação Estratégica (PAE) dos Agrupamentos/Escolas associados ao CFAE Gaia Nascente, que se sustentam em necessidades identificadas pelas organizações educativas, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE). O trabalho colaborativo é desde há muito reconhecido pela investigação e pela prática um fator chave no trabalho curricular dos professores e das escolas, contribuindo decisivamente para a melhoria dos climas de escola e de formação (Lima, 2002) e consequentemente para o sucesso escolar dos alunos (Lima, 2008). Todavia, a formação inicial de professores, pensada numa lógica de ciclo e mesmo de disciplina, e frequentemente vivenciada de modo individualista, não preparou os profissionais para “abrir a sala de aula” a outros docentes. E todavia, são, todos eles, corresponsáveis no trabalho de construção curricular… De um modo mais específico, no caso do projeto que se apresenta, ele decorre da necessidade de ousar experimentar novas formas de entreajuda docente capazes de lidar com os desafios que o Agrupamento enfrenta e ajustar formas mais eficazes de promover o sucesso educativo dos alunos.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Aprofundamento da colaboração profissional entre professores de diferentes grupos disciplinares e de ciclos de escolaridade próximos

Reconhecimento necessário e simultâneo da alteridade e da identidade da sua condição de professores

Re-comprometimento profissional dos docentes que decorre da revalorização da profissão.

Competências adquiridas pelo formando no final da ação:

Identificação de eixos de melhoria das práticas pedagógicas próprias

Desenvolvimento de competências de reflexão sobre as próprias práticas

Desenvolvimento de uma consciência clara do efeito da aplicação do modelo de observação de pares multidisciplinar no clima de escola

Conteúdos da ação

SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS

Módulo Inicial (3 horas)

Explicitação de Abertura sobre o Sistema de Avaliação dos formandos.

Apresentação da oficina b-learning nas suas partes essenciais.

Porque se trata de um projeto de investigação participada, centrado no trabalho colaborativo e na observação de pares multidisciplinar, os conteúdos da ação que serão mobilizados e postos à prova decorrem de um conhecimento mínimo sobre os seguintes conceitos:

Investigação participada;

Observação de Pares multidisciplinar;

Supervisão pedagógica colaborativa.

Está suposta e será objeto de referência, a relação entre a observação de pares multidisciplinar e alguns eixos fundamentais do trabalho pedagógico que se faz nas escolas, hoje, sobre:

O trabalho colaborativo;

A articulação curricular;

O trabalho multidisciplinar;

E a importância do clima de formação que se respira nas escolas.

Adaptação de um guião de observação.

Constituição dos quartetos ou trios.

PRESCRIÇÃO DO TRABALHO AUTÓNOMO (TA) DE INTERVENÇÃO:

TA1 – 1º ciclo de observações dentro do quarteto.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto). Esboço do plano de melhoria

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

TA2 - 2º ciclo de observações dentro do quarteto para apoio à implementação do plano de melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas ( 1 de cada vez ou o conjunto).

TA3 – 3º ciclo de observações dentro do quarteto, para identificação da eficácia da melhoria.

•1. Antes : partilha de objetivos e informações relevantes;

•2.Durante: preenchimento do guião de observação.

•3. Depois: reflexão sobre as aulas (1 de cada vez ou o conjunto).

•4. Colocação do guião de observação na MOODLE

Módulo Final (04 horas)

Análise dos resultados produzidos pela implementação do modelo de observação de pares.

Aplicação de um esquema de desenvolvimento da reflexão sobre práticas profissionais, com incidência na melhoria individual e institucional.

Avaliação da ação pelos formandos.

SESSÕES ONLINE

Síncronas (2 horas)

1.Inventário das dificuldades experienciadas após a 1ª observação. Discussão sobre formas de as ultrapassar

2.Discussão das linhas orientadoras acerca do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto

Assíncronas (3 horas)

1. Apoio à organização do plano de melhoria individual, por referência ao foco da observação e às críticas e sugestões do quarteto.

2. Esclarecimento de dúvidas.

3.Apoio à conceção do poster/apresentação para partilha pedagógica que os participantes são convidados a fazer no interior das suas Unidades Orgânicas e/ou no Seminário final do Observatório da Vida das escolas (OBVIE) a decorrer em 30 de Junho de 2017.

Metodologias de realização da ação

Entendeu-se que a modalidade de formação mais indicada para cumprir os objetivos pretendidos seria a Oficina em regime de B-Learning porque:

Pela modalidade de Oficina poder-se-á assegurar a operacionalização quer de metodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a permitir a colaboração multidisciplinar e a observação por pares em sala de aula.

As sessões presenciais decorrerão no princípio (3 horas) e no fim da formação (4 horas) pretendendo prover inicialmente à sustentação teórica, criação de instrumentos de aplicação e formação de grupos, no final, à análise de resultados.

Pelo regime de B-Learning (5 horas) criar-se-á a possibilidade e horizonte temporal para o apoio do formando online, o acompanhamento/feedback individual ou de grupos e a monitorização dos resultados através de instrumentos concebidos para o efeito.

Recursos e Ferramentas para a viabilização desta ação:

a) Existirá uma equipa técnico-pedagógica que assegurará o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação, coordenada pelo Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto;

b) Será usado um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e utilizadas metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem;

c) Haverá uma avaliação individual escrita, que revestirá a forma de um relatório final cuja estrutura será orientada pelo formador e pela entidade formadora.

Produtos da Oficina/Trabalho Autónomo:

Relatório global dos dados oriundos de todos os quartetos.

Poster/apresentação sobre o trabalho desenvolvido a apresentar à UO e /ou no Seminário do OVBIE.

Reflexão individual (de acordo com o modelo a trabalhar na última sessão presencial) sobre o efeito da experiência no desenvolvimento profissional.

Calendarização

Período de realização da ação durante o mesmo ano escolar ao longo de dois trimestres. Tendo em vista o regime de b-learning desta ação foi assegurado que um terço das horas de formação é realizado com a presença física dos formandos, assim:

Sessões presenciais conjuntas:

2 módulos de 3 e 4 horas = 07 horas

Sessões síncronas online = 2 horas

Sessões assíncronas online = 3 horas

Trabalho autónomo: 12 horas

 

Regime de avaliação dos formandos

Os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e proceder-se-á ao registo rigoroso de presenças em cada sessão.

A avaliação será contínua e os pesos considerados na avaliação serão os seguintes:

Participação nas sessões de trabalho – 40%

Trabalho final individual – 60%

Os formandos serão sujeitos a uma avaliação quantitativa de 1 a 10 valores. Tendo como referência as seguintes menções:

Escala de Avaliação:

Insuficiente  (1,0 – 4,9)

Regular          (5,0 – 6,4)

Bom               (6,5 – 7,9)

Muito Bom    (8,0 – 8,9)

Excelente       9,0 – 10)

Forma de avaliação da acção

Inquéritos de satisfação aos docentes;

Relatório crítico apresentado pelo Formador;

Avaliação por transferência feita 6 meses depois do término da ação.

Inscrição:                          

Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

20 vagas

 

06_Didática versus Programa e Metas Curriculares, da Matemática, no Ensino Básico_AE Daniel Faria_Turma 3
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h+25h)    2 crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-93143/17

Destinatários: Professores de 230 e 500

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Daniel Faria

Cronograma:   Novembro   21 e 27

                         Dezembro   6

                         Janeiro        10, 18, 24

                         Fevereiro      7

                          Abril            16

Horário: 18:30_21:30

Formadoras:   Ana Paula Machado   /   Justina Neto   /   Lucinda Pinto

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Com a recente implementação do Programa e Metas Curriculares no Ensino Básico da Matemática têm surgido aos professores dificuldades na seleção de metodologias que conduzam a uma implementação bem-sucedida.

A partilha de experiências acumuladas aliada à reflexão sobre as práticas poderá ajudar a implementação deste programa.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didácticos

Promover a articulação vertical entre inter e intra ciclos;

Promover uma reflexão concertada sobre o programa e metas curriculares no ensino básico;

Construir, testar e partilhar materiais de apoio à implementação do programa (planos de aulas, fichas de trabalho, testes de conhecimentos, etc.) orientados às metas curriculares, tendo em consideração as especificidades gerais e individuais dos alunos;

Promover a reflexão dos professores, individual e conjunta, sobre as experiências levadas a cabo o âmbito do círculo de estudos, salientando a importância da ação reflexão na sua prática pedagógica.

Conteúdos da ação

- 1.º sessão (3h): Planeamento e organização da oficina

•                     Apresentação do funcionamento da oficina;

•                     Criação de grupos de trabalho em função do ciclo que lecionam;

•                     Apresentação dos grandes temas a serem tratados (NO e GM);

•                     Seriação dos conteúdos mais pertinentes para a criação de materiais de sala de aula.

2.º sessão (3h):

•                     Apresentação dos domínios de conteúdos e fundamentos: NO ao longo dos três ciclos;

•                     Apresentação, resolução, análise e discussão (numa primeira fase em grupos por ciclo e depois em grande grupo) de um problema sobre NO ..

3.º sessão (3h):

•                     Apresentação dos domínios de conteúdos e fundamentos: GM ao longo dos três ciclos;

•                     Apresentação, resolução, análise e discussão (numa primeira fase em grupos por ciclo e depois em grande grupo) de um problema sobre GM

4.º sessão (3h):

•                     Resolução de problemas: fundamentos teóricos

•                     Exploração de um problema, envolvendo NO e GM, nos três ciclos

5.º sessão (4h):

•                     Breve introdução sobre avaliação como forma de reguladora de aprendizagens

•                     Exemplos de instrumentos de avaliação: testes em duas fases, relatórios, trabalho de grupo

6.º sessão (3h):

•                     Elaboração de uma tarefa a ser implementada na turma que inclua os temas abordados nesta formação.

7.º sessão (3h):

•                     Apresentação das tarefas realizadas no trabalho autónomo, em grande grupo, com análise e discussão das diferentes situações que surgiram em contexto de sala de aula.

8.º sessão (3h):

•                     Apresentação das tarefas realizadas no trabalho autónomo, em grande grupo, com análise e discussão das diferentes situações que surgiram em contexto de sala de aula.

•                     Entrega dos trabalhos finais.

•                     Avaliação da ação de formação.

Sessões não presenciais (25)

•                     Elaboração de instrumentos didático-pedagógicos, com base no Programa e Metas Curriculares de Matemática do Ensino Básico.

•                     Aplicação dos instrumentos em contexto de sala de aula.

•                     Elaboração do trabalho final a entregar.

Metodologias de realização da ação

Sessões presenciais (25 h):

•                     Apresentação das temáticas e objetivos inerentes.

•                     Seriação de instrumentos didático-pedagógicos pela sua relevância, aplicabilidade e eficácia.

•                     Partilha de experiências e metodologias.

•                     Criação de tarefas e formas de implementação, com base no Programa e Metas Curriculares do Ensino Básico.

•                     Apresentação das tarefas realizadas no trabalho autónomo, em grande grupo, com análise e discussão das diferentes situações que surgiram em contexto de sala de aula.

•                     Entrega dos trabalhos finais.

•                     Avaliação da ação

Sessões não presenciais (25h)

•                     Pesquisa, seriação e elaboração de tarefas a serem implementadas em contexto de sala de aula, com base nas temáticas abordadas nesta oficina.

•                     Implementação da tarefa em sala de aula.

•                     Elaboração do trabalho final.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1­ participação nas atividades da ação;

2- resultados do trabalho autónomo;

3­ Trabalho Final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto­Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

*Excelente – de 9 a 10 valores;

*Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

*Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

*Regular – de 5 a 6,4 valores;

*Insuficiente –de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da acção

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito realizado no final da mesma aos formandos e formador;

b) Relatório do formador;

c) Relatório Cfae.

 

09_Didática versus Programa e Metas Curriculares, da Matemática, no Ensino Básico _ AE Sobreira_Turma 1
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 50 horas (25h+25h)    2 crédito

Acreditação:  CCPFC/ACC-92370/17

Destinatários: Professores de 110 e 230

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Sobreira

Cronograma:   Novembro   20 e 28 

                         Dezembro   4

                         Janeiro        8, 17, 22

                         Fevereiro      5

                          Abril            11

Horário: 18:30_21:30

Formadoras:   Ana Paula Machado   /   Justina Neto   /   Lucinda Pinto

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Com a recente implementação do Programa e Metas Curriculares no Ensino Básico da Matemática têm surgido aos professores dificuldades na seleção de metodologias que conduzam a uma implementação bem-sucedida. A partilha de experiências acumuladas aliada à reflexão sobre as práticas poderá ajudar a implementação deste programa.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos Promover a articulação vertical entre inter e intra ciclos; Promover uma reflexão concertada sobre o programa e metas curriculares no ensino básico; Construir, testar e partilhar materiais de apoio à implementação do programa (planos de aulas, fichas de trabalho, testes de conhecimentos, etc.) orientados às metas curriculares, tendo em consideração as especificidades gerais e individuais dos alunos; Promover a reflexão dos professores, individual e conjunta, sobre as experiências levadas a cabo o âmbito do círculo de estudos, salientando a importância da ação reflexão na sua prática pedagógica.

Conteúdos da ação

- Análise reflexiva do programa e das metas curriculares do ensino básico;

Harmonização de terminologias, procedimentos e metodologias entre os professores do ensino básico;

Planificação e preparação de aulas, por domínio(s) e/ou subdomínio(s);

Construção de materiais didáticos;

Apresentação e discussão de experiências emergentes da prática de cada um dos intervenientes e reflexão sobre as estratégias e metodologias adotadas.

Metodologias de realização da ação

As sessões presenciais (25h) serão divididas em três momentos:

1º momento

Numa primeira fase serão orientadas no debate de situações problemáticas suscitadas pelo programa e metas curriculares, fomentando e estimulando a participação dos elementos, com partilha de visões, experiências e propostas de soluções didáticas para os mesmos.

Numa segunda fase, proceder-se-á à análise e discussão da tarefa a implementar pelo formando.

2º momento

O trabalho autónomo (25h) incide na pesquisa, seriação e conceção de instrumentos didático pedagógicos adequados que reflitam a experimentação realizada com os alunos.

3º momento

Na última fase realizar-se-á a apresentação das tarefas realizadas no trabalho autónomo em grande grupo, com análise e discussão das diferentes situações que surgiram com os alunos em contexto de sala de aula. Entrega dos trabalhos finais e avaliação da ação.

Regime de avaliação dos formandos

1­ participação nas atividades da ação; 2- resultados do trabalho autónomo; 3­ Trabalho Final.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto­Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

Excelente –  9 a 10 valores;                     

Muito Bom –  8 a 8,9 valores;                

Bom –  6,5 a 7,9 valores;                        

Regular –  5 a 6,4 valores;                      

Insuficiente – 1 a 4,9 valores.

Forma de avaliação da ação

a) Avaliação contínua                               

b) Inquérito realizado no final da mesma                    

c) Relatório do formador.

 

10_Estratégias Comportamentais para o Sucesso_ AE Vilela_Turma 1
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade: Oficina de Formação – 24 horas (12h+12h)    1 crédito

Acreditação: CCPFC/ACC-90414/17

Destinatários: Educadores de Infância e Professores do 1.º ciclo

Local de Realização: Agrupamento de Escolas de Vilela

Cronograma:   

 20 de dezembro                     9h – 13h

 12 de fevereiro                       9h - 13h

28 de março                           9h – 13h

Formadoras:   Catarina Gradíssimo Dias da Cunha    e   Tânia Marlene Pacheco Nunes

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Jesus (2000) aponta que, na atividade docente, os incentivos intrínsecos, nomeadamente os que decorrem do processo de ensino-aprendizagem, são os fatores que maior peso têm a determinação da satisfação profissional.

A promoção dos valores de implica aceitar que todos têm um papel determinante na participação de todos na vida de uma comunidade. As implicações deste pensamento ao nível da ação educativa traduz-se na necessidade de envolver todo os participantes do conselho de turma na programação e intervenção para satisfazer as necessidades educativas de alunos.

Deste modo, fundamenta-se esta formação pela necessidade de todos/as os/as docentes conhecerem e aprenderem novas capacidades de lidar com obstáculos, de forma adequada. Desta forma, o Desenvolvimento Pessoal e Profissional é uma metodologia de aprimoramento e capacitação humana existente na atualidade, focada na elaboração de estratégias para o alcance de objetivos duradouros, que permitirá melhorar a qualidade do ensino disponível bem como os resultados escolares dos alunos com a integração de novas práticas de regulação emocional e de gestão da sala de aula. (Santos, I. Silva, V. e Alcalde, E., 2016).

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Promover a melhoria do desempenho profissional dos/as docentes;

- Promover a utilização de estratégias de gestão de sala de aula mais eficazes;

- Promover as competências sócio-emocionais dos/as professores/as;

- Aumentar o conhecimento dos/as docentes sobre a importância da aprendizagem de competência;

- Melhorar a qualidade do ensino e os resultados da aprendizagem escolar dos/as alunos;

- Capacitar e preparar os participantes através da elevação do desempenho emocional e afetivo, estimulando a reflexão sobre as situações que envolvem a relação do jovem e adolescente com um mundo que o cerca, em ações ou caminhos mais adequados a ser executados para alcançar um objetivo, seja ele da vida pessoal, estudantil e/ou profissional.

- Estimular questionamentos incorporados nas ferramentas de desenvolvimento profissional que promovam interação, mediante implementos de soluções para entraves na comunicação, “Facilitar a Aprendizagem” no que concerne a compreender a si e ao próximo, aprendendo a viver de forma autónoma e proativa!

Conteúdos da ação

1.O que é o Desenvolvimento Pessoal e Profissional?

•  Definição do conceito

•  Benefícios pessoais e organizacionais

•  Tipos de metodologias

•  Papel do mediador: competências pessoais e profissionais

•  Exemplos e exercícios práticos

2.O Processo de Capacitação

•  Estabelecer Metas

•  Valores

•  Perguntas poderosas

•  Padrões de linguagem

•  Crenças limitantes

•  Exemplos e exercícios práticos

3.Estratégias de capacitação

•  Identificar e analisar necessidades

•  Estabelecer metas/padrões de desempenho

•  Planificar a aprendizagem

•  Motivar o Aluno

•  Análise de estados emocionais

•  Tipos de motivação

•  Fatores de motivação e desmotivação

•  Valorização dos sucessos

•  Exemplos e exercícios práticos

Metodologias de realização da ação

A Oficina de Formação contará com um total de 24 horas de formação (12 horas de formação presencial conjunta e 12 horas de trabalho autónomo do/a docente).

Em termos de metodologia, e para as sessões presenciais, o recurso ao trabalho individual alternará com o trabalho em pequeno grupo. Far-se-á a análise de textos, recortes de jornais, estudos científicos e vídeos, como reforço teórico-científico, que visa um aprofundar de conceitos dentro dos vários módulos de aprendizagem. Também incluirá o recurso a exercícios de debate, “role-play”, estratégias de regulação emocional e exercícios de foco de atenção. Incluirá ainda a elaboração de ferramentas de trabalho a utilizar no trabalho autónomo.

Todos esses recursos serão experimentados com os alunos em trabalho autónomo.

Posteriormente, o trabalho realizado nessas horas autónomas será apresentado/partilhado com os pares, avaliado criticamente e reformulado com a ajuda do grande grupo.

No final, cada docente terá disponível na plataforma moodle uma bibliografia recomendada, terá acesso às matérias discutidas e aos materiais cedidos em cada sessão.

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1-Participação nas sessões presenciais;

2-Resultados do trabalho autónomo

3-Trabalho final dos formandos.

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro:

* Excelente – de 9 a 10 valores;

* Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;

* Bom – de 6,5 a 7,9 valores;

* Regular – de 5 a 6,4 valores;

* Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do Conselho Científico da Formação Contínua, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

A ação de formação será avaliada por intermédio de:

a) Inquérito ao formando e formador no final da ação;

b) Relatório do Formador;

c) Relatório do CFAE.

 

 

A Expressão Musical na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo. Possível Abordagem_AE D. António Taipa_PD02
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:          Oficina – 25h presenciais + 25h autónomas

Acreditação:          CCPFC/ACC-92320/17               2 Crédito

Destinatários:        Eucadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Local de Realização:   AE D. António Taipa

Cronograma:

Outubro                         19, 26                    17:30 – 20:30

Novembro                     2, 9, 16                   17:30 – 20:30

Janeiro                          18, 25                     17:30 – 20:30

Fevereiro                       1                            17:00 – 21:00

Formadora:     HELENA BORGES

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Apesar do Educador de Infância e do Professor do 1º ciclo poderem ser “coadjuvados em áreas especializadas”, tais como, Expressão Musical, Expressão Dramática e Dança, só ele conhece a realidade da sua turma e pode estabelecer aprendizagens que resultem em consequentes situações de interdisciplinaridade. Não tendo que ser um super professor que tudo sabe e domina e com capacidades fora do comum, é, no entanto, alguém que deve assumir a preciosa missão de, através dos meios que dispõe e dos caminhos que o programa aponta, mostrar um conjunto globalizante de experiências de aprendizagem. Esta Oficina tentará que os docentes que a frequentarem fiquem predispostos a acreditar que desenvolver atividades de Expressão e Educação Musical nas crianças está ao seu alcance mesmo estes não tendo uma formação musical convencional. Ao mesmo tempo visa fornecer-lhes alguns exemplos, ferramentas e recursos que lhes proporcionem segurança e competências pedagógicas para o efeito.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

Consciencializar da importância da Expressão Musical no desenvolvimento de uma criança;

- Dotar os professores de competências para que possam dinamizar no espaço de sala de aula atividades de música em contexto interdisciplinar;

- Elaboração de planificações, de ferramentas bem como de atividades para a sua aplicação nas suas aulas e que favoreçam a imaginação, a criatividade e até o sentido estético;

- Domínio de competências que lhes permitam diversificar nas atividades de Expressão Musical dentro e fora da sala de aula.

Conteúdos da ação

A expressão musical está intimamente relacionada com a educação musical que se desenvolve, na educação pré-escolar bem como no 1º ciclo, em torno de cinco eixos fundamentais:

- ESCUTAR - A exploração das características dos sons passa por escutar, identificar e reproduzir sons e ruídos da natureza - água a correr, vento, "vozes" dos animais,….. - e da vida do dia a dia, como o tic-tac do relógio, a campainha do telefone ou motor do automóvel, …

- CANTAR - A relação entre a música e a palavra é uma outra forma de expressão musical. Cantar é uma atividade habitual na educação pré-escolar que pode ser enriquecida pela produção de diferentes formas de ritmo com a utilização de diferentes dinâmicas.

- DANÇAR – A dança como forma de ritmo produzido pelo corpo liga-se à expressão motora e permite que as crianças exprimam a forma como sentem a música, criem formas de movimento ou aprendam a movimentar-se, seguindo a música. Também, pode ser uma forma aliciante de trabalhar a turma como um todo.

- TOCAR e CRIAR – Existem instrumentos de percussão simples que podem ser construídos pelas crianças, utilizando material reciclável ou podem, também utilizar instrumentos musicais mais complexos, como por exemplo – Boomwackers, jogos de sinos, triângulos, pandeiretas, xilofones, …

Sendo assim, a Expressão Musical é uma das atividades que pode proporcionar à criança um enriquecimento de vivências sonoras que podem ser implementadas através de atividades lúdicas e que passam por uma experimentação e domínio progressivo do corpo e da voz.

Os conteúdos desta ação vão ser desenvolvidos e operacionalizados através das seguintes atividades:

♪ Jogos de Exploração – Através do corpo, da voz e dos instrumentos;

♪ A música e o “faz de conta…” – Através das histórias ou seres imaginários;

♪ A música para as Crianças Especiais – Musicoterapia para todos

Está previsto trabalho individual/grupo, a desenvolver nas sessões autónomas

Metodologias de realização da ação

Sessões de Trabalho Presencial – 25 horas / Sessões de Trabalho Autónomo – 25 horas

Nas sessões presenciais serão desenvolvidas atividades de natureza diversificada como por exemplo:

- Sessões expositivas em formato Powerpoint;

- Sessões auditivas para exemplificação de algumas das atividades e com a participação dos formandos,

- Sessões com movimento corporal;

Assim, numa 1ª fase, (19 horas) haverá uma breve apresentação dos formandos bem como do respetivo formador. Cada formando deverá relatar a sua experiência na área e apontar as suas dificuldades sobre como implementar a Expressão Musical nas suas aulas. Poderá ainda apresentar a sua representação sobre a forma como gostaria de trabalhar com as suas crianças/alunos.

Depois de abordadas as questões teóricas e conceptuais da Expressão Musical na educação pré-escolar e 1.º ciclo, os formandos elaboram as planificações do trabalho a realizar em sala de aula.

Numa 2ª fase, (25 horas autónomas) os formandos cumprem a planificação realizada e registam o trabalho com os alunos

Numa 3ª fase, (6 horas) teríamos a apresentação de uma das atividades em ambiente de sala de aula em formato powerpoint, exposição oral/ou gravação áudio e vídeo e a avaliação em grupo/individual do trabalho realizado

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos será feita tendo em conta os fatores:

1.            Participação nas atividades, sessões presenciais, da ação

2.            Apresentação de resultados do trabalho autónomo

3.            Trabalho Final dos Formandos

O referencial da escala de avaliação é o previsto no n.º 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de janeiro:

*Excelente – de 9 a 10 valores

*Muito Bom – de 8 a 8.9 valores

*Bom – de 6.5 a 7.9 valores

*Regular – de 5 a 6.4 valores

*Insuficiente – de 1 a 4.9 valores

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o entendimento do CCFC, descrito no ponto n.º 2 da Carta Circular CCPFC 1/2007.

Forma de avaliação da ação

Inquérito ao formador e formandos

Relatório do Formador

Relatório do CFAE

Inscrição:                           Na plataforma do CFAEPPP (inscrição na turma) – http://cfaeppp.ulu.pt/CentroFormacao/

                                         20 vagas ( 15 para o Agrupamento de Escolas proponente + 5 para Outras Escolas Associadas)

Critérios de Seleção:    1º Ser professor de um agrupamento/escola associado(a) ao CFAEPPP

                                        2º Ordem de Inscrição

Prazo de Inscrição:       A partir de  29 setembro (até ao limite de vagas)

12_Tecnologia Organizacional Turma Mais: Ensino diferenciado e metodologias de avaliação_Sec. Paredes_Turma_2
Oficina de formação
A Decorrer

Modalidade:                           Oficina de Formação – 50 horas (25h+25h)    2 crédito

Acreditação:                          CCPFC/ACC-90501/17

Destinatários:                        Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:              Escola Secundária de Paredes

Formadora:                            TEODOLINDA ROSA MAGRO DA CRUZ

1.ª sessão presencial             11 outubro              17:30 - 20:30

2.ª sessão presencial             15 novembro          17:30 - 20:30

3.ª sessão presencial             24 janeiro               17:30 - 20:30

1.ª síncrona                            21 outubro              11:00 -  13:00

2.ª síncrona                            4 novembro            10:30 - 13:00

3.ª síncrona                            25 novembro          10:30 - 13:00

Data entrega trabalho 1.ª assíncrona   2 novembro

Data entrega trabalho 2.ª assíncrona   13 novembro

Data entrega trabalho 3.ª assíncrona   22 janeiro

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Considerando a necessidade de implementação nas escolas de tecnologias organizacionais que invertam a atual tendência de aumento das taxas de retenção no ensino básico, no sistema de ensino nacional, torna-se essencial a divulgação de práticas que respondam a esta problemática. A «TurmaMais» é um projeto que se caracteriza por utilizar pedagogias diferenciadas e formas diversificadas de organização do grupo turma, permitindo um trabalho colaborativo através de parcerias pedagógicas. Esta pode ser encarada como medida preventiva, interventora ou compensadora, de acordo com a tipologia de cada aluno envolvido. Esta tipologia consiste em criar uma turma sem alunos fixos que agrega temporariamente alunos provenientes das várias turmas do mesmo ano de escolaridade, com dificuldades idênticas numa determinada disciplina. Nesta espécie de ‘plataforma giratória’, cada grupo de alunos fica sujeito a um horário de trabalho semelhante ao da sua turma de origem, com a mesma carga horária e o mesmo professor por disciplina. Cada grupo específico de alunos continua a trabalhar os conteúdos programáticos que a sua turma de origem está a desenvolver, podendo beneficiar de um apoio mais próximo e individualizado, mais harmonizado em termos de ritmos de aprendizagem e sem sobrecarga de horas semanais para os alunos. Ao longo do ano, os alunos vão entrando ou saindo da «TurmaMais», consoante vão adquirindo o ritmo próximo dos seus pares que estão na turma “mãe”.

As potencialidades do regime de formação contínua em b-learning são essenciais para a concretização e viabilização desta ação, uma vez que tem como público-alvo docentes que integram agrupamentos que podem distar dezenas de quilómetros. Por essa razão, a possibilidade de reunir o grupo presencialmente em sessões presenciais tem limitações, pelo que estão previstas sessões presenciais apenas em três momentos da oficina.

O CFAE assegurará: a) a existência de uma equipa técnico-pedagógica que assegure o manuseamento e o controlo das ferramentas e dos procedimentos necessários à realização da ação; b) a implementação de um Sistema de Gestão da Aprendizagem (SGA) / Learning Management System (LMS) adequado à formação a distância e a aplicação de metodologias diversificadas de suporte, incluindo sistemas de comunicação síncronos e/ou assíncronos, objetos multimédia para apresentação e demonstração de conteúdos e competências, documentos para leitura e reflexão e tarefas para auto-monitorização da aprendizagem; c) avaliação individual escrita.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

- Compreender o modo de implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 1.º Ciclo.

- Compreender o modo de implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 2.º e 3.º Ciclos e no Ensino Secundário.

- Conhecer o Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais.

- Avaliar o modo como os Critérios de Avaliação Atitudinal são operacionalizados nas escolas de origem dos docentes.

- Promover a discussão que permita a melhoria da operacionalização dos Critérios de Avaliação Atitudinais.

- Conhecer práticas eficazes de monitorização que permitam uma maior motivação dos alunos nas melhorias dos seus resultados escolares.

- Compreender a implicação da teoria e da especificidade das práticas inerentes à avaliação segundo a lógica de ciclo pela qual se rege a organização do ensino básico, de acordo com a Lei de Bases do Sistema Educativo. Aprofundar os pressupostos teóricos e práticos relativos à modalidade formativa da avaliação.

- Aplicar ou simular a aplicação da tecnologia organizacional TurmaMais a uma determinada organização escolar.

Conteúdos da ação

- Enquadramento teórico do projeto TurmaMais.

- Implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 1.º Ciclo.

- Implementação da Tecnologia Organizacional TurmaMais no 2.º e 3.º Ciclos e no Ensino Secundário.

- Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais*.

. Critérios de Avaliação Atitudinais.

. Monitorização e Contratualização dos Resultados das Aprendizagens.

. Avaliação Segundo a Lógica de Ciclo.

. Avaliação Formativa.

Metodologias de realização da ação

A metodologia assentará numa abordagem construtiva que estimule a interação entre os professores, a partilha de documentação e a reflexão sobre a prática pedagógica dos docentes durante a aplicação desta Tecnologia de Ensino.

Neste contexto, a componente presencial incidirá, num primeiro momento, na descrição e análise das práticas de sala de aula por parte dos formandos tendo em conta aspetos como: o tempo de aula habitualmente usado em exposição oral para a turma; o tempo de aula reservado a trabalho dos alunos; o tipo de instrumentos de caráter formativo usado nas aulas; a frequência do uso de instrumentos de avaliação formativa; o modo de registo das ocorrências de caráter atitudinal e os momentos de informação sobre os resultados da avaliação. Esta fase será acompanhada debate e reflexão sobre as práticas apresentadas e sobre os materiais usados (fichas de registo de avaliação, instrumentos de avaliação formativa, etc.).

Num segundo momento serão apresentadas e contextualizadas as práticas de monitorização, contratualização, avaliação atitudinal e formativa próprias do Ecossistema Psicopedagógico TurmaMais. A contextualização referida será suportada em atividades de: (a) Simulação da implementação da tecnologia organizacional TurmaMais num determinado ano de escolaridade; (b) Planificação e aplicação das práticas que caracterizam o Ecossistema TurmaMais; (c) Trabalho em grupo, por área disciplinar, com o objetivo de criar um instrumento de caráter formativo a ser experimentado em sala de aula; (d) Trabalho de grupo com o objetivo de apresentação de instrumentos de monitorização das atitudes e valores e de monitorização e contratualização das aprendizagens.

Por último, e após aplicação em sala de aula da planificação elaborada, será efetuado o relato dos resultados da aplicação dos instrumentos criados e feitas sugestões para o seu aperfeiçoamento.

Em termos globais, pretende-se com a realização das atividades práticas, que os formandos consigam aferir elementos para uma reflexão que lhes permita (re)conhecer a própria prática e enquadrá-la de forma sustentada. Deste modo, a formadora apoiar-se-á num conjunto de tarefas para fazer a apresentação dos diferentes tópicos, provocando a reflexão e o debate e a avaliação da eficácia da aplicação do método em contexto de sala de aula.

A componente não presencial permitirá aos formandos operacionalizar alguns dos conceitos trabalhados, através das práticas educativas quotidianas, num processo reflexivo que retorne ao contexto da oficina para uma (re)conceptualização de grupo.

O tempo dedicado às sessões presenciais será de 9 horas (3 sessões de 3 horas).

As sessões online assíncronas corresponderão no máximo a 9 horas. As 7 horas restantes serão online síncronas com os/as participantes envolvidos/as em atividades conjuntas (e.g., chat, vídeoconferência).

Regime de avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação a utilizar são: Participação, Resultados do Trabalho Autónomo e Trabalho Final. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação é feita através do preenchimento, pelos formandos, de um documento de avaliação em uso no CFAE e, pelo formador, de um relatório detalhado. Os dados recolhidos são depois objeto de tratamento.

I

A docência como prática reflexiva e criativa - dinâmicas de inovação e flexibilidade curricular_AE Vilela_PD06
Círculo de estudo
A Decorrer

Modalidade:               Círculo de Estudos_ 30 horas     1.2 créditos

Acreditação:             CCPFC/ACC-93037/17             

Destinatários:           Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:   AE Vilela_Escola sede

Formadora:       Isabel Baptista

Setembro 29 14:30_17:30 Isabel Baptista

Outubro 27 14:30_17:30 Isabel Baptista

Novembro 24 14:30_17:30 Isabel Baptista

Dezembro 15 14:30_17:30 Isabel Baptista

Janeiro 19 14:30_17:30 Isabel Baptista

Janeiro 26 14:30_17:30 Convidado

Fevereiro 16 14:30_17:30 Isabel Baptista

Fevereiro 23 14:30_17:30 Convidado

Março 16 14:30_17:30 Isabel Baptista

Março 30 14:30_17:30 Isabel Baptista

Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Esta ação de formação (Círculo de Estudos) surge como proposta do Núcleo de Inovação Pedagógica (NIP) do Agrupamento de Escolas de Vilela, tendo por base o programa de consultoria enquadrado pelo protocolo celebrado entre ao Agrupamento e a Universidade Católica Portuguesa-Porto. Neste contexto, foram identificadas necessidades concretas de formação-ação, tendo em vista a implementação de um projeto integrado de inovação e flexibilidade curricular no ano letivo de 2017-2018. Estas necessidades prendem.se designadamente com o aperfeiçoamento de competências de gestão articulada e flexível do currículo, de conceção de projetos interdisciplinares, de concretização de estratégias diferenciação pedagógica, de promoção da participação dos alunos na vida escolar e do desenvolvimento de competências de deliberação prática ou decisão em situação.

Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos

•Adquirir ferramentas teóricas e práticas conducentes a uma gestão curricular flexível e diferenciada, em conformidade com um modelo pedagógico inovador e centrado na aprendizagem.

•Elaborar e implementar projetos de pedagógicos interdisciplinares num quadro de promoção de autonomia organizacional e profissional.

•Evidenciar o domínio de competências de decisão e operacionalização curricular orientadas para a melhoria das aprendizagens, para a análise e uso dos conceitos fundamentais de desenvolvimento curricular, de inovação pedagógica e de avaliação.

Conteúdos da ação

I – Pedagogia diferenciada e inovação pedagógica 

•Noções de inovação, currículo e desenvolvimento curricular •Do paradigma instruir ao paradigma aprender •O aluno como sujeito de responsabilidade, liberdade e autonomia.

•O professor como mediador de aprendizagem •O professor como decisor e como configurador de currículo 

II– Organização e Desenvolvimento Curricular 

•Etapas do desenvolvimento curricular •A avaliação como elemento interior ao processo ensino-aprendizagem

•Relevância da avaliação formativa enquanto avaliação para a aprendizagem •Gestão da sala de aula - posturas pedagógicas, dinâmicas de motivação e de envolvimento dos 

•Estratégias de ensino e aprendizagem – práticas de referência   alunos; modelos de relação e comunicação.

III- Participação dos alunos na vida escolar 

•Estatuto de cidadania da infância e da juventude •A participação dos alunos na escola: porquê e para quê? •Fundamentos éticos, sociais e pedagógicos da participação

•Conceitos, níveis e dimensões da participação. •Espaços de participação dos alunos na escola •Práticas de referência. 

IV – A docência como atividade reflexiva e criativa 

•O professor como intelectual crítico •Padrões de conduta profissional docente •Exigências de trabalho colaborativo

•A pedagogia como sabedoria prudencial - espaços de deliberação •Análise de casos práticos - problemas e dilemas

Metodologias de realização da ação

Em conformidade com os objetivos enunciados e com a filosofia de funcionamento de um círculo de estudos, opta-se por uma metodologia interativa e participativa, apoiada nos conhecimentos e nas experiências dos próprios formandos e na articulação dinâmica que se traduzem em sessões presenciais conjuntas e sessões de trabalho autónomo dos/as formandos/as, que se organizam em função dos seguintes passos consecutiva e sequencialmente alternados:

a) sessões presenciais conjuntas, para levantamento e delimitação de questões/ problemas relevantes, bem como de recursos que permitam explorá-los de uma forma estruturada e ainda exposição de conteúdos com recurso a suporte multimédia e trabalhos individuais e de grupo tendo por base a análise de casos práticos;

b) trabalho autónomo, conduzido por metodologias de investigação, no âmbito das quais a exploração das questões/problemas escolhidos são objeto de um registo que suporta uma reflexão continuada, consistente e eficazmente produtiva;

c) sessões presenciais conjuntas, para apresentação da investigação a que foram submetidas as questões/problemas; em concreto o projeto pedagógico inovador, concebido em alinhamento com as prioridades de ação identificadas pelo Núcleo de Inovação Pedagógica da escola e os dados recolhidos pelos/as diversos/as formandos/as e as sínteses a que conduzam devem permitir inequívocas melhorias em desempenhos subsequentes.

Regime de avaliação dos formandos

Parâmetros de avaliação: 1.Participação nas atividades das sessões presenciais 2.Apresentação de resultados do trabalho autónomo 3.Trabalho Final dos Formandos

*Excelente – 9 a 10 *Muito Bom – 8 a 8.9 *Bom – 6.5 a 7.9 *Regular – 5 a 6.4 s *Insuficiente – 1 a 4.9 

Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação

Forma de avaliação da ação: Inquérito ao formador e formandos / Relatório do Formador / Relatório do CFAE a preencher pelo CFAE

 

A Biblioteca Escolar, agente de mudança na escola do séc. XXI_Casa da Cultura de Paredes_PD03
Curso de formação
A Decorrer

Modalidade:               Curso de Formação_ 25 horas

Acreditação:             CCPFC/ACC-92320/17              

Destinatários:           Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local de Realização:   Biblioteca Municipal de Paredes

Formadora: Maria Artur Barros

Cronograma

Presencial                                 26/09/17- 14h30m-17h30m

A distância, assíncrona             03/10/17 - 19h-21h

Presencial                                28/11/17 - 14h30m-17h30m

A distância, assíncrona            05/12/17 - 19h-22h

Presencial                                 30/01/18 - 14h30m-17h30m

Presencial                                 17/04/18 - 14h30m-17h30m

A distância, assíncrona            24/04/18 - 19h-22h

A distância, assíncrona            12/06/18 - 19h-21h

Presencial                                 17/07/18 - 14h30m-17h30m

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente

A função do professor bibliotecário, definida na Portaria 192-A/2015, de 29 de junho, implica conhecimentos e capacidades que extrapolam os que são adquiridos na formação docente inicial. Para o seu desempenho, é essencial uma constante atualização ao nível científico (biblioteconomia), pedagógico e também na área da gestão de serviços e de recursos humanos e materiais.

Atendendo às recentes orientações relativas à utilização das tecnologias móveis no processo de ensino/aprendizagem e à flexibilização curricular bem como ao Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória, é ainda necessário que todos os professores se atualizem – nomeadamente ao nível das tecnologias móveis - para que possam ser verdadeiros agentes de mudança numa escola que se pretende promotora de competências para o séc. XXI.

Sendo a biblioteca escolar (BE) – à luz do Quadro Estratégico 14-20 do Programa da Rede de Bibliotecas Escolares – um dos agentes pedagógicos responsáveis pela aquisição de competências literácicas pelos alunos e um pivô da transversalidade curricular, é também fundamental a aquisição pelo professor bibliotecário de competências de gestão de recursos humanos e de gestão da informação, bem como de noções de marketing do serviço que promovam a utilização da Biblioteca Escolar por alunos e professores em articulação com o currículo.

Todos estes conhecimentos e competências serão adquiridos e rentabilizados de forma mais eficaz se a metodologia proposta para o processo de aquisição se basear na interação/troca de experiências pedagógicas proporcionada pelo trabalho num grupo de professores bibliotecários de vários Agrupamentos de Escolas/Escola não Agrupadas. Porque se pretende uma relação estreita entre a troca de experiências e a aplicação prática de orientações e técnicas ao trabalho quotidiano da Biblioteca Escolar, propõe-se uma metodologia em regime blended learning, com 15h presencias e 10 horas a distância, que permita uma interação frequente – apesar da eventual distância física – entre formandos, bem como entre formando e formador.

A opção pela realização de algumas sessões online prende-se com o facto de se tratar de um conjunto de formandos oriundos das várias escolas do Concelho, relativamente distantes entre si, de alguma forma dificultando, por esse facto, encontros presenciais mais frequentes. Por outro lado, as próprias temáticas previstas para as sessões a distância ganharão, na sua abordagem, pelo facto de estarem a ser desenvolvidas dessa maneira, apresentando vantagens incontestáveis para os formandos.

Objetivos a atingir

1. Promover o desenvolvimento de competências do professor bibliotecário e da equipa face aos atuais desafios das bibliotecas escolares.

2. Contribuir para a melhoria dos recursos e serviços das bibliotecas escolares

3. Promover a partilha de conhecimentos e experiências entre professores bibliotecários

4. Veicular noções básicas de tratamento documental

5. Promover a difusão da informação

6. Promover as literacias digital, informacional, da leitura e dos média através do trabalho em articulação BE/currículo

7. Promover o trabalho em articulação BE/currículo

8. Promover o trabalho em rede (no AE, concelhio, nacional)

Conteúdos da ação

Os conteúdos desta ação prendem-se com as diversas valências de intervenção a que um professor bibliotecário tem de responder na sua Escola não Agrupada / Agrupamento, de acordo com o conteúdo funcional enunciado no art.º 3.º da Portaria 192-A/2015, de 29 de junho:

1. Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020 (1h presencial)

2. A Biblioteca na Escola/ no Agrupamento e as funções do professor bibliotecário/equipa (1h presencial)

3. A Biblioteca escolar e a articulação curricular: as potencialidades do trabalho colaborativo (1h presencial+2h a distância, assíncrona)

3.1. Aprender com a biblioteca escolar: referencial sobre as aprendizagens dos alunos em articulação BE/currículo.

3.1.1. A literacia: da leitura, dos média, da informação, digital.

3.1.2. Trabalhar por projetos.

4. A era digital e os seus desafios para as BE: os novos ambientes de aprendizagem (3h presenciais+3h a distância, assíncrona)

4.1. Novos dispositivos e práticas para a pedagogia no séc. XXI: aplicações para a educação

4.2. A biblioteca digital

5. Práticas de leitura: mediação da leitura e leitura em voz alta de acordo com a faixa etária do público alvo (3h presenciais)

6. Tratamento documental (informatizado em linguagem UNIMARC) e gestão da informação (3h presenciais+3h a distância, assíncrona)

6.1. circuito do documento, da informação e da leitura

6.2. procedimentos de seleção e aquisição

6.3. tratamento preliminar e técnico: registo, carimbagem, catalogação, classificação, indexação, cotação/arrumação/disponibilização dos diversos tipos de documentos

6.4. OPAC (On-line Public Access Catalog).

6.5. Difusão da informação

6.5.1. informatização do empréstimo

6.5.2. registos de utilização dos serviços

7. A biblioteca em rede: uniformização de procedimentos no Agrupamento de Escolas/nas BE do concelho (1h a distância, assíncrona)

8. Avaliação da BE: o MABE (1h a distância, assíncrona)

9. O marketing nas bibliotecas escolares (1h presencial)

10. Gestão de recursos (1h presencial)

10.1. gestão dos recursos humanos

10.2. organização e gestão dos recursos de informação.

11. Avaliação da ação (1h presencial)

Metodologias de realização da ação

1. Sessões teoricopráticas presenciais

1.1. Apresentação de propostas de reflexão, documentos orientadores da RBE e outros documentos de trabalho

1.2. Debate, estudo de casos, troca de experiências e reflexão

1.2.1.Diálogo

1.2.2. Trabalho em grupo/em pares

1.2.3. Apresentações

2. Sessões a distância, assíncronas

2.1.Leitura de documentos e reflexão sobre os mesmos

2.2. Aplicação das orientações RBE, procedimentos técnicos e conhecimentos à prática do trabalho da BE: propostas de trabalhos

3. Elaboração de uma reflexão crítica sobre a formação.

Duração: de setembro a julho, 5 sessões presenciais de 3h + 4 sessões a distância, assíncronas ( 2 sessões de 2h e 2 sessões de 3h)

Regime de avaliação dos formandos

Frequência obrigatória de, pelo menos, 2/3 das horas de formação.

Participação nas sessões teoricopráticas.

Participação nas sessões a distância.

Apresentação dos trabalhos propostos.

Elaboração de uma reflexão crítica sobre a ação.

A avaliação expressa-se de acordo com uma escala quantitativa de 1 a 10 valores, que tem como referente as menções respetivas, conforme definido nos pontos 5 e 6 do art.º 4.º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua de professores.

Forma de avaliação da ação

A avaliação da ação é feita:

a) pelos formandos: resposta a um questionário elaborado para o efeito;

b) pelo formador: relatório de avaliação da Ação;

c) pelo Centro de Formação: avaliação global da Ação, com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador.